"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

2.012 - Ano de eleições.

Foto da posse do prefeito Antônio Afonso Diniz, de óculos escuro  e do vice Carlos Reni assinando a ata de posse, para o mandato de 1971 a 1973. Ao centro José Odmar Correia presidente da Câmara  Municipal e a direita o ex-prefeito Dr. Pedro Sátiro.
A partir de hoje, farei uma vez por semana, um pequeno relato sobre eleições em Várzea-Alegre. Sem interesses, sem  finalidades, de modo que o único objetivo seja resgatar alguns fatos pitorescos  da historia das eleições  em nosso município. 

Com a chegada de 2012, ano eleitoral, começa-se  a efervecência e movimentação em torno  de nomes para as eleições de Outubro vindouro. Fatos  e ocorrências anteriores podem  servir de exemplos  para hoje visto que na historia  estão sempre  a se repetirem.

Se fosse consultado, se me pedissem  opinião diria para os atuais gestores: Façam sua escolha entre seus  verdadeiros amigos,  partidários de longas datas, testados e aprovados.  Assim diminui a possibilidade de uma futura traição. Não há derrota maior que aquela que acontece depois da posse.  Como  não existem eleições ganhas, nem perdidas, eu  diria também: Indiquem o melhor nome.

Em 1970, aquela  em que primeiro votei, mandato de apenas dois anos, um acordo  consistia em que uma tendencia lançaria o candidato a prefeito e a outra  o vice. Assim não haveria competição e sim uma  nomeação. Se evitariam gastos e não haveriam pendengas. Foram para as  urnas Antônio Afonso Diniz e Carlos Reni, prefeito e vice respectivamente. 

O que os lideres da época não esperavam era que um movimento rebelde  encabeçado pelos estudantes João de Pedro Piau e Odalice Leandro se disseminasse em favor do voto "Branco e nulo". De boca em boca, o movimento fortaleceu-se a ponto de obrigar os  chefes políticos da época  a abrirem os cofres para não perderem uma eleição para "brancos e nulos".   Assim é uma eleição. As estrategias e acordos nem sempre dão certo. Sabe-se como se entra nunca o resultado final. Sair com o melhor candidato e fazer uma campanha inteligente  são meio caminho andado.

Antônio Morais.

4 comentários:

  1. O fato narrado no texto acima é real. Espero que outros amigos tragam os seus conhecimentos a respeito daquela que foi uma eleição inusitada para o nosso povo. Onde as duas tendencias, PSD e UDN, se uniram em torno de uma unica candidatura.

    Até a próxima "Historias das eleições".

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  2. GOSTE DO FINAL DO TEXTO DO "MEIO CAMINHO ANDADO" PORQUE AO MEU VER NEM SEMPRE PS MELHORES NOMES (POR N) FATORES SÃO INDICADOS ; E NEM SEMPRE OS MELHORES INDICADOS SÃO VITORIOSOS. OU SEJA NEM SEMPRE O MELHOR GANHA.VAMOS AGUARDAR EU ACREDITO QUE DARIA UM EXTENÇO LIVRO A HISTORIA DA POLITICA DA VÁRZEA ALEGRE.

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  3. Foram só dois anos d e mandato, mas deu para o Sr. Toinho fazer uma bo administração com várias obras.

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  4. seu Morais,gostei do título,pois meu pai acompanhou esta eleição e outras mais ai em Varzea alegre,agradeço e irei se possível arrumar alguns casos e fotos com meu pai, um grande abraço,e um ótimo ano novo.

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