Após um carnaval em que me diverti bastante no bloco, a "véia debaixo da cama," junto com minha familia, hoje quarta-feira de cinzas me encontro em um ambiente totalmente diferente do anterior. Aqui estou de plantão no, Hospital Regional de Iguatu, com as minhas mãos serenas recebendo criancinhas que vem ao mundo. São recem-nascidos que nascem com desconfortos respiratórios após deglutirem líquido amniótico em um parto laborioso de grande risco. Agradeço a Deus essa minha vocação e paciência em ajudar essas criaturinhas indefesas a poder respirar, receber oxigênio e expandir seus pulmões, e depois gritar de alegria em forma de choro(antítese). Como é bom ser útil. Quisera Deus que em todos os hospitais que tivessem serviços de obstetrícia, existisse um Pediatra para dar os primeiros socorros aos recém-nascidos, evitando por hipóxia de oxigênio as sequelas neurológicas, como epilepsia, retardo mental, depressão, esquizofrenia, psicopatia e etc. O Ministério da Saúde ainda não calculou o prejuízo com a omissão do profissional nesses serviços. O quanto se gasta com medicamentos como, gardenal, antidepressivos, antiesquizofrenias , internações hospitalares e com destruições de famílias que essas patologias acarretam. Formando uma sociedade doente. Ontem gritando de alegria no carnaval, hoje gritando uma dor sofrida por essas criancinhas. São as antíteses da vida.


Parabéns Dr. Rolim, sua profissão é uma das mais belas que existe.
ResponderExcluirA Medicina é uma sublime profissão.Parabéns Dr Rolim.
ResponderExcluirObrigado, Magnólia,vc devia me ensinar fazer isso nas postagens. Sou ANALFA.
ResponderExcluirPrezado DR. ROLIM, muito importante o que você escreve; mais importante ainda,o que está fazendo agora....assistindo a essa criança....Sacrificada e sublime a missão do MÉDICO.Que a cada dia, seja mais fortalecido o seu ideal, a sua dedicação e o seu compromisso diante do irmão enfermo que tanta confiança deposita nesse profissional. Que a sua mente, o seu coração e as suas mãos, indispensáveis ao exercício da MEDICINA, estejam sempre, sempre
ResponderExcluirserenos, ILUMINADOS e ABENÇOADOS, sobretudo, no momento de prestar o socorro, de promover a assistência, para que aconteça em todos os momentos a realização plena a ambas as partes. Que DEUS os guie e os proteja permanentemente.(médicos e pacientes.)Um abração de felicidades.
Parabéns, Dr.Rolim, realmente a profissão que o senhor escolheu é na verdade uma missão divina. A sociedade é que deve rezar e agradecer por termos médicos do seu quilate. Médicos que deixam a folia para dar plantão para receber todo tipo de paciente. Vsa, Exca. dar uma aula de medicina a nós leigos e nós sabemos das dificuldades dos profissionais da saúde pública neste país. Pior que os gastos que o senhor se refere são os desvios de recursos, roubo de remédios caríssimos, descaso, tudo isso que forma o caos na saúde.Muito inteligente swu relato!
ResponderExcluirDr. Rolim, suas postagens estão perfeitas hehehe....
ResponderExcluirGiovani,obrigado pelos seus elogios e suas observações.Você é um cara centrado nos problemas do nosso país.
ResponderExcluirIsabel,vc se expressa muito bem,quisera eu ter essa facilidade de dizer o que vem de dentro de mim.Obrigado,amiga.
ResponderExcluirDanúbio,você define em poucas palavras uma profissão que exige muito amor para execer-la.
ResponderExcluirVejo um paralelo entre o carnaval e o exercício da medicina pelo querido Dr. Rolim. Ele participa dos dois momentos com muita responsabilidade, distribuindo simpatia e confiança. Grande abraço.
ResponderExcluirFlavim, é isso aí,o paradoxo é presente de quem exerce a profissão de médico
ResponderExcluirA roseira dar! rosa em botão! Dr. Rolim dar as crianças necessitadas, a oportunidade de uma perfeita respiração; ou melhor, de tomar posse do seu primeiro alimento depois do nascimento; e com isso evitando todas essas mazelas por ele citadas.
ResponderExcluirParabenizá-lo é pouco: rezarei para que respires com qualidade e acumules essa energia divina necessária para que sejas bem sucedido em tudo que fizeres.
Abraço fraterno. Fatima Bezerra.