"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Corredor da cultura popular- Dr. Rolim

Dedico esse vídeo aos poetas do nosso blog.Vejam,"Na porta dos cabarés"

video

8 comentários:

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    Cego Oliveira - Na porta dos cabaréis

    2:3 min. | 4.935484 avaliação | exibições
    Trecho do documentário "Nordeste: Cordel, Repente E Canção (produção de Tânia Quaresma, 1975)" onde mostra o Ceguinho Pedro Oliveira cantando com a sua rabequinha. Este vídeo tem apenas a intenção de divulgação do artista e mostrar umas das artes do nordeste: o repente acompanhado por uma rabequinha. Na década de 80, já velho, o Cego Oliveira, músico e poeta popular do sertão cearense, em depoimento prestado ao cineasta Rosemberg Cariry, declarou: "Uma vez, na hora de acabar o toque, cantei uma despedida tão bonita que uma mulher disse: "Faz pena um homem desse ter que morrer um dia!'". Pedro Oliveira, popularmente conhecido por Cego Oliveira, é um dos artistas mais representativos da cultura popular do nordeste. Esse velho cantador e rabequeiro, nascido no Crato em 1905, viveu em Juazeiro do Norte, na região do Cariri, até a sua morte em 1997. Pedro Oliveira. Compositor. Instrumentista. Tocador de rabeca. Cantador. Nasceu cego e em 1929 teve o primeiro contato com a rabeca, ao receber de um tio um desses instrumentos. Aprendeu a tocar por conta própria. Aprendeu a decorar os versos das cantorias com a ajuda de um irmão quer lia para ele os versos dos romances. Depois de ter se apresentado em muitos reisados, aprendeu a tocar pífano passando a apresentar-se em feiras tocando esse instrumento. Tocou em feiras, casamentos, batizados, aniversários e festas de santos. Apresentou-se em Fortaleza, São Paulo e Rio de Janeiro, chegando a apresentar-se em alguns programas de ...
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  2. Belíssimo resgate da nossa cultura. Sinto prazer em ouvir coisas desse tipo, tão genuíno do nosso nordeste!
    Parabéns Dr. Rolim.

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  3. Francisco Gonçalves, irei postar mais matéria do cego Oliveira, próximas postagens.Eu sou fã desse estilo rústico da poesia.Aqui é Nordeste...

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  4. Rolim: meus sinceros parabéns e respeito. A cada dia você se supera com suas postagens,nas quais você demostra muito valor pela nossa gente simples, como neste resgate do Poeta Oliveira.

    Eu adoro cantoria; pois ouvi muitas na casa de meu vizinho e padrinho de fogueira, Chico Luiz, na antiga Rua do Cruzeiro na Praça Santo Antonio. Era maravilhoso.
    Abraço. Fatima Bezerra.

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  5. Fátima,o belo as vezes se encontra nas coisas mais simples,depende como você olha.Nós do sertão rústico temos uma sensibilidade peculiar, para sentirmos as emoções daquilo que a gente ver.

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  6. Parabéns,Dr Rolim:
    Aguardo as próximas.
    Adoro Cordel,repente e cantorias.

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  7. Ilmorais,

    Com certeza,procurarei postar literatura do nosso sertão.

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  8. Esse é o mais fiel representante da nossa literatura matuta.Analfabeto,cego,pobre,resume em poucas estrofes o sofrimento das mulheres que seguem esse triste rumo da prostituição.

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