"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".Dom Helder Câmara
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Rolim: eu fui uma menina que adorava dançar MANEIRO PAU; dançava nas festas de adjunto na casa do Pai de Beliza, lá na Betanha; estou tão emocionada, que me deu um branco e esqueci do nome do avô da minha amiga Marleide. Morais! me ajude a lembrar!
ResponderExcluirRolim. Graças a Deus temos muitas Fatimas neste Blog, e fiquei em dúvida se seria pra mim este carinho tão especial; de qual quer maneira, fico muito feliz! pois como disse, adoro maneiro pau.
Fique com DEUS e com meu abraço fraterno. Fatima Bezerra, ( GIBÃO).
Fatima Bezerra,foi pra voce essa dedicação,eu sabia que voce ia ficar emocionada com essa dança.Já pensou voce lá em Goiás assistindo um maneiro-pau? E tambem fiquei emocionado.
ResponderExcluirDr. Rolim.
ResponderExcluirUm otimo resgate. Quando eu era jovem, nos adjuntos de apanha de arroz do Sanharol, os trabalhadores passavam o dia na roça colhendo o arroz e depois do jantar permaneciam com as brincadeiras, entre as quais o Maneiro Pau. Na decada de 60 um grupo de Varzealegrenses foi apresentar-se em Fortaleza representando o municipio. Ganhou premios.
... Aí eu disse:
ResponderExcluirRolim:
Obrigado mais uma vez pela dedicatória.
Aqui no Ceará, mas precisamente no Crato, durante a minha infância, tinhamos um grupo de Maneiro Pau, formado por homens rudes sob o comando do Sr. Cirilo, residente no Lameiro, que se apresentavam em festividades religiosas nos sítios.
E nos dias seguintes a essas festividades, nós meninos saíamos estrada a forma cantando Paneiro Pau. Era muito gostoso. Era singelo demais e encantava a todos, inclusive os adultos que paravam para nos ver.
Eu achava o máximo. Da mesma forma era o coco, de cuja dança participei muitas vezes.
Morais,
ResponderExcluirNós somos alegres por natureza,não tinha nada após uma panha de arroz a turma dançar o Maneiro-Pau
Vicente,
ResponderExcluireu sabia que ia mexer contigo,você com sua infância bem vividae proveitosa não ia de deixar de brincar essa dança
Morais.
ResponderExcluirSe você esqueceu eu vou lembrar.
O nome do avê de Marleide era Jovino.
Falando de maneiro pau, eu e o saudoso Tércio Costa fizemos um uma vez num piquinique lá no sítio Panelas.
Fatima.
ResponderExcluirO Mundim está confirmando que o nome do avô da Marleide era Jovino.
Obrigada Rolim. Realmente fiquei muito emocionada, com seu carinho e gentileza; isso só vem confirmar o grande Homem que és. Demostrar carinho, atenção e respeito, pelas pessoas, pra muita gente, está fora de moda; graças a DEUS não é o seu caso. Fiquei aqui a me imaginar em Goiás,assistindo um maneiro-pau, sabes que gostei da ideia.
ResponderExcluirMais uma vez muito obrigada.
Mundim, o Morais também tinha esquecido do nome de seu jovino, rsrsrs. Obrigada. Vocês estão entre os Homens, mais gentis que conheço; não é à toa, que eu lhes amo de todo meu coração. Abraço fraterno. Fatima Bezerra.
Fátima,nós aqui do blog somos uma familia que procuramos por meio das nossas postagens trazer informações e felicidades a toda turma.Obrigada pelos elogios.Fique com DEUS...
ResponderExcluirAceito Dr. Rolim, não as desculpas, mesmo porque você não me deve. Mas exijo a postura que sempre teve sem preconceito ou demagogia.Você vale mil entre poucos. Abraços!Se me referi a algo é porque alguem o fez primeiro!!!!!!!!!!!!
ResponderExcluir