Revista O CRUZEIRO pra aqueles que apreciavam uma diversidade de assuntos jornalisticos, ela circulou com boa tiragem enquanto foi impressa e posta em circulação. Teve seu inicio de publicação no ano de 1928 e deixando de circular no ano de 1975.
"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".
O Cruzeiro (revista)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.Ir para: navegação, pesquisa
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Capa de uma das primeiras edições.O Cruzeiro foi a principal revista ilustrada brasileira do século XX. Fundada por Carlos Malheiro Dias, começou a ser publicada em 10 de novembro de 1928 pelos Diários Associados de Assis Chateaubriand.
Em 1943, O Cruzeiro também passou a ser o nome da Editora do grupo Diários Associados[1].
Foi importante na introdução de novos meios gráficos e visuais na imprensa brasileira, citando entre suas inovações o fotojornalismo e a inauguração das duplas repórter-fotógrafo, a mais famosa sendo formada por David Nasser e Jean Manzon que, nos anos 40 e 50, fizeram reportagens de grande repercussão.
Entre seus diversos assuntos, a revista O Cruzeiro contava fatos sobre a vida dos astros de Hollywood, cinema, esportes e saúde. Ainda contava com seções de charges, política, culinária e moda.
Cobrindo o suicídio de Getúlio Vargas em agosto de 1954 a revista atingiu a impressionante tiragem de 720.000 exemplares - até então, o máximo alcançado fora a marca dos 80.000. Daí adiante, o número se manteve.
Nos anos 60, O Cruzeiro entrou em declínio com o desuso de suas fórmulas e o surgimento de novas publicações, como as revistas Manchete e Fatos & Fotos. O fim da revista aconteceu em julho de 1975, com a consagração definitiva do instantâneo meio televisivo em favor dos impressos e o fim do império dos Diários Associados de Chateaubriand
Dr. Rolim.
ResponderExcluirNas décadas de 40, 50, e 60 Chico Bitu do Sanharol sabia decorado da primeira a ultima pagina de O Cruzeiro.
Ali estavam as principais noticias do Brasil, especialmente as politicas e do esporte.
Nos ultimos anos Raquel de Queiroz escrevia a Ultima Pagina uma bela cronica. Quem deixa de lembrar o Amigo da Onça?
Contemporanea do Reporter ESSO.
Rolim,
ResponderExcluirD. Anésia Ferreira, até perto da sua morte conservava toda a coleção de O Cruzeiro. me servi muito de suas revistas nas minhas pesquisas escolares. Bom resgate.
Dr.Rolim desde criança meu pai me estimulou para a leitura,iniciei com os gibis,depois leituras serias e essa revista passei a ler com intensidade.Imparcial,eclética,moderna,ótimos redatores tudo o que se espera de uma grande informante.Quem não se lembra do amigo da onça? lembrou bem meu grande amigo Morais.É bem criativo o Refrescando a memória nos leva a relembrar muitas coisas.PARABÉNS.
ResponderExcluirSempre que vejo algo relacionado a revista O Cruzeiro, lembro nitidamente do meu pai.Homem simples, mas que procurava está informado dos acontecimentos ligados a política e tudo que era notícia. Por outro lado, incentivava os filhos ao hábito de ler.E isso nos estimulou bastante!... Foi o primeiro a comprar um rádio naquela região.Lembro que a bateria era enorme e quando descarregava tinha que mandar para Minas Gerais.
ResponderExcluirO personagem que mais marcou na revista foi realmente o amigo da onça.Tivemos também uma outra revista que nos ajudou bastante.A extinta revista Manchete.
Tenho ótimas lembranças da minha infância e adolescência. GOOD TIME !!!
Pois é turma,essa revista estimulava nós para leitura.Muitas fotos e imagens despertavam curiosidades na nossa infância.
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