"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 31 de março de 2012

Cachoeira e seus cumplices - Claudio Dantas Sequeira.


Deputado Sandi Junior - PP - Goiás.

Nas últimas semanas, a revelação das conexões do bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos, empresários e policiais estremeceu a capital federal.

O arsenal de informações contidas no inquérito da Operação Monte Carlo foi tão devastador que conseguiu silenciar uma das principais vozes da oposição, o senador Demóstenes Torres (DEM/GO). O parlamentar, porém, pode não ser o único a cair em desgraça sob a acusação de manter ligações perigosas com o contraventor.

Para tentar entender por que Cachoeira atemoriza tanta gente, mesmo isolado numa pequena cela do presídio federal de Mossoró, Rio Grande do Norte, ISTOÉ ouviu pessoas ligadas a ele.

Os relatos dão conta de um esquema milionário que abasteceu o caixa 2 de diferentes partidos. Os pagamentos eram acertados pelo próprio Cachoeira com os arrecadadores de campanha. E o que mais provoca temor em seus interlocutores e comparsas: a maioria dessas negociatas foi devidamente registrada pelo empresário da jogatina.

Em pouco mais de uma década, o bicheiro acumulou um vasto e explosivo acervo de áudio e vídeo capaz de comprometer muita gente graúda. Na operação de busca e apreensão na casa de Cachoeira no início do mês, a PF encontrou dentro de um cofre cinco CDs avulsos.

No entanto, outra parte do material – ainda mais explosivo – estava escondida em outro lugar, uma chácara em Anápolis (GO). O local sempre serviu como espécie de quartel-general para reuniões do clã Cachoeira, além de esconderijo perfeito para seu acervo de gravações.

Conforme apurou ISTOÉ, nos vídeos que ainda estão em poder de Cachoeira não constam apenas reuniões políticas ou pagamentos de propina. Lá há registros de festinhas patrocinadas por ele com a presença de empresários e políticos. Uma artilharia capaz de constranger o mais desinibido dos parlamentares.

Stepan Nercesisian - Banhou-se na Cachoeira.



Deputado Stepan Nercessian recebeu R$ 175 mil de Cachoeira - Folha de São Paulo O deputado federal e ator Stepan Nercessian (PPS-RJ) recebeu R$ 175 mil no ano passado do empresário Carlinhos Cachoeira, acusado de chefiar uma quadrilha que explorava o jogo ilegal.

Stepan admitiu à Folha que recebeu o dinheiro, após ser informado de que as transações aparecem em grampos da Operação Monte Carlo, da Polícia Federal, que levou à prisão de Cachoeira.

Ele confirmou que recebeu do empresário um depósito no valor de R$ 160 mil em 17 de junho no passado. Segundo Stepan, o montante era para ser usado na compra de um apartamento no Rio, avaliado em mais de R$ 500 mil. No dia 20 de junho, o deputado devolveu o dinheiro para a mesma conta de uma empresa do grupo de Cachoeira, segundo extrato que ele enviou à Folha. 

Assinante do jornal leia mais em Deputado recebeu R$ 175 mil de Cachoeira

Importação de gasolina aumenta 33% e bate recorde - Ramona Ordonez



O brasileiro está literalmente com o pé no acelerador. O aumento da frota de automóveis e os altos preços do álcool hidratado — que ainda não compensam seu uso — estão provocando um forte aumento no consumo de gasolina desde o ano passado.

O diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, disse nesta sexta-feira que em 2012 as importações de gasolina deverão chegar a 80 mil barris diários, o que representará um aumento de 33% em comparação em relação ao ano passado e um volume recorde de importação do combustível.

Segundo o diretor, a demanda de gasolina registrou um aumento da ordem de 34% nos dois primeiros meses do ano, em comparação ao mesmo período do ano passado.

Já em 2011, as importações haviam ficado em cerca de 60 mil barris diários, volume que já representava um salto em comparação a média de nove mil barris diários que importados em 2010, ano em que o país voltou a ser dependente de importações desse combustível, após várias décadas de autossuficiência.

As refinarias da Petrobras já estão trabalhando a plena capacidade, sem condições de aumentar significativamente a produção de gasolina. 

Antigas e Românticas - Carrie, Flesh beck

Carrie - Europe. 

Carrie! Carrie! Things they change, my friend Carrie! Carrie! Maybe we'll meet again somewhere again...

Desafio do Blog do Sanharol - (093 - 2012)

Quem são esses atletas?
Foto de 1983

Foto original de Dakson Aquino

ESSA SIM É A FACE DA NOVA VÁRZEA ALEGRE

PREFEITURA COMPRA E ENTREGA LIVROS PARA EDUCAÇÃO INFANTIL

Como é do conhecimento de todos, o PNLD - Programa Nacional do Livro Didático, só distribui livros para alunos a partir do primeiro ano do ensino fundamental, deixando descoberta a Educação Infantil.

O prefeito Zé Helder (PMDB), por meio da Secretaria Municipal de Educação e Desporto, tendo como secretário, Dagoberto Diniz, realizou a compra de 1.200 livros para distribuir com alunos da pré-escola, na faixa etária de 4 a 5 anos.

Para o prefeito Zé Helder, a educação infantil é à base dos fundamentos educacionais, merecendo livros de qualidade e de graça. “É dessa forma que se constrói uma educação forte” - disse.

Pela compra, a prefeitura firmou parceria com a editora IPDH, para dar treinamento aos professores que irão trabalhar com esses livros.

O secretário Dagoberto Diniz disse que os títulos constituem a melhor opção para os alunos da educação infantil, uma vez que eles fazem toda uma preparação para o fortalecimento da leitura e da escrita.

A distribuição simbólica dos livros foi feita pelo prefeito Zé Helder e pelo secretário Dagoberto Diniz, nesta quarta-feira, 28 de março, em solenidade realizada na Escola Teodora Gomes Fiúza, no bairro Riachinho.


(Recebido por e-mail)

Capela de Várzea Alegre é centro de peregrinação

(Matéria publicada no Diário do Nordeste, edição de 31-03-2012)

A pequena capela na localidade de Sanharol, zona rural de Várzea Alegre, marca o local em que Maria de Bil foi morta. A história mistura realidade e lendas, mas na memória da população, traz mistérios e obra milagres
FOTO: HONÓRIO BARBOSA
Várzea Alegre. Neste período da Quaresma, em que os cristãos são convocados ao jejum, penitência, fraternidade e orações, foi realizada, nesta cidade, a VIII Caminhada da Fé à capela de Maria de Bil, na localidade de Sanharol, zona rural. A caminhada reuniu centenas de fiéis que mais uma vez refizeram o caminho do martírio de Maria Romeiro, que foi barbaramente assassinada por seu marido, Bil, em 11 de março de 1926.

A concentração dos devotos é feita na casa do produtor rural, Paulo Santiago. De lá, os peregrinos percorreram cerca de três quilômetros e passam por sete cruzes às margens da estrada de terra, em meio às pedras, grotas e lama por causa da chuva caída durante a madrugada até chegar à capela.
Em cada cruz, há uma parada para preces e a reza de um mistério do terço. Entre os caminhantes dessa jornada de fé, estão adultos, jovens e crianças, que se apegaram a Maria em momentos de dificuldades. Eva Mendes, uma das participantes da peregrinação, disse que pediu a intercessão de Maria de Bil quando teve que enfrentar uma cirurgia na mama. "Tive fé e fui bem sucedida. Ela é uma mártir".
De acordo com pesquisa realizada pela Secretaria de Cultura do Município, Maria veio de Alagoas, na companhia da irmã, Madalena e de seus pais, Clementino Antonia Romeiro, em 1920. Ela conheceu Bil, que era da região de Iguatu, no Centro-Sul do Ceará, com quem se casou em março de 1922.

O crime foi motivado passionalmente pelo envolvimento de Bil com a sua cunhada, Madalena, que estaria grávida dele. Ao descobrir a traição, Maria deixou Bil e passou a morar com os seus pais. O marido insistia em reatar o casamento, mas a mulher não aprovava a ideia, sob os conselhos do seu pai.

A recusa de Maria deixou Bil enfurecido que passou a planejar a sua morte. Maria estava grávida do terceiro filho, quando foi morta cruelmente por Bil, às 10h do dia 11 de março de 1926, quando seguia para o roçado ao lado de outras companheiras, onde deixaria o almoço para o seu pai e trabalhadores. Bil fugiu da cena do crime e nunca mais foi visto.
Em meio às crendices populares alguns acreditam que Bil teria sido capturado e morto por Clementino Romeiro, pai de Maria. O certo é que, após o bárbaro crime, ninguém soube decerto do paradeiro do criminoso.

O sofrimento de Maria comoveu a população local que passou a frequentar o local do crime em romaria e pedir a sua intercessão ao santos em momentos de aflição. As supostas graças alcançadas fazem da pequena capela, erguida no alto da Serra do Inharé por seu Zé Pretinho, em 1957, um proprietário de terras naquela região, um ponto certo de visitação dos fiéis.
A romaria recebeu apoio da administração municipal e o prefeito de Várzea Alegre, Zé Helder, disse que o evento vem crescendo a cada ano.

Mais informações:Secretaria de Cultura e Turismo de Várzea Alegre
Rua Deputado Luiz Otacílio Correia, 237, Centro, (88) 3541.1548
cultura@varzeaalegre.ce.gov.br
HONÓRIO BARBOSA
REPÓRTER

Historias do Sanharol 077 - Por Blog do Sanharol.



Raimundo Bitu, com o seu chapéu de massa inseparável e José André recebem as bençãos do primo Padre Manuel Alves Feitosa, sob as vistas dos amigos Nonato, Perboary e José. Foto do dia 29 de Abril de 1982 - Fazenda Cacimbinha - Assaré.

Texto:

Ultimamente escrevi alguns textos e tenho feito algumas postagens no Blog  com reminiscências de minha juventude no Sanharol.

Transgredi o limite de minha privacidade e, me atrevi a incluir nas minhas historias, outros queridos amigos, que como eu, também  viveram situações assemelhadas. 

Prefiro  lembrar as dificuldade dos primeiros degraus que tive pela frente, a cagar goma, contar vantagens e desconhecer os méritos que não foram só meus.

O Sanharol de hoje é outro bem diferente. Quando os filhos de Raimundo Bitu ou José André se reúnem  ver-se 10 carros  novos estacionados no patio da Casa Velha, numa corda, a carne de três carneiros secando para ser assada, uma grande churrasqueira acesa o tempo todo, três frizer cheios de cerveja gelada, um tacho com 60 quilos de sarapatel e outro com  o mesmo volume de  buchadas, um sanfoneiro, um triangueiro e  um pandeirista animando o ambiente, e, o mais importante, um portão aberto com acesso permitido a todas as pessoas, conhecidas ou não. 

Assim é o Sanharol de hoje. Mas, como quem colhe, somente colhe, aquilo  que  plantou,  nós estamos a colher os frutos das sementes semeadas, em terreno fértil, pelos nossos  pais, justamente naqueles tempos difíceis a que me refiro nas postagens anteriores, consideradas por "alguns" como  deprimentes e constrangedoras.

Deixar de reconhecer aquele tempo vivido e não atribuir aos nossos pais o que vivemos hoje é uma grande ingratidão, falta de reconhecimento e justiça.Vou continuar  escrevendo "Historias do Sanharol" e, espero que sirva de exemplo para os meus descendentes. 

Limeira reencarnou III - Por Mundim do Vale.

Disse que lá em Campina
Numa noitada de sol
Mataram Leopoldina
Num jogo de futebol.
Atiraram na goela
Mas pegou aqui lá nela
Foi quando ela morreu.
Aí chegou Néo Pinéu
Fez a reza do chapéu
Ela gritou e correu.

Que trabalhou de pedreiro
Na muralha de Berlim
Que açoitou um violeiro
Com um cipó de alecrim.
Que bebeu muita tequila
Com Zapata e Pancho Vila
Do México pro Canadá
Que Zapata só morreu
No dia que se meteu
Na greve do Ceará.

Que o velho Papai Noel
Passou na serra gaúcha
Que Caim matou Abel
Foi com ciúme da Xuxa.
Que tostão era torneiro,
Que Vavá foi violeiro,
E Didi tocou forró.
Que jogaram numa copa
Com um time da Europa.
Mas perderam em Mossoró.

Que viu o Chico Pedrosa
Recitar verso em Milão
Mas uma velha dengosa
Fez a maior confusão.
Que o Pinto do Monteiro
Fugiu do seu galinheiro
E foi cantar lá em Granja.
Pegou um cabra inspirado
Voltou de lá apressado
Pra não virar uma canja.

Que Dom Pedro deu o grito
Na  eguinha  Pocotó
Que a rainha do Egito
Derrubou boi em Icó.
Que viu Bin Laden entocado
Com o cabelo cortado
Na gruta do Boqueirão.
Depois ele se zangou
E por vingança cortou
Os cabelos de Sansão.

Que comprou uma baladeira
E foi pra guerra em Olinda
Que levou uma carreira
Até a casa da Dinda.
Que Cabral veio ao Brasil
Mas quando viu Clodovil
Voltou na mesma pisada.
Disse ao rei de Portugal
Que a viagem foi mal
Que aqui não tinha mais nada.

Disse que Sávio Pinheiro
Poeta lá do Machado
Comeu um pai de chiqueiro
E ficou adoentado.
Quando no hospital chegou
Ana Néri lhe curou
Com um chá de quixabeira
Assim que teve melhora
Se  zangou e foi embora
Carregando a enfermeira.

Amanha a parte final.


Senhor - Enviado por Rogeanny Santana

Cada dia, Senhor,
Surgem oportunidades pra provar que Tu és uma fonte inesgotável, de poder ilimitado,  eficaz e acionado pela minha fé ...

Vejo que as minhas orações são sempre ouvidas. Uma a uma, e ao Seu tempo são respondidas... E é por isso, que posso confiar!  Que a porta que o Senhor vier abrir para mim, ninguém poderá fechar.

Tu és o Deus que opera quando o homem diz: "Não dá". E abre um caminho onde solução: "não há".  És o Deus que tem a cura para todo o mal. Mesmo aquele que a ciência não pode curar. Se algum problema se levantar e tentar me parar.  Declaro Tua palavra e o monte é lançado ao mar!

Eu confio em Ti, não temo e não vou me abalar. Mesmo que a morte venha me encarar. Pois o Teu poder e Tua graça me faz ver que sou  Muito mais que vencedor

E quando a Lua se esconder é porque  O Sol está para nascer ...  E ao nascer do Sol,  vejo que o Senhor não está do meu lado. E sim me carregando no colo.

OBRIGADA SENHOR DEUS

Por não me abandonar e fazer parte da minha vida. Obrigada, ainda mais, por estar cuidando  desta pessoa que lê esta mensagem. E por mostrar à ela, que ela está no seu colo neste momento.

Se sentir no seu coração vontade de repassar, repasse ...Para todos aqueles que você sentiu de enviar, Deus dará um renovo.  Será um tocar de Deus, nestas vidas e também na sua.

Texto baseado na música Fonte Inesgotável da Comunidade Zona Sul
Senhor:
Que mesmo durante os melhores momentos da minha vida, eu mantenha e aumente cada vez mais a minha fé em Vós. Pois nos momentos áridos do meu caminhar, eu buscarei alento na fé e no Senhor!

sexta-feira, 30 de março de 2012

Baby Can I Hold You - Flesh beck, anos 80

Tracy Chapman - Baby Can I Hold You o melhor da musica romântica internacional dos anos 80.

Os Degraus da Vida... - Por Magnólia Fiúza

O Burro

Certo dia, o burro de um aldeão caiu num poço. O animal fartou-se de zurrar. Zurrou tão fortemente durante horas e horas que o dono inquieto por não conseguir tirá-lo sozinho, resolveu ir procurar ajuda para o retirar.

Não a encontrando, acabou por decidir que, sendo o burro já velho e estando o poço seco, o melhor que tinha a fazer era sacrificar o burro. Tapava o poço e o burro ficava lá enterrado.

O aldeão pegou numa pá e começou a atirar terra para dentro do poço.
 O burro, ao ver o que se estava a passar, começou desesperadamente a zurrar.
 Mas, pouco depois, e para surpresa do aldeão calou-se, e o único som que se ouvia era o som das pazadas de terra a cair.

Pensando que o burro estava morto, o aldeão, olhando para o fundo do poço, não pode esconder o seu espanto ao ver o que o burro estava a fazer. O animal de cada vez que caía uma pá de terra, sacudia-a para trás das suas costas e dava mais um passo para cima dela.

A realidade é que rapidamente, pazada atrás de pazada, o aldeão, viu com os seus próprios olhos, como o burro chegou à boca do poço, saltou por cima e aí vai ele a caminho do seu pasto.

A exemplo da história do burro, a “vida” vai-nos atirar muita terra para cima, e terra de todos os géneros, até parecer que estamos no fundo de um poço, onde a escuridão nos abafa e nos paralisa. 

O que temos de fazer é não desistir nunca. Se olharmos para cima, a luz está lá para nos encorajar e dar direcção. Para sairmos “do poço”, temos que sacudir “toda a terra” e usá-la para darmos um passo de cada vez, sempre em direcção à luz que vem de cima. 

Cada um dos nossos problemas é apenas a oportunidade de construirmos um degrau para subir, e continuar a subir até estarmos a salvo. Não vale de nada vitimizar-nos. Antes, temos que ser responsáveis e usar a terra que nos foi atirada, para subirmos, degrau a degrau, com rumo, em direcção a tudo o que temos direito

Bar do Buzuga - Por Luiz Lisboa.

Senhor padre por favor
Perdoe o meu pecado
Se eu ando embriagado
É porque carrego dor
Sei que isso não traz valor
E esse papo nada produz
Mas ainda vejo uma luz
Uma parcela pra minha soma
É que só no Sanharol você toma
Num bar que é de Jesus

Isto não tem fundamento
Fazer apologia à cachaça
É sempre a maior desgraça
Acaba com casamento
Causa o maior sofrimento
O homem ao pó reduz
Mas uma coisa seduz
Quen tem boca vai à Roma
É que só no Sanharol voce toma
Num bar que é de Jesus.

Desafio do Blog do Sanharol - (092 - 2012)

Seleção de Voleybol do CSU (Centro Social Urbano) mais ou menos 1985 
Quem são as Atletas?

Respondendo ao Questionamento - Blog do Sanharol.

JACavalcante disse...

"Gostaria de ter alguma notícia da situação do Senador Demóstenes Torres, um dos últimos dos puritanos, pois acesso este blog para me informar e não achei nenhuma notícia do mesmo".

Na postagem "Pagamento de Aluguel" um comentarista identificado como JACavalcante faz o questionamento acima. 

O Blog não tem preferência por cafajeste, a cafajestada de um não justifica a do outro. O Cachoeira o nome já diz muito. Não se faz com pouca agua, e, as aguas quando correm poderão levar  muita gente junta. Devia ter sido preso  quando o Valdomiro Diniz, assessor do José Dirceu, tentou extorqui dinheiro. O Valdomiro é que caiu, o Dirceu também.  

O Senador não sei onde anda, mas vai continuar senador,  deve trocar de partido, ir para o PMDB, para o grupo do Renan, do Sarney que conta com o apoio do Lula e da Dilma.

Se o governo fosse serio, com o apoio parlamentar que tem  cassava o mandato do Demóstenes, bastava fazer uma CPI para investigar os negócios do Cachoeira.  Mas não faz, porque sabe que  tem muita gente  próxima atolada até o pescoço.

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR

A paz reina na sua casa?

AS FERAS DO IMPROVISO 017 - Por Mundim do Vale.

José Feitosa x Catôta.

José Feitosa:
Sou um negrinho querido!

Catôta:
Esse negro é parecido
Com um boi ruim de Almanjarra;
Se grita, Agarra, ele solta;
Se grita solta, ele agarra;
Se grita, para ele vai;
Se grita, vai, ele esbarra!

Historias do Sanharol 076 - Frazo , o vendedor de leite.


João do Sapo sempre foi um homem muito solidário com os parentes do Sanharol. O seu primo Frazo do Garrote, já com idade bastante avançada, recebeu um "adjetorio" para não ficar de todo parado. 

João do Sapo preparou um jumento, uma cangalha, duas caçambas e alguns baldes de zinco, estava  montada a estrutura de um bom vendedor de leite.

Frazo subia para Boa Vista e, cedinho descia juntando leite, 10 litros num lugar, 15 noutro e, finalmente chegava a cidade onde o vendia de porta em porta.

Diziam as más línguas, que o Frazo era muito caridoso, não podia ver uma quenga do "Engem Veio"  com um menino chorão no braço que se compadecia e dava o leite do mingau. Em pouco tempo tava a fila de "Quenga" vindo encontrá-lo na Lagoa do Arroz.

Um fornecedor da Boa Vista, pediu a interveniência de Menini Bitu no sentido de Frazo efetuar um pagamento de um saldo de leite esquecido. Meninin esperou  a oportunidade de falar com o Frazo e, quando a teve se deu o presente dialogo entre os dois:

Meninin - Frazo como vai o negocio do leite?

Frazo - Vai mais ou menos.

Meninin - Faça uma economiazinha  e pague um restinho de conta com  fulano da Boa Vista.

Frazo - Eu não devo nada pra ele, o leite que comprei dele eu paguei, agora se ele pensa que eu vou pagar a agua que ele botava no leite, ele está muito é do enganado.

Deu-se o assunto encerrado.

Limeira reencarnou II - Por Mundim do Vale

Disse que cantou na rua
Com um casal de guariba
Depois foi cantar na lua
Por cima da Paraíba.
Que viu dois sapos no brejo
Cantar pra Orlando Tejo
Um quadrão a beira mar.
Que quando foi de manhã
O bom poeta Amazam
Resolveu também cantar.

Falava que o Vaticano
Ficava no juazeiro
E que o papa romano
Já tinha sido romeiro.
Disse que brigou na guerra
Que matou oito sem-terra
De Montese pra Campina.
Depois viajou pra França
Comeu que encheu a pança
Na pensão de Josefina.

Em Souza pediu esmola
Na esquina do mercado
Depois quebrou a viola
No lombo dum aleijado.
De lá se apeou num trem
Desapeou em Belém
Pra ver se via Romário.
Romário não lhe atendeu
E ele com raiva deu
Um tabefe no vigário.

Falava que a ciência
Era de filosomia
Que tinha a experiência
Dentro da pilogomia.
Vendia rimas por quilos
Com os tólfulos dos pugilos
Da mentira verdadeira.
Disse que Napoleão
Mandou amarrar Sansão
Quando fugiu da fronteira.

Disse que comprou fiado
Ao papa do vaticano
Quando ele vendia gado
No sertão paraibano.
Que o doutor Osvaldo Cruz
Engasgou-se com um cuscuz
Num cabaré de Campina.
Que morreu e escapou
Porque ligeiro tomou
Um chá de penicilina.

Disse que lutou na guerra
Ao lado da Argentina
Que expulsou a Inglaterra
Tomou a Ilha Malvina.
Que viajou de manhã
Até o Vietinã
Na garupa dum jumento.
Tá escrito na história
Para ficar na memória
Diz o novo testamento.

Do velho Tomé de Souza
Ele falou pra lascar
Aquilo não era coisa
Para um poeta falar.
Disse que viu Chororó
No sertão do Siridó
Cantando com Tiririca.
Disse que lá no Salgado
Viu P.C. acocorado
Na sombra duma oiticica.

Até a proxima.


Enviado por Rogeanny Santana.

A Águia aproveita bem os ventos contrários para alcançar os céus e escapar das tempestades, quanto mais forte forem os ventos mais rápido ela chega ao alto.

O lançador de pipas, quando percebe que se aproximam ventos contrários, lança no ar a sua pipa e logo atinge o alto dos céus.

Grandes homens dos mares aproveitam os ventos contrários para abrir as velas e deslizar sobre as águas com seus veleiros.

Muitos homens aproveitam as adversidades da vida, para servir como trampolim para alcançar o seu objetivo e não se detém nos "ventos contrários".

Jesus ordenou que seus discípulos entrassem no barco e fossem para o outro lado. O Senhor sabia o que aconteceria nessa travessia.

Da mesma forma Deus sabe os caminhos que iremos percorrer ou que estamos percorrendo, Ele sabe todas as coisas, todos nós teremos lições conforme Ele mesmo diz:

Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. João 16.33

Ele realça, Tende bom ânimo, assim como falou aos seus discípulos na travessia do mar, Ele fala aos nossos corações hoje.

Jesus está sempre presente em nossas vidas, o que vai determinar a vitória de cada um é a fé e a total confiança depositada Nele.

Nós estamos remando o nosso "barco" e quando Jesus está presente, mesmo nos "ventos contrários", podemos ficar em Paz, por que Ele está conosco todos os dias.

Isto é andar por fé e crer que com Ele na "proa" dirigindo as nossas vidas, seremos muito mais do que vencedores.

Queres ser vencedor mesmo nos ventos contrários?

Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará. Salmos 37.5

Em busca do nada - Blog do Augusto Nunes.

Em busca do nada - J.R.Guzzo


A palavra provavelmente mais correta para descrever a maior parte das atividades do governo brasileiro hoje em dia, em português comum, seria “farsa”. Mas é melhor, por prudência e pela cortesia com que se devem tratar nossas altas autoridades em geral, utilizar alguma coisa mais leve - “ficção”, talvez, é o termo que se aconselha, já que não pode ser entendido como ofensa (Deus nos livre de uma coisa dessas), e ao mesmo tempo serve para resumir com bastante clareza a atual conduta do superior comando da nação.

Entre as paredes do caixote de concreto e vidro em que funciona o Palácio do Planalto, é fabricada todos os dias a impressão de que ali se vive numa colmeia de trabalho sem descanso e de operosidade sem precedentes; segundo essa visão, apresentada como fato praticamente indiscutível na propaganda oficial, ainda não foi criado no Brasil o problema que as prodigiosas qualidades de gerência atribuídas à presidente Dilma Rousseff tenham deixado sem solução.

Mas um metro para fora do Palácio, na vida real que começa na rua, o mundo dos fatos, indiferente ao que se diz do lado de dentro, mostra o contrário: nada do que o governo manda resolver, ou quase nada, consegue ser resolvido.

Falta de tempo para mostrar serviço de verdade, do tipo que pode ser visto e comprovado, com certeza não é. Já faz mais de nove anos que a presidente Dilma está dentro do governo, no qual dá expediente desde o primeiro dia de mandato de seu antecessor - com a função, justamente, de ser a tocadora de obras número 1 da República.

Alguma coisa de porte, a esta altura, já tinha de ter aparecido. Mas não aparece.

Tão inúteis quanto a passagem do tempo ou os oceanos de dinheiro que o poder público tem para gastar vêm sendo as demissões em série na equipe ministerial.

Em pouco mais de um ano de governo Dilma, já foram para a rua doze ministros, mais os lideres no Senado e na Câmara - todos nomeados por ela mesma, é verdade, incluindo-se aí alguns dos mais notórios candidatos a morte súbita que já passaram por um ministério na história deste país.

Os resultados disso, pelo que se viu até agora, foram nulos. As demissões, sem dúvida, mostram que a presidente está disposta a valer-se de sua posição no topo da cadeia alimentar de Brasília - pode mandar qualquer um embora, e não pode ser mandada embora por ninguém.

quinta-feira, 29 de março de 2012

SOMBRAS - Por Vicente Almeida

Gente! Vale a pena dar uma piscadela nestes vídeos. Quanta criatividade!




Em areia


A ROUPA FAZ A DIFERENÇA? - Por Magnólia Menezes

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpaticíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO.

Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta.

BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.

APENAS 24 HORAS - Por Vicente Almeida

 APENAS 24 HORAS

AVISO:

Este conto conduz o leitor a tomar uma
decisão, e poderá provocar alguma ansiedade.
Dependendo do seu estado emocional, não leia agora.
Se não gosta de mistério, abandone a leitura.

******************************************************

Certa manhã na casa dos Lorêtos, a campainha tocou por alguns segundos, três vezes seguidas, depois emudeceu.

Ao ouvir o toque insistente, a Senhora Lorêto apressou-se em abrir a porta e percebeu um senhor aparentemente se afastando da sua casa. Olhou para os lados e estavam desertos olhou para baixo, e surpresa se deparou com um pequeno pacote ao pé da sua porta.

Ela o recolheu e verificou que não havia remetente nem destinatário, levou para dentro entregando-o ao marido e lhe contou o acontecido. Ele achou muito estranho e ficou desconfiado do pacote agora em suas mãos.

Mas o fascínio da curiosidade fez com que eles abrissem o pacote, e encontrassem uma caixa em formato de cofrinho e sobre ele havia um botão na cor verde que aparentemente acionava alguma coisa, mas estava protegido por uma cúpula de vidro.

A porta de acesso ao cofrinho estava trancada, e eles procuraram a chave. Verificaram novamente a embalagem do pacote, e lá encontraram um envelope com um cartão e uma pequena chave.

Dona Lorêto se apressou em abrir o pequeno cofre para ver o que acontecia, e como estavam em véspera de natal julgaram ser brincadeira de algum amigo. Mas seu esposo disse:

- Primeiro vamos ver o conteúdo deste cartão para podermos conhecer o autor da brincadeira.

Ao abrir o envelope retirou o cartão e leu em voz alta uma assustadora mensagem:

- "Este cofrinho contém um grande segredo. O botão verde protegido pelo vidro é um acionador e somente poderá ser tocado após abrir o cofre, e pelo lado de dentro liberar a trave".

- Ao pressionar este botão verde, duas coisas acontecerão simultaneamente: Vocês receberão um milhão de dólares, mas em algum lugar do planeta, alguém inexplicavelmente será assassinado.

- Retornarei em 24 horas. Terão esse tempo para decidir. Se desistirem, levarei o cofrinho de volta. Mas se o botão for pressionado receberão seu milhão de dólares livres de impostos.

Ao ouvir a leitura do cartão a mulher perdeu a pressa e abriu lentamente a portinha do pequeno cofre vendo lá dentro a trave que liberava a proteção de vidro. Apertou a trave e ela se abriu deixando a mostra o pequeno botão.

Olhou por instantes e depois de alguns minutos baixou o protetor de vidro e o travou, em seguida trancou o cofrinho e o guardou em um armário. Ambos verificaram que de fato, o botão era um acionador e poderia inclusive ser uma bomba. Quedaram-se meditativos, assustados e se perguntando:

- Por que alguém faria isso? Só pode ser brincadeira de mau gosto! E interrogações não faltavam. Durante as horas seguintes, mil pensamentos cruzavam seus neurônios em milésimos de segundos.

De qualquer forma teriam 24 horas para decidir, e da sua decisão resultaria grande benefício pessoal, tendo como contratempo o assassinato de alguém em algum lugar. Contudo eles ficariam definitivamente ricos. Mas poderiam recusar a oferta e devolver o cofrinho intacto, mesmo por que o dinheiro não era tudo e já possuíam o necessário.

Mas a partir daquele instante, o tempo se escoava lentamente, enquanto o nervosismo aumentava a ansiedade do casal.

Antes que se completasse às 24 horas, a ansiedade exerceu seu domínio e dezenas de vezes retiraram o cofrinho do armário e colocaram no centro de uma pequena mesa, de forma que cada um ficava de frente para o outro com ele aberto e a cúpula de vidro agora levantada. Assim ficavam olhando aquele botãozinho convidativo.

Dizia um:

- Se acionarmos esse botão, e recebermos mesmo este milhão de dólares, poderemos fazer muita coisa boa, inclusive mudar toda a nossa vida e gozá-la sem preocupações com mais nada.

O outro rebatia:

- É verdade! Mas teremos matado alguém que talvez não conheçamos e que não poderá ser culpado pelo nosso ato. E eles voltavam a fixar o olhar naquele tentador dispositivo que ficava a distância de um braço.

Até que faltando apenas vinte minutos para se esgotar o tempo determinado, não resistindo mais a tentação... 

 ******************************************************

O que você acha:

I - Eles se afastaram do cofrinho até se escoar o tempo e o devolveram intacto?

II - Pressionaram o botão e receberam seu merecido milhão?

******************************************************

Qual a sua opinião?

Você acha difícil opinar?

momentos em nossas vidas, em que somos chamados a decidir em uma fração de segundos, e não em 24 horas!
******************************************************
Antes que vire esta página retornaremos com o final, de acordo com a decisão da maioria. Temos dois finais prontos.

Isto é ficção, qualquer semelhança com
fatos ou pessoas, terá sido mera coincidência.
A ilustração do cofrinho, foi projetada para esta postagem.

Escrito por Vicente Almeida
29/03/2012

AS FERAS DO IMPROVISO 016 - Por Mundim do Vale.

Pinto do Monteiro x Catôta

Pinto:

Eu não vim ganhar dinheiro;
Vim só beber aguardente,
Dar expansão as ideias,
Satisfazer esta gente,
Esperar pelo futuro,
Distrair-me com o presente.

Catôta:

Venho, andando firmemente,
Em qualquer noite de escuro;
Mas, escuto uma voz rouca,
Sempre que contorno um muro:
É a boca do presente,
Chamando pelo futuro!

AGNALDO RAYOL - MIA GIOCONDA





Do dia que nascemos e vivemos para o mundo
Nos falta uma costela que encontramos num segundo
Às vezes muito perto desejamos encontrá-la
No entanto é preciso muito longe ir buscá-la
Vejamos o destino de um pracinha brasileiro
Partindo para a Itália transformou-se num guerreiro
E lá muito distante, despontar o amor sentiu
E disse estas palavras a uma jovem quando a viu:

,,,

SEXTA DE TEXTOS - Sávio Pinheiro

GUERRA E PAZ NO SERTÃO

Antes da fenomenal investida tecnológica no controle da disfunção erétil o sertanejo se limitava a duas proposições básicas no tocante à sua sexualidade: calar diante do humilhante problema ou fantasiar histórias amorosas de procedência altamente suspeitas.

A mente erétil do homem do campo não parava de compor criações heróicas no restrito campo da sua masculinidade, quando proseava com os seus pares. Amendoim, ovo de codorna, catuaba, abacate, pó de guaraná, rapadura preta e xaropadas diversas compunham o imaginário sexual daqueles seres no auge das suas andropausas. Era mentir ou mentir.

Diferente do sexo oposto, que jamais escondera de suas confidentes os trâmites corriqueiros e verdadeiros de suas trajetórias amorosas. A diminuição do desejo sexual, as ondas de calor, o ardor urinário e a irritabilidade, que se instalavam num determinado período de suas vidas, nunca fora segredo entre elas. O seu comportamento sempre se mostrou honesto e sincero, apesar do olhar de desconfiança masculina, presente nas suas confissões, quando necessárias.

O rurícola, com a sua ereção cerebral sempre acesa, nos áureos tempos da testosterona farta, jamais externava alguma credibilidade às suas companheiras, achando que aquelas conversas não passavam de desculpas amarelas; e utilizando o seu raciocínio machista de superioridade praticou, inúmeras vezes, o desleal ato libidinoso de pulamento de cerca, para suprir as suas necessidades fisiológicas e safadológicas, que quando descobertos... Era brigar ou brigar!

- E aí, compadre? Vai encarar o azulzinho? – Perguntou o médico e inseparável amigo ao seu companheiro de conversa. – Não sei do que você está falando, Dr. Iran. - O confidente doutor relata em detalhes sobre a última descoberta no campo da medicina que está revolucionando o mundo. Uma medicação que aumenta o aporte sanguíneo aos corpos cavernosos do dito cujo, que produz maravilhas.

O Don Juan de outrora reprisa em segundos o longa-metragem de sua vida, cujo enredo o levou a tantas discórdias e brigas ferozes com a sua fiel esposa, e que numa resposta rápida, precisa e consciente deixa atônito o seu grande confidente e dedicado médico.

- Não, Dr. Iran! Mesmo sabendo que a sua intenção é apenas de me ajudar, eu não vou aceitar este medicamento, não! – Mas por que, compadre? Ta virando a casaca? – Juro a você por tudo que é mais sagrado, meu caro doutor: A paz que habita a minha casa só voltou a reinar... Depois que esse João Teimoso murchou!

Minha gratidão e reconhecimento - Por Blog do Sanharol.

Se vivo fosse, Luiz Otacílio Correia  estaria  completando 95 anos de idade, nesta data, 29 de Março de 2012. 

Luiz Otacílio Correia

Otacílio se caraterizou pela capacidade de fazer amizades e conservá-las. Simples de nascimento, índole humilde, grandeza humana. Era comum ver  o Otacílio, o maior empresario do ramo de transportes do Brasil, andando nas calçadas de Várzea-Alegre de chinelos, camisa solta, abraçado com as personagens prestimosas de nossa terra, brincando, rindo e muito feliz.

Eu não tenho do que reclamar, quando os varzealegrenses  compravam  agua transportadas em jumentos, carroças de porta em porta, eu já morava no Crato, o lugar da melhor agua do mundo. Aqui temos mais de mil nascentes naturais. Otacílio construiu o açude  que hoje leva o seu nome, e, por meio dele, a cidade é abastecida com agua  tratada. 

Os varzealegrenses são eternos devedores do trabalho do Otacílio. Não  citarei  o rosário de obras importantes oriundas de sua ação politico,  o abastecimento de agua da cidade por si basta.

O povo nem sempre  reconhece  e, até esquece com grande facilidade. Deixo aqui o nosso reconhecimento e gratidão.

Obrigado Otacílio.

Desafio do Blog do Sanharol - (091 - 2012)


Quem são esses garotos em época de carnaval?

Solenidade de Posse em São Benedito com a presença do Sr. Rivônio Morais - Por João Bastos

GOVERNO UM NOVO TEMPO PARTICIPOU DA SOLENIDADE DE POSSE DO GERENTE DA AGENCIA BNB DE SÃO BENEDITO

Em reunião solene realizada no GLAMOUR BUFFET, dia 27/03/2012, com a presença de várias autoridades dos Municípios da Serra da Ibiapaba, o Superintendente do Banco do Nordeste do Estado do Ceará, Francisco Rivônio de Morais Pinho, presidentes dos Sindicatos dos Trabalhadores Rurais, Secretários de Agricultura dos Municípios de Carnaubal, Guaraciaba do Norte, Ibiapina e São Benedito, Chefe da EMATERCE, funcionários do Banco, Vereadores, representantes da Sociedade Civil, participaram da solenidade de posse do novo gerente, o Sr. Nelson Gonçalves de Oliveira.

O senhor gerente Nelson Gonçalves de Oliveira, fez um rápido relato de sua vida profissional frente ao Banco do Nordeste, agradeceu a presença das autoridades ali presentes e prometeu dar continuidade junto com os parceiros na oferta dos programas e projetos voltados para os diversos setores da sociedade dos Municípios Ibiapabanos. O Vereador Francisco Regis Alves de Brito, líder do Governo na Câmara, representado o prefeito Dr. Tomaz Antonio Brandão Junior, fez um breve relato sobre o nobre trabalho realizado pelo banco frente aos parceiros e parabenizou o novo gerente empossado.  

O Superintendente do Banco do Nordeste do Estado do Ceará, Francisco Rivônio de Morais Pinho concedeu a posse do novo gerente, agradeceu a forte parceria existente entre a Ematerce, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Secretarias de Agricultura, que trabalham as políticas públicas destinadas a Agricultura Familiar. Repudiou a ausência dos prefeitos na solenidade em função dos benefícios que o banco oferece à população, se prontificou dar continuidade aos programas e projetos em prol do desenvolvimento das atividades que englobam o setor da economia de todos os Municípios que pertencem à jurisdição do Banco do Nordeste.  


Enviado e editado  por João Bastos Bitu de São Benedito onde reside.

De Varsóvia a Havana -- por Demétrio Magnoli (*)

(excertos do artigo publicado n’O Estado de S.Paulo)
O papa não é o mesmo, a cidade é outra e os tempos mudaram, mas o paralelo é incontornável. Quando, em 1979, João Paulo II falou numa Varsóvia submersa no som dos sinos que repicavam, começou a acabar a história do comunismo europeu. Ontem, em Havana, Bento XVI falou aos cubanos, retomando os antigos temas da verdade, da liberdade de consciência, de fé e de expressão. Será esta a centelha do colapso de um comunismo caribenho que copiou os traços essenciais do sistema inventado na URSS de Stalin?
Não é a primeira visita papal a Cuba. João Paulo II falou em Havana em 1998, iniciando uma ambígua aproximação entre a Igreja e o regime. De lá para cá, como explica a blogueira Yoani Sánchez, "podemos rezar em voz alta, mas criticar o governo continua a ser pecado, blasfêmia". Há 14 anos a sentença final do papa foi sobre a liberdade do espírito. Será viável retalhar o princípio da liberdade em fatias, tolerando uma delas para conservar o veto às demais?

Cuba é irrelevante sob os pontos de vista da economia e da geopolítica globais. É, contudo, um teatro fundamental para o debate sobre o tema da liberdade. Os Castros reconheceram, literalmente, o fracasso do sistema cubano. Mas os muros da ilha caribenha continuam cobertos pela palavra de ordem apocalíptica que condensa a doutrina do poder: "Socialismo ou morte". (...)Terá futuro um regime que admite fatias diversas de liberdade, mas rejeita de modo absoluto o exercício das liberdades políticas?

O destino de Cuba tem implicações decisivas para a esquerda latino-americana. Na Europa, as esquerdas aprenderam a lição da URSS e abraçaram o princípio da liberdade política. Na América Latina, onde o pensamento de esquerda se tingiu de nacionalismo e antiamericanismo, um Muro de Berlim mental continua em pé. O teorema da "ditadura virtuosa", que serve como álibi para a fidelidade ao regime castrista, reflete a alma dessa esquerda. "Por que insistir nas liberdades, se há saúde e educação?", indagam quase todos os nossos "intelectuais progressistas".Bento XVI pisou em solo cubano mencionando os "presos e seus familiares", palavras simples que não foram pronunciadas nenhuma vez por Lula ou Dilma Rousseff. Cuba não é a Polônia de 1979.

A ilha caribenha marcha, numa aventura difícil e incerta, rumo a um capitalismo sem liberdades políticas. Seria esse o novo horizonte utópico da esquerda latino-americana?

(*) Demétrio Magnoli é sociólogo, doutor em geografia humana pela USP.
E-MAIL: demetrio.magnoli@uol.com.br

Limeira reencarnou I - Por Mundim do Vale

Nunca gostei de falar
Dos mistérios do além
Mas vale a pena contar
A semelhança de alguém.
Eu vi um preto cantando
Que me fez ficar lembrando
O cantador de Teixeira.
Tão parecida a imagem
Que pensei ser a clonagem
Do poeta Zé Limeira.

Eu passava pelo Crato
Numa certa ocasião
Deparei com um retrato
De um poeta do sertão.
Eu vi o cabra na feira
Cantar igual a Limeira
Não foi ninguém que contou.
Porém se não for engano
É coisa do outro plano
LIMEIRA REENCARNOU.

Rimou Cabral com um trombone,
Um pote com a rodia
Cobra azul no microfone,
Malhor e cumiduria.
Filosomia e toutiço,
Preá, mocó e chouriço,
Prodologicadamente.
Com aquela ingenuidade
Fazia verso a vontade
Com rima até indecente.

Disse que em Fortaleza
O velho Antônio Silvino
Morreu de dor e tristeza
No tempo que era menino.
Disse que Frei Damião
Aberturou Lampião
Por causa duma frasqueira.
Botou ele pra correr
Que era pra ninguém ver
Cangaceiro no Teixeira.

Disse que avistou Noé
Com a arca em Borburema
Carregada de café
Levando a índia Iracema.
Que viu em Caruaru
Pelé pegar um bigu
No carro da macaxeira.
Foi lá que ele viu também
O cabra Sadan Hussen
Roubando coco na feira.

Falou que a loira do “ tchan “
Nasceu foi lá na ribeira
Que viu  ela e Amazam
Numa queima de caieira.
Disse: - Há eu tou maluco!
No sertão do Pernambuco
A guerra civil chegou.
Agora vou matar gente
Não fica um pra semente
Taqui quem foi que falou.

Dividia a Europa
No sertão da Caatingueira
Napoleão e a tropa
Trazia para o Teixeira.
Rimava bode e jumento
Com o novo testamento
Na baixa da silencia.
Falava em rico tesouro
Rimava o baú de ouro
Dos quelé da juvenia.

Amanha teremos a segunda parte.

Pagamento de aluguel - Por Blog do Sanharol.

No meu governo não tem toma lá dá cá.- Dilma Roussef.



Governo vai liberar R$ 2,5 milhões por parlamentar aliado - Ana Flor.

O Palácio do Planalto acertou com lideranças de partidos aliados a liberação de R$ 2,5 milhões em emendas por parlamentar da base em abril, atendendo a uma das principais fontes de insatisfação do Congresso com o Planalto, confirmaram à Reuters nesta quarta-feira (28) dois deputados que participaram das negociações.

Segundo uma das fontes, o líder de um partido da base que pediu para não ter o nome revelado, o valor se refere a empenhos de 2012 para os meses de março e abril.

Uma segunda liberação, em quantia semelhante, deve ser feita até junho, para responder a pedido de parlamentares que desejam atender suas bases eleitorais ainda antes das eleições municipais de outubro.

Um dos motivos para a recente rebelião de parlamentares aliados ao Planalto foi a falta de liberação de recursos neste ano. Com as eleições municipais, as liberações só podem ocorrer até o recesso parlamentar do meio do ano ou a partir de novembro.

Por determinação da presidente Dilma Rousseff, o Planalto também deve liberar emendas de parlamentares da oposição, mas o valor ainda não está confirmado, segundo as mesmas fontes.

"O importante é termos empenhos em tempo de fazer as obras ainda neste ano", afirmou o líder do PMDB na Câmara, Henrique Alves (RN).

Histórias do Sanharol 075 - Por Blog do Sanharol



Gustavo Correia, Cotinha Bitu e José André.

João Bitu diz que não, Corina também nega, dizem que é lorota minha, mas na minha singela avaliação Cotinha fazia mais os dengos de Isabel do que dos  demais. Certa feita Isabel ligou  pedindo  um pouco de nata, queria degustar uma tapioca com mudubim lambuzada de nata. Cotinha vendia o leite a Joana Goteira e, quem vende o leite não tem nata. Viu-se obrigada a adquirir com terceiros. 

Não podia ser uma nata qualquer, exigia uma nata pura e de boa qualidade.  Raimundo Leandro tinha, mas o leite era de muitas procedências, muito misturado e, a nata podia não ser pura e boa.

Cotinha se valeu da amiga Delmir, esposa do Geraldo Leandro. Delmir se prontificou em arranjar. Galego de Fiuza desceu feito uma bala na bicicleta para apanhar. Quando chegou na casa de Delmir ela falou: eu  disse que tinha essa nata porque não posso faltar a Cotinha, mas eu não tenho. Vai Galego na casa de Raimundo Leandro e trás esse caldeirão de nata. 

O galego foi e voltou com o produto. Delmir separou a parte de Cotinha e guardou  a sobra. Quando Galego chegou no Sanharol Cotinha  tirou a tampa  da lata, cheirou a nata e disse: aqui pode-se dizer que é uma nata boa, diferente das que Raimundo Leandro vende.

A velhinha e os sacos de lixo - Dominio publico.

Uma velhinha caminhava pela calçada arrastando 2 sacos plásticos de lixo. Um dos sacos está cheio e de vez em quando caía uma nota de 20 dolares pelo buraco.

Um policial que passava a parou e disse: Senhora, tem notas de 20 caindo desse saco plástico. É mesmo? Que droga “ respondeu a velhinha. Melhor eu voltar e ver se pego as que caíram.. Obrigado seu guarda por me avisar.

Peraí senhora, onde conseguiu todo esse dinheiro? A senhora não andou roubando, não? Não, não... sabe seu guarda, o meu quintal dá para um campo de golfe e um monte de golfistas vem aqui e urinam por um buraco que tem na  minha cerca, direto no meu canteiro de flores. Isso realmente me incomodava; sabe... matava minhas flores.. então eu pensei..porque não se aproveitar dessa situação? Agora eu fico bem quieta, atrás do buraco na cerca , com a minha tesoura de jardim.

Toda vez que algum golfista enfia o “instrumento” através da minha cerca, eu pego ele de surpresa, agarro o instrumento e digo”: OK amigão, ou me paga 20 dólares ou eu corto essa coisa.

Parece justo, diz o policial rindo da história. OK e boa sorte ! Mas, a propósito, o que tem no outro saco?

Bem, você sabe... diz a velhinha: ...nem todos pagam!

Ore com fé - Enviado por Rogeanny Santana.

Tamerlane costumava contar aos amigos uma estória de sua mocidade: Certa vez, para escapar de inimigos, fui forçado a me esconder nas ruínas de um edifício, e passei ali sentado muitas horas.

Desejando distrair a mente da triste situação em que me achava, fique olhando uma formiga que subia por uma parede, carregando um grão de trigo maior do que ela; Contei todas as suas tentativas para alcançar o objetivo.

O grãozinho caiu sessenta e nove vezes, mas o inseto perseverou, e, ao completar setenta vezes, alcançou o topo. Aquela cena me deu coragem no momento, e nunca esqueci a lição.

A oração que toma como razão para desânimo o fato de orações passadas não ter sido respondida, já deixou de ser a oração da fé. Para a oração da fé, a ausência de resposta é apenas evidência de que o momento da resposta está muito mais perto.

De princípio o fim, as lições e os exemplos do Senhor nos ensinam: A oração que não persevera, não insiste no pedido e não se renova mais e mais, tomando forças de cada petição anterior, não é a oração que prevalece

William Arthur.

quarta-feira, 28 de março de 2012

As flor de Puxinanã - Por Zé da Luz



Três muié ou três irmã,
três cachôrra da mulesta,
eu vi num dia de festa,
no lugar Puxinanã.

A mais véia, a mais ribusta
era mermo uma tentação!
mimosa flô do sertão
que o povo chamava Ogusta.

A segunda, a Guléimina,
tinha uns ói qui ô! mardição!
Matava quarqué critão
os oiá déssa minina.

Os ói dela paricia
duas istrêla tremendo,
se apagando e se acendendo
em noite de ventania.

A tercêra, era Maroca.
Cum um cóipo muito má feito.
Mas porém, tinha nos peito
dois cuscús de mandioca.

Dois cuscús, qui, prú capricho,
quando ela passou pru eu,
minhas venta se acendeu
cum o chêro vindo dos bicho.

Eu inté, me atrapaiava,
sem sabê das três irmã
qui ei vi im Puxinanã,
qual era a qui mi agradava.

Inscuiendo a minha cruz
prá sair desse imbaraço,
desejei, morrê nos braços,
da dona dos dois cuscús!

AS FERAS DO IMPROSIVO 015 - Por Mundim do Vale,

Mote:

QUERO VER TEUS SEIOS PUROS
NAS CONCHAS DAS MINHAS MÃOS!

Jó Patriota:

Estes teus seios pulados,
Que estão me desafiando,
São dois carvões faiscando
No fogão dos meus pecados;
São dois punhais afiados,
Que ferem todos os cristãos;
Para os meus lábios pagãos,
São dois sapotis maduros!
QUERO VER TEUS SEIOS PUROS
NAS CONCHAS DAS MINHAS MÃOS!

Desafio do Blog do Sanharol - (090 - 2012)

Quem são esses meninos?

Refrescando a memória-Dr. Rolim


PRA NÃO ESQUECERMOS QUE ESSE ANO IREMOS COMEMORAR O CENTENÁRIO DO REI DO BAIÃO.NO DIA 13 DE DEZEMBRO DE 2012 ESTAREMOS NO EXÚ PRA GRANDE FESTA.

Quem não está contente com suas orelhas...

SEM ORELHAS!

Timmy, que nasceu sem orelhas, precisava contratar um novo funcionário. Após selecionar os currículos, marcou três entrevistas.
O primeiro cara era ótimo. Conhecia tudo que precisava e era muito interessado. Porém, ao final da entrevista, Timmy lhe perguntou:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
O candidato respondeu:
- Bem, não pude evitar de reparar que o sr. não tem orelhas.
Timmy não apreciou sua franqueza e dispensou-o sumariamente.
O segundo candidato era uma mulher, e ela era bem melhor que o primeiro cara. Porém, Timmy fez a mesma pergunta, obtendo como resposta: "- Ora, você não tem orelhas."
Timmy zangou-se e mandou-a embora.
O terceiro e último, era um cara jovem, recém saído da faculdade. Inteligente, boa-pinta e parecia corresponder ao currículo enviado.
Timmy, para ganhar tempo, foi logo perguntando:
- Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
Para sua surpresa, o jovem respondeu:
- Sim, você usa lentes de contato..
- Que observador incrível! Como foi possível você saber disto?
- Bem, - disse o jovem, caindo na gargalhada - é um pouco difícil usar óculos quando não se tem as orelhas!

PAPA BENTO XVI EM CUBA

            ESPERANÇAS DE MUDANÇAS SE RENOVAM COM A IDA DO PAPA A CUBA

                                                            MAIS 200 MIL PESSOAS


MAS ESSA OBRA DE ARTE NO GUARDA CHUVAS NÃO TAVA MUITO APROPRIADA PARA VER O PAPA NÃO

Indústria da seca - Por Tiburcio Bezerra( Sousinha)

Tiburcio Bezerra
INDÚSTRIA DA SECA

Ta comprovado
Que a seca
é indústria mesmo
... porque lá tem,
tudo que a indústria tem

Lá tem calor
lá tem carvão
lá tem fumaça
E lá tem dono
como na indústria também

Na grande indústria,
a gente nem ver o dono
na grande seca
seu dono sempre vem

monta o palanque
No calor do chão rachado
Festeja o pranto
De quem chora por clemência

Bate e assopra
Fantasma dos flagelados
Dissimulado
ladrão de consciência

Meninos do Sanharol - Por Blog do Sanharol.

Foi não foi, João Bitu tira sarro e fica zuando com minhas orelhas. O que ele não sabe é a causa, o que levou a assim serem. 

Quando eu tinha sete anos, o meu irmão Pedro tinha cinco. Minha mãe nos levava para casa de minha avó Andrezinha para  cuidar da casa, varrer, limpar, etc. Pedro gostava de brincar de vacas de osso. Fazia um curral com tijolos, separava os ossos grandes para um lado e os pequenos para outro. 

Os grande eram as vacas e os pequenos os bezerros. Minha avó adulava muito o Pedro e eu tinha um misto de ciumes e raiva. Ela pegava umas catembas de coco misturava agua com goma para  ser o leite. O Pedro ficava radiante com a brincadeira. 

Eu,  ficava de longe olhando e aguardando a hora de me vingar. Passei o pé por cima das vacas, derramei o leite e, Pedro abriu o eco a chorar.

Minha avó me pendurou por uma orelha e levou até em casa: Tonha eu não quero esse menino lá em casa não, ele é muito malino, dê um jeito nele. 

Mamãe me pendurou pela outra orelha. Assim é que as orelhas alem de grandes e desiguais são também  engembradas. 

Se fossem nas costas eu seria um baita de um anjo.

A perfeição vem da Pratica - Enviado por Rogeanny Santana.

Certa vez o grande músico Rubenstein disse: "Se passo um dia sem praticar, eu noto a diferença; se passo dois dias, meus amigos notam a diferença; se passo três dias, o público nota a diferença."

É como se costuma dizer, a perfeição vem da prática. Assim, pois, continuemos crendo, continuemos orando, continuemos a fazer a Sua vontade. Em qualquer ramo da arte, por exemplo, se alguém deixar de praticar, sabemos qual será o resultado.

Se apenas usássemos em nossa vida religiosa o mesmo tipo de sendo comum que usamos em nosso viver diário, caminharíamos para a perfeição.

Este era o modo de Davi Livingstone: "Eu resolvi nunca parar sem ter chegado ao fim e cumprido o meu propósito" . Com firme persistência, e confiante em Deus, ele venceu.

terça-feira, 27 de março de 2012

Amigos para Sempre



Lula e Fernando Henrique Cardoso, amigos para sempre! Até que em algumas ocasiões os políticos nos dão boas lições. Se eles não se odeiam por que uma pessoa e levada a perder a amizade de um velho amigo em detrimento de alguém que ele nem ao menos conhece? É só separar campanha política de governabilidade, pensemos nisso...

BOAS CHUVAS BANHAM QUASE TODO O MUNICÍPIO

                                                  SINTAM COM VÍDEO UMA PRAZEROSA SENSAÇÃO
As chuvas do último fim de semana não só reanimaram os trabalhadores rurais, como também levaram três açudes a atingirem sua capacidade máxima neste município.
Na segunda-feira, 26, depois de chuvas de mais 150 mm, o açude da Vacaria, em Ibicatu, sangrou.
Nesta terça-feira, 27, também atingiram seu limite e sangraram os açudes do sítio Panelas, na Sede Rural, e o açude Ubaldinho, em Naraniú, este com capacidade para armazenar 31 milhões e 800 m³. Inaugurado em 1999, o Ubaldinho tem por objetivo principal abastecer a cidade de Cedro.
O açude Olho D'água, em São Vicente, com capacidade para acumular 21 milhões de m³, está recebendo uma boa recarga de água, e hoje, dia 27 de março, está com 91,05% do seu limite.

No último dia 26 foram registradas no município as seguintes quantidades de chuvas 

Sede 40mm
Estação Transmissora da Rádio Roçado de dentro 35mm
Gangorra distrito de Riacho Verde 131mm informante Antoniel 
Guaribas distrito de Riacho 145mm
Panelas sede rural 80mm
Poço cercado distrito de Riacho Verde 114mm
Araçás sede rural 40mm
varzinha 60mm
Cajazeiras 33mm 
Oiticica distrito de riacho verde 155mm informante Ivaneide 
Varas sede rural 50mm 
São Vicente sede rural 60mm
Sitio Chico sede rural 30mm 

Literatura de cordel - Por Blog do Sanharol.

Este mês, o Blog do Sanharol postou três cordéis. Foram varias postagens com a historia do Zé Luando, de Marcos Mairton, João Grilo, de Mundim do Vale, e a historia do Beato José Lourenço e o Boi Mansinho, de José Normando Rodrigues. Foram aproximadamente 300 estrofes no total.

Para encerrar nossa contribuição postaremos a partir de amanha o cordel  "Zé Limeira reencarnou" da autoria de Mundim do Vale. Serão quatro postagem de sete estrofes cada.

Você que gosta do cordel bem humorado acompanhe.


Desafio do Blog do Sanharol - (089 - 2012)

Quem é o cidadão?
Agricultor, trabalhou a vida inteira no campo.
Estava limpando arroz, cumido dos passarinhos, pode se notar que está bem falhado.

Encontro do EVA - Por Fátima Andrade

Ontem fomos jovens e amigas... Hoje não somos tão jovens  mas para sempre amigas... EVA - Encontro de Velhos Amigos!

Os nossos encontros é uma fonte da (nossa) juventude, feita de boas recordações de um tempo inocente, com o brilho do século vinte e a tranquilidade de uma cidade do interior. A cada encontro a fonte renova-se e nos enche de boas gargalhadas, boas histórias e a necessidade de marcamos sempre o próximo!!
Fatima Andrade com Isle Viana e Isabel Bitu
Vale ressaltar, que esses sorrisos são constantes, quando estamos reunidas , não é só pose p fotos...... Amigas mil..

Igreja ou negócio - Por Blog do Sanharol

A cada dia que passa maior a decepção com as igrejas existentes por aí a fora. Não vou falar do Valdomiro, do Edir porque  nunca tive o menor interesse por elas e sempre achei que não passam de um negocio, um meio de vida.

Vou falar da Igreja Católica Apostólica Romana, igreja a qual  vi os meus ascendentes e descendentes seguir. A igreja Católica tem se transformado naquele velho ditado: faz o que eu digo e, não o que faço. Tem chegado sempre muito atrasada.  Na época da escravidão, o padre almoçava na mesa farta com o fazendeiro, enquanto o escravo era amarrado feito um animal num tronco chicoteado. Veio pedir desculpas pelos escravos 100 anos depois. Aos Judeus mortos na segunda guerra a mesma coisa.

Na região,  a Diocese do Crato excomungou,  expulsou, processou, proibiu o Padre Cicero de celebrar os sacramentos, em vida, hoje vive as custas  dos romeiros otários e trouxas que ao invés de merendarem um refrigerante com um pedaço de bolo, colocam o dinheiro no cofre da igreja e ficam com fome. 

Na historia do Caldeirão, consta que para atender ao interesse dos Padres Salesiano na desocupação  da propriedade foram mortos mais de mil pessoas. Em breve os padres estarão fazendo romarias ao local e pedirão perdão também pelo Beato José Lourenço. 

Na comissão de ética da Presidência da Republica tem um padre, um tal de Ernane, pois esse sujeito votou contra o pedido para o Fernando Pimentel dar explicações sobre as denuncias de corrupção que sofre. Denuncias iguais as que derrubaram o todo poderoso Antônio Palocci.

Uma perguntinha para terminar: A igreja católica fala muito em liberdade e direitos humanos. O que tem a ganhar sua autoridade máxima em se curvar e beijar as mãos  de um tirano, um ditador que só fez mal ao seu povo?