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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Barbalha antiga - Por Dr. Mozar Cardoso de Alencar.

Dr. Leão Sampaio.

Antigamente quatro pessoas se destacavam em Barbalha em razão dos serviços que ofereciam a comunidade. Dr. Leão Sampaio, Padre Zé Correia, Dr. Gregório Calou e seu Heliodoro proprietário do primeiro hotel da região.

O advogado José Ferreira de Menezes, indo aquela cidade para efetuar uma cobrança de seus honorários, o que acabou por não receber, dada a concentração publica as comemorações alusivas ao dia do trabalho.

Coincidentemente, uma bicharada do circo que por lá se deslocava em direção a Juazeiro, provocou uma aglomeração de pessoas que queriam ver os animais.

Ao retornar a Juazeiro, o advogado se encontrou com Dr. Mozart na sua banca de advocacia, em companhia de outras pessoas.

Fui a sua terra e vi toda a população reunida para ver um elefante. Que coisa mais provinciana. 

Dr. Mozart, após ouvir o queixume do provisionado, retrucou em versos:


Quando o elefante chegou na cidade do Leão
Dr. Gregório Calou foi quem fez a saudação
Aí, pelas quatro e meia, ante a turba delirante
A padre Zé Correia batizou o elefante.
Depois de tudo acabado, e de ouvir o Padre e o Gregório
Foi o elefante hospedado, no hotel do Heliodoro.

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