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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


domingo, 14 de maio de 2017

077 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Da direita para esquerda : Quinco Honório e os filhos Otacílio Correia, Luiz Correia, José Odmar e um amigo do Rio Grande do Sul no casamento do Luiz Correia.

Joaquim Vieira de Oliveira, nosso estimado Quinco Honório. Alto, magro, era exponencial em tudo. Trabalhador e profundamente correto em seus negócios. Não lhe turbava a decência de procedimento o espirito jovial e brincalhão de que era servido, virtude que transmitiu aos filhos, especialmente ao Otacílio.

Comerciante de alto nível, negociou, por muitos anos, com algodão, peles e cereais, não esquecidas as naturais atividades de agricultura e pecuária.

Seu Quinco tinha constância, pois era casado com Dona Constância Correia, Nanam - uma das mais santas e caridosas senhoras de nossa terra.

Andava sempre muito elegante, gravata e pano passado, usava bons perfumes, as jovens moças andavam léguas para cumprimenta-lo pois pegando em sua mão ficava com a mão perfumada pru resto do dia.

Dizia seu Quinco que homem pobre não era aquele que não possuía bem algum. "Homem pobre era aquele casado com uma mulher feia".

Um comentário:

  1. Homem bom, manso, educado e operoso. Seu Quinco um verdadeiro Gentlemem.

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