sábado, 21 de março de 2026

Sergio Moro cospe no passado e em quem nele ainda confiava - O Antagonista - Ricardo Kertzman

 

Ainda assim, contudo, não deixou de me surpreender e me decepcionar a ida de Sergio Moro para o PL, para disputar o governo do Paraná.

Outrora juiz federal implacável com corruptos, um verdadeiro baluarte da moral e dos bons costumes, Moro já havia colocado em risco sua imagem e trajetória ao aceitar o convite de Jair Bolsonaro, então presidente eleito em 2018, para ser ministro da Justiça. 

Porém, diante do contexto à época e das promessas de limpeza ética que fazia o “mito”, particularmente dei um voto de confiança ao “marreco”. Mais ainda: tão logo se deparou com as ingerências do patriarca do clã das rachadinhas, com vistas a blindar a si e seus filhos das investigações da Polícia Federal, e saiu do governo, tive a certeza de que, sim, era um homem honrado.

Uma vez eleito senador, Moro continuou a se mostrar, digamos, moralmente confiável. Ainda que, aqui e ali, algumas decisões, falas e votos no limite do que considero correto, jamais, até então, tive motivos para tê-lo no rol dos políticos embusteiros. Na quarta-feira, 18, porém, tudo mudou. E radicalmente. Sergio Moro se filiou ao PL de Valdemar Costa Neto, preso no mensalão ao lado de José Dirceu, abraçou Flávio Bolsonaro, trocou com o bolsokid dos panetones e das mansões enroscadas com dinheiro vivo juras de amor eleitoral, sendo retribuído como amigo, companheiro e outros elogios carinhosos.

A ex-presidente Dilma Rousseff, nossa eterna estoquista de vento, avisava, em 2014: “A gente faz o diabo para ganhar as eleições”. Sergio Moro não está fazendo o diabo, mas abraçando-o. 

Está dando as mãos a quem só não foi processado por peculato, porque o papis, providencialmente, se uniu aos, à época, amigos capas pretas e blindou o próprio pimpolho. 

Pior: receberá milhões de reais para sua campanha das mãos de um corrupto condenado que, segundo outro baluarte da moral e dos bons costumes, Nikolas Ferreira, “Já pagou o que tinha que pagar”. Mais sem-vergonha que estes, são os eleitores que insistem em elegê-los e mantê-los no poder.

41 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Foi casada com Gastão de Orleãs, o Conde d'Eu. Isabel foi casada com o aristocrata francês Gastão de Orleãs, o Conde d'Eu, com quem teve três filhos, Pedro de Alcântara (Príncipe do Grão-Pará), Luís e Antônio. 

O Conde d'Eu ficou famoso não apenas por ter se casado com a princesa Isabel, mas também por ter sido um dos comandantes do Exército Brasileiro na Guerra do Paraguai e por ter ordenado um dos maiores massacres da América do Sul, na última fase dessa guerra.

40 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Assumiu o poder como princesa regente em três ocasiões. Já no auge de seu reinado, a partir da década de 1870, D. Pedro II, quando se ausentava do Brasil, delegava à filha as funções de chefe de Estado. Por três vezes que o imperador esteve fora do Brasil, Isabel tornou-se princesa regente. Vejamos:

1. Durante a Primeira Regência, em 1871, a princesa regente, junto a José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco, que era chefe do Gabinete dos Ministros do Império, sancionou a Lei do Ventre Livre. A lei foi promulgada em 28 de setembro do mesmo ano e resolvia que nenhuma criança nascida de escravas negras seria também escrava.

2. Na Segunda Regência, que ocorreu entre 1876 e 1877, a princesa teve que enfrentar problemas de ordem política e pessoal. Houve a terrível seca do Nordeste nesse período, difícil de ser remediada. Além disso, houve um forte embate político-religioso entre dois grupos: o dos maçons e o dos católicos. Uma grande pressão pública recaía sobre Isabel, e seus críticos contestavam sua capacidade de substituir o pai. Isabel, sem a habilidade do pai e tendo sofrido um aborto no mesmo período, preferiu recolher-se em Petrópolis.

3. Na Terceira Regência, transcorrida entre o fim de 1887 e o início de 1888, a princesa Isabel, mais madura, aderiu explicitamente à causa abolicionista,  passando a se envolver diretamente com protagonistas do assunto, tais como André Rebouças e Joaquim Nabuco. Nesse período, ela entrou em confronto direto com o Ministro Barão de Cotegipe, escravocrata, que foi obrigado a se demitir do posto. Foi nessa terceira estadia no poder que, em 13 de maio de 1888, a princesa assinou a Lei Áurea.

39 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Foi declarada herdeira do trono brasileiro aos 11 meses de idade. A princesa Isabel, nascida em 29 de julho de 1846, era o segundo fruto da relação entre Dom Pedro II e Teresa Cristina. O primeiro era Dom Afonso Pedro, nascido em 23 de fevereiro de 1845. Dom Afonso nasceu quando Pedro II tinha apenas 19 anos de idade. 
As expectativas depositadas no menino, como futuro sucessor do trono, fizeram com que o jovem imperador (Dom Pedro II) amadurecesse e assumisse, de fato, as posturas de chefe de Estado e chefe de família – uma família aristocrática, diga-se de passagem.
Entretanto, no dia 11 de junho de 1847, Dom Afonso, após uma sequência de convulsões, morreu, com pouco mais de dois anos de idade. Com a morte do irmão, Isabel passou a ser a herdeira presuntiva (quando não há nenhum outro herdeiro aparente ou preferível) do trono imperial brasileiro, contanto apenas com 11 meses de idade.
Em 19 de julho de 1848, o terceiro filho de Dom Pedro II nasceu: Pedro Afonso. Com o nascimento de outro homem, a princesa Isabel perdeu o posto de herdeira. Todavia, isso não durou muito, pois Pedro Afonso, assim como o irmão mais velho, também morreu prematuramente, em 9 de janeiro de 1850. Com a morte do segundo irmão, Isabel tornou-se novamente herdeira presuntiva. Como Pedro II e Teresa Cristina tiveram apenas mais uma menina, Isabel tornou-se a herdeira oficial na sucessão do pai.

Geraldo Alckmin cospe no passado e em quem nele ainda confiava - O Antagonista - Ricardo Kertzman

Mais sem-vergonha que estes, são os eleitores que insistem em elegê-los e mantê-los no poder

Eu nunca tive político de estimação ou confiei cegamente em um. Confesso, inclusive, que dos amigos políticos que tenho – não confundir com políticos amigos -, apenas dois, já de longa data, me merecem credulidade. 

Repito, com relativa frequência, que “Políticos, para mim, têm de ser vigiados e cobrados 24 horas por dia, sete dias por semana, 30 dias por mês, sobretudo nos sábados, domingos e feriados, para não torrarem nossa grana com despesas particulares". 

Essa turma pede nosso voto, promete resolver nossos problemas e, portanto, se não entregar, ao invés de bajulação e idolatria, têm de ver a “chinela cantar”.

Por anos admirei Geraldo Alckmin; para mim, exemplo de gestor e homem público. Suas administrações em São Paulo me enchiam os olhos e, quando derrotado por Lula, em 2006, senti muito, pois, além de um péssimo presidente reeleito após os escândalos do mensalão, o Brasil perdia a oportunidade de ser governado por alguém como o então tucano. 

Por isso, quando Alckmin se aliou ao chefão petista para disputar a Presidência em 2022, mesmo após ter dito que “Lula quer voltar à cena do crime”, senti um profundo desgosto, que se tornou asco quando, já como vice-presidente, foi bajular, in loco, o novo presidente iraniano.

Mas pior ainda foi vê-lo vestir um boné do MST e, aos berros, em um palanque, gritar: “Lula, Lula, viva o presidente Lula. O maior líder político do Brasil”. Aquilo me mostrou o que eu já sabia de cor: por dinheiro, poder e vaidade, muitas pessoas não têm limites e não guardam decoro consigo mesmas. 

A velha marchinha de carnaval, “O cordão dos puxa-sacos cada vez aumenta mais”, já ensinava, décadas atrás, que autoestima, para alguns, pode ser tão flexível quanto elástico. 

38 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Isabel de Bragança e Orleãs, mais conhecida como princesa Isabel, ou princesa imperial do Brasil, é a personagem histórica feminina mais citada em nosso país. Era filha do imperador Dom Pedro II, da casa de Bragança, e da imperatriz consorte do Brasil, Teresa Cristina de Bourbon-Duas Sicílias. 

Sua grande notoriedade provém do fato de ter sido ela que assinou a Lei Áurea, isto é, a lei que aboliu a escravidão no Brasil. Em virtude desse gesto histórico, a princesa Isabel recebeu o título de “A Redentora”.

Pouco se sabe da herdeira de Dom Pedro II além da relação com a causa abolicionista. Por isso, selecionamos seis fatos curiosos sobre essa personagem. 

Confira nas próximas postagens.

sexta-feira, 20 de março de 2026

CIPOADAS - Wilton Bezerra - Comentarista generalista.

- A inclinação pelo desonesto ainda levará nosso País a usar a corrupção com fins turisticos: "Em se corrompendo, tudo dá, visite-nos". 

- Foram os romanos que desenvolveram o método de governar com pão e circo. Essa fórmula só não funciona quando falta o pão e sobra muito circo. 

- O roubo dos velhinhos do INSS quem cobre é o tesouro. Bom lembrar que o tesouro somos todos nós. 

- Quem destrói seus símbolos ignora a própria história e está fadado a definhar. 

- Nada pior para uma nação do que ser acometida pelo esquecimento e pela covardia.

- Sim, isto eu já sabia: tem mais influenciadores do que público a ser influenciado. 

- Não existe tarefa mais difícil do que a de ser tolerante com os intolerantes. Haja saco! 

- Não vejo como característica do brasileiro o traço de tristeza que trazem essas músicas ditas sertanejas. 

- Rouboricalho é quando uma autoridade recebe gorda aposentadoria, após uma vida inteira dedicada a atos corruptos.

- "CÓDIGO DE ÉTICA" - O FILME. Um enredo mais falso do que lágrimas de rato em enterro de gato. Ingressos a preços promocionais.

37 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Em valores atuais, a Família Imperial brasileira custaria aproximadamente 134 milhões de reais por ano aos cofres públicos, isto é, 0,67 centavos à cada cidadão brasileiro.

Por outro lado, a Presidência da República sozinha custou mais de 600 milhões de reais em 2017 e mais de 1 bilhão de reais em 2019, ou seja, aproximadamente 5,40 reais à cada cidadão brasileiro.

Sob a monarquia, o povo sustentava apenas uma família na Chefia de Estado. Sob a República, o povo sustenta a família do atual Presidente, Bolsonaro, e as famílias dos 6 ex-presidentes da República. 

Croniqueta - Por Antônio Morais.


Na dúvida do que é certo ou errado, basta pensar no que não gostaria que fizessem com você. Que nesta dança da vida Deus seja sempre o seu par.
Quando está tudo dando certo o mais correto a fazer é ficar quieto e não deixar ninguém saber! O que ninguém sabe, ninguém estraga.
Quer conhecer verdadeiramente uma pessoa? Repara como ela te trata quando já não precisa mais de ti....

36 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.

Durante sua viagem aos Estados Unidos, entre os meses de abril e julho de 1876, Dom Pedro II percorreu o país de Leste a Oeste, de Norte a Sul, conhecendo grande parte dos Estados, visitando inúmeras cidades.

Dom Pedro partiu de Nova Iorque dia 17 de abril, embarcando num trem rumo ao Oeste. Nesse período, a Imperatriz Dona Teresa Cristina permaneceu em Nova Iorque.

Dentre as diversas cidades que Dom Pedro II conheceu no início dessa etapa da viagem, destacamos Chicago (Illinois), onde visitou uma escola e as obras do serviço de abastecimento de água, e Omaha (Nebraska), onde visitou escolas e uma fábrica.

Pedro II foi imperador do Brasil durante 58 anos e consequentemente donatário do 92° reinado mais longo da história da humanidade. A abdicação do pai e sua viagem para a Europa tornaram Pedro imperador com apenas cinco anos. 

Passou a maior parte de sua infância e adolescência estudando em preparação para imperar, tal que sabia falar mais de oito idiomas.

Sob seu governo, o país também foi vitorioso em três conflitos internacionais [a Guerra do Prata, a Guerra do Uruguai e a Guerra do Paraguai], assim como prevaleceu em outras disputas internacionais e tensões domésticas. 

Um erudito, o imperador estabeleceu uma reputação como um vigoroso patrocinador do conhecimento, cultura e ciências, e o país foi projetado entre os 20 países mais poderosos do mundo. 

Aos 64 anos, já era um homem cansado e idoso.

quinta-feira, 19 de março de 2026

35 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.


Suas Altezas Imperiais e Reais o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e sua esposa, a Princesa Consorte do Brasil, Dona Maria da Baviera de Orleans e Bragança, por ocasião da celebração religiosa de seu casamento, a 19 de agosto de 1937, na Capela do Palácio de Nymphenburg, em Munique, antiga capital do Reino da Baviera.

O Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil entre 1921 e 1981, casou-se, a 19 de agosto de 1937, na Capela de Santa Maria Madalena, no Palácio de Nymphenburg, em Munique, na Alemanha, com a Princesa Maria da Baviera, filha do Príncipe Francisco da Baviera e da Princesa Isabel de Croÿ, e neta do Rei Luís III, último Soberano bávaro, deposto ao fim da Primeira Guerra Mundial.

O casamento do herdeiro do Trono Imperial do Brasil repercutiu muito nos meios monárquicos de vários países da Europa, e foi igualmente comemorado pelos monarquistas brasileiros, pois significava a continuidade da Dinastia. Nos Arquivos da Casa Imperial do Brasil, em São Paulo, existem numerosas manifestações de regozijo pelo fato. Tais manifestações, a propósito do casamento do então Imperador “de jure” do Brasil, foram inúmeras e ocorreram em todos os Estados brasileiros.

Uma entre muitas outras: em Recife, capital do Estado de Pernambuco, os monarquistas gozavam de grande influência cultural e social, e resolveram comemorar o casamento de Suas Altezas sugerindo que fosse dado o nome “Dom Pedro Henrique” a uma rua. O pedido foi recebido favoravelmente pelas autoridades municipais, de modo que, “usando das atribuições que lhe são conferidas por lei, o Sr. Prefeito desta Cidade resolveu, pelo Decreto nº 400, de 4 de novembro de 1937, denominar a rua recentemente aberta, transversal do lado esquerdo à Av. Visconde de Suassuna, no flanco da casa 747, de RUA DOM PEDRO HENRIQUE”.

Assim consta na edição de 10 de dezembro de 1937 do “Correio Imperial”, publicação monarquista da capital pernambucana. E ainda hoje, a rua permanece com o nome de Dom Pedro Henrique, conforme pode ser atestado em mapas online.  

Baseado em trecho do livro “Dom Pedro Henrique, o Condestável das Saudades e da Esperança”, do Professor Armando Alexandre dos Santos.

CONCLUO QUE...- Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 


- Sem tempo para tratar medo e ansiedade, o homem perde a noção, começa a bater no peito e gritar que é o maior do Mundo.

- Devemos aceitar as rugas, com o mesmo orgulho dos guerreiros que ostentam as cicatrizes de suas batalhas. 

- Circos armados para a campanha política. O encontro do superficial e espetaculoso com  a saturação na venda de panaceias e super-heróis escrotos. 

- Fácil concluir que os mais jovens preferem (na sua bolha) que os "melhores de todos os tempos" sejam os que eles viram ao vivo e a cores. 

- O escândalo se torna muito mais escandaloso quando nos habituamos a ele. 

- Fracasso coletivo do Mundo é quando se exibe a riqueza da alta tecnologia sem resolver problemas como pobreza e desigualdade. 

- Tudo que é excessivamente programado e previsível se torna feio e chato. 

- COMUNICADO: Fique esperto parceiro, os carcarás estão farejando roça queimada.

- FRASE. "Sejamos borboletas ou bruxas, nós temos que voar". Maria Luiza Fontenele. 

34 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.

Dom Pedro II (1825-1891) foi o segundo e último Imperador do Brasil. Tornou-se príncipe regente aos cinco anos de idade, quando seu pai Dom Pedro I, abdicou do trono. Aos 15 anos foi declarado maior e coroado Imperador do Brasil. Seu reinado teve início no dia 23 de julho de 1840 e terminou no dia 15 de novembro de 1889, quando foi proclamada a República.

Dom Pedro II nasceu no Palácio de São Cristóvão, Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro, Brasil, no dia 02 de dezembro de 1825. Filho do Imperador Dom Pedro I e da Imperatriz Dona Maria Leopoldina, recebeu o nome de Pedro de Alcântara João Carlos Leopoldo Salvador Bebiano Francisco Xavier de Paula Leocádio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Bragança.

Dom Pedro ficou órfão de mãe com apenas um ano de idade. Cresceu aos cuidados da camareira-mor Dona Mariana Carlota de Verna Magalhães, mais tarde condessa de Belmonte.

Pedro de Alcântara era o quarto filho do casal imperial, mas tornou-se o herdeiro do trono brasileiro, com a morte de seus irmãos mais velhos. No dia 2 de agosto de 1826, foi reconhecido como herdeiro da coroa do império brasileiro.

No dia 7 de abril de 1831, seu pai Dom Pedro I, que vinha enfrentando severa oposição política, acusado de favorecer os interesses portugueses no Brasil, abdica do trono e embarca de volta a Portugal, deixando Pedro como “regente”, com apenas cinco anos de idade. Para tutor de Pedro, seu pai nomeou José Bonifácio de Andrada e Silva.

Com a abdicação e a menoridade do imperador, o Brasil foi governado por regências. O período regencial estendeu-se por nove anos, de 1831 a 1840. Nessa época, durante a menoridade, Dom Pedro teve aulas com diversos mestres ilustres, escolhidos por seu tutor José Bonifácio. Estudou caligrafia, literatura, matemática, latim, francês, inglês, alemão, geografia, ciências naturais, pintura, piano e música, esgrima e equitação.