Blog do Antonio Alves de Morais
domingo, 12 de abril de 2026
TAPAJÓS E CARAJÁS - FURTO, FURTEI E FURTAREI - JOSE RIBAMAR BESSA FREIRE
Dom Pedro II e o Líbano -- por Lody Brais (*)
A Associação Cultural Brasil-Líbano e a comunidade líbano-brasileira comemoram os 135 anos da visita do imperador dom Pedro II ao Líbano. O monarca lá permaneceu de 11 a 15/11/1876, procedente da Grécia, viajando no navio Aquila Imperial, acompanhado de sua esposa, a imperatriz dona Tereza Christina Maria, e de uma comitiva de aproximadamente 200 pessoas. Grande admirador da cultura árabe, dom Pedro II chegou a estudar a língua com um arabista alemão. No Líbano, o imperador brasileiro encontrou-se com vários intelectuais vinculados às ciências e às artes. Como o gramático Ibrahim al-Yazigi – que lhe ofereceu livros em árabe, com dedicatória, os quais se encontram no Museu Imperial de Petrópolis – e o professor Cornelius Van Dyck, da Universidade Americana de Beirute. Deste último, Pedro II assistiu a uma aula, ao lado de Nami Jafet, um dos pioneiros da emigração libanesa para o Brasil.
(*) Lody Brais é presidente da Associação Cultural Brasil-Líbano em São Paulo.
E-mail:brasil.libano@gmail.com
Augusto Nunes - Por Augusto Nunes.
Os ministros de Supremo Tribunal Federal que votaram pelo fim da CPMI do INSS deixaram claro para os brasileiros quem está do lado dos bandidos.
sábado, 11 de abril de 2026
Uma palavra amiga - Padre Juca
Lula, inspeciona o sertão nosdestino depois de 20 anos de seu dominio desastroso - Postado por Antonio Morais.
sexta-feira, 10 de abril de 2026
Emidio da Charneca - Por Antonio Moais.
Iniquidade - Por Antônio Morais.
Um dia, eu assistia uma missa na Matriz de Nossa Senhora Auxiliadora, em Porto Velho, celebrada por um frade italiano.
No sermão ele contou um historinha muito significativa. Disse que foi escalado para visitar um presidio. Para sua surpresa encontrou um ex-colega de escola entre os presos.
Então perguntou : Como você veio parar aqui?
Respondeu : Você lembra aquele apontador de lápis e aquela borracha de apagar que sumiam da sua bolsa?
Comecei com eles, assaltei um banco e aqui estou. Não evitei os pequenos delitos e cometi os grandes.
Iniquidade é quando você perde o temor da justiça, perde o temor de Deus. Se você não sabe, Iniquidade é a herança que o Lula vai deixar para os brasileiros.
Um pais sem honra, sem leis, sem respeito, pais da anarquia, da desordem e da falta de caráter.
Ramiro, o belo - Por Xico Bizerra
CPI para investigar ministros do STF e grupos criminosos já tem apoio de 40 senadores - Diario do poder.
A proposta de nova CPI no Senado, desta vez para investigar relações de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com grupos criminosos, assim, direto e reto, de autoria do senador Alessandro Vieira (MDB-SE), já conta com 40 assinaturas, quase metade de toda a Casa.
Vieira está convencido de que o Master não era banco e sim uma organização criminosa envolvida em lavagem de dinheiro, estelionato, corrupção e fraudes. E que manteve relações impróprias com ministros do STF.
Vínculos na lupa
Com a CPI, Vieira quer apurar a natureza e a extensão de eventuais vínculos pessoais, financeiros ou institucionais de ministros com Vorcaro.
Casos concretos
O senador citou Dias Toffoli e Alexandre de Moraes como ministros cujos vínculos com o ex-dono do Banco Master devem ser investigados.
Até que ponto?
A CPI, diz oponente, deverá esclarecer se as relações entre esses personagens influenciaram decisões dos Poderes da República.
Zero chance
O desafio será combinar com Alcolumbre, o zagueiro, que não permitirá a CPI. Por medo ou pacto, ele veta investigações contra ministros do STF.
Governistas na lista
Três senadores do PSD assinaram o pedido de CPI para investigar relações de ministros do STF com o Master, assim como dois do PSB, partido do vice Geraldo Alckmin: Jorge Kajuru (GO) e Flávio Arns (PR).
quinta-feira, 9 de abril de 2026
Conselhos de Lula para Moraes se blindar expõe colapso da separação dos poderes - Diario do Poder.
Lula (PT) revelou, com a naturalidade de quem comenta o tempo, haver aconselhado o ministro do STF Alexandre de Moraes a “não permitir” que o escândalo de Daniel Vorcaro e do Banco Master “jogue fora sua biografia”. O episódio é ainda mais grave porque envolve o contrato de R$129 milhões firmado pelo Master com a banca de advocacia da esposa do ministro, e o autor do conselho é um ex-condenado que cumpriu pena em regime fechado por corrupção e lavagem de dinheiro.
Passando batido
Em qualquer democracia saudável, isso seria escândalo ou no mínimo provocaria o constrangimento na suprema corte. No Brasil, passa batido.
Sem limites
O tom paternalista de Lula sugere uma proximidade pessoal que ultrapassa e até ofenderia, para muitos, os limites constitucionais.
Juiz implacável
Tudo porque, afinal, Moraes é exatamente o ministro que tem aplicado penas que juristas julgam desproporcionais contra opositores de Lula.
Credibilidade
A verborragia do conselheiro de toga cobra um preço elevado, e quem paga essa conta é a credibilidade do Supremo Tribunal Federal.
quarta-feira, 8 de abril de 2026
Paca no prato, desgaste na imagem - Diário do poder - Fábio Paiva.
O episódio envolvendo a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no qual foi preparado e consumido um prato à base de paca, pode até não configurar ilegalidade — mas expõe um problema maior: o impacto simbólico das atitudes de quem ocupa o topo do poder.
Segundo relatos, a carne teria origem em criadouro legalizado, o que, em tese, afasta a caracterização de crime ambiental. Ainda assim, limitar a análise ao aspecto jurídico é ignorar o que realmente está em jogo.
O Brasil tenta reconstruir sua credibilidade ambiental no cenário global, defendendo a preservação da biodiversidade e o combate a práticas ilegais. Nesse contexto, a exposição pública do consumo de um animal silvestre nativo — ainda que legal — cria um ruído desnecessário.
A paca, para a maioria da população, não é vista como um produto comum de consumo, mas como parte da fauna que se busca proteger.
O gesto, portanto, comunica mais do que a legalidade permite: ele normaliza, simbolicamente, algo que o próprio país tenta combater quando ocorre fora da lei.
É ISSO... - Wilton Bezerra, comentarista generalista.
• O Mundo rebobina duas coisas: guerras como política e liderança baseada no autoritarismo. Por medo ou ganância.
• Todo ser humano é uma melodia. Basta reparar um pouco.
• Conviver com poderes irresponsáveis é coisa de País sem vergonha.
• Código de ética como panaceia tem efeito de escárnio.
• É tanta mentira que passamos a duvidar do que é verdadeiro.
• O conselho é bom. O exemplo arrasta.
• Equação simples: a picanha subiu de preço, acabou o churrasco.
• Enquanto a guerra continuar, menos avião no ar.
• Aumento de imposto é morte da economia do País.
• "Acabar com os marajás" não "pega mais".
• Nove jogos sem ganhar só bate no teto do treinador.
terça-feira, 7 de abril de 2026
As leis do Brasil - Por Antonio Morais
No Sanharol, Luzia de Zé de Lula Goteira conversava, na cacimba, com Maria de Tico Catolé. Veja o vocabulário falado pela nossa verve: - “muier eu num sei cuma tu aguenta levar uma pisa todo dia do Tico e num reaje. Cumade, promode tu saber eu ti digo que as coisas dagora num tão mais cuma as de antigamente não. Ouvir dizer que tem uma tá de Maria da Penha que é uma danada, se os homi se meter a besta de surrar as muier tão pebados! Vi Maria Braga mais Lôro José dizendo na televisão da casa de Raimundo Bitu.
Muier!.. mais o que eu ai de fazer? Ela sabe lá onde fica o Sanharol! Só se quando Tico largar os cabo de bassora neu eu gritar: Socorro!...Maria da Penha! Socorro!... Maria da Penha”. Tu acha que ela vem acudir eu?










