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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Colhemos o que plantamos – por Armando Lopes Rafael



   Em 1964, os militares assumiram, mais uma vez, o governo do Brasil, prática iniciada com o golpe militar de 15 de novembro de 1889, o qual implantou – sem consulta popular – a forma de governo republicana no nosso país. Denominaram essa intervenção de 1964 de “Revolução Democrática”. Na prática, um governo autoritário, mas que deixou alguns benefícios para a modernização do Brasil.

     Os governos militares aproveitaram alguns brasileiros(as) inteligentes e competentes para implementar sua plataforma de mudanças. Um desses foi Roberto Campos, diplomata de carreira, anteriormente a 64, um dos idealizadores do BNDES (no governo de Juscelino Kubitschek) e que – sob os governos militares – foi um dos idealizadores, também, do Banco Central do Brasil, Estatuto da Terra e do FGTS.

      Na verdade, os governos do ciclo militar (1964–1985) sofreram controvérsias várias, mas é inegável o avanço da infraestrutura que criaram, para o progresso do Brasil, a partir do nada. As hidrelétricas de Itaipu e Tucuruí respondem por quase um quarto da geração de energia do Brasil. Itaipu é a maior geradora do mundo e abastece 50 milhões de residências. O resultado prático foi que em 1964 o Brasil era o 45º PIB do mundo e, 21 anos depois, pulou para a 10ª posição.

         Fiz este breve preâmbulo para falar que, na vida, colhemos o que plantamos. Agora, um neto de Roberto Campos, o também economista Roberto Campos Neto, foi indicado nesta quinta-feira, 15, para a presidência do Banco Central no governo do presidente eleito Jair Bolsonaro. Roberto Campos Neto tem extensa experiência na área financeira, e é pós-graduado em economia pela Universidade da Califórnia em Los Angeles. Ele deixa a diretoria do Banco Santander, onde ingressou em 2000. Dir-se-ia que Roberto Campos (o avô, falecido em 2001), vê o coroamento do seu trabalho feito em meados do século passado, através da ação que será feita por seu neto. Este terá a missão de tornar independente o Banco Central do Brasil, a exemplo dos Bancos Centrais dos países mais ricos e desenvolvidos  do mundo.

         Uma segunda reflexão. Quais frutos que serão colhidos – no futuro – dos 13 anos dos  governos Lula–Dilma? O legado das gestões petistas passa muito mais por escândalos de corrupção — como o Mensalão, o Petrolão e a Lava Jato — bem como pela deterioração da economia do País, que resultou em mais de 14 milhões de desempregados. Passa por obras inacabadas (Transnordestina, transposição do Rio São Francisco, dentre outras) que estão aí para atestar a incompetência dos governos petistas.  Estes quebraram megaempresas como a Petrobrás e a Eletrobras. O que foi bom para o PT, foi ruim para o Brasil. O esquema criminoso que floresceu durante o lulopetismo é sem dúvida um dos principais responsáveis pela débâcle do sistema político brasileiro. Deu no que deu. As principais lideranças das quatro administrações petistas foram presas, processadas e condenadas.

               Aparecerá, no futuro,  algum filho ou neto de líderes petistas para dar continuidade a algo criado pelo lulopetismo? Eis a pergunta que não quer calar.

‘Lula Livre’ logo, logo será trocado por ‘PT livre’ - Por Josias de Souza.

Lula descobriu há sete meses que a empáfia não tem elevador. Fez a descoberta ao despencar das alturas para o xadrez. Poderia ter aproveitado a câmara de descompressão de Curitiba para fazer a transição entre o que ele acha que é e aquilo que passou a ser. 

Mas o depoimento de Lula no caso do sítio de Atibaia revelou que a ficha não lhe caiu nem depois de o antipetismo ter virado escada para Jair Bolsonaro.

Logo no início da audiência de quarta-feira na 13ª Vara Federal de Curitiba, a juíza Gabriela Hardt apresentou suas credenciais a Lula. Processado por ser beneficiário de confortos pagos com verba roubada do Estado, o interrogado tentou interrogar a magistrada sobre a propriedade do imóvel. E a juíza: “Se o senhor começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema.” Foi assim, de forma curta e didática, que Lula aprendeu a ter saudades de Sergio Moro.

Além do processo referente ao sítio, que se encaminha para a sentença, está sobre a mesa da substituta de Moro o caso sobre o terreno que a Odebrecht presenteou ao Instituto Lula. Até os mais fervorosos devotos de Lula dão de barato que a Lava Jato vai pendurar novas condenações no pescoço da divindade petista.

A médio prazo, a consequência mais provável da deterioração penal do presidiário será uma substituição do slogan “Lula Livre” por “PT Livre”. Uma banda do partido já discute o pós-Lula. Nada a ver com ingratidão ou abandono. Preso ou livre, Lula terá a solidariedade do partido. Mas um pedaço do petismo flerta a sério com a ideia de entregar uma autocritica que liberte o partido da agenda criminal. No momento, o único entrave é Lula, que demora a expedir um habeas-PT.


Juíza foi “impecável e implacável” com Lula - O Antagonista.


José Nêumanne classifica a atuação da juíza Gabriela Hardt, no interrogatório de Lula, como “impecável e implacável”:

“Quando ele disse que o juiz seria amigo de um delator da Operação Lava Jato, a juíza defendeu o colega e o levou a reconhecer que isso não é verdade. 

Depois, ao se referir ao power point dos procuradores, ela o advertiu que ele, segundo quem ‘nunca foi tão fácil ser ladrão no Brasil’, não pode intimidar agentes da lei.”

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

A ordem de Jair Bolsonaro é varrer os petistas do Itamaraty - Por Eliane Cantanhêde.



“A principal recomendação do futuro presidente ao seu chanceler é eliminar vestígios, programas e diplomatas da Era PT, particularmente aqueles ligados a Celso Amorim. ‘Fazer uma limpeza, mudar tudo’, resume-se na equipe de Bolsonaro.

No Itamaraty, o clima é de apreensão. Na área militar, de comemoração. Num, o temor de uma caça às bruxas e um novo viés ideológico às avessas. Na outra, a certeza de que o PT será varrido e a política externa voltará à sua tradição de pragmatismo e respeito aos interesses nacionais.”

Condições oferecidas pelo Presidente Bolsonaro - Por Antônio Morais.



Condicionamos a continuidade  do "Programa mais Médicos" a aplicação do teste de capacidade "Validação", salário integral aos profissionais cubanos, hoje maior parte destinado a ditadura, e, a liberdade  para trazerem suas famílias.

Infelizmente, Cuba não aceitou.

Todo aquele que solicitar asilo será atendido e terá o emprego e o seu salário integral garantido. 

SEQUELAS - Por Wilton Bezerra - comentarista esportivo do Sistema Verdes Mares


"Chefinho que peido mais cheiroso".

Quando o período eleitoral termina, somos tomados por um certo alivio.
Os excessos de incivilidade, burrice, agressividade e despolitização enchem as caixas de entrada e entorpecem.

Pois não é que temos pela frente um pós-eleição com sequelas irreversíveis da face mais desagradável do pleito.

Adversário é, cada vez mais, inimigo.
Dá pena ver a turba discutindo besteira, longe de entender o que está por trás dessas cortinas de fumaça dos incestuosos interesses.

Só existe uma raça que não se acaba nunca: a raça dos tolos.
Por mais que ela seja reduzida, sempre restará um tolo pedindo para ser enganado.

Afora a bajulação, imbatível em qualquer época, a imbecilidade pede vaga na passarela, com essa coisa de mito em torno de quem não fez absolutamente nada para merecer esse adjetivo.

Como ensina o mestre Platão, o mito aceita a adulteração da verdade.

Mito é a cabeça...

Na maior cidade do Brasil: Praça da República de São Paulo tem estátuas de todos os tipos, mas nenhuma da República


Sorte de monumentos vai de busto de escoteiro a estátua de deus romano

Fonte: "Folha de S.Paulo", 15-11-2018 -- por Thiago Amâncio
Fundador do movimento de escoteiros, deus romano, índio caçador,ornamentam a Praça da República de São Paulo.

A praça da República, na região central de São Paulo, reúne pelo menos 12 monumentos que homenageiam as mais diversas personalidades, de celebridades mundiais a figuras importantes da história da cidade. Nenhum busto, estátua ou placa, no entanto, homenageia o que dá nome à praça e o que se comemora neste 15 de novembro: a Proclamação da República.

Entre moradores de rua, trabalhadores que usam o wi-fi livre, cartomantes, prostitutas, michês, engraxates e mais um sem-número de tipos que compõem a fauna do centro paulistano, uma das maiores concentrações de monumentos da cidade padece com falta de limpeza e manutenção —boa parte das esculturas estão sujas e desgastadas.

Um balanço sobre a república brasileira

Que República é essa?
Fonte: jornal O POVO, 15-11-2018.
 
O Brasil que vive hoje o 129º aniversário da Proclamação da República é muito mais parecido com o país em que o Marechal Deodoro da Fonseca proclamou o início do período republicano brasileiro do que seria desejável.

"Parcelas expressivas da população brasileira anseiam pela chegada dos benefícios que a República mandou colocar na bandeira, Ordem e Progresso. Essa ainda é uma questão em aberto para boa parte da população", afirma Marcus Dezemone, professor de História do Brasil Republicano da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e da Universidade Federal Fluminense (UFF).
O cientista político e professor da Universidade de Brasília, Lúcio de Brito, concorda que a República brasileira ainda não conseguiu atingir os objetivos almejados. "No Brasil, essa república tem sido expropriada da sua essência e isso é a própria base da corrupção, de todos os desvios", defende ele. 

Um das principais questões, explicam os especialistas, é a falta de uma democracia fortalecida dentro da República. "Nós temos uma tradição de uma cultura política golpista, que não respeita as instituições e o regime propriamente estabelecido. A gente tem uma cultura de não dar prosseguimento ao jogo democrático", argumenta João Júlio Gomes, professor do Departamento de História da Universidade Estadual do Ceará (UECE). "Na maior parte da vivência republicana, tivemos experimentos autoritários. (...) E essa mentalidade autoritária permanece arraigada para muitos setores da sociedade", completa Marcus Dezemone. 

A democracia representativa, modelo adotado pela república brasileira, vem dando sinais de desgaste em diferentes países. Para o professor Lúcio de Brito, no entanto, ainda não há saídas democráticas para essa problemática. "Não há ainda nenhuma alternativa. A democracia representativa sofre os impactos, (mas) não há alternativa. A não ser a ditadura ou então a democracia plebiscitária cotidiana, que é a essência da ditadura", explica ele.

Dezemone aponta outros caminhos que podem ser uma solução possível para uma população que exige maior participação no sistema político. "Ampliar a participação política democrática se valendo das inovações tecnológicas, mas impedir que essas mesmas inovações possam produzir efeitos nefastos", projeta. 

O feriado da Proclamação da República é momento de reflexão sobre qual "república construímos até aqui e sobre a necessidade de associar a república sempre à democracia, deixando claro o seguinte: a democracia não é o regime da vontade das maiorias apenas, pois as maiorias podem ser tirânicas. A democracia é o regime no qual a vontade das maiorias é respeitada, garantindo os direitos das minorias. Esse é o risco maior que a gente corre hoje", acredita Dezemone.

É necessário também pensar o caminho a seguir. "A gente tem que ter cuidado com aspectos da democracia, seja o exercício da cidadania política, o direito ao voto. Isso não é uma conquista que está consolidada, infelizmente não está. Isso é algo que a gente tem que estar cotidianamente cuidando da nossa democracia para que a gente possa de fato usufruir dela por muitos anos", alerta Gomes.

Um epitáfio para a república brasileira



    Nos claustros da Igreja de Santana, em Augsburgo (cidade da Alemanha), ergue-se o sepulcro de família antiga que o negócio com venda de pimenta enriqueceu e a pompa e fausto foram companheiras dessa família, por fim reduzida à miséria. É o seguinte o  seguinte Eeitáfio: “P.P.P”, o qual, desdobrado, vem a ser: "Piper péperit pecuniam. Pecunia péperit pompam. Pompa péperit paupertatem. Paupertas péperit pietatem.

    Traduzido para o português resulta no seguinte: "A pimenta deu-nos dinheiro. O dinheiro trouxe a pompa. À pompa seguiu-se a pobreza. A pobreza levou a Deus".
O negócio da pimenta os enriquecera. Com o fausto tudo esbanjaram. Sobreveio a pobreza que lhes abriu os olhos para verem a Deus. 
 
***   ***   ***

   Em quantas sepulturas não se poderia colocar o mesmo epitáfio!
   Mas esse cai como uma luva nos destinos do Brasil pós 15 de novembro de 1989, data oficial da “proclamação” da república na nossa pátria.No caso da república brasileira, a pimenta poderia ser substituída pelas promessas falsas de que a introdução do regime republicano traria prosperidade, novas oportunidades e igualdade para todos. Algo semelhante aos que nos foi prometido caso o Brasil, em 2002, elegesse Lula e levasse o PT ao Poder, como efetivamente ocorreu.

     Deu no que deu.
    
    Tendo em vista o desastre que tem sido o modelo republicano brasileiro, veteranos e jovens monarquistas irão – neste 15 de novembro de 2018 –  às ruas de norte a sul do País, levando suas Bandeiras do Império, a fim de não só protestar contra a República e seus males, mas também apresentar aos nossos compatriotas a restauração da Monarquia Constitucional como solução natural para os problemas nacionais.


Onde vai haver o “Bandeiraço” no Brasil.
RIO DE JANEIRO
Posto 3 da Praia de Copacabana, às 10h00, com a presença de S.A.R. o Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança.
Cabo Frio: Praça da Cidadania, às 17h00.

ALAGOAS
Maceió: Praça Gogó da Ema, Ponta Verde, às 15h00.

AMAZONAS
Manaus: Ponta Negra, às 08h30.

BAHIA
Salvador: Farol da Barra, 10h00.
Campo Formoso: Praça Dr. José Gonçalves, Centro, às 10h00.

CEARÁ
Fortaleza: Boteco Praia, Beira-Mar, às 16h00.
Juazeiro do Norte: Estátua do Padre Cícero, às 09h30.

DISTRITO FEDERAL
Brasília: Catedral Metropolitana, às 10h00.

ESPÍRITO SANTO
Vitória: ALES, às 14h00.
Guaçuí: Praça Matriz, às 08h00.

GOIÁS
Anápolis: Parque Ipiranga, às 09h30.

MARANHÃO
São Luís: Palácio dos Leões, às 15h30.

MATO GROSSO
Cuiabá: Parque das Águas, às 18h00.

MINAS GERAIS
Belo Horizonte: ALMG, às 11h00.
Carangola: Praça Cel. Maximiniano, às 08h00.
Espera Feliz: Praça Central, às 08h00.
Governador Valadares: Praça dos Pioneiros, às 15h00.
Montes Claros: SENAC, às 16h00.
Patos de Minas: Parque Municipal do Mocambo, às 14h00.
Uberlândia: Parque do Sabiá (sentido Mundo da Criança), às 16h00.

PARÁ
Belém: Praça da República, às 08h30.

PARANÁ
Curitiba: Jardim Botânico, às 11h00.
Foz do Iguaçu: Praça do Mitre, às 09h00.

RIO GRANDE DO SUL
Gravataí: Praça Barão de Gravataí, às 16h00.

SANTA CATARINA
Florianópolis: Trapiche da Beira Mar Norte, às 15h00.
Itajaí: Praça Genésia Miranda Lins, às 16h00.

SÃO PAULO
São Paulo: Shopping Cidade São Paulo, às 10h00.
Guarulhos: Bosque Maia, às 10h00.
Itu: Eixo Histórico, às 10h00.
São José dos Campos: Orla do Banhado, às 10h00.

SERGIPE
Aracaju: Parque da Sementeira, às 15h00.

Postado por  Armando Lopes Rafael

Como enfrentar o sistema - Por Antonio Morais.



Meu primeiro voto para prefeito foi para o senhor Lourival Frutuoso de Oliveira na eleição de 1972. Desde lá até a última eleição de 2016 votei sempre em quem venceu. Acertei sempre o vencedor, mas, perdi alguns votos no que esperava das ações do vencedor.

Como observador vi todo tipo de movimento das lideranças para se manterem no puder. Vi grandes lideranças serem derrotados por figurantes que se candidataram apenas para manterem o partido vivo. 

No sobe e desce já vi de tudo. O que ainda não vi foi pessoas de "fora dos grupinhos" que sempre mandam terem a devida coragem de se candidatar a levarem suas proposituras a frente.  

São apenas ameaças. Fazem o "rapapé" barganhando a defesa dos próprios interesses, então, lhe oferecem uma vice, uma secretaria ou coisa semelhante e o movimento acaba. 

O PT, por exemplo, há 25 anos tem sido o "contra peso" da eleição. Nunca lançou um candidato a prefeito, mesmo sabendo do potencial eleitoral que o partido tinha.

Preferiu o PT um ou dois vereadores, uma secretaria e meia duzia de bons empregos e coadjuvar esse o aquele que no puder estiver. 

Assim  foi por 6 administrações municipais. Está sempre de apoio em quem está no governo, seja João, seja José.

Já é tempo de um conterrâneo independente, corajoso e determinado decidir encarar o sistema. Para as ovelhas tomarem uma direção carece que a primeira tome a dianteira.

309 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Devo informar que nestes tempos é muito grande o movimento de passageiros entre o nordeste e São Paulo, especialmente as cidades de Várzea-Alegre e São Bernardo do Campo, onde 1.149 conterrâneos trabalham   na montadora Volkswagem. 

Na agência da Varzealegrense trabalham alguns conterrâneos, entre os quais dois primos muito conhecidos nosso - Joaquim Leandro Bitu e Francisco Giovane Costa. Estão também em São Bernardo dois filhos de tio  João de Pedrinho, o Vicente e o Chagas.

Tia Ana, mãe dos dois meninos resolveu enviar para os mesmo uns lanches. Colocou numa caixa um queijo de manteiga, um tijolo de leite e uns pães de ló e uma carta com algumas recomendações.

Amarrou bem a caixa e despachou na agencia de Várzea-Alegre. Quando a encomenda chegou em São Bernardo deu um "farnezin" em Giovane, o encarregado do setor de encomendas. Na traquinagem  terminou por abrir a caixa e comer os pães de ló. 

Pensando bem, observou que se entregasse a caixa faltando algo podia ser denunciada a malinação. Então, comeu também o tijolo de leite e por fim o queijo de manteiga. O extravio tinha que ser completo.

Por fim, resolveu lê a carta para ter noticias do seu lugar, do Inharé. Eis o conteúdo da missiva - "Meninos, tenham cuidado, tudo que acontece por ai, no outro dia todo mundo está sabendo aqui, e, quem espalha as noticias é Carmelita minha irmã"!

Carmelita é a mãe do Giovane, que depois de lê a carta deu-se por justificado, ficou bem mais aliviado.




quarta-feira, 14 de novembro de 2018

LULA ENFRENTA HARDT, QUE REAGE: “SE COMEÇAR NESSE TOM COMIGO, A GENTE VAI TER PROBLEMA” - Por O Antagonista.

Lula adotou a mesma estratégia de enfrentamento na audiência com a juíza Gabriela Hardt, para tentar desestabilizá-la emocionalmente.

Iniciou dizendo que não sabia do que era acusado e a questionou: “Sou dono do sítio ou não?” Hardt endureceu: Isso é o senhor que tem que responder. Se começar com esse tom, a gente vai ter problema.”

O advogado José Roberto Batochio também partiu para o ataque. A magistrada então emparedou o advogado: “O senhor orientou o seu cliente sobre o processo ou precisa sair para explicar?”

Na sequência, a juíza decretou: “É o tempo de responder às minhas perguntas. Está claro? Está claro que não vou ser interrogada?”

Diplomata será o mais jovem a assumir o posto e jamais conduziu uma embaixada brasileiro - Por Denise Chrispim Marin.



O presidente eleito, Jair Bolsonaro, anunciou nesta quarta-feira (14) o embaixador Ernesto Araújo como ministro das Relações Exteriores. O diplomata atua como subsecretário de Assuntos Políticos, área responsável pelas relações do Brasil com os Estados Unidos, o Canadá e o México, e jamais conduziu uma embaixada brasileira.

Araújo será um dos mais jovens chanceleres do país. Entrou na carreira diplomática há 29 anos e serviu, no início da década, como ministro-conselheiro na Embaixada do Brasil em Washington.

Bolsonaro fez o anúncio pelo Twitter, depois de ter conversado com outros candidatos para o posto nos últimos dias. Entre eles, o embaixador do Brasil em Seul, Luís Fernando Serra, apontado como um dos favoritos. Em seguida, deu uma entrevista improvisada à imprensa, em Brasília, ao lado de Araújo.

O novo chanceler afirmou que pretende elevar o nível das  relações do Brasil com todos os seus parceiros  e”em benefício de todos, do povo brasileiro”. Ao ser questionado sobre a futura relação do Brasil com a Venezuela, a retirada de Cuba de seus profissionais do programa Mais Médicos e outros temas críticos da Política Externa, porém, Araújo passou a palavra a Bolsonaro.

AMIGO DINHEIRO - Por Xico Bizerra.


Acumulou riquezas, poupou alegrias. Pensou que ser feliz era juntar dinheiro, bens. E assim fez a vida inteira. Privou-se de tudo que não fosse necessidade e ficou rico. Desconheceu o que de bom a vida ofertava, não viveu.

Mas seu enterro foi cerimônia de primeira qualidade: presentes, os filhos e a viúva. Seu ataúde foi o mais caro que se encontrou para comprar. Na missa de 7° dia ouviu-se pouco choro. O Padre não faltou e celebrou a missa com a Igreja quase vazia: de gente, de dinheiro e de bens.

15 de novembro: Bandeira Imperial vai tremular no Brasil de norte a sul, de leste a oeste





   A República foi imposta arbitrariamente aos brasileiros por um Golpe de Estado, inaugurando a primeira Ditadura Militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889. Os Golpistas assumiram o compromisso através de Decreto, de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o “Governo Provisório” se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo. Os republicanos protelaram esse plebiscito por mais de cem anos. E quando o realizaram  (em 1993) não permitiram aos príncipes herdeiros do trono de participar dos programas de televisão, para mostrar o fracasso que tem sido a república no Brasil.

     Nesta quinta-feira, dia 15 de novembro, completam-se 129 anos do golpe de Estado que instaurou a República no Brasil, contra a vontade popular, e que acabou por jogar nosso País na lama dos desmandos e da corrupção.

     Tendo em vista o desastre que tem sido o modelo republicano brasileiro, veteranos e jovens monarquistas irão às ruas de norte a sul do País, levando suas Bandeiras do Império, a fim de não só protestar contra a República e seus males, mas também apresentar aos nossos compatriotas a restauração da Monarquia Constitucional como solução natural para os problemas nacionais.


Postado por Armando Lopes Rafael

FUTURO GOVERNO AGE CONTRA CANDIDATURA DE RENAN - Por Claudio Humberto.


O futuro governo se articula contra eventual candidatura à presidência do Senado de Renan Calheiros (MDB-AL), um aliado do PT e do presidiário Lula. 

Flávio Bolsonaro (PSL), o mais votado senador do Rio de Janeiro, filho do presidente eleito disse ontem que o futuro presidente da Casa “precisa ter ficha limpa”, o que não é o caso do alagoano, que “ainda responde a muitas acusações em aberto”. 

Ele se referia a ao menos 13 investigações em curso contra aliado de petistas. Do alto de 4,3 milhões de votos, Flávio Bolsonaro adverte que Renan quer “atropelar os novos senadores antes que eles cheguem”.

O senador Flávio Bolsonaro diz que acabou no Brasil “a prática de criar dificuldades para extorquir o presidente em busca de cargos”.

STF mantém “Quadrilhão do PT” na Justiça Federal em Brasília - O antagonista.



A Segunda Turma do STF decidiu nesta terça-feira manter na Justiça Federal de Brasília o processo conhecido como “Quadrilhão do PT”, que investiga Lula por participação na organização criminosa do PT.

A defesa de Lula pedia para o processo ser devolvido para a Corte. A Segunda Turma negou também pedido da PGR para transferir o caso para Curitiba.

Atualmente, permanece no Supremo apenas a parte da investigação sobre Gleisi Hoffmann e o marido, Paulo Bernardo.

terça-feira, 13 de novembro de 2018

Gente ou objeto - Por Antonio Morais



"Desde cedo, tempos de escola, se mostrava capacho e treinava para o futuro denunciando colegas ao bedel. Agora, sua vocação se mostrava de forma mais nítida, mais acentuada. Uns na vida são gente, outros, objeto e outros até menos que isso. Ria dos colegas, com um riso frágil como sua alma, sua postura, seu viver. Índole servil, não levantava a cabeça quando se tentava olhá-lo nos olhos. 

Ia às Assembleias dos trabalhadores onde todos arriscavam a pele. Ele não: ficava quieto, ausente, mudo, sem coragem de votar contra mas já certo de furar a greve que se aproximava. Sabia a quem bajular, não se importava com a omissão e traía quem não fosse pelego, como ele. À noite, na sombra da covardia, abraçado ao travesseiro da consciência pesada, se perguntava: em que dia dormirei?"

Xico Bizerra.

Posse dos deputados federais e senadores eleitos - Por Antônio Morais.




Começa no dia 1º de fevereiro de 2019, data em que tomam posse os deputados eleitos. A posse ocorre em uma primeira reunião preparatória, realizando-se depois a segunda reunião para eleição do presidente da Casa, e a terceira, destinada à escolha dos demais integrantes da Mesa, para mandato de dois anos. 

No fim da legislatura são arquivadas todas as proposições em tramitação na Casa, salvo as originárias da Câmara dos Deputados ou as que tenham passado por sua revisão, bem como as que receberam parecer favorável das comissões. 

Também são arquivadas matérias que tramitam há duas legislaturas. As proposições arquivadas nessas condições não podem ser desarquivadas.

Procedimento semelhantes para o Senado Federal.

SONATA DO EXISTIR - Por Edmilson Alves

O amor chegou à minha vida quando eu era criança. 
Em minha infância, o amor chegou à minha vida.
Os pássaros celebraram minha chegada em manjedoura.
Meus pais, inda invisíveis, gente pobre é invisível.
Mas, na volta das cadeiras, meus velhos deram a volta por cima.

Dignidade, caráter, determinação foram suas armas.
Fez família de poetas, escritores que brilham o chão em que pisam.

Na minha chegada a terra, não houve canções nem festa
Mas, houve muita alegria.

Filho de gente decente, trabalhando dia e noite, noite e dia, 
Trabalhando amargamente pra criar seus rebentos.

Murmurando docemente, minha querida mãe afirmou...
Este sétimo filho já leva jeito de gente,
Basta olha o brilho do olhinho dele...

Relâmpagos e trovoadas rasgaram-se do céu.
Estrelas brilhavam, foi o meu maior presente.

Quem nasce em manjedouras, é similar a Jesus...
Tem propósito pra viver, mesmo sendo testado pra sobreviver.
.
A Primavera enfim chegou depois de muitas secas e calor.
Foi assim, que natureza logo, logo me testou.

Superando pneumonia, inda com quarto anos... 
Tratado como cavalo.

Não havia antibióticos. Mas, existiam “mezinhas” e rezas de minha mãe.
Mãezinha orava e rezava pra salvar o seu filhinho.
Foquei bom. Até promessa paguei.

Em traje de São Francisco, doze meses eu passei.

Hoje sou adulto e me orgulho da família em que nasci.
Descobri que não há riqueza maior do que educação. 
Isto sim é riqueza.

Hoje sou poeta pra vida comemorar, e, comoro com poemas pra vida valorizar.

No campo cheio de flores com ramos cheios de folhas
Os rebanhos de animais não tiveram a mesma sorte.

Sem amor, sem carinho, sem educação somos todos animais.


Paulo Guedes - Que assim seja.


Não destinaremos recursos financeiros para o carnaval, parada gay, marcha da maconha, marcha pra Jesus,  etc.

Cada qual que faça com o seu próprio dinheiro. O dinheiro do povo vai para saúde, educação, segurança, saneamento básico, transporte e desenvolvimento. 

José Dirceu, ex-Chefe da Casa Civil de Lula: 'Bolsonaro tem apoio e vai durar anos'

Ex-ministro, que lança livro em São Paulo, afirma que a derrota do PT na última eleição não foi apenas "política, mas ideológica"

Fonte: UOL, por Ricardo Galhardo e Marcelo Godoy – atualizado em 13/11/2018 às 07h23

O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu (PT) afirmou nesta segunda-feira, 12, que o governo de Jair Bolsonaro (PSL) deve durar muito anos, pois tem base popular. "É uma luta de longo prazo, não nos iludamos, não é de curto prazo. É um governo que tem base social, muita força e muito tempo." O petista afirmou que a derrota do partido na última eleição não foi apenas "política, mas ideológica".

José Dirceu em noite de autógrafos, no teatro Tuca, nessa segunda-feira (12/11/2018)
Foto: SANDRO DE SOUZA/FRAMEPHOTO / Estadão Conteúdo 

Dirceu estava no Tuca, o teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), lançando seu livro de memórias. Começou sua palestra com uma autocrítica. "Muitas vezes nós nos desviamos. Temos que ter a coragem de dizer isso e eu tenho." Sua autocrítica se estendeu a práticas petistas no governo. Disse que o partido se distanciou do cotidiano da população nos 13 anos em que esteve no poder. Completou sua crítica às relações da sigla com o combate à corrupção - Dirceu está condenado a 30 anos e 9 meses de prisão na Lava Jato.

Lembrou o uso político que esse combate teve no passado. "Digo isso não porque não tenhamos que combater a corrupção, porque não precisemos rever nossos erros principalmente sobre o sistema de financiamento de campanhas."

Por fim, classificou o momento em que o País passa como uma contrarrevolução. "Uma regressão cultural e política." Para ele, as forças de oposição não devem se perder em debates que as dividem. "Cada um tem de cumprir seu papel. Lá na frente a gente se encontra."

308 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Mundim do Sapo e José Bitu Filho eram primos e cunhados. Mundim era casado com Ana Feitosa Bitu irmã de José Bitu Filho.

Ambos possuíam fazendas nos Inhamuís. Certa feita, retornavam para Várzea-Alegre, no lombo de animais e aconteceu a proeza que se segue.

José Bitu era muito cordato, conselheiro, amigo. Nada de valentia. Muitos o chamavam de medroso. No que  estava muito certo.

Na volta, entre os municípios de Aiuaba e Saboeiro foram acompanhados por um sujeito mal encarado, indumentária de cangaceiro, chapéu de couro quebrado na testa, com quatro estrelas a mais do que tinha o de Lampião, revolver 38 por fora da roupa,  uma cartucheira que parecia ser de uma metralhadora, montado numa burra muito troteira e arisca.

Vez por outra a burra se assombrava com alguma coisa e o caboclo falava : eu não sei onde estou que não dou um tiro na nuca dessa burra. E o medo de José Bitu aumentando.

Numa bodega, dessas de beira da estrada, o homem os convidou para uma bebida. Os amigos agradeceram e seguiram viagem. Quando já estavam com um km de distância José Bitu olhou para traz e não vendo ninguém, virou-se para Mundim do Sapo e disse: “ Valentim ”!

Daí por diante a burra de José Bitu comeu fogo, tirou num galope até o Sanharol, tamanho era o medo.

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O achaque do Índio - Por Antônio Morais.



“Posso acelerar ou segurar votações. 

Mas até agora ninguém me procurou. Não sei quais são os projetos de interesse do novo governo que são importantes para a economia.”

Eunício Oliveira.

Até quando terá esse puder todo? 

E depois?  

Se não foi procurado deve está  percebendo o valor que  vai tem para o novo governo.

Vai ser secretário do Camilo Santana ou dedicar o tempo a se defender na justiça. 

Vai ter que  prestar muita  explicação.

O aumento  para os  ministros já pode  ir  amaciando o tratamento.  Pra frente é que as malas batem. 

Google diz que campanha de Bolsonaro gastou mil reais com impulsionamento - O Antagonista.



A pedido do ministro Luís Roberto Barroso, o Google informou ao TSE que a campanha de Jair Bolsonaro para a Presidência da República gastou R$ 1 mil com impulsionamento de conteúdo.

A legislação eleitoral permite a contratação desse tipo de serviço.

Facebook e Twitter informaram mais cedo que não houve gasto de Bolsonaro com impulsionamento nessas plataformas.

TEMOR É QUE JOESLEY BATISTA FUJA DE BOLSONARO E MORO - Por Claudio Humberto.


A proximidade da posse do presidente Jair Bolsonaro e do seu ministro da Justiça, Sérgio Moro, levou setores de inteligência a recomendar o monitoramento de Joesley Batista, sobretudo após a decisão judicial desta segunda (12), que relaxou sua prisão. 

O temor é que o dono do grupo J&F/JBS use do seu poder e fuja para um país sem acordo de extradição com o Brasil, e fique fora do alcance da Justiça brasileira.

Como está afastado do comando do grupo, a eventual fuga de Joesley não provocaria grandes danos à J&F, segundo avaliam investigadores.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

307 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Já contamos algumas historias dos “vieira” do Chico. Mais do Joaquim do que do José, é claro. José Vieira era um homem extremamente inteligente, já não dizem o mesmo do irmão Joaquim. Há uma unanimidade em afirmar que na hora da divisão José Vieira ficou com a inteligência e a sabedoria toda pra si, e, o Joaquim com as demais qualidades. Hoje vou contar uma proeza do José Vieira.

Nas décadas de 1950, chegaram em Várzea-Alegre uns paraibanos comprando garrotes. Adquiriram uma parte com José Piau, outra com o João do Sapo, porém as duas compras não fizeram a carrada completa.

Procuraram, então, uma pessoa que vendesse o complemento. Tiveram noticia que José Vieira tinha uns garrotes bons e partiram para o Chico. Chegando a casa do José Vieira, apresentaram-se e propuseram o negócio. Compramos por bom preço e a vista.

José Vieira disse que não podia vender agora. Os paraibanos insistiram. E José Vieira justificou dizendo : os meus garrotes estão numa roça que tem tingui, se for feito qualquer movimento eles caiem e morrem.

Os paraibanos falaram que tingui não era problema para eles, pois andavam com uma taboca, uma espécie de canudo, e que se o garrote caísse colocavam o canudo no fundo do mesmo, o ar comprimido saia e a rês ficava boa no ato.

José Vieira, de orelha em pé disse: não vou confiar, pois aqui a historia é outra. Quando o garrote cai, metem a taboca é no fundo do dono.


BOLSONARO SOBRE LEVY: “SE NÃO ABRIR A CAIXA-PRETA DO BNDES, ESTÁ FORA!” - O Antagonista.



O Antagonista questionou o presidente eleito, Jair Bolsonaro, sobre a escolha de Joaquim Levy para comandar o BNDES, apesar de seu histórico de serviços prestados aos governos de Dilma Rousseff e Sergio Cabral.

“Tanta gente que já apoiou a Dilma, apoiou o Lula, apoiou o Temer… Não é por que apoiou, teve do lado, num cargo, que você vai execrar o cara. Teve cara que passou por lá sem problema nenhum”, disse.

Bolsonaro explicou que “foi uma decisão do Paulo Guedes, que pediu um voto de confiança”.

“A caixa-preta vai ser aberta na primeira semana! Não tenha dúvida disso. Se não abrir a caixa-preta, ele está fora, pô.” O presidente eleito disse ainda que quer a “suspensão de todos os sigilos” do BNDES. “Isso será tratado dessa maneira.”

Ele comentou ainda que não existe nenhum processo contra o Levy, “nada que desabone sua conduta”.

O império Globo - Por Antônio Morais.



É inegável, o puder do império das Organizações Globo. Uma potência mundial na capacidade de ludibriar, encantar, convencer, enganar e seduzir.

Mas, não foi nem será capaz de transformar :

Fernanda Lima em Hebe Camargo.
Luciano Huk em J. Silvestre.
Carlinhos Groisman em Flávio Cavalcante.
Walcir Carrasco em Dias Gomes.
Anita em Elis Regina.
Galvão Bueno em Geraldo José de Almeida.

Mas, a maior derrota da Globo, por ter sido o maior investimento recebido, foi não ter transformado o Pajé Lula da Silva em "Dom Pedro II".

Depois de tanto dinheiro investido vejam onde o homem foi parar : Na cadeia.

Proclamação da República: por que, 129 anos depois, historiadores concordam que monarquia sofreu um "golpe"

Por  Vinícius Mendes, de São Paulo para a BBC Brasil 

Marechal Deodoro da Fonseca, o líder do golpe

    Meses após o Marechal Deodoro da Fonseca enganar a própria mulher, burlar as recomendações médicas e levantar da cama - onde havia passado a madrugada daquele 15 de novembro febril - para proclamar a República brasileira, o país já conhecia a primeira crítica articulada sobre o processo que havia removido a monarquia do poder em 1889. Escrito pelo advogado paulistano Eduardo Prado, o livro Os Fastos da Ditadura Militar no Brasil, de 1890, argumentava que a Proclamação da República no Brasil tinha sido uma cópia do modelo dos Estados Unidos aplicada a um contexto social e a um povo com características distintas.

      A monarquia, segundo ele, ainda era o modelo mais adequado para a sociedade que se tinha no país. Prado também foi o primeiro autor a considerar a Proclamação da República um "golpe de Estado ilegítimo" aplicado pelos militares. Em 2018, 129 anos depois, o tema voltou ao debate público: enquanto diversos historiadores apontam a importância da chegada da República ao Brasil, apesar de suas incoerências e dificuldades, um movimento que ganhou força nos últimos anos - principalmente, nas redes sociais - ainda a contesta.

       "A proclamação foi um golpe de uma minoria escravocrata aliada aos grandes latifundiários, aos militares, a segmentos da Igreja e da maçonaria. O que é fato notório é que foi um golpe ilegítimo", disse à BBC Brasil o empresário e recém eleito deputado federal por São Paulo,  Luiz Philippe de Orleans e Bragança, tataraneto de D. Pedro 2º, o último imperador brasileiro, e militante do movimento direitista Acorda Brasil. No anúncio do último congresso do Movimento Brasil Livre (MBL), em que foi um dos palestrantes, Luiz foi apresentado e festejado como "príncipe".
"Quando há ilegitimidade na proclamação de qualquer modelo de governo, não se consegue estabelecer autoridade e, dessa forma, não se tem ordem. É exatamente isso que aconteceu na república: removeram o monarca e, no momento seguinte, foi um caos", completa ele, justificando a partir da história os solavancos recentes da democracia brasileira.

       A ideia de que a Proclamação da República foi um "golpe" é engrossada pelo historiador José Murilo de Carvalho, que acabou de lançar seu oitavo livro sobre os períodos monárquico e republicano do Brasil: O Pecado Original da República (Bazar do Tempo, 294 páginas). Um dos intelectuais mais respeitados no país, Murilo também admite que é possível discutir a legitimidade do processo, como reivindicam os monarquistas atuais.

      "Para se sustentar [a reivindicação de legitimidade da proclamação], ela teria que supor que a minoria republicana, predominantemente composta de bacharéis, jornalistas, advogados, médicos, engenheiros, alunos das escolas superiores, além dos cafeicultores paulistas, representava os interesses da maioria esmagadora da população ou do país como um todo. Um tanto complicado", avalia.

     Ainda de acordo com Murilo, não apenas foi um golpe, como ele não contou com a participação popular, o que fortalece o argumento de ilegitimidade apresentado pelos atuais monarquistas. Para ele, a distância da maior camada da população das decisões políticas é um problema que perdura até hoje.

domingo, 11 de novembro de 2018

306 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


A esposa de Zé Vieira do Chico, passou oito meses confeccionando um coxim para oferecer de presente ao esposo no dia do seu aniversário. O capricho e a paciência da esposa foram de fazer inveja a Noé.

Ela amarrava os pontos nos momentos que o marido não estava em casa, para que fosse uma surpresa,. E assim era um trabalho demorado.  Quando terminou, guardou até o dia do aniversário e finalmente chegou o dia da entrega.

No momento dos cumprimentos  falou :  Zé você tenha muito cuidado com esse coxim, porque ele ficou bonito, mas me deu muito trabalho.

Zé Vieira foi pra feira e foi só no que deu. Furtaram o presente.

Quando chegou em casa mais desconfiado do que cigano com a calça descosturada, a mulher aborrecida falou :  Mas Zé tu deixou roubar o coxim. Eu passei oito meses amarrando ponto por ponto e você não teve cuidado.  E , Zé Vieira,  você não amarrou o ladrão!

MV.


A estratégia de Bolsonaro – por Lucinthya Gomes (*)

   Com apenas oito segundos de propaganda eleitoral gratuita no 1º turno, numa coligação que agrupa apenas duas siglas, vítima de atentado que o impediu de fazer atos públicos durante quase toda a disputa, ausente da maioria dos debates, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) derrubou muitas certezas sobre métodos tradicionais de fazer campanha. Por outro lado, confirmou as apostas na força que a internet teria para impulsionar um candidato ao maior cargo eletivo do País.

    Há outros fatores, claro, mas uma forte explicação para o surpreendente desempenho nas urnas encontra abrigo na estratégia que o militar reformado adotou para conversar com o seu eleitorado. Mesmo antes do início da campanha, Bolsonaro já havia percebido o potencial das redes sociais.

     Postagens no Twitter, transmissões ao vivo pelo Facebook, mensagens por Whatsapp o ajudaram a levar sua mensagem. Uma fórmula que já se sabia promissora a exemplo da campanha presidencial norte-americana que resultou na eleição de Donald Trump.

     Além de ajudar a estreitar o relacionamento com seus seguidores, a estratégia de Bolsonaro garantia ainda o trunfo de que a mensagem chegaria sem a mediação jornalística. Pelas lives, ele não era confrontado em tempo real, não tinha eventuais contradições expostas. Das vezes em que participou de debates e sabatinas, teve que lidar com repercussão negativa de suas falas. O mesmo ocorreu quando seu vice, o general Hamilton Mourão esteve cercado por jornalistas. Assim como Mourão chegou a ser orientado a não falar com a imprensa em alguns momentos, de certo modo, pode-se dizer que a recomendação médica para não ir a debates até poupou Bolsonaro de maior exposição.
       Também foi parte da estratégia culpabilizar a imprensa pela repercussão negativa.

       De repente, o que era veiculado pela mídia tradicional passou a ser chamado de fake news. A exemplo do que temos visto após o resultado das urnas, o método de Bolsonaro será preservado. Jornalistas já têm sido barrados em eventos com a presença do presidente eleito. Ele vem concedendo entrevistas apenas a meios de comunicação escolhidos. Abandona entrevistas ao ser confrontado. O cenário é um alerta, já que a transparência e o contraponto são intrínsecos ao exercício democrático.

(*) Lucinthya Gomes. Jornalista do O POVO

‘CABEÇAS PRETAS’ ASSUMIRÃO O CONTROLE DO PSDB - Por Cláudio Humberto.


Animados com a eleição de João Dória ao governo de São Paulo, tucanos mais jovens, os “cabeças pretas”, não se impressionam com a advertência da “velha guarda” do PSDB, que promete se desfiliar caso o partido apoie o governo Jair Bolsonaro. 

Esses tucanos mais jovens acham que os veteranos merecem todas as homenagens, mas devem passar o bastão: disso depende até mesmo a sobrevivência PSDB.

Os veteranos FHC, ex-ministro José Serra e o ex-governador Geraldo Alckmin torcem o nariz para Dória, que não precisou deles para vencer.

sábado, 10 de novembro de 2018

Lula no espeto - Por O Antagonista.



A reforma da cozinha do sítio de Lula foi pedida à OAS durante um churrasco. O diretor da empreiteira, Paulo Gordilho, disse à juíza Gabriela Hardt:

“O Fábio e o Fernando Bittar mandaram comprar carne e eles fizeram um churrasco. Sentamos numa mesa eu, o doutor Léo, o ex-presidente, o Fábio, o Bittar”.

A cozinha da Kitchens custou 170 mil reais, pagos em espécie. Em seguida, como disse Léo Pinheiro, o valor foi descontado da propina destinada ao PT pelos contratos na Petrobras.

A colisão entre um politico sem grandeza e um estadista - Por Jornal El País.

Nunca é demais  reprisar : Postagem inicial 13 de Abril de 2010.

Traídos pela indiferença ultrajante do Itamaraty, afrontados pela infame hostilidade do presidente da República, presos políticos cubanos e dissidentes em liberdade vigiada endereçaram ao presidente da Costa Rica o mesmo pedido de socorro que Lula rechaçou. Fiel à biografia admirável, Oscar Arias nem esperara pela chegada do apelo (que o colega brasileiro ainda não leu) para colocar-se ao lado das vítimas do arbítrio.

Já estava em ação ─ e em ação continua. Neste sábado, Arias escreveu sobre o tema no jornal espanhol El País. O confronto entre o falatório de Lula e trechos do artigo permite uma pedagógica comparação entre os dois chefes de governo:


COMPARE OS DISCURSOS:

LULA: "Lamento profundamente que uma pessoa se deixe morrer por fazer uma greve de fome. Vocês sabem que sou contra greve de fome porque já fiz greve de fome".


ARIAS: "Uma greve de fome de 85 dias não foi suficiente para convencer o governo cubano de que era necessário preservar a vida de uma pessoa, acima de qualquer diferença ideológica. Não foi suficiente para induzir à compaixão um regime que se vangloria da solidariedade que, na prática, só aplica a seus simpatizantes. Nada podemos fazer agora para salvar Orlando Zapata, mas podemos erguer a voz em nome de Guillermo Fariñas Hernández, que há 17 dias está em greve de fome em Santa Clara, reivindicando a libertação de outros presos políticos, especialmente aqueles em precário estado de saúde".

LULA: "Eu acho que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto para libertar pessoas em nome dos direitos humanos. Imagine se todos os bandidos presos em São Paulo entrarem em greve de fome e pedirem liberdade".

ARIAS: "Seria perigoso se um Estado de Direito se visse obrigado a libertar todos os presos que decidirem deixar de alimentar-se. Mas esses presos cubanos não são como os outros, nem há em Cuba um Estado de Direito. São presos políticos ou de consciência, que não cometeram nenhum delito além de opor-se a um regime".

LULA: "Temos de respeitar a determinação da Justiça e do governo cubanos".

ARIAS: "Não existem presos políticos nas democracias. Em nenhum país verdadeiramente livre alguém vai para a prisão por pensar de modo diferente. Cuba pode fazer todos os esforços retóricos para vender a ideia de que é uma "democracia especial". Cada preso político nega essa afirmação. Cada preso político é uma prova irrefutável de autoritarismo. Todos foram julgados por um sistema de independência questionável e sofreram punições excessivas sem terem causado danos a qualquer pessoa".

LULA: "Cada país tem o direito de decidir o que é melhor para ele".

ARIAS: "Sempre lutei para que Cuba faça a transição para a democracia. (…) O governo de Raúl Castro tem outra oportunidade para mostrar que pode aprender a respeitar os direitos humanos, sobretudo os direitos dos opositores. Se o governo cubano libertasse os presos políticos, teria mais autoridade para reclamar respeito a seu sistema político e à sua forma de fazer as coisas".

LULA: "Não vou dar palpites nos assuntos de outros países, principalmente um país amigo".

ARIAS: "Estou consciente de que, ao fazer estas afirmações, eu me exponho a todo tipo de acusação. O regime cubano me acusará de imiscuir-me em assuntos internos, de violar sua soberania e, quase com certeza, de ser um lacaio do império. Sem dúvida, sou um lacaio do império: do império da razão, da compaixão e da liberdade. Não me calo quando os direitos humanos são desrespeitados. Não posso calar-me se a simples existência de um regime como o de Cuba é uma afronta à democracia. Não me calo quando seres humanos estão com a vida em jogo só por terem contestado uma causa ideológica que prescreveu há anos. Vivi o suficiente para saber que não há nada pior que ter medo de dizer a verdade".

CONCLUSÃO.
Oscar Arias é um chefe de Estado. Lula é chefe de uma seita com cara de bando. Arias é um pensador, conhece a História e tenta moldar um futuro mais luminoso. Lula nunca leu um livro, não sabe o que aconteceu e só pensa na próxima eleição. Arias é justo e generoso. Lula é mesquinho e oportunista. Arias se guia por princípios e valores. Lula menospreza irrelevâncias como direitos humanos, liberdade ou democracia. O artigo do presidente da Costa Rica, um homem digno, honra o Nobel da Paz que recebeu. A discurseira do presidente brasileiro, um falastrão sem compromisso com valores morais, tornou-o tão candidato ao prêmio quanto Fidel, Chávez ou Ahmadinejad. A colisão frontal entre o que Lula disse e o que Arias escreveu escancarou a distância abissal que separa um político sem grandeza de um estadista.
Vídeo do protesto dos Cubanos na embaixada do Brasil nos Estados Unidos.

Oscar Arias - Jornal El Pais

305 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Foto - Da esquerda para direita - Dr. Oto Carvalho, Raimundo Alexandrino, Moacir Bitu e Fatico Fiúza.

O esporte conhecido como Cavalhada, foi iniciado no município de Várzea Alegre, por volta da década de 40. Naquela época, já com grandes dificuldades enfrentadas pelos praticantes do esporte, alguns cavaleiros se propuseram a implantar esta modalidade de competição e acabaram por conseguir fazê-la com sucesso.

A partir do momento da implantação, o esporte despertou a admiração e adesão da nossa população, criando-se as torcidas pelos partidos que, além de serem distinguidos pelas cores dos trajes dos cavaleiros, representavam determinadas localidades do nosso Município, fazendo com que surgisse uma competição bastante acirrada, mas sempre com a predominância do espírito esportivo.

Vale lembrar que a implantação da Cavalhada em Várzea Alegre teve como pioneiras várias pessoas. No entanto, em pesquisas realizadas, surgiram alguns nomes que se destacaram naquela época como o de Joaquim de Figueiredo Correia, Raimundo Alexandrino Freire, Dudu, Francisco Fiúza Lima, Fatico, Tuta de Tibúrcio das Varas, Miguel Augusto e muitos outros.

A Cavalhada continuou acontecendo, durante muito tempo e numa segunda fase, contou com a participação e o incentivo dos cavaleiros Dr. Oto Otoni, Luiz Diniz, Zé Grande e Joãozinho Costa.

Atingiu o seu auge na década de 60, quando as disputas aconteciam na antiga Rua Getúlio Vargas, hoje Avenida Luiz Afonso Diniz, mais precisamente em frente à Escola José Correia Lima, com grande participação popular e deixando o Município bastante festivo, pois as pessoas de todos os sítios e distritos percorriam para a sede do Município para torcerem pelos seus partidos preferidos. Neste período já surgiam novos cavaleiros, entre os quais podemos destacar: Raimundo Sousão, Antônio de Sérgio, Chico de Zeca, Valter Freitas, Antônio de Afonso, Zé Mário e Bastião de Zé Vítor, Nutinho, Antônio de Mundeiro, Aldir de Biliu, Vicente de João Menino, Vicente Nogueira, Gérson Costa, Joaquim Costa, Zé de Primo e tantos outros que se destacaram neste esporte, que muito gosto causava nos cavaleiros e na população.

A pessoa do Sr. João Costa teve um destaque muito especial, pois, além de ser um apaixonado pelo esporte, participando da disputa e incentivando os demais cavaleiros - tendo escolhido como seu partido predileto o Partido Azul que era integrado pelos cavaleiros das Varas - ainda emprestava os seus cavalos para aqueles competidores que não possuíam ou que, mesmo possuindo, a sua montaria não se igualava aos de sua propriedade.

E depois de aproximadamente 30 anos sem a realização deste esporte, a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, na comemoração dos 135 anos de Várzea Alegre (08 e 09 de outubro de 2005), resgatou esta modalidade, com a participação de 10 equipes, e mais uma vez, a população engajou-se, torcendo pelas suas equipes favoritos e também para que a Cavalhada se firme no calendário esportivo do nosso Município, de forma que a sua realização não seja jamais interrompida e que, com o passar do tempo, surjam novos cavaleiros que venham abrilhantar o esporte e colocar o nome de nossa cidade no roteiro turístico do Estado, fazendo com que as pessoas de outras cidades e de outros Estados venham a Várzea Alegre para assistir a esta festa e participar dela com entusiasmo, considerando a tamanha aceitação por todos.

Fonte - Pé no Chão informativo.


Lula queria no sítio de Atibaia mesma equipe que reformou triplex - Por O Antagonista.



Em depoimento à juíza Gabriela Hardt, o empresário Léo Pinheiro também comentou que Lula queria que a equipe usada na reforma do triplex do Guarujá também atuasse no sítio de Atibaia.

A ideia não vingou, segundo ele, por causa da distância entre as duas cidades.

“O presidente até tinha me sugerido pegar o mesmo pessoal que estava fazendo o triplex. Eu na época expliquei a ele que era muito distante, e que era uma empresa subcontratada nossa, a Talento, que fez o triplex do Guarujá. Esse serviço, como era muito menor, seria feito por pessoas nossas mesmo que ficariam morando no sítio.”

Eunício trata verba pública como dinheiro grátis - Por Josias de Souza.



O senador Eunício Oliveira virou um personagem perigoso. Candidato à reeleição, sofreu um acidente. Os eleitores o atropelaram. Teve traumatismo eleitoral. Deveria estar no pronto-socorro reservado a velhos oligarcas da política. Mas seu mandato atual só termina em fevereiro. Por uma trapaça do destino, Eunício está sentado no trono de presidente do Senado. E transformou a pauta de votações numa xepa de feira.

Alheio à ruína fiscal que envenena o Orçamento da União e anestesia a economia brasileira, Eunício levou a voto um projeto que cria gastos e outro que reduz receitas. Aprovados, adicionaram ao déficit público um buraco extra de pelo menos R$ 6 bilhões por ano. 

Jair Bolsonaro torceu o nariz. Mas Eunício, numa entrevista ao Estadão, revelou que não aprendeu nada com o tranco dos eleitores. “Não estou preocupado se Bolsonaro vai gostar ou não”, disse Eunício, sem se dar conta de que a vítima de sua irresponsabilidade não é Bolsonaro, mas o Brasil.

Empresário, Eunício fez fortuna encostando seus negócios em cofres públicos. Numa conjuntura de crise, não concederia aos seus empregados o reajuste salarial que o Senado deu aos ministros do Supremo. 

E jamais privaria a caixa registradora de suas firmas das receitas que ajudou a tirar dos cofres da União na xepa em que os senadores serviram isenção tributária a fabricantes de automóveis. Eunício e outros zumbis que vivem seus últimos dias no Senado não notaram. Mas foi essa mania de tratar dinheiro público como se fosse dinheiro grátis que revoltou o eleitorado.

sexta-feira, 9 de novembro de 2018

304 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Uma homenagem toda especial ao Curso Preparatório para o admissão ao ginásio "Cloves Beviláqua", em meados da década de 60 do século passado. Dr. Oto Otoni e Dona Elita. Que tenhamos o resgate e a restauração da ordem, da moral, do respeito e dos bons costumes. 

No dia 7 de Setembro de 1965, vi-me perfilado junto ao grupo de  colegas  e Dr. Oto Otoni pronunciar este significativo discurso : "Gostaria de ser um Rui, um Bilac, um José do Patrocínio para, neste momento, saudar a pátria brasileira a altura de seu merecimento".........  Depois  do belo pronunciamento cantamos o Hino Nacional.

Hoje esperamos, confiamos e aguardamos um presidente patriota que governe para os brasileiros, que defenda os principais interesses da nação. 

Assim seja o Brasil que queremos.