quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Forum privilegiado - Antônio Alves de Morais.

Se o Supremo Tribunal Federal cumprisse a sua verdadeira função, aplicando a lei e a justiça, ninguém queria "Forum privilegiado", porque sendo a última instância não havia mais para quem apelar. 

Acontece que a STF é uma corte formada por juizes nomeados de favor, para fazer favores a quem os nomeou. 

Como diz Luiz Gama, foto nos seus versos : 

"Não tolero a magistrado,

Que do brio descuidado, 

Vende a lei, trai a justiça,

Faz a todos injustiça,

Com rigor deprime o pobre,

Presta abrigo, ao rico, ao nobre,

E só acha horrendo crime, 

No mendigo que deprime".

Nos últimos tempos nos embates no plenário do STF temos vistos bate bocas os mais diversos. Os mais notáveis deles os ministros Joaquim Barbosa e Luiz Barroso declararam verdadeiros absurdos a respeito de colegas da corte. Frente a frente, olhando nos olhos.

Nem respeito existe mais entre as "Vossas Excelências". Já tivemos ministros no STF bem mais qualificados : Evandro Lins e Silva, Bilac Pinto, Afonso Arinos, Paulo Brossard que o diga. 

Isabel de Morais Rego e o hino à Nossa Senhora Auxiliadora - Antônio Alves de Morais.

Isabel de Morais Rego era a filha caçula  do casal José Raimundo  Duarte, o conhecido José Raimundo do Sanharol e sua esposa Antônia de Morais Rego. O pai faleceu  na manhã do mesmo dia que a tarde ela nasceu. Foi batizada pelo Padre Benedito de Sousa Rego, primeiro vigário de Várzea-Alegre de quem também era afilhada e sobrinha.

Na década de 30 do século passado, de passagem pela casa de sua irmã Leonarda Bezerra do Vale, Dadá do São Cosme, conheceu uma  freira da Fundação Padre Ibiapina do Crato de quem recebeu de presente uma pequena imagem de Nossa Senhora Auxiliadora.

Em casa chegando de posse da santinha disse para filhas Josefa e Raimunda: De hoje em diante, toda primeira semana do mês de Maio será  rezada as novenas a Nossa Senhora Auxiliadora em nossa casa. Mãe a filhas eram analfabetas, Josefa lia alguma coisa, mas, não escrevia, Raimundo escrevia e pouco sabia ler.

Assim é que a Isabel de Morais Rego compôs a letra e colocou a musica do que resultou o Hino a Nossa Senhora Auxiliadora, cantado e decantado por décadas pelos do Sanharol  nas novenas a santa.

60 anos depois,  me encontrando em Porto Velho com o Padre Emílio, vigário Geral da Diocese de Nossa Senhora Auxiliadora, contei a história para ele. Fui procurado pelo Frei Osmar, um frade franciscano, e cantei o hino, ele gravou e preparou partitura e incluiu no livro de cânticos da paróquia. 

Josefa Alves de Morais, Zefa  do Sanharol, minha avó. Uma das maiores religiosas de Várzea-Alegre, se não a maior.

"Está lá no livro de cânticos  da diocese : "Hino a Nossa Senhora Auxiliadora. Autora Isabel de Morais Rego". Pouca gente conhece essa história. Não há registros que a paróquia de São Raimundo em Várzea-Alegre a conheça.
Eis a  preciosidade produzida por minha Bisavó:

Maria Auxiliadora.
Nossa mãe tão venerada.
Nas aflições dessa vida.
Sede nossa advogada.

Sede nossa advogada.
Sede nossa protetora.
Rogai por nós a Jesus.
Maria Auxiliadora.

As lindas flores dos campos,
São um jardim de alegria.
Mas não dão para igualar.
Ao o retrato de Maria.

Para que com alegria.
Gozemos do sumo bem.
Maria Auxiliadora.
No céu para sempre, amém.


MORTE DE HUBERTO CABRAL ENLUTOU O CARIRI - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Pelos meus 14 anos, já como controlista (hoje, operador) da Rádio Educadora do Crato, tive a sorte de conhecer Huberto Cabral. 

Jornalista, comentarista esportivo, historiador, memorialista e uma grande figura humana. Quando lançamos o livro de causos e crônicas e fomos agraciados com o título de cidadão cratense, contamos com o suporte desse enorme cidadão. 

Cabral nos deixou. Ficamos orfãos de sua generosidade e de preciosas e históricas informações. Ave, Cabral! 

terça-feira, 25 de agosto de 2026

"O que ex-petistas falam do Lula" - Antonio Alves de Morais.

 


"Lula não tem caráter. Ele é um oportunista".

Chico Oliveira - Sociólogo.

"Lula ignora a constituição e se acha acima do bem e do mal".

Hélio Bicudo - Jurista.

"Lula é um farsante. Não merece confiança. É um governo para enganar pessoas".

Ferreira Gullar - Poeta.

"Lula chefia uma organização criminosa capaz de roubar, matar, liquidar qualquer um que passe na sua frente ameaçando o seu projeto de puder".

Heloíza Helena - ex-senadora do PT. 

Educação no Brasil - Por Darcy Ribeiro.

 


A crise da educação no Brasil não é crise; é um projeto.

Darcy Ribeiro.

In memoriam da Lava Jato - Percival Puggina

 

Quando o Ocidente, por bons ou maus modos, pôs fim ao absolutismo monárquico, destacaram-se dois modelos de limitação do poder político: o britânico, construído a partir da Revolução Gloriosa de 1688, e o estadunidense, instituído com a independência de 1776. Os artífices desta última conheciam bem o modelo institucional vigente na Inglaterra. Com bom proveito, haviam estudado O Espírito das Leis, que Montesquieu publicara poucos anos antes. Tempos brutos na América, mas quem sabia ler, lia.

Ali estava, também, a tripartição do poder, pondo a funcionar o sistema de freios e contrapesos, para evitar que qualquer deles saísse de controle. Seria a esse modelo que o Brasil aderiria nas suas constituições democráticas, adotando, com igual intuito (o de fracionar o poder político), o federalismo vigente nos Estados Unidos. Só que não. Em momento algum foram providas, no Brasil, as precondições necessárias para a efetiva autonomia dos entes federados. A experiência republicana associou a palavra “federal” à ideia de governo central, do qual dependem, em proporções variáveis, estados e municípios. No encadeamento dessa tradição, foram ganhando força crescente as expressões “federal”, “nacional”, “central”, “geral”, “único”, entre outras. Tal fenômeno reflete a permanência de práticas que concentram o poder político na capital da República – um hábito intoxicante.

Na correspondência que trocou em 1887 com o bispo anglicano Mandell Creighton sobre a responsabilidade moral de líderes históricos, Lord Acton nos proporcionou a famosa afirmação transcrita como introdução a este artigo. Ele não aceitava que a importância de um cargo – de qualquer cargo – sublimasse a condição humana de seu ocupante e alertava contra a tolerância ante os abusos de poder. De suas páginas, parece gritar ao Brasil de hoje: “Parem de abraçar a servidão! Não normalizem aberrações institucionais!”

A literatura de ficção científica produziu obras interessantes sobre revolta das máquinas. Autores providos de gênio criativo conceberam a possibilidade de as máquinas ganharem autonomia e construírem razões autônomas ou aspirarem e lutarem por domínio (como acaba de acontecer de modo autônomo com duas IAs). Ora, se nem o poder das máquinas escapa à sentença de Lord Acton, como poderia fazê-lo o imenso aparelho do poder político brasileiro?

A nação, vertente de onde emana o poder, quis a Lava Jato, amou a Lava Jato, aplaudiu-a com empolgação, e a viu ser objeto de uma campanha de descrédito. Assistiu-a ser destroçada pela máquina do poder. Ainda assim, pesquisa de Genial/Quaest de março de 2024 mostrou que apenas 28% dos entrevistados consideravam que ela “fez mais mal do que bem”…

A corrupção colossal que estamos vendo em Brasília é expressão política e apocalíptica de uma brutal concentração de poder. É sintoma visível da servidão a que fica relegada a nação quando artifícios são montados para perenizar autoridades, posições e acesso a meios abundantes, agindo de modo autônomo e… fora de controle. Só que isso não é ficção científica (nem política), é dura realidade sobre a qual não adianta falar. Tudo foi consumido, consumado e a continuidade da Lava Jato teria evitado.

Brasília, nosso mostruário de excessos, é referência sensível da concentração de autoridades gerando autoritarismo, de poder gerando abuso e de arrogância gerando narcisismo.

segunda-feira, 24 de agosto de 2026

Seu Siebra - Antonio Alves de Morais.

 


RAIMUNDO FERREIRA LIMA SIEBRA, nascido em 11.10.1855, portanto, sua mãe morreu de parto dele. 

Raimundo era casado com  Ormecinda Pedroso Siebra, tendo ele exercido em Várzea Alegre – CE a profissão de farmacêutico, e era por todos conhecido por  “SEU SIEBRA” OU “o Velho Siebra”. 

O casal morou por muitos anos no sítio Sanharol em Várzea Alegre.  

Raimundo e Ormecinda eram os pais. dentre outros filhos de Jorge de Lima Siebra. 

Jorge de Lima Siebra, foto tinha pendores para medicina, e, viveu sua vida salvando humanos. 

Chegando a ser tratado  por todos como  "Um Anjo que salva vidas".

Jorge Siebra era um homem justo, solidário e caridoso. Junto com Pedro Costa foram perseguidos porque tomavam sempre o lado e a defesa dos perseguidos pelos coronéis do bacamarte da época. 

Deixou um legado de exemplos a serem seguidos por todos e, que  honraram a sua nobre e ilustre família.

Ramiro, o feio - Xico Bizerra.

"Ramiro era muito feio e todos os bonitões da cidade riam de sua feiúra. Descaradamente. 

Até os que também eram feios riam de sua feiúra, tão feia que era. 

Ele não se importava e seguia a vida, carregando bagagens na estação de trem, trabalhando como chapeado: era assim que se chamavam aqueles que transportavam malas, identificados por um número na chapa de bronze colada ao quepe : o seu era o 341.

Um dia Ramiro ganhou de um viajante um espelho encantado que refletia a alma das pessoas que nele se olhassem. 

Ramiro olhou, viu-se e passou a rir da feiúra de todos os bonitões da cidade. Discretamente, sem que ninguém percebesse que estava rindo. 

Como era feio aquele povo! Como era belo o Ramiro"!

Dr. Pedro Satiro, um homem virtuoso - Antonio Alves de Morais.

Há 66 anos a Casa de Saúde São Raimundo de Várzea-Alegre atua na defesa do bem estar e da saúde do povo de nossa terra. 

A luta do seu idealizador, mentor e construtor Dr. Pedro Satiro é bem mais antiga. No inicio dos anos 60, após se formar em Recife, retornou a sua terra para dedicar sua vida a serviço da vocação escolhida: aliviar o sofrimento alheio e salvar vidas. 

Homem honrado, amigo, dedicado, caridoso com destacada ação na área da solidariedade humana.

A Casa de Saúde São Raimundo é a resultante de seis décadas de trabalho árduo iniciados pela disposição e liderança do Dr. Pedro Satiro na década de 1960 do século passado.

No inicio as dificuldades eram enormes, mas o carismático médico sempre contou com a solidariedade do nosso povo. Quantas vezes podíamos observar adjuntos cortando lenha para queimar caeiras de tijolos, outros juntando pedras para fazer concreto. Os tempos eram outros. As dificuldades bem maiores e só eram superadas graças à liderança e a confiança depositada pela população na causa de seu grande líder. 

No dia de encher a placar de concreto parecia um formigueiro subindo e descendo as escadas com as latas de concreto na cabeça.

Quem vê esta imponente obra, completa, acabada, acha que caiu do céu pronta para consumo, não sabe nem conheceu a luta do Dr. Pedro Satiro para que chegássemos a ter hoje este beneficio valioso a nossa disposição.

Não podemos nem devemos esquecer outros benfeitores que com Dr. Pedro Satiro caminharam na difícil jornada, mas não podemos esquecer que Dr. Pedro Sátiro foi o começo de tudo. 

Curiosidade : Essa imagem pequenina de São Raimundo pertencia a Tereza Maria de Jesus, esposa de Papai Raimundo. Passando por diversas mãos como do seu filho José Raimundo Duarte, José Raimundo do Sanharol, a filha deste Isabel de Morais Rego, Bebé do Sanharol, e, a filha desta Josefa Alves de Morais, Josefa do Sanharol.

Quando Dr. Pedro Sátiro começou a edificação da Casa de Saude São Raimundo, quase tudo era à base de doações. Josefa do Sanharol, avó do Dr. Pedro e minha pegou a pequenina imagem enrolou numa toalha e foi à casa do Dr. Pedro Sátiro e lhe disse : Pedro, eu não tenho posses materiais para te oferecer, mas aqui está São Raimundo para abençoar a tua obra.

Até os nossos dias o Santinho fica na casa de Saude, saindo apenas no Dia do Padroeiro, para a procissão.  

Parabens Dr. Pedro – Deus lhe abençoe.

Falsidade - Antônio Alves de Morais.



Gente falsa é como "SAPO" tem perna curta, língua comprida, olho grande e vive na lama. Ignore, veneno só faz mal quando você engole.

A inveja é a amargura que se sofre pela felicidade alheia.

Não corra atrás das borboletas... Cuide do jardim para que elas venham até você. E, tudo que você não puder contar como fez, não faça!

domingo, 23 de agosto de 2026

Meditem - Antonio Alves de Morais.

 

"Primeiro dia de aula, o professor de 'Introdução ao Direito' entrou na sala e a primeira coisa que fez foi perguntar o nome a um aluno que estava sentado na primeira fila:

Qual é o seu nome? Chamo-me Nelson, Senhor. Saia de minha aula e não volte nunca mais! - gritou o desagradável professor.

Nelson estava desconcertado. Quando voltou a si, levantou-se rapidamente, recolheu suas coisas e saiu da sala. Todos estavam assustados e indignados, porém ninguém falou nada. Agora sim! - vamos começar .

Para que servem as leis? Perguntou o professor - Seguiam assustados ainda os alunos, porém pouco a pouco começaram a responder à sua pergunta: Para que haja uma ordem em nossa sociedade. Não! - respondia o professor. Para cumpri-las. Não! Para que as pessoas erradas paguem por seus atos. Não! Será que ninguém sabe responder a esta pergunta? Para que haja justiça - falou timidamente uma garota. Até que enfim! É isso, para que haja justiça.

E agora, para que serve a justiça? Todos começaram a ficar incomodados pela atitude tão grosseira. Porém, seguíamos respondendo: Para salvaguardar os direitos humanos. Bem, que mais? - perguntava o professor .

Para diferençar o certo do errado, para premiar a quem faz o bem... Ok, não está mal porém respondam a esta pergunta: "Agi corretamente ao expulsar Nelson da sala de aula?" Todos ficaram calados, ninguém respondia.

Quero uma resposta decidida e unânime! Não! - responderam todos a uma só voz. Poderia dizer-se que cometi uma injustiça? Sim!

E por que ninguém fez nada a respeito? Para que queremos leis e regras se não dispomos da vontade necessária para praticá-las? Cada um de vocês tem a obrigação de reclamar quando presenciar uma injustiça. Todos. Não voltem a ficar calados, nunca mais!  Vá buscar o Nelson - Disse. Afinal, ele é o professor, eu sou aluno de outro período.

Aprenda: Quando não defendemos nossos direitos, perdemos a dignidade e a dignidade não se negocia."

sexta-feira, 21 de agosto de 2026

MISTURAÇÃO - Wilton Bezerra, comentartista generalista.

 


A REALEZA DE PELÉ - Diante de um craque como Pelé, testemunhamos um gênio humano mais fácil de compreender do que, digamos, Picasso, Einstein, Miguel Ângelo, Dante e Da Vinci. Em uma de suas magistrais crônicas, Nelson Rodrigues afirmou que Pelé podia cumprimentar qualquer um desses, com íntima efusão: "Como vai, colega?". 

BANDIDO BRASILEIRO VESTE MAL - O bandido está em alta no Brasil a ponto de ser cobrado quanto a sua deselegância no vestir. Pois é. Um articulista de grande jornal, fascinado por cinema, recuou até os filmes de gangsteres americanos dos anos 1920, para dizer que os bandidos brasileiros se vestem mal. Afirma ele que os nossos delinquentes são mais ricos que os bandidos americanos do começo do século passado. Entanto, se vestem como pés de chinelos. Faltava essa para glamourizar a bandidagem verde-amarelo. 

MUITO CEDO PARA ONAIREVES - Ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol e ex- deputado federal cassado por falta de decoro em 1999, Onaireves Moura tirou até um tempo atrás das grades. O seu maior "momento cultural" se deu numa declaração a respeito do aniversário de 200 anos da revolução francesa. Instado pelo repórter sobre os efeitos dos 200 anos do acontecimento, afirmou: "É muito cedo ainda para avaliar esses efeitos". Demais. 

A FRASE - “A preocupação das autoridades deve ser com os fatos e não com diplomas.” W

Sete dicas de São João Bosco aos pais e professores para orientar as crianças no caminho da virtude - Antônio Morais.


01 - A punição deve ser o último recurso. Muitas vezes é fácil perder a paciência e ameaçar uma criança em vez de educá-la. Até São Paulo tinha essa tentação: ele se lamentava de como alguns convertidos à fé retornavam facilmente aos hábitos inveterados; no Sete dicas de São João Bosco aos pais e professores para orientar as crianças no caminho da virtude -  Antônio Morais. entanto, suportava esses desafios com paciência tão zelosa quanto admirável. Este é o tipo de paciência de que precisamos ao lidar com os mais jovens.

02 - O educador tem que se esforçar para ser amado pelos alunos caso deseje obter o seu respeito. O amor se mostra nas palavras e, mais ainda, nas ações, com todos os cuidados direcionados ao bem-estar espiritual e temporal dos alunos.

03 - Exceto em casos raríssimos, correções e punições não devem ser dadas em público. Somente casos graves de prevenção ou reparação de escândalos justificam correções ou punições públicas. Em todos os demais casos, deve-se preservar a privacidade. Afinal, trata-se de educar, não de humilhar.

04 - Violência? Castigos físicos? Devem ser absolutamente evitados. Em vez de educar, eles machucam não só fisicamente – além de rebaixarem a reputação e a respeitabilidade do suposto educador.

05 - As regras de disciplina, bem como as suas respectivas recompensas e punições, devem ficar bem claras para o educando, de modo que ele não possa alegar que não sabia. Em outras palavras, as crianças precisam de limites claros. Ninguém se sente seguro se estiver voando às cegas.

06 - Seja exigente nas questões de dever, firme na busca do bem, corajoso na prevenção do mal, mas sempre gentil e prudente. A impaciência expande o descontentamento até entre os melhores. A caridade triunfa onde a severidade encontra o fracasso. A caridade é a cura, embora possa parecer (e ser) lenta. Daí a necessidade, de novo e sempre, de paciência, paciência e paciência.

Não se trata de ser frouxo, leniente, conivente. Já foi dito que é preciso estabelecer regras e limites claros. A paciência não consiste em tolerar a indisciplina, mas em educar na disciplina com respeito, apesar da tentação de explodir e partir para os gritos, castigos e até para punições físicas.

07 - Para ser verdadeiros pais e mestres, não devemos permitir que a sombra da raiva escureça o nosso semblante. A serenidade deve brilhar em nossas mentes e nossa fronte, dispersando as nuvens da impaciência. O autocontrole deve governar todo o nosso ser: mente, coração, lábios, mãos… Se alguém está errado, esse alguém precisa de ajuda e acompanhamento.

Fundamental para acompanhar todos esses conselhos: A humilde oração a Deus é imprescindível e fará uma diferença notável, que edificará e iluminará!