quarta-feira, 22 de julho de 2026

*A INFÂNCIA DO FUTEBOL* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Se as ruas de terra ou calçamentos eram ruins para carros e transeuntes, para o futebol da garotada serviam muito bem.

Não havia coisa mais importante na nossa infância do que o futebol.

Tão natural como acordar e escovar os dentes.

Mas, tinha a escola. De fato, tinha a escola.

Mas, na escola mesmo, nos 15 minutos de recreio, escondidos dos olhares dos diretores, se improvisava uma pelada com uma bola de papel.

Quando da escola retornávamos, o destino era a bola e a rua.

Aí, começava o aprendizado. Educava-se o corpo para chutar, driblar, "matar a bola" no peito e na coxa, do jeito que ela chegasse.

Não é mais assim que a garotada de hoje se inicia no futebol.

terça-feira, 21 de julho de 2026

Um deforete - Antonio Alves de Morais


Nada há no mundo para marcar mais o ser humano do que a musica. Um dia o meu professor Manuel Batista Vieira definiu saudade como sendo: presença e ausência, ou seja, você traz para o presente o que lhe é ausente. Assim sendo a musica é saudade, porque têm a propriedade de resgatar as alegrias, as felicidades do acervo vivido outrora. 

 Quando cheguei a Crato, Março de 1969, nossa turma de colégio gostava de fazer tertúlia na casa de colegas. Tudo muito simples. Um emprestava a radiola de pilhas, aquele mais dengoso conseguiu com os pais a casa, e, os discos cada um trazia o seu. Nunca se passava das 10 da noite. Quando o dono da casa era mais liberal, tínhamos também, em cima da mesa, um caldeirão cheio de caipirinha. 

 Nós tínhamos uma colega muito bonita, que era também, uma especialista em dar fora em nego. Ela dava uma cordinha e quando o caboclo se aproximava levava uma tremenda mala. Um dia um colega confessou para mim e para a José Flávio  que estava pretendendo falar namoro com a talzinha. 

Nós demos uma boa corda. O José Flávio até ensinou um palavrado romântico a ser usado. Depois de uma talagada da caipirinha, o colega criou coragem, tomou chegada, e, partiu para a ação. Sem rodeios lascou: eu vi saber se você quer namorar comigo porque o Morais e José Flávio mandaram! - Ela respondeu no ato: volte e diga pra eles que eu não quero. Foi a mala mais bem aplicada que vi. O colega saiu atordoado, morava prum lado e saiu em outra direção.

Ame seu filho - Antonio Alves de Morais.

Em vez de se afobar e se estafar dizendo que seu filho ou filha é um problema, comece a dizer: “Amo meu filho assim como ele é”. Você conseguirá muito mais vendo os pontos positivos e não só os negativos. É difícil educar hoje, mas se você só xingar. Ou pior cair no outro extremo de cruzar os braços, o que será daqueles que Deus confiou a você?
Não adianta agente ficar se desesperando, mas sim alimentar esperanças. Pois, apesar das degradações e incertezas, nem tudo está perdido: existem pessoas conscientes de valor e dignidade. Que mesmo padecendo as fraquezas humanas da carne, ainda procuram manter o espírito e o corpo sadios. É a pureza do coração de criança.
Ai que saudades! Não é mesmo? Não tome resoluções nas trevas do desanimo. Espere até se sentir num clima de amor, de paz e de alegria. Justamente aí é que vai aparecer a melhor solução. No nervosismo, na raiva ou no desespero as decisões que tomamos só nos trazem remorsos e desgraças.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

José Clementino do Nascimento - Antonio Alves de Morais


A morte do compositor José Clementino consternou o Cariri. Ao lado de Luiz Gonzaga, Padre Antônio Vieira e Patativa do Assaré, Zé Clementino fez parte da “Trilogia do Ciclo do Jumento”, um movimento idealizado em Crato, em defesa do jegue. 

A iniciativa tomou dimensão nacional através da música e da poesia dos quatro defensores do jumento. A campanha ganhou mais intensidade na década de 80, quando os quatro se encontraram na Exposição Agropecuária do Crato (Expocrato), sob a presidência de Henrique Costa. 

Padre Vieira chegou ao palanque, onde se encontravam Luiz Gonzaga, Patativa e Zé Clementino, montado num jumento. Ao lembrar este fato, destacacamos que Zé Clementino foi um dos mais vigorosos músicos do Ceará. É o autor de autênticos clássicos da música nordestina, tendo sido interpretado por alguns dos grandes nomes da MPB, dentre os quais o “Rei do Baião” — Luiz Gonzaga. 

Funcionário público aposentado, Zé Clementino, que já morou em Crato, quando trabalhava no INSS, integrou-se à vida boêmia da Princesa do Cariri, fazendo parcerias com outros artistas. Com o “velho Lua”, o talento de Zé Clementino ganharia destaque nacional, ao passo que, por outro lado, a inventiva produção artística do compositor varzealegrense proporcionaria vitalidade e renovação à obra musical de Luiz Gonzaga. 

O “batismo” fonográfico da parceria Luiz Gonzaga-Zé Clementino procedeu-se, de certa forma, quando o “Rei do Baião” atravessava um longo período de ostracismo e mesmo de indefinição quanto à continuidade da carreira artística. No seu trabalho anterior, o ilustre “sanfoneiro de Exu” mostrava-se desestimulado e cético quanto aos possíveis rumos de sua até então vitoriosa trajetória musical. 

Numa de suas canções mais emblemáticas da época, Luiz Gonzaga lamentava: “Pra onde tu vai, Baião? / Eu vou sair por aí / Mas por que, Baião? / Ninguém me quer mais aqui...”. De fato, o Baião, assim como outros ritmos nordestinos, havia perdido o forte apelo comercial que gozara no passado, particularmente em virtude do surgimento de novos movimentos musicais — a Bossa Nova e a Jovem Guarda. 

Nesse panorama, foi lançado o álbum “Luiz Gonzaga – Óia Eu Aqui de Novo”, o qual continha três canções compostas por Zé Clementino. Uma delas, o “Xote dos Cabeludos”, uma bem humorada crítica à estética ‘hippie’ que conquistava a juventude de todo o mundo, tornou-se uma das músicas mais executadas do país no verão de 68, trazendo o ‘Rei do Baião’ de volta à mídia e despertando o interesse das novas gerações pelo riquíssimo acervo musical do artista. 

Naquele mesmo ano, Zé Clementino confere uma legítima e emotiva dádiva à sua cidade natal, quando compõe a letra do Hino Oficial de Várzea Alegre. No seu álbum seguinte, Luiz Gonzaga grava “O jumento é nosso irmão”, uma homenagem à luta, encampada pelo Padre Vieira, em prol da preservação da espécie asinina. Em 1976, fazendo proveito do mesmo tema, o Rei do Baião gravaria “Apologia ao jumento”, uma espécie de discurso inflamado em que, com muito bom humor, exalta as benesses do “pobre e castigado” animal. Registra ainda o xote “Capim Novo”, outra canção do compositor varzealegrense, cuja letra sugere uma “discutível” alternativa terapêutica e afrodisíaca para os homens que enfrentam os “percalços” da terceira idade. Em 1978, o Trio Nordestino, na época o campeão em vendagem de discos no segmento de música regional, grava “Chinelo de Rosinha”, uma parceria de Zé Clementino e Paulo César Clementino. 

Em 1983, o Brasil vê-se tocado pela sensibilidade musical do prodigioso varzealegrense Serginho Piau, que executa a comovente canção “Simplesmente Zé”, de autoria de Zé Clementino, em alguns programas televisivos. Por fim, os anos 90 marcaram o processo de revitalização estética e musical do forró, e o cearense Sirano, um dos mais bem sucedidos artistas do Ceará. 

Entre as suas músicas estão: “Aí não deixo não”, “Xote dos cabeludos” , “O jumento é nosso irmão”, “Apologia ao jumento”, “Contrastes de Várzea Alegre”, “Capim novo”, “Sou do banco", "Xeêm”, “Chinelo de Rosinha”, “Jeito bom”, “Hino Oficial de Várzea Alegre”, e “Simplesmente Zé”. 

Ele faleceu vítima de enfarte no Hospital de Várzea Alegre, aos 69 anos de idade. Gravada pelo Trio Nordestino e campeã de vendagem veja a letra de :

Aí não deixo não!

Não, não, aí não deixo não!
Se você beijar aí vai ser grande a confusão.

Eu gosto muito de você e tenho admiração,
Entreguei só pra você meu coração.
Meu benzinho pelo bem do nosso amor,
Eu lhe peço, por favor.
Aí não deixo não!

Leve seus troços, vá deixar noutro lugar
Se você não quer casar
Porque vem com enrolação,
Você bem sabe, estas coisas não aceito,
Isso é falta de respeito
Aí não deixo não.
Não, não, aí não deixo não.
Se você beijar aí vai ter grande a confusão.

*À ESPANHA, AS BATATAS* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

A Espanha jogou. A Argentina trabalhou.

A Espanha teve a posse de bola o tempo todo.

Quem tem a posse de bola controla o jogo e o tempo.

A Espanha mandou na partida ( e na prorrogação ).

Messi faltou ao encontro marcado com a bola.

A Espanha mereceu construir a vitória, antes do gol de Torres, na prorrogação.

O mais importante: a vitória de uma equipe que não recusou ter a posse de bola.

E a bola só obedece a quem a trata bem. 

Transgressão e falta de respeito a regra - Antônio Alves de Morais.


Aquele que transgride a regra está exposto a grande ruína. Quem busca a vida cômoda e menos austera sempre estará em angustia, porque uma ou outra coisa sempre lhe desagrada.

Lembra-te sempre do fim e que o tempo perdido não volta. Quem não evita os pequenos defeitos pouco a pouco cai nos grandes.

Alegrar-te-ás sempre à noite, se tiveres empregado bem o dia.

domingo, 19 de julho de 2026

Veja o que dizia Ruy Barbosa - Antônio Alves de Morais.

 

O comunismo não é fraternidade; é a invasão do ódio entres as classes. Não é a reconciliação dos homens; é a sua exterminação mútua. Não arvora a bandeira do evangelo; bane Deus das almas e das reinvindicações populares.

Não dá trégua a ordem. Não conhece a liberdade cristã. Dssolveria a sociedade. Extingueria a religião. Desumanaria a humanidade. Evertera, subverteria, inverteria a obra do Criador.

Rui Barbosa.

sexta-feira, 17 de julho de 2026

ARGENTINA, COM PERNAS E CORAÇÃO - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Rivalidade às favas. Reconheçamos: o que a Argentina vem mostrando na Copa transcende.

Organização tática de jogo é fator imperioso, concordamos. 

Mas, o que os atuais campeões do Mundo oferecem é muito mais do que isso.

Não era verdadeira a alegativa de que Cabo Verde, Egito e Suiça foram adversários frágeis. Pelo contrário.

Aí, veio a Inglaterra, de Bellingham e Harry Kane. O andamento musical de Piazzolla foi acelerado.

O time de Messi não sabe o que é cansaço. Quando decretamos sua morte, ressurge.

Joga pela pátria e pelo futebol, como ele deve ser jogado: com pernas e coração. Ver menos

Quando existia talento e humildade - Antonio Alves de Morais

 

Uma fotografia em preto e branco registrada em Poços de Caldas - MG guarda um momento raro da história do futebol brasileiro: jogadores da Seleção Brasileira aguardando o trem antes da viagem para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.

Na imagem, os atletas aparecem sentados em um banco simples, vestidos de forma casual e sem o aparato de segurança, marketing e luxo que hoje cerca as grandes estrelas do esporte. 

Da esquerda para a direita estão: Nilton Santos, Dino Sani, Gilmar, Bellini, Garrincha, Moacir, Dida, Joel, Mazzola, Zagalo e Pelé.

Uma cena impossível hoje.

A legenda que acompanha a foto resume bem o sentimento de nostalgia: “Difícil imaginar os ‘estrelas’ de hoje numa situação como essa. Mas é uma bela recordação.

De fato, a cena chama atenção pela simplicidade. Em 1958, muitos jogadores ainda levavam uma vida próxima da realidade do torcedor comum. Viagens de trem, hospedagens modestas e pouca exposição midiática faziam parte da rotina da seleção.

Hoje, as equipes nacionais viajam em aviões fretados, cercadas por assessores, patrocinadores e forte esquema de segurança. O contraste evidencia não apenas a evolução do futebol profissional, mas também a transformação dos atletas em celebridades globais.

Mais do que uma foto. A imagem de Poços de Caldas vale como documento histórico. Ela mostra jogadores que se tornariam lendas em um instante de normalidade: conversando, esperando o trem e vivendo a rotina de uma época muito diferente da atual.

Num futebol cada vez mais marcado por cifras milionárias e superexposição, a fotografia lembra que algumas das maiores glórias brasileiras nasceram em ambientes simples, longe dos holofotes.

terça-feira, 14 de julho de 2026

Ainda sobre meu pai, Rubens Gondim Lóssio - Por Delane Maria.

No ano de 1978, ele deixou a reitoria da Universidade Católica de Pernambuco e no final desse mesmo ano, casou com minha mãe. 

Mas, como todo sacerdote que por algum motivo deixa a batina, foi julgado. Minha mãe foi julgada. 

Muitas pessoas da família se afastaram, amigos.

Curiosidade: um tio meu deixou de falar com ele por anos por isso. 

Os dois livros que eu considero mais importantes são: Renúncia, que explica a renúncia dele do Crato e A serviço da palavra, que pelo que eu li, demonstra o sentimento dele a respeito das mudanças na Igreja.- não li todo ainda pois estou com pouco tempo. 

Quem tiver interesse em adquirir esses livros, entra em contato por mensagem, vou escanear.

Ainda temos força politica? - Postagem de Antonio Alves de Morais

Vejo com muito desencanto, alguns autores fazendo uma exaltação ao presente, como se estivéssemos no inicio de tudo e tentando abominar a memória e a historia desta promissora região do cariri. 
É necessário que revejam seus conceitos, precisam reconhecer as origens, especialmente das famílias, que com seu trabalho projetaram os municípios para o futuro. Vocês chegaram bem depois. Vivemos uma democracia e eu vou escrever um pouco do que conheço da historia desta querida região, menos como historiador e mais como observador para contestar com veemência esses relatos apresentados aos leitores. 
Para não dificultar o entendimento, vou dividir os últimos 60 anos em duas etapas: de 1950 a 1990 e de 1990 aos nossos dias. Pois bem, na primeira etapa a região era vibrante, progressista, comercio arrojado, fornecedor para grande parte do nordeste. 
Quando o Governo ia implantar um programa de incentivo ao desenvolvimento começava pelo cariri. Com um contingente eleitoral de um terço do de hoje tínhamos seis Deputados Estaduais na Assembléia Legislativa, com voz e poder de decisão. Presidente da Assembléia e depois até Governador do Estado. 

Seis Deputados Federais com um peso político enorme. A união dos políticos era disseminada ao povo e de mãos dadas todos faziam a defesa dos interesses da região sul do estado. 

Vamos agora ver um pouco de 1990 aos nossos dias. A região vê se amiudar o seu poder político. Quando o Governo decide implantar um sistema tributário para aumentar a sua arrecadação “arrocho fiscal” começa pelo Crajubar porque sabe que não tem quem a defenda. 
Com um contingente eleitoral, três ou quatro vezes maior, temos hoje dois Deputados Estaduais de favor na Assembléia Legislativa, um ocupa a vaga do titular licenciado para tratar da saúde e o outro porque o Governo requisitou alguns deputados eleitos para lhe auxiliar nas Secretarias e abriu a vaga. 
O Crato não tem um Deputado Estadual eleito. Os o único Federais que representam a região, foi eleito catando votos lugarejos a fora, pois dá pena as votações locais se levarmos em conta a proporcionalidade de votos diante do eleitorado total dos municípios.
Muitos haverão de dizer que a região hoje é dez ou mais vezes maior. É verdade, porem, comparando com o crescimento de outras nesse mesmo período a região apequenou. 
A desunião que já atinge também o povo é imensa, a ponto de não haver ambiente para reunir todas as lideranças no mesmo local, quem duvida que possa ocorrer um entrevero? Há muito se diz que a união faz a força. Este meu comentário tem uma finalidade: avaliar o grau de dissenso e consenso relacionado a este tema. 
Ficaria imensamente feliz se estivesse totalmente equivocado. Nesta foto estão as principais lideranças da região nos últimos 50 anos. 
Separem por epocas e comparem, sem paixão, umas com outras, e verão que devemos e precisamos respeitar o passado.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

As urnas acabam punindo quem ignora o limite para o ultraje - Augusto Nunes


Em 1970, o presidente Emilio Medici era ovacionado nos estádios por multidões sem queixas a fazer: a seleção triunfara no México, não faltavam empregos, a censura escondia a face escura. 
Os que tinham razão imaginaram que aquilo duraria eternamente. Muitos ficaram longe das urnas, muitos anularam o voto. O governo se apoderou de dois terços do Congresso.
Em 1974, a oposição conquistou 16 das 22 vagas em disputa no Senado. Vários vitoriosos se mostrariam bem piores que os derrotados, mas o recado foi dado: os brasileiros estavam insatisfeitos. Não votaram num candidato; votaram contra o governo. 
A direção dos ventos havia mudado. A História não aceita becos para sempre sem saída. Nenhum governante é popular todo o tempo. 
As urnas às vezes demoram para punir, mas punem. E nunca deixam de castigar quem esquece que há limites para tudo.
Foram longe demais os participantes da farsa encenada no Conselho de Ética para livrar José Sarney de punições. Só os suplentes não têm o que temer. São apenas vigaristas que ajudaram a financiar a campanha do titular. Mas quem olhar o candidato à reeleição Sérgio Cabral pode enxergar Paulo Duque. Quem recusar o cumprimento do candidato a governador Hélio Costa pode estar devolvendo os insultos despejados por Wellington Salgado.
Mais de um limite foi superado pelo espetáculo ultrajante. Boa parte da platéia ainda ignora que foi Lula quem o produziu.

SOBRE COPA, RATTIN E O CARTÃO VERMELHO - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

O jogador argentino Rattin, falecido na semana passada, recusou-se a sair de campo, depois de expulso.

Foi na Copa de 66, no jogo Argentina x Inglaterra, quando Rattin alegou que não entendeu o que disse o juiz alemão Rudolf Kreitlein (que não falava espanhol).

Depois de permanecer dez minutos em campo, após a expulsão, Rattin ainda sentou no tapete vermelho reservado à rainha.

Foi aí que a FIFA resolveu criar o cartão vermelho para indicar a expulsão.

BELA PAISAGEM

A Noruega entrou na Copa do Mundo de 2026 como uma paisagem. 

Jogou um futebol surpreendente, despachou o Brasil e o seu artilheiro Halland tornou-se uma sensação.

Saiu da competição mostrando que não pode mais ser olhada apenas como uma curiosidade.

A FRASE

"Para a história de um jogador, é mais importante ficar no coração das pessoas do que ganhar uma Copa do Mundo".

Platini.