Paulo Roberto Barbosa
Blog do Antonio Alves de Morais
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Amigos de Deus.
Paulo Roberto Barbosa
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
NA MEDIDA, SÓ LEMBRANDO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
É uma dica. Explicação sobre uma coisa que está ausente dos campos brasileiros: o drible. Adiantando que essa habilidade de manobra é inseparável do futebol como grande arte. O drible resulta de uma sincronia da ginga de corpo com os pés. O driblador é um fingidor. Finge que vai perder ou dar a bola para o adversário e a recolhe no instante certo. Convém lembrar que, distintamente, a finta é o drible de corpo sem a bola. O drible e a finta vêm de um aprendizado ou de uma memória corporal.
POSICIONAL - O jogo posicional (que não significa engessamento de posições) exige repetição de movimentos, ocupação racional do espaços, força física e mental para execução do planejado. Adicione-se a isso, para o protagonismo, ocupar o campo de ataque, fazer pressão e errar pouco para não ser surpreendido. Para atingir esses objetivos no jogo, é preciso tempo de treinamento. O que, geralmente, é negado aos treinadores.
DANADO DE RUIM - Está claro que os jogos do estadual cearense se revestem de um baixo nível de qualidade. As razões.… Esqueçam. Os jogadores correm como nunca, lutam muito e erram demais. Apesar dos resultados ruins do Fortaleza, zebra mesmo nem no jogo do bicho.
FRASE. Como é possível ganhar todos os jogos e desagradar? Ora, basta olhar que times foram enfrente.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
5,1% ou 16,6%? O desemprego que o Brasil não quer enxergar - Por David Gertner.
O que fica fora da conta oficial e por que isso distorce o debate econômico.
O Brasil vive hoje um paradoxo estatístico. De um lado, o governo comemora uma taxa de desemprego de 5,1%, apresentada como prova inequívoca de sucesso econômico. De outro, a percepção social dominante é a de que o trabalho falta, os empregos são precários e milhões sobrevivem de bicos, auxílios ou desistiram simplesmente de procurar.
A pergunta incômoda é inevitável: o desemprego no Brasil é mesmo de 5,1% — ou estamos diante de uma taxa real próxima de 16,6%?
A diferença entre esses números não é retórica. É metodológica. E, sobretudo, política.
A taxa de desemprego divulgada pelo governo não é calculada sobre a população total, mas apenas sobre a chamada força de trabalho, que inclui exclusivamente duas categorias: pessoas ocupadas e pessoas que procuraram emprego ativamente nas últimas semanas. Quem não se encaixa nesses critérios simplesmente desaparece da estatística.
Hoje, os números aproximados são: cerca de 103 milhões de ocupados, cerca de 5,5 milhões de desocupados oficiais e uma força de trabalho de aproximadamente 108,5 milhões. Com esses dados, chega-se ao índice amplamente divulgado de 5,1% de desemprego.
Tecnicamente correto. Socialmente enganoso.
Ficam fora dessa conta cerca de 15 milhões de brasileiros classificados como subutilizados, desalentados ou inseridos em ocupações precárias, informais ou intermitentes. São pessoas que não têm trabalho estável, não contam com renda digna e dependem, muitas vezes, de auxílios governamentais ou bicos ocasionais para sobreviver. Ainda assim, não entram na estatística do desemprego. Na prática, são tratados como se o problema não existisse.
Se esses 15 milhões fossem considerados desempregados de fato, o cálculo mudaria radicalmente. Os desocupados reais saltariam para cerca de 20,5 milhões e a força de trabalho para aproximadamente 123,5 milhões. Ao aplicar a fórmula padrão, o resultado é claro: a taxa de desemprego subiria para algo em torno de 16,6%.
É importante deixar claro que este exercício não propõe substituir a taxa oficial, mas sim evidenciar o quanto a metodologia vigente subestima a dimensão real da exclusão do mercado de trabalho no Brasil.
Quando comparado a países de renda média semelhante, o contraste torna-se ainda mais evidente. Em economias como México ou Chile, a diferença entre desemprego oficial e subutilização tende a ser significativamente menor do que no Brasil, indicando mercados de trabalho menos excludentes e com maior capacidade de absorção produtiva. Aqui, o desemprego “cai” muitas vezes porque as pessoas saem da estatística, não porque entram no mercado formal.
O debate se torna ainda mais delicado diante de denúncias internas de funcionários do IBGE, outrora uma das instituições técnicas mais respeitadas do país. Relatos apontam para pressões políticas, mudanças metodológicas oportunistas e uma ênfase seletiva nos indicadores mais favoráveis ao governo. Nada disso invalida automaticamente os dados, mas corrói a confiança pública. Estatística oficial não pode servir para propaganda. Seu papel é iluminar a realidade — não maquiá-la.
O problema central não é técnico. É ético. Ao excluir milhões da conta, o governo pode comemorar números, mas não enfrenta o drama de quem trabalha sem direitos, vive de renda instável ou simplesmente perdeu a esperança de ser absorvido pelo mercado formal.
A taxa de 5,1% pode ser verdadeira dentro de um recorte específico. Mas a taxa de 16,6% está muito mais próxima da vida real brasileira. Ignorar isso não melhora a economia. Apenas melhora o discurso — e aprofunda a distância entre os números oficiais e a experiência cotidiana da população.
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Braveza - Por Dr. José Flavio Vieira.

O Coronel Gumercindo Braveza era um matozense da gema. Nascera por ali, há mais de 70 anos e defendia sua terra, se preciso fosse, de trabuco na mão. Também pudera! O velho Gumercindo carregava no peito a honra de fazer-se a quarta geração dos bravezas – fundadores da pequena vila. Parte do sitio onde o Coronel vivia – São Vicente de Matozinho - dera origem ao povoado, ainda nos meados do século XIX. Ali tomara posse de umas terras devolutas o primeiro Braveza que ainda ostentava o fraque e o bigodão, em um retrato na sala de visitas do casarão da fazenda. As terras do Coronel já não tinham a fertilidade de outrora. Aos canaviais antigos substituiu o capinzal, e o eito e a bagaceira agora estavam representados pelo gado que preenchia toda a paisagem da fazenda e rumina dentro do velho engenho, hoje de fogo morto. O Coronel, no entanto, mantinha o orgulho, a vaidade, e a empáfia de outrora. Longilínea como vareta de soca-soca vestia-se de palito de linho branco, chapéu Pinto Vilela e cromo alemão. Educado, profundamente cerimonioso, Gumercindo falava pausadamente, com um silencio quase teatral, entre uma frase e outra. Sua palavra, em geral, devia aceitar-se como definitiva, ele não engolia discordância: sabia ser ríspido e bravo quando necessário. Neguinho que fizesse munganga ou querequequé nas barbas do Coronel podia se preparar para mão de pilão no toutiço ou tiro de sal no mucumbu. O homem não tinha muito senso de humor: era sim-sim, não-não. Por outro lado, o velho não se apresentava muito festeiro não. Em tempos remotos, no verdor dos anos, gostara de um arrasta-pé e até fundara o primeiro bordel da cidade, na chamada Rua do Caneco Amassado. Uma necessidade, explicava, para conseguir manter os homens no final de semana em Matozinho. Senão escapavam todos, sorrateiramente, para as cidades vizinhas. As cãs, no entanto, lhe impingiram também, um pouco a contra gosto, as insalubridades da virtude. Agora, comparecia a Vila, apenas aos sábados, no dia da feira, para rever os amigos, resolver algumas pendências e comprar alguns piqualhos para o São Vicente. Permanecia na sua casa da Rua Cerbelon Braveza, até a missa do domingo, quando, à tardinha, retornava para a labuta do sitio. Dizia-se que o escritório do Coronel, na vila, estava montado no café de Dona Ridinaura. Ali, em geral, tomava o caldo de mocotó pela manha, almoçava um porco na rola e, muitas vezes, jantava um prato mais leve como mungunzá ou buchada. Aproveitava, também, para atualizar-se com as ultimas fofocas de Matozinho. Dona Rirri, como carinhosamente a chamavam, mantinha uma espécie de SNI naquelas brenhas. Ela especulava tudo, mantinha um exercito de fofoqueiros amestrados, descobria mofados, inventava verdadeiros dossiês contra desafetos e disseminava as noticias com uma velocidade invejável. O slogan da casa era: Quem com quem dona Rirri? Gumercindo, no entanto, mantinha-se impassível, não perguntava nada, ouvia tudo com a cara de quem não estava gostando, mal disfarçando a curiosidade. Brigava, freqüentemente, com Rirri, por outra razão, a velha tinha fama de careira e gostava de explorar: o preço dependia da cara de leso de cada cliente. Pois bem, um belo dia o velho Gumercindo caiu doente. Fumante de um escora carroça, desde os quinze anos, com dimensões de charuto cubano, começou a mostrar-se rouco, piorando do pigarro habitual. Enrabou as meizinhas do boticário Janjão, sem demora. A pedido de um filho botou-se para capital, e lá se constatou tratar-se de um câncer na laringe. Semana depois, Dona Rirri deu a noticia no café: Gumercindo sofrera uma operação muito grande para tirar um quisto canceroso da goela e agora estava quase sem falar.
Alguns meses depois, correu a nova na vila: Coronel Gumercindo voltara. Alguns amigos mais chegados foram visitá-lo, evitando, no entanto, falar na doença e entrar em detalhes sobre aquela voz metálica e aquele lenço branco no pescoço, que, ao que se dizia, cobria um buraquinho por onde, agora, o Coronel respirava. O velho estava um pouco abatido, mais brabo do que sempre e o povo evitava perguntar qualquer detalhe: menos por consideração e mais por medo da resposta.
No sábado, Gumercindo, por fim, rompendo as resistências, voltou ao escritório: o café da dona Rirri. Foi recebido com festa: a velha olhava para ele com uma curiosidade nunca vista. Aparentemente medindo o tempo de sobrevida que o Coronel teria depois daquela operação. Rirri estava num pé e noutro para perguntar detalhes, esforçando-se para entender aquela voz de Pato Donald que saia do pescoço do Coronel. Mas cadê coragem? Se o homem já era mais grosso do que apito de navio quando estava bom, imagine agora acossado por uma doença deste tamanho! Rirri serviu o porco na rola do Coronel e ficou rodeando o homem como um mestre salas, esperando uma deixa, um mote, para entrar em detalhes sobre o quisto canceroso. O Velho manteve na maior cara de pau, o tempo todo serio que só boi mijando. Dona Rirri debulhou o mundo de fofocas acumuladas durante sua ausência, mas Gumercindo ouviu tudo calado, sem dar muita bola. No fundo, sabia que qualquer comentário abriria margem para perguntas pessoais que alimentariam os comentários do café, nas próximas semanas. Terminado o almoço, rápido pediu a conta e se escandalizou com o preço da dolorosa. Forçou a voz carvenosa que parecia sair de dentro de um barril e sapecou: Vinte e cinco reais! Tá ficando doida Rirri, que exploração é esta? Duas vezes mais caro do que na capital. Isso é um roubo, um assalto, um comunismo! Ridinaura, finalmente, teve o mote que esperava: Mas Coronel, tudo tá na maior carestia. Tudo subiu! A carne subiu! O arroz subiu! O sal subiu! O feijão subiu! A farinha subiu! O café subiu! Por falar nisso, o que é este buraquinho que o senhor tem aí no gogó? O Coronel disparou o trabuco:
É o cu, Dona Rirri! O cu! Tudo num subiu? Pois o cu subiu também e agora ta aqui no pescoço!
Dr. Jose Flavio.
INQUIETAÇÕES - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
A gente escreve para, entre outras coisas, tirar as pixilingas da cabeça. Ou seria por obrigação?
Não é para dizer tudo que a humanidade precisa saber. Imagina.
Empilhamos palavras e frases e esbarramos na angústia do cotidiano e na conformação em sobreviver. Como se sobreviver bastasse.
Por que se repete a ladainha "os tempos estão difíceis?" Quando foi que os tempos não foram difíceis?
As pessoas, quase sempre, viveram em conflitos. A filha da empregada acaba de fugir com o palhaço de um circo da periferia e a bronca está no Mundo. A menina é "de menor".
Parece que o estado natural do homem é de viver sempre em conflito.
Nos "tempos difíceis" atuais, tem a ditadura da mesmice, da imbecilização, mistura de cinismo e vulgaridade.
Uma dose do individualismo generalizado dá para mostrar que o contigente comprometido com a alegria é muito pequeno.
Se os poderes têm liberdade para usurpar outros poderes, diga-se que os lobos vão acabar com a família dos cordeiros.
Por que tanta coisa fora do eixo para consumir nossa beleza? Hein?
E nisso que dá, quando a gente escreve se metendo com a realidade.
Corremos o risco de perder a pista do que procuramos
Bem feito.
A Centelha -- por J.Flávio Vieira
Crato, 28/12/2019
sábado, 31 de janeiro de 2026
DUAS LUAS - Por Xico Bizerra
Estava reparando o céu e avistei mais de uma lua. A de São Jorge estava lá, com dragão e tudo. A outra, vazia de santos e animais, clareava tanto quanto aquela. Tempos apocalípticos -- por Paulo Brossard
Tenho para mim tratar-se de um equívoco, pois desde a adoção da República o Estado é laico e a separação entre Igreja e Estado não é novidade da Constituição de 1988, data de 7 de janeiro de 1890, Decreto 119-A, da lavra do ministro Rui Barbosa, que, de longa data, se batia pela liberdade dos cultos. Desde então, sem solução de continuidade, todas as Constituições, inclusive as bastardas, têm reiterado o princípio hoje centenário, o que não impediu que o histórico defensor da liberdade dos cultos e da separação entre Igreja e Estado sustentasse que “a nossa lei constitucional não é antirreligiosa, nem irreligiosa”.
É hora de voltar ao assunto. Disse há pouco que estava a ocorrer um engano. A meu juízo, os crucifixos existentes nas salas de julgamento do Tribunal lá não se encontram em reverência a uma das pessoas da Santíssima Trindade, segundo a teologia cristã, mas a alguém que foi acusado, processado, julgado, condenado e executado, enfim justiçado até sua crucificação, com ofensa às regras legais históricas, e, por fim, ainda vítima de pusilanimidade de Pilatos, que tendo consciência da inocência do perseguido, preferiu lavar as mãos, e com isso passar à História.
Em todas as salas onde existe a figura de Cristo, é sempre como o injustiçado que aparece, e nunca em outra postura, fosse nas bodas de Caná, entre os sacerdotes no templo, ou com seus discípulos na ceia que Leonardo Da Vinci imortalizou. No seu artigo “O justo e a justiça política”, publicado na Sexta-feira Santa de 1899, Rui Barbosa salienta que “por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz”… e, adiante, “não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados”. Em todas as fases do processo, ocorreu sempre a preterição das formalidades legais. Em outras palavras, o processo, do início ao fim, infringiu o que em linguagem atual se denomina o devido processo legal. O crucifixo está nos tribunais não porque Jesus fosse uma divindade, mas porque foi vítima da maior das falsidades de justiça pervertida.
Não é tudo. Pilatos ficou na história como o protótipo do juiz covarde. É deste modo que, há mais de cem anos, Rui concluiu seu artigo, “como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz covarde”.
Faz mais de 60 anos que frequento o Tribunal gaúcho, dele recebi a distinção de fazer-me uma vez seu advogado perante o STF, e em seu seio encontrei juízes notáveis. Um deles chamava-se Isaac Soibelman Melzer. Não era cristão e, ao que sei, o crucifixo não o impediu de ser o modelar juiz que foi e que me apraz lembrar em homenagem à sua memória. Outrossim, não sei se a retirada do crucifixo vai melhorar o quilate de algum dos menos bons.
Por derradeiro, confesso que me surpreende a circunstância de ter sido uma ONG de lésbicas que tenha obtido a escarninha medida em causa. A propósito, alguém lembrou se a mesma entidade não iria propor a retirada de “Deus” do preâmbulo da Constituição nem a demolição do Cristo que domina os céus do Rio de Janeiro durante os dias e todas as noites.
Paulo Brossard, ex-senador da República, ex-ministro da Justiça, Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
O PASSADO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Há quem ache uma bobagem contemplar o passado.
Como se não lançássemos mão do passado para explicar o presente.
De vez em quando, vemos a vida pelo retrovisor. Não há nenhum mal nisso.
É saudável lembrar pessoas e lugares que nos fizeram felizes.
Chegamos mesmo a enxergar sorrisos e ouvir risadas dos "melhores momentos" da vida.
Nesse mundo dominado pela pressa, Alceu de Amoroso Lima definiu: "Passado não é o que passou. É o que ficou".
Uma grande sacada.
terça-feira, 27 de janeiro de 2026
Princesa Isabel: redentora ou santa? -- por Dom Antônio Augusto Dias Duarte (*)
Foi por isso que a princesa Isabel mereceu a mais suma distinção da Igreja Católica, a Rosa de Ouro, conferida pelo Papa Leão XIII, em 28 de setembro de 1888, um prêmio que é análogo ao atual Prêmio Nobel da Paz, e até hoje foi a única personalidade brasileira a receber essa comenda, guardada no Museu de Arte Sacra do Rio de Janeiro.
(*) Dom Antônio Augusto Dias Duarte
Bispo auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro – RJ
DEPOIMENTO DE RITA LEE - Recomendo a leitura.
Rita Lee.
Pão Diario - Postagem do Pedrinho Sanharol.
A água da vida está à disposição para reanimar quem quiser recebê-la.
Enviada por Rogeany Santana.
Versador - Por Jose de Moraes Brito.
Que desta dor de ouvido estou farto
Dizem que é terrível a dor do infarto.
Que é imsuportavel a tal bursite.
A maior dor que existe é a pulpite...
Dizem alguns que é a dor do parto,
Mas que esta dor apenas dói 1/4
Da cólica renal, da meningite.
São estas tais as dores mais temidas
Que atormentam tanto nossas vidas
Tornando nossa paz um pesadelo
Mas a uma dor não cabe analgesia
Nem bolsa d'água quente ou fria
É a chamada "Dor de cotovelo".




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