De exercício físico a teatro social, o futebol é arte, inclusão e gigante indústria do entretenimento. Uma máquina de fazer dinheiro.
Como espetáculo, o futebol necessita dos grandes artistas da bola para emoldurá-lo.
Duvidamos que o futebol fosse tão arrebatador de grandes plateias caso não tivesse as estrelas como Pelé, Garrincha, Didi, Zizinho Leônidas, Romário, Ronaldinho, Ronaldo Nazário, Di Stéfano, Messi, Maradona, Puskas, Beckenbauer, Cruyff, Cristiano Ronaldo, Zidane, Zico, Gerson e Neymar.
Vivemos uma sociedade do espetáculo. A Copa do Mundo é o maior do esporte no Planeta.
É nesse contexto que entra toda narrativa em torno da convocação de Neymar para a Seleção Brasileira.
É curioso que a nossa seleção, como xodó do povo brasileiro, pentacampeã do Mundo, rompa, em muitos momentos, os seus vínculos com o torcedor.
Por maus resultados, clubismo, enfado com a cartolagem, entre outras razões.
Diríamos que, entre vários fatores, principalmente promocionais e financeiros de uma Copa do Mundo,
o verdadeiro circo montado em torno do retorno de Neymar à canarinha teve tudo a ver com o esforço para se ter de volta o apoio da massa torcedora.
Se vai dar certo, nunca se sabe.
Tomara que sim.





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