domingo, 12 de julho de 2026

Direita é alvo de quase todas as iniciativas da PF, PGR e STF contra políticos - Claudio Humberto.

Desde a posse de Lula (PT), em 2023, impressionam ações e operações da Polícia Federal e Procuradoria Geral da República, do governo, com o Supremo Tribunal Federal, contra políticos de direita. 

Levantamento de julho de 2025 já indicava que 83% das ações contra deputados federais miravam a direita. Das 61 ações no STF contra deputados, 51 tinham políticos de direita como réus e apenas 5 esquerdistas. Isso se agravou no ano eleitoral de 2026, mas ainda não há um levantamento confiável que traduza isso em números.

Uma raridade

Ações contra a esquerda, como a recente Operação Compliance Zero contra o senador Jaques Wagner (PT-BA), são pontuais e excepcionais.

Seletividade

O padrão numérico revela uma seletividade que enfraquece o pluralismo e sugere uso político das instituições contra adversários do governo.

Esmagamento

No STF, condenações e medidas como prisões, restrições de contato e de redes e inelegibilidades recaem esmagadoramente sobre a oposição.

Alvo preferencial

Há um ano, o PL era alvo em 64% dos casos e a PF deflagrou diversas operações e dezenas de fases. Só a Lesa Pátria teve 29 fases até 2024.

sábado, 11 de julho de 2026

Saudações franciscanas, paz e bem - Antônio Alves de Morais.

É muito gratificante sentir que ao término de um dia conseguimos manter o equilíbrio nas ações das quais participamos. Fazer um levantamento e descobrir um saldo positivo. Não discutimos, não agredimos, mesmo com palavras, não criticamos, não fomos egoístas, não ficamos zangados por coisa nenhuma, não forçamos nenhuma situação, fisionomia alegre o tempo todo, enfim foi um dia muito proveitoso.

Quando isso acontece pode ter certeza o seu prestígio no alto aumentou, houve sorrisos de aprovação.

As pessoas que estiveram em contato conosco sentiram-se felizes e essa felicidade rende dividendos para nossa alma, reforça a nossa esperança de uma aproximação maior com Deus.
Se analisarmos com bastante carinho vamos chegar à conclusão que não é nada difícil conseguirmos realizar essa atitude, basta uma correção no nosso modo de agir, na nossa maneira de encarar o mundo naquele espaço que nos pertence.

Conheci uma pessoa que mesmo tendo um fardo pesado para carregar, ”esposa na cadeira de rodas” vivia com fisionomia alegre olhando a todos com benevolência como se todos fossem superiores a ele.

Cheguei um dia a perguntar-lhe: O senhor parece uma pessoa feliz! Ao que ele respondeu: Parece não! Eu sou um homem feliz. Só o fato de pertencer à obra criada por Deus como sendo teu irmão, irmão de todos independente de raça, credo ou preferências já é motivo suficiente para me considerar feliz.

Essa resposta calou fundo no meu ser e me deu grande alento para enfrentar as vicissitudes da vida.

Clinica São Raimundo - Cuidando da saúde de Várzea-Alegre.

Clínica São Raimundo - Cuidando da saúde de Várzea-Alegre.


Dr. Menezes Filho e Dra Ana Micaely.


Dra Ana Micaely e Flora.

Dra Ana Micaely e Izaac


Dra Ana Micaely e Izaac


Dra Ana Micaely e Izaac.

Meus amigos - Wilton Bezerra, comentarista generalista.


Não foi apenas dentro de campo que as coisas funcionaram mal para o Brasil na Copa de 2026.

Na comunicação esportiva, a situação foi mais difícil ainda.

Quanta incompetência junta. Microfones e câmeras castigados por todo tipo de disparates.

Diagnósticos e teorias ultrapassadas no cardápio diário.

Comparações risíveis, para não dizer outra coisa. 

Chegou-se a formular como grande solução para o futebol brasileiro a extinção dos campeonatos por pontos corridos.

"Esse critério norteia apenas uma disputa contábil. A solução é o mata-mata", alardeou-se.

É preciso dizer mais alguma coisa ?

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Dr. Fracisco Alves Pereira - Antônio Alves de Morais

 


Dr. Francisco Alves Pereira – CRM 20.975 – é médico formado pela Universidade Federal do Ceará, 1970. Em 1971 fez residência médica em Anestesiologia na Maternidade de Campinas e Clínica Pierro.

De 1972 a 1981 foi Professor Assistente do departamento de Anestesiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Neste mesmo período, atuou concomitantemente no tratamento da dor crônica oncológica e não oncológica em pacientes internados neste hospital.

De 1977 a 1981 atuou também como Anestesiologista no Hospital Municipal de Campinas, “Dr. Mario Gatti”, atendendo simultaneamente os pacientes com dor crônica internados neste hospital.

De 1981 a 2006 exerceu a atividade de Anestesiologia no Hospital Samaritano de Campinas.

Realizou diversos cursos na área do tratamento da dor. Em 2005 iniciou o estágio no Ambulatório de Tratamento de dor crônica da Faculdade de Medicina da Unicamp, com duração de 1 ano.

A partir de 2006 resolveu se dedicar exclusivamente a atividade de tratamento da dor crônica, em consultório, em regime ambulatorial. 

Dr. Francisco Alves Pereira é um cratense vitorioso, um ilustre filho da terra de Barbara de Alencar que fundou a "Clínica de Dor Dr. Francisco Alves Pereira" em Campinas - São Paulo e presta relevantes serviços a comunidade regional no tratamento da dor crônica oncológica e não oncológica.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

O QUE É PRECISO PARA JOGAR FUTEBOL - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Você precisa educar o corpo para jogar futebol, desde cedo. Aprender a cabecear sem fechar os olhos e para baixo. Chutar com o peito, de trivela, de chapa e de bico. Estufar o peito quando receber a bola e esvaziá-lo na hora que a redonda encostar. Matar a bola na coxa e conduzi-la com a cabeça erguida. "No futebol, matar a bola é um ato de amor". Armando Nogueira. 

Bater com a esquerda e adquirir repertório de dribles. Ter bom preparo fisico e treinar, ensaiar. Está enganado quem achar que Pelé era apenas improvisação. O rei ensaiava jogadas que ia realizar. É por aí. 

VIDA DE TREINADOR - Quando o treinador recebe um elenco de baixo nível,  seu trabalho já fica comprometido. Assim, fica mais dificil assumir a responsabilidade pelo ofício de quem está em campo. Aí, vem a cobrança covarde: "Treinador ganha bem pra isso, ele que se vire". 

Da boca pra fora, é fácil dizer que "é preciso tempo e estrutura". Só que ninguém garante isso e tudo bem. Segue o drama. Ser treinador é, também, pagar pelo erro dos outros. 

Visão deturpada - Antônio Alves de Morais.


Abrahan Lincoln:

"Não se pode fortalecer o fraco enfraquecendo o forte. Não se pode trazer prosperidade desencorajando a iniciativa. Não se pode ajudar o recebedor de salario prejudicando o pagador de salario". 

O europeu, o americano do norte, o japonez e outras nacionalidades civilizadas e desenvolvidas do mundo quando  se vê  um  concidadão bem sucedido  decide : Vou  tomar como exemplo,  vou me esmerar para  ser um igual.

Já o brasileiro, quando  vê alguém economicamente  acima dele  decide : vou  fazer tudo para destruí-lo e  deixá-lo igual a mim.

A personificação - Antônio Alves de Morais.


O tempo é a matéria prima da vida. O passado não pode ser esquecido, más não devemos fazer dele o futuro. Vejo pessoas de boa condição sócio econômica no passado, cangando goma e contando vantagens, hoje em dia, por conta daquela condição que teve e já não a tem. 

Vejo também, aqueles que tiveram uma infância  bonita, humilde e simples, e, hoje, as custas de trabalho honesto e honrado tem dinheiro para comprar a nossa cidade, continuarem  simples, humildes e bons amigos.

Portanto nas rodopiadas que o mundo dá tudo vemos. A personificação da formação humana costuma resistir ao tempo. 

Aquele que transgride a regra está exposto a grande ruína. Quem busca a vida cômoda e menos austera sempre estará em angustia, porque uma ou outra coisa sempre lhe desagrada.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

*NORUEGA PASSOU O REMO NO BRASIL* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Os primeiros dez minutos de jogo não poderiam ser mais efervenscentes.

Um gol anulado (por impedimento) da Noruega e um pênalti desperdiçado pelo Brasil.

A partir de então, a Noruega  cadenciou o jogo e tirou, para o resto da partida, a pretendida aceleração do Brasil.

Sim, pintaram algumas oportunidades de gol para a seleção brasileira. 

Mas, é verdade, também, que  a Noruega modelou o jogo da forma que quis.

Lembrar que, depois de trombar com Gabriel Magalhães, Halland serviu a Odegard em condições de abrir a contagem.

Como na segunda fase, a Noruega continuou inabalável na ação de amornar o jogo, Ancelotti acionou o botão de emergência.

Colocou Endrick, no lugar de Matheus Cunha, aos 12 minutos. Um minuto depois, Endrick perdeu, cara a cara com Nyland, a chance de abrir a contagem. O passe foi de Vini Jr.

A Noruega, então, passou a colocar o nariz de fora. Aos 23, Halland chegou atrasado, debaixo da trave de Alisson.

Aos 22 minutos, o botão de emergência de Ancelotti foi novamente acionado para fazer entrar Neymar.

Aos 34 minutos, Halland sobe mais que Gabriel Magalhães e pega um cruzamento para fazer 1x0.

Se, aos 40 minutos, o zagueiro da Noruega quase marca contra (a bola tocou na trave), quatro minutos depois Halland selou a sorte do Brasil e faz 2 x 0.

O pênalti, convertido por Neymar, nada alterou. Fora de hora.

Certo é que a seleção de Ancelotti não ousou subir suas linhas e acelerar o ritmo de jogo.

As jogadas de ruptura pelos lados, com Vini Jr. e Rayan, não funcionaram. 

A Noruega gostou da posse da bola, valorizou essa posse e, às vezes, até caminhou em campo no segundo tempo.

Com duas fortes remadas, Halland mandou o Brasil de volta para casa. Não passou 10 segundos com a bola o jogo todo.

domingo, 5 de julho de 2026

Quando existia talento e humildade - Antonio Alves de Morais

 

Uma fotografia em preto e branco registrada em Poços de Caldas - MG guarda um momento raro da história do futebol brasileiro: jogadores da Seleção Brasileira aguardando o trem antes da viagem para a Copa do Mundo de 1958, na Suécia.

Na imagem, os atletas aparecem sentados em um banco simples, vestidos de forma casual e sem o aparato de segurança, marketing e luxo que hoje cerca as grandes estrelas do esporte. 

Da esquerda para a direita estão: Nilton Santos, Dino Sani, Gilmar, Bellini, Garrincha, Moacir, Dida, Joel, Mazzola, Zagalo e Pelé.

Uma cena impossível hoje.

A legenda que acompanha a foto resume bem o sentimento de nostalgia: “Difícil imaginar os ‘estrelas’ de hoje numa situação como essa. Mas é uma bela recordação.

De fato, a cena chama atenção pela simplicidade. Em 1958, muitos jogadores ainda levavam uma vida próxima da realidade do torcedor comum. Viagens de trem, hospedagens modestas e pouca exposição midiática faziam parte da rotina da seleção.

Hoje, as equipes nacionais viajam em aviões fretados, cercadas por assessores, patrocinadores e forte esquema de segurança. O contraste evidencia não apenas a evolução do futebol profissional, mas também a transformação dos atletas em celebridades globais.

Mais do que uma foto. A imagem de Poços de Caldas vale como documento histórico. Ela mostra jogadores que se tornariam lendas em um instante de normalidade: conversando, esperando o trem e vivendo a rotina de uma época muito diferente da atual.

Num futebol cada vez mais marcado por cifras milionárias e superexposição, a fotografia lembra que algumas das maiores glórias brasileiras nasceram em ambientes simples, longe dos holofotes.

O FUTEBOL EM NOSSA VIDA - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

O futebol é a mais forte lembrança da infância que permanece no adulto.

Os primeiros chutes nas pedras, nas latas, nas tampas de garrafas que encontramos pelo caminho.

Depois, na bola de meia, nas ordinárias bolas de borracha até chegar no luxo da bola de de couro.

Jogava-se quase o dia inteiro no piso das ruas, nas calçadas, e nos campinhos de terra.

Os rachas não tinham tempo de duração determinado. Podia ser o "três gols, vira" e, "mais tres gols", termina".

Educava--se o corpo, para jogar, na marra. Criava-se memorial corporal.

Misto de baile e combate o futebol continua encantador.

sábado, 4 de julho de 2026

Ela não tinha preço - Nilo Sergio Viana Bezerra.

 

Em um tempo em que reputações são negociadas como mercadorias, a jornalista Malu Gaspar emerge como um raro contraponto de integridade. Segundo relatos recentes, sua trajetória pessoal e profissional resistiu tanto às tentativas de destruição quanto às ofertas de cooptação.

O caso expõe os métodos clássicos usados contra jornalistas incômodos: primeiro, vasculha-se a vida em busca de fragilidades. Depois, busca-se um ponto de pressão. Quando nada funciona, resta a solução mais antiga do poder: comprar o silêncio.

O que surpreendeu os envolvidos foi justamente a ausência do que esperavam encontrar. Não havia dívidas escandalosas, esqueletos escondidos, irregularidades financeiras ou um padrão de vida incompatível com a renda declarada. Detalhes aparentemente banais, como um bom score no Serasa, CNH sem multas e um carro simples, causaram espanto. O que deveria ser a regra para qualquer profissional séria tornou-se, para alguns, quase uma anomalia.

Ainda mais reveladora foi a reação à proposta: R$ 1,5 milhão à vista mais um salário mensal de R$ 120 mil. Malu Gaspar não hesitou. Não se vendeu. Não negociou sua credibilidade.

Esse episódio transcende a história de uma única repórter. Ele ilustra o valor da independência em uma profissão constantemente sitiada por interesses políticos, econômicos e pessoais. Revela também como se tornou rara a noção de caráter em ambientes onde muitos partem do princípio de que “todo mundo tem um preço”.

Malu Gaspar representa, hoje, algo maior que uma colunista: a jornalista que incomoda porque apura sem medo; a profissional que constrange porque não se intimida; a figura pública perigosa exatamente por não oferecer flancos fáceis à chantagem, à vaidade ou à ganância.

Em tempos de profunda desconfiança nas instituições, exemplos como esse importam. Não porque jornalistas precisem ser perfeitos, mas porque a credibilidade da imprensa se constrói, em grande medida, sobre a coragem individual de quem recusa atalhos, favores e pactos silenciosos.

A tentativa de destruir uma pessoa íntegra diz muito mais sobre quem ataca do que sobre quem é atacado. E a disposição para comprar quem não está à venda expõe o desespero de quem só entende o mundo pela lógica da corrupção.

Nem tudo está perdido!

sexta-feira, 3 de julho de 2026

*O TEMPO PASSOU...* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Quando a gente  acompanhava a passagem do tempo pelas folhinhas do Calendário do Coração de Jesus, achávamos que a idade da maturidade demoraria a chegar.

Mas, aí, o surgimento dos cabelos brancos passaram a marcar, também, a marcha arbitrária do tempo.

O que fazer? Ora, agradecer pelo milagre de estar vivo, e reconhecer que valeu à pena.

Ganhamos, entre outras coisas boas, experiência, embora nem precisemos mais tanto dela.

Não ficamos velhos, apenas chegamos na tarde da vida. #chegamos.