sexta-feira, 21 de agosto de 2026

MISTURAÇÃO - Wilton Bezerra, comentartista generalista.

 


A REALEZA DE PELÉ - Diante de um craque como Pelé, testemunhamos um gênio humano mais fácil de compreender do que, digamos, Picasso, Einstein, Miguel Ângelo, Dante e Da Vinci. Em uma de suas magistrais crônicas, Nelson Rodrigues afirmou que Pelé podia cumprimentar qualquer um desses, com íntima efusão: "Como vai, colega?". 

BANDIDO BRASILEIRO VESTE MAL - O bandido está em alta no Brasil a ponto de ser cobrado quanto a sua deselegância no vestir. Pois é. Um articulista de grande jornal, fascinado por cinema, recuou até os filmes de gangsteres americanos dos anos 1920, para dizer que os bandidos brasileiros se vestem mal. Afirma ele que os nossos delinquentes são mais ricos que os bandidos americanos do começo do século passado. Entanto, se vestem como pés de chinelos. Faltava essa para glamourizar a bandidagem verde-amarelo. 

MUITO CEDO PARA ONAIREVES - Ex-presidente da Federação Paranaense de Futebol e ex- deputado federal cassado por falta de decoro em 1999, Onaireves Moura tirou até um tempo atrás das grades. O seu maior "momento cultural" se deu numa declaração a respeito do aniversário de 200 anos da revolução francesa. Instado pelo repórter sobre os efeitos dos 200 anos do acontecimento, afirmou: "É muito cedo ainda para avaliar esses efeitos". Demais. 

A FRASE - “A preocupação das autoridades deve ser com os fatos e não com diplomas.” W

Sete dicas de São João Bosco aos pais e professores para orientar as crianças no caminho da virtude - Antônio Morais.


01 - A punição deve ser o último recurso. Muitas vezes é fácil perder a paciência e ameaçar uma criança em vez de educá-la. Até São Paulo tinha essa tentação: ele se lamentava de como alguns convertidos à fé retornavam facilmente aos hábitos inveterados; no Sete dicas de São João Bosco aos pais e professores para orientar as crianças no caminho da virtude -  Antônio Morais. entanto, suportava esses desafios com paciência tão zelosa quanto admirável. Este é o tipo de paciência de que precisamos ao lidar com os mais jovens.

02 - O educador tem que se esforçar para ser amado pelos alunos caso deseje obter o seu respeito. O amor se mostra nas palavras e, mais ainda, nas ações, com todos os cuidados direcionados ao bem-estar espiritual e temporal dos alunos.

03 - Exceto em casos raríssimos, correções e punições não devem ser dadas em público. Somente casos graves de prevenção ou reparação de escândalos justificam correções ou punições públicas. Em todos os demais casos, deve-se preservar a privacidade. Afinal, trata-se de educar, não de humilhar.

04 - Violência? Castigos físicos? Devem ser absolutamente evitados. Em vez de educar, eles machucam não só fisicamente – além de rebaixarem a reputação e a respeitabilidade do suposto educador.

05 - As regras de disciplina, bem como as suas respectivas recompensas e punições, devem ficar bem claras para o educando, de modo que ele não possa alegar que não sabia. Em outras palavras, as crianças precisam de limites claros. Ninguém se sente seguro se estiver voando às cegas.

06 - Seja exigente nas questões de dever, firme na busca do bem, corajoso na prevenção do mal, mas sempre gentil e prudente. A impaciência expande o descontentamento até entre os melhores. A caridade triunfa onde a severidade encontra o fracasso. A caridade é a cura, embora possa parecer (e ser) lenta. Daí a necessidade, de novo e sempre, de paciência, paciência e paciência.

Não se trata de ser frouxo, leniente, conivente. Já foi dito que é preciso estabelecer regras e limites claros. A paciência não consiste em tolerar a indisciplina, mas em educar na disciplina com respeito, apesar da tentação de explodir e partir para os gritos, castigos e até para punições físicas.

07 - Para ser verdadeiros pais e mestres, não devemos permitir que a sombra da raiva escureça o nosso semblante. A serenidade deve brilhar em nossas mentes e nossa fronte, dispersando as nuvens da impaciência. O autocontrole deve governar todo o nosso ser: mente, coração, lábios, mãos… Se alguém está errado, esse alguém precisa de ajuda e acompanhamento.

Fundamental para acompanhar todos esses conselhos: A humilde oração a Deus é imprescindível e fará uma diferença notável, que edificará e iluminará!

Seu Elói - Antonio Alves de Morais

A história da radiofonia do Crato passa por Eloi Teles de Morais. Com os seus programas "Coisas do meu Sertão e Forró da casa grande" através das Rádios Educadora e Araripe levou diversão e muita alegria às multidões.

No dia 10 de Dezembro de 1971 Monsenhor Raimundo Augusto de Araújo Lima celebrou o meu casamento. Passei a residi na rua Major Evangelista Gonçalves no Pimenta, em Crato.

Vizinho de Elói Teles de Morais. Ele diretor artístico da Rádio Araripe do Crato, a pioneira. Elói era uma pessoa gentil, educação esmerada, tratava as pessoas com lhanesa e irradiava alegria e felicidades. 

Nossas conversas eram muito agradáveis. Ele tinha um jeito só dele de fazer as publicidades dos seus programas.

Nada gravado, tudo improvisado. Um dia ele me contou uma história que eu nunca esqueci.

Elói me falou que precisava ir ao Juazeiro do Norte comprar uma ferramenta que não encontrava em Crato, no mesmo horário que tinha que está na rádio apresentando o programa "Coisas do meu sertão". 

Fez a abertura, mandou colocar o disco com a música "Triste Partida", pegou a Brasília e chispou para o Juazeiro. 

Quando voltou ainda tinha gente subindo no caminhão.

Elói Teles era um gênio da graça e do humor.

Coisas do Sr. Pedro Felicio Cavalcante - Por Jose Ronald Brito

Foto - Pedro Felício Cavalcante.

Quando o Coronel Adauto Bezerra assumiu o governo do Ceará em 1976, não ficou pregando aos quatro cantos as dívidas herdadas. Se os administradores que entregam o poder, sempre deixam, o Estado devendo, roubando ou não! Aqueles que os sucedem ficam só falando em pagar dividas, passam os quatro anos e não fazem nada.
Apesar das diferenças políticas, mas reconhecendo a respeitabilidade de um adversário político, o Cel Adauto solicitou o comparecimento do Sr. Pedro Felício, prefeito eleito do Crato a Fortaleza para uma audiência.
Á época eu trabalhava no gabinete do governador e quando o Sr. Pedro Felício chegou logo me reconheceu, pois eu morei grande parte da minha vida adolescência na casa de tio Vicente Bezerra, que foi a vida toda funcionário do Banco do político, o Caixeiral do Crato.
Acompanhei o Sr. Pedro até o governador, o assunto eu já sabia! O governador como político experiente já sabia das dificuldades que os novos gestores dos municípios iriam encontrar, então mandou o Banco do Estado do Ceará, criar uma linha de credito a juros módicos e pagável em dez anos.
Quando o Sr. Pedro Felício saiu da audiência, eu perguntei:
E aí Sr. Pedro, deu tudo certo?
E ele:
Com o Adauto sim, mas com o Banco não! Eu não vou fazer dividas para os outros pagarem.

Por que votarei, sempre, contra o candidato petista - Percival Puggina


Ao contrário do que o título deste artigo pode sugerir, não faço restrição a tudo que não seja de direita. Numa democracia, havendo esquerda, é natural que exista direita e vice-versa. Minha severa restrição se volta à esquerda representada pelo grupo político governante no Brasil, polarizado pelo PT e aos seus reflexos na conduta tantas vezes casuísta e imoderada da cúpula do Poder Judiciário.

Tenho escrito e reiterado em programas de rádio e TV que essa esquerda, ruinosamente, ataca preciosos bens não materiais, espirituais e os conceitos mais relevantes que integram patrimônio intangível de ampla maioria da sociedade brasileira. Mesmo assim, parcela minoritária, mas expressiva, ainda não percebe ou considera irrelevante a destruição provocada por tais ideias e práticas no convívio social, político e econômico.

Em tal contexto, o “politicamente correto” é, simplesmente, um artifício que usa os meios culturais para implementar, sob pressão, as pautas do partido. Este texto pretende fazer uma síntese dos alvos políticos, econômicos, espirituais e culturais na mira da supostamente revolucionária esquerda nacional. A saber:

Deus. Sim, Deus se tornou alvo. A esquerda brasileira não aceita um Deus divergente do partido e uma lei moral que reprove condutas do Estado.

Pátria. Sim, também o amor à Pátria, porque o patriotismo é uma expressão visível do bem comum que é material, de contorno geográfico, mas não exclui o ensino e a experiência dos que vieram antes; por isso, inclui a tradição, a História e a sabedoria herdada – a “democracia dos mortos”, nas belas palavras de Chesterton.

Família. Sim, a instituição familiar é alvo dessa esquerda porque sintetiza a transmissão de princípios e valores que ela combate nas salas de aula e nos demais meios culturais. A família é considerada um agente patriarcal, contrarrevolucionário.

Liberdade. Esse precioso atributo da natureza humana raramente é mencionado pela militância esquerdista, que faz incidir contra ela todo poder que controla, quando tal lhe convém. Por isso a vimos, ano após ano, contida pelo Congresso Nacional, empenhada em controlar a mídia e regular os meios de comunicação; por isso a vimos mudar de alvo, conquistando apoio da mesma mídia quando surgiram as redes sociais.

Vida. O desapreço esquerdista ao valor da vida se manifesta de modo mais nítido quando o alvo é a vida intrauterina em qualquer de suas formas, mesmo na hora do parto. O combate a tão grave direito natural, se reflete nos conceitos sobre o valor do ser humano e no respeito à dignidade alheia.

Dignidade da pessoa humana. Sim, a esquerda não dá resposta satisfatória ao fundamento dessa dignidade. Fora das estreitas fronteiras delimitadas pelos conceitos de “companheiro” e “camarada”, ela simplesmente não sabe o que é isso.

Propriedade. A relação da esquerda com o direito de propriedade envolve duas situações. Numa, seus adeptos privilegiam os bens próprios e cuidam e ampliá-los; noutra, têm por alvo os bens alheios, estimulando invasões, severas tributações e restrições ao uso.

Bondade, beleza, justiça e verdade. Sob controle da esquerda, construções exitosas de uma civilização, com reflexo na cultura e tradição, precisam ser destruídas para parto de uma nova sociedade que, onde ensaiada, fracassou em todas as suas dimensões. Aprenda sobre isso observando o que acontece nas universidades.

Para essa esquerda, nenhum poder ou influência pode sobreviver fora do Estado ou do partido. Estou plenamente convicto da posição que aqui defendo.

quinta-feira, 20 de agosto de 2026

O romantismo desapareceu - Antonio Alves de Morais



O romantismo se perdeu na profunda vala do esquecimento, existe talvez adormecido  naqueles que tiveram a oportunidade de viver  a época da jovem guarda. Uma pequena amostra.

Jerry Adriane canta : Ès meu amor e tem feitiço teus olhos - Que coisa mais linda, quantas saudades.

Grande abraço.

Fartura - Antonio Alves de Morais

Se avexe não meu cumpade, deixe de afregelo minha cumade! Apesar dessa falta de chuva toda que atingiu os nordestinos, São Jose se lembrou de nós. A chuva chegou. O saldo será favorável, depois nós descontamos.  

Quando alaga as várzeas de Várzea-Alegre o feijão fulora, o arroz também, o milho pendoa, a melancieira vinga e, tudo indica que teremos um São João dos bons. Tenho noticias gratas que o Dominguinhos está reagindo. Deus salve o nosso  sanfoneiro maior.

A fava verde para fazer baião de dois com queijo está garantida, o milho da canjica, da pamonha também, jerimum como diabo, macaxeira, batata, maxixe, quiabo pra danar, a animação da fogueira vai ser grande. 

Cachaça é o que não vai faltar.  E, para que você vá se animando aí está um vídeo bem ao estilo do nosso São João. Veja como se dança no nordeste, olhe esta danada de vestido branco, dança que parece um beija-flor peneirando no ar.


quarta-feira, 19 de agosto de 2026

19 DE AGOSTO - DIA DO HISTORIADOR - ANTONIO ALVES DE MORAIS

 

Quando nascemos abrimos os olhos para o mundo, dentro de um ambiente que se nos vai tornando familiar, à proporção que os anos passam e à medida que nós vamos integrando nele.

Tudo em torno de nós começa, aos poucos, a fazer parte da nossa própria vida até que, toma aspecto comum, sem que disso nós vamos dando conta.

A vida decorre placidamente, entremeada apenas por ligeiros encrespamentos, quando o próprio acervo do teatro em que nos movimentamos, desperta, e sai da sua casa quase letargia.

 Nossa imaginação se perde em fantasiar uma vida mais ativa, mais cheia de imprevistos que nos proporcione algo mais palpável, para satisfazer os nossos anseios.

O tempo passa, os primeiros arroubos são amortecidos e aí, então, acontece o que não esperávamos. Basta que distanciemos da paisagem amiga que nos acolheu e abrigou para que comecemos a sentir nostalgia e darmos vida a aquilo que, às vezes, passava despercebido.

Longe começamos a rever, na imaginação, nos mínimos detalhes, aquele todo que nos pareceu tão igual, invariável e quase insignificante.

Sentimos algo se movimentar dentro de nós, uma sensação esquisita, agradável e benéfica que faz com que nos transportemos, pelo espaço ilimitado, e nos façamos presente ao tempo longínquo.

Assim é que sem sabermos por que, aquelas pequenas coisas que nada significavam outrora, atuam em nosso espírito e despertam sentimentos que não supúnhamos fossem capazes de existir.

Passamos a viver com a sombra das imagens de tudo que deixamos para trás, e a dar vida e movimento ao que, até então, estava inanimado. Veem-se recordações do tempo de nossa infância em que, livres e despreocupados, percorríamos alegres as veredas do incógnito para atingimos uma meta até certo ponto imaginária.

Chegamos à quadra da nossa juventude quando os sonhos e as ilusões preenchiam totalmente aquela existência descuidada. Entramos então na realidade presente e vemos que todos esses pensamentos, que povoam o nosso cérebro cansado, são resultantes da saudade que nos atinge.

Começamos a nos interessar por informações que constam do nosso banco de dados, algumas delas contemporâneas, vividas e outras repassadas em conversas com pessoas que já não se encontram em nosso meio.

Na ausência de registros oficiais, essas informações verbais vão surgindo, pouco a pouco, e muitas vezes bem ao gosto das conveniências e dos interesses de cada época e cada povo, tornando-se reais para as gerações futuras.

L E A L D A D E - Antônio Alves de Morais.



"Enquanto a soberba é o atrevimento dos homens maus, a lealdade é a virtude dos homens bons. Lealdade é o sentimento que abre portas da vida e coração.

A vida é um projeto que sozinho é uma ilha. É uma obra inacabada. A criatura é um ser social e necessita viver em gregário, porém, há muitos conflitos entre humanos.

A lealdade surge como milagre nos atributos sociais, curando feridas, suavizando desavenças, adocicando amarguras de corações amargurados.

Quem é leal, é afável e doce com os amigos, a família e o núcleo social.
A lealdade alimenta tudo o que existe de melhor no ser humano.

O homem leal se redime após reconhecer o próprio erro. A lealdade é capaz de perceber seus limites e imperfeições!
Compreende que as ilusões das aparências é a esterilidade das virtudes.

Lealdade é virtude inquestionável e de grande valor pra evolução humana.
Lealdade é sinônimo de verdade, pois ser leal é, antes de tudo, verdadeiro. Lealdade é um atributo do caráter que enriquece qualquer relação humana.

Lealdade é acima de tudo uma busca pra novos caminhos, pra exauri as rotas obsoletas".

SOB A ÉGIDE DAS PROPINAS - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Antecessor de João Havelange, sir Stanley Rous não recebia nem salário pelo cargo que ocupou como presidente da FIFA, entre 1961 e 1972.

À frente da entidade, o brasileiro João Havelange mudou tudo. Ampliou a Copa do Mundo e a tornou uma máquina de fazer dinheiro, aumentando os valores dos direitos de transmissão do torneio.

Foi um tempo em que o "propinoduto" fez maletas de dinheiro vivo voarem entre Zurique (sede da Fifa) e Rio de Janeiro.

Lembramos até de uma tenebrosa transação em forma de "mimo para uma criança".

Sandro Rosel (ex-presidente do Barcelona) enviou R$ 8,12 milhões para a filha de dez anos de Ricardo Teixeira.

Além de ex-genro de Havelange, Teixeira era membro do Comitê Executivo da FIFA.

Tempos muito "esquisitos".

Ora... 

terça-feira, 18 de agosto de 2026

22 de Junho de 1937, fundação do Rotary Club do Crato - Antonio Alves de Morais.

Sentados da esquerda para direita : Dr. Miguel Lima Verde, Dr. Otacilio Macedo, Dr. Irineu Pinheiro, Dr. Antonio de Alencar Araripe, Dr. Antonio Macario de Brito, Dr. Décio Teles Cartaxo, José Eurico Ribeiro da Silva.

Em pé da esquerda para direita : Dr. Ivan Ramos, Perentino Maia, Plinio Cavalcante, Hélio, visitate originario de Juiz de Fora - Minas Gerais, José Barbosa, Cândido Monteiro e Dr. Jefferson Alburquerque. 

O Rotary Club do Crato foi fundado em 22 de Junho de 1937, foi Registrado em Rotary Internacional sob o número 7810 em 15 de Agosto do mesmo ano. 

A sua Carta Constitutiva foi entregue em 18 de Fevereiro de 1938, por uma caravana de Rotarianos do Rotary Club de Fortaleza, composta dos seguintes membros: Carlos Ribeiro Governador do Distrito 72, na época o único distrito existente no Brasil; Thomaz Pompeu de Sousa Brasil, Abnedago Rocha Lima, Edgar Dutra Nunes, Germano Ponte, Alberto Craveiro, José Thomé de Sabóia, Raimundo Girão e José Pompeu de Sousa Brasil.

O seu primeiro quadro de sócios foi assim constituído: Irineu Nogueira Pinheiro Presidente, Ivan Ramos, Pergentino Maia, Plínio Cavalcante, Hélio José Barbosa, Cândido Monteiro, Jefferson Albuquerque, (Jefferson foi Governador do então Distrito 26 no período de 1940 a 1941, hoje Distrito 4490 a que o clube do Crato pertence), Miguel Lima Verde, Otacílio Macêdo, Antônio de Alencar Araripe, Antônio Macário de Brito, Décio Teles Cartaxo, José Eurico Ribeiro da Silva, João Batista de Siqueira, Ernani Silva, Elmar Silva, Álvaro Esmeraldo e Álvaro Garrido.

José Gonçalves Bezerra, Zezito e a esposa Toinha Bezerra - Antonio Alves de Morais

Eu peço permissão para contar uma historinha do Zezito, o homem mais humano, bom e amigo que se ouviu falar naqueles tempos. 

Um varzealegrense que não revelo o nome nem sob tortura chegou em São Bernardo num período de safra ruim para emprego. Depois de certo tempo estava devendo a pensão que ocupava e se desesperou. Procurou Zezito e contou sua historia. 

Zezito lhe perguntou, o que  você deseja que eu faça por você?  Eu quero que você me empreste uma quantia para eu pagar umas pendências e voltar para Várzea-Alegre. De lá eu te mando. 

Informado a importância Zezito entregou o numerário. Quando o rapaz chegou na pensão estava a convocação para um emprego que havia agendado. Um mês depois recebendo o primeiro ordenado procurou Zezito para pagar a dívida. 

Zezito falou : Você já está podendo pagar? Já resolveu seu problema? Eu pensava que você tinha retornado a nossa terra? O nosso sertanejo quitou a divida monetária, agradeceu, ficou devendo o obséquio, a consideração e a gratidão. 

Hoje, conta esta história bonita, solidária, humana que honra o nosso inesquecível José Gonçalves Bezerra, Zezito.

FURIOSOS & DESCONTROLADOS - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 


O clima no futebol do Brasil anda pesadão. Pode ser apenas uma sensação de nossa parte (olha a Míriam Leitão aí).

Sinceramente, não lembro de um período em que torcedores estiveram tão furiosos e descontrolados com seus times, como agora.

Em alguns casos, nas campanhas que pedem a cabeça de treinadores, jogadores e dirigentes, a civilidade vai para o vinagre. 

Vôte!