RUTH MOREIRA ruthmoreira@uol.com.br
Blog do Antonio Alves de Morais
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026
Estou com vergonha do Brasil - Postagem Pedrinho Sanharol.
RUTH MOREIRA ruthmoreira@uol.com.br
O professor e o poeta - Pedrinho Sanharol.
O professor e palestrante Régis Furtado, uma vez veio ao Crato-Ceará, para proceder uma palestra no Crato Tênis Clube. O hotel onde o professor hospedou-se indicou uma senhorita para que antes da palestra guiasse o professor para mostrar um pouco da cidade.
A cicerone mostrou os pontos turístico e históricos da cidade e quando passavam na famosa feira do Crato, a garota avistou o poeta Patativa vendendo seus livros em uma banquinha.
A garota apontou para o poeta e falou: Olhe professor, aquele é o Patativa do Assaré.
Então, vamos até lá que eu quero conhecer pessoalmente o grande poeta.
Chegando na banca a moça fez as devidas apresentações e o professor começou a folhear o livro “ Cante lá que eu canto cá. “ Depois de uma rápida olhada ele disse que ia ficar com o livro e foi tratando de pagar.
Quando Patativa passou o troco disse : Professor. Eu tenho outros livros.
O professor pegou mais dois livros dizendo que ia levar, mas quando olhou para o relógio, falou para a sua guia : Minha filha, nós estamos atrazados para a palestra.
Colocou os livros na pasta e saiu esquecendo de pagar os dois últimos.
Quando chegaram no clube o professor abriu a pasta para tirar o material do trabalho, viu os livros e lembrou-se que não tinha pago. Chamou a garota e entregou uma cédula dizendo: Minha filha, na minha pressa eu esqueci de pagar os outros dois livros.
Vá lá, pague os livros e peça as minhas desculpas ao poeta.
A cicerone foi até a feira fez o pagamento e transmitiu as desculpas do Professor Régis Furtado.
Patativa quando já estava com o dinheiro no bolso, recitou essa pequena quadra:
Eu tava desconfiado
Daquela conversa curta
O Régis não é Furtado
É ele mesmo quem furta
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Diante do TSE omisso, juízes do Carnaval punem escola paga para fazer propaganda de Lula - Diario do Poder.
Boneco de Lula arrastado na Marquês de Sapucaí: símbolo de um vexame histórico.
Enquanto magistrados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os membros do Tribunal de Contas da União (TCU) ignoraram e autorizaram, por omissão, a propaganda eleitoral de Lula no desfile da escola Acadêmicos de Niterói bajulando o pré-candidato à reeleição Lula (PT) em pleno ano eleitoral, coube aos juízes do Carnaval do Rio tomar providências, batendo o martelo para rebaixar a escola que fez o pior desfile do ano.
Papagaiada
A escola faturou alto, mas teve problemas na dispersão, alegorias ruins e presas na saída e até atrapalhou o andamento de outras escolas.
Foi no mérito
Foi muito apertada a distância entre as escolas, separadas por décimos na pontuação, mas a escola de Lula, não: ficou a 3 pontos da penúltima.
Executivo gostou
Um dia após a apresentação, o Palácio do Planalto defendeu o desfile e lembrou que nem TSE, nem TCU viram problemas. Não quiseram ver.
Sidônio na mira
Além de pagar mico pela presepada, Lula ainda corre o risco de ver sua candidatura anulada na Justiça. Deve ir atrás do autor da ideia de jerico.
Quem diria - Por Sérgio Moro.
Quem diria que isso poderia acontecer no governo Lula?
O retorno de Lula à presidência e o desmantelamento da Lava Jato por manobras processuais, a moral e a ética no país.
O Brasil fica em 107% em indice que mede a corrupção no Mundo,
MITO E ÍCONE - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Um antigão foi quem falou: o mito concede à adulteração da verdade.
Já o ícone é a expressão da verdade.
Pense em duas palavras gastas e banalizadas.
Todo rabo de cabra se considera uma coisa ou outra.
A cena política desse país, na área do populismo, é pródiga no uso dessas classificações.
Logo na política, vejam só.
Com as quase imperceptíveis exceções, pouquíssimos são merecedores desse tratamento na história.
Luis Fernando Veríssimo, em crônica sobre religião, diz o seguinte numa passagem:
“Com o tempo, a realidade vira mito. Com o tempo, o mito vira realidade. Dando-se um pouco mais de tempo ao tempo, a verdade aparecerá”.
Demais, não?
Para Fernando Pessoa, “o mito é o nada que é tudo”.
Não sei bem porque estou falando essas coisas, se o assunto que imaginei focalizar é outro.
Me lembrei, já nos descontos. É uma abordagem sobre os canalhas. Ou melhor, as raras vitórias sobre eles.
Por serem raras, merecem uma comemoração, como nas vitórias de virada no futebol.
Se Nelson Rodrigues estivesse vivo, teria dificuldades em escolher o maior canalha do país.
O Palhares, que personificava em sua obra essa qualificação, seria hoje integrante do time de juvenis da canalhice.
Para dar sentido a essa conversa, devo afirmar: como habitamos um país onde as leis “não pegam” e a vergonha também não, os canalhas, com apoio dos idiotas, perderam a modéstia.
Se consideram, nos seus delírios, míticos ou icônicos. Inatingíveis. E com direito a acompanhamento quase religioso.
De modo que as vitórias contra os canalhas precisam ser ampliadas.
A lista de espera desses ladravazes para julgamento aumenta de 15 em 15 minutos.
Urgência nisso, antes que prosperem as jogadas de vitimização.
Até greve de fome, que é uma atitude dos bravos, já foi usada com o sentido de causar consternação por parte de político desqualificado.
Memória mística é o cacete, como diria o jornalista Ancelmo Gois.
(Sobre a ilustração: na mitologia romana, Veritas, que significa verdade, era a deusa ou demônio da verdade e sinceridade. Na mitologia grega, Veritas era conhecida como Aletheia)
Transparência Internacional - Por Willian Waack.
A transparência internacional sustenta em uma das suas principais conclusõis sobre a corrupção no Brasil, o crime organizado no estado brasileiro, nesse contexto são citados : contrato de alto valor firmado com a familia do Supremo, conflito de interreses, interesses indevidos e a investigação do master.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
O lapis - Postagem do Pedrinho Sanharol.
Finalmente, a quinta qualidade: "Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".
DIGRESSÕES - NA POLE POSITION - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
No campeonato mundial de homicídios nosso País defende as primeiras posições. Pátria amada, Brasil! Embora o natural seja evoluir, a gente anda para trás nesse lance. Vivemos para conspirar contra o que muitos julgam destino.
SEM NOÇÃO - No futebol brasileiro, é preciso acabar com o raciocínio tosco de que "somos pentacampeões do Mundo”, que nós é quem temos de ensinar". O tempo passou e tem gente sem entender que existem duas coisas que vivem mudando: o Mundo e o futebol. Se liga, absorto.
QUANDO O JOGO É RUIM - Intensidade baixa, lenta circulação de bola e vagarosas transições. Tem muito jogo assim. Principalmente, quando se coloca um calendário em que as competições se misturam. Por mais que um jogador tenha qualidade, é preciso tempo para treinar. Nem tudo é só improviso.
PENSANDO BEM.... "Para se viver no Brasil, é preciso recusar o trágico em favor do humor".
terça-feira, 17 de fevereiro de 2026
Os Bezerra de Menezes, a saga de uma família aristocrática -- por Armando Lopes Rafael
Brasão da família Bezerra
O jornalista e escritor Carlos de Laet, em artigo publicado no “Jornal do Brasil”, do Rio de Janeiro, edição de 15 de novembro de 1914 escreveu: “Há uma nobreza do sertão (cearense) que estuda e sabe a sua genealogia. A família Bezerra é nobre, em todo o rigor da acepção. (...) Sei que a “democracia” desdenha estas cousas: – e o mais curioso é que, ridicularizando questões genealógicas, no tocante à raça humana, cuidadosamente registra as procedências ancestrais dos cavalos de corrida. Supinas congruências democráticas!”.
Tinha razão Carlos de Laet. Já os historiadores Daniel Walker e Renato Casimiro escreveram o livro “A Família Bezerra de Menezes – Fundação e Desenvolvimento de Juazeiro do Norte” (ABC Editora, 2011– 319 páginas) onde conta a saga desse clã aristocrático, oriundo da península Ibérica, e que se transportou para o Brasil no início da nossa colonização. Alguns membros desse clã chegaram ao Cariri cearense e aqui fizeram história, iniciada com a figura emblemática do seu mais expressivo representante, o Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro, o primeiro “General Honorário” do Brasil, título que lhe foi dado pelo Imperador Pedro I.
Plínio Corrêa de Oliveira definiu muito bem o papel dessas famílias rurais nos albores do Brasil: “A Coroa portuguesa, movida pelo desejo de estimular o plantio da cana-de-açúcar – e assim consolidar a colonização e o povoamento do território, como também auferir ganhos econômicos – concedeu aos plantadores, que tivessem nas suas terras os engenhos apropriados para a produção do açúcar, algumas prerrogativas da antiga nobreza. Estes plantadores – "Senhores de Engenho" – vieram a constituir uma classe aristocrática, uma nobreza de fato.
Descendentes do Brigadeiro Leandro, os filhos do casal José Bezerra de Menezes e Maria Amélia – que viveu em Juazeiro no século passado – ocuparam todos os cargos políticos da República, à exceção apenas da Presidência e Vice-Presidência do Brasil. Senão vejamos: Alacoque Bezerra foi Senadora; Adauto, Humberto e Orlando (cumpriram mandatos de Deputados Federais); Adauto Bezerra foi, ainda, Governador e Vice-Governador do Ceará; Também Humberto foi Vice-Governador do Estado; Orlando e Adauto foram ainda deputados estaduais; Humberto e Orlando foram Prefeitos de Juazeiro e Leandro foi vereador nessa cidade.
Ditadura socialista no Brasil, velho projeto do PT -- (excertos de artigo de Humberto Mendonça, publicado no jornal "O Estado", 13-02-2026)
Em 1990, Lula, Fidel Castro e outros líderes socialistas criaram o “Foro de São Paulo”, cujo objetivo era (e continua sendo) possibilitar partidos socialistas, movimentos sociais e organizações de esquerda da América Latina e Caribe para a tomada do poder. Doze anos antes da primeira eleição de Lula/PT (ocorrida em 2002) o “Foro de são Paulo” já havia planejado os (des)caminhos dos governos do PT no Brasil. Um dos mentores desse ambicioso projeto foi José Dirceu (que será candidato a deputado federal este ano) considerado o “gênio do mal” na difusão das ações da esquerda no continente americano.
Para a chegada ao poder, Lula e o PT contaram com o apoio de várias correntes políticas e formadoras de opinião, a exemplo dos professores e alunos das universidades públicas (estas começaram a ser infiltradas ainda no regime militar); com a simpatia da velha mídia (ainda hoje recebendo muito dinheiro a título de publicidades do Governo Federal); de uma ala da Igreja Católica abrigada sob a “Teologia da Libertação”. “Católicos ingênuos”, diga-se de passagem, pois o clero e os fiéis são as primeiras vítimas quando os regimes comunistas são implantados. Assim aconteceu em Cuba, Nicarágua, Venezuela, dentre outros. Existem até denúncias de que países socialistas – ligados ao narcotráfico internacional – deram uma “mãozinha”, mas nunca se abriram investigações para apurar se isso era verdade...
Esses foram os pilares que contribuíram para a ascensão do PT ao poder no Brasil. O que foi feito a partir de 2002, com exceção dos 4 anos do Governo Jair Bolsonaro. Além da corrupção, o projeto petista ocupou-se da destruição da família e de instituições sérias como as Forças Armadas. Piorando as falidas políticas da Segurança, Educação e Saúde Públicas. Trazendo o desgaste do Poder Judiciário junto à população. Parece até que as nossas Forças Armadas capitularam também diante desse projeto da esquerda. Nunca mais se falou da grandeza e da tradição de Caxias, que continua sendo um exemplo de patriotismo e coragem para o Brasil. Na minha modesta opinião, a crise no Poder Judiciário é a mais grave de todas.
E o que dizer da “crise política”? Neste 2026 ela é caracterizada por uma tensão institucional e contínua, marcada por conflitos entre os três Poderes da República. O Presidente Lula está a cada dia mais enfraquecido. O Congresso aumenta seu desgaste pela falta de credibilidade junto ao povo; o Supremo Tribunal Federal–STF busca o centro de todas as decisões, interferindo em áreas que não é da sua competência. Sem falar nas graves denúncias contra os ministros Toffoli e Alexandre de Morais, citados pela mídia como beneficiários do famigerado Banco Master. E 2026 é ano de eleições para presidente da república, governadores, senadores e deputados. Não esquecendo a frase dita por Dilma Rousseff (que sofreu impeachment por incompetência): “Nós faremos o diabo pagar ganhar a eleições”. E bote “diabo” nisso...
Do “seriado “(infindável) Coisas da “Ré Pública” nº 4: o “governo” de Lula e o PIX
Em termos de República, sobretudo de corruptas como a nossa, sempre há o que piorar. Muitas vezes oferecendo inovação e progresso “irrecusáveis”, lá vem escondido o veneno que vai matando aos poucos nossa liberdade. Um bom exemplo é o PIX.
Muitos o consideram um facilitador e agilizador de negócios. Entretanto, mal aplicado, converte-se em mais um artificio para os governos controlarem a vida financeira das pessoas, pois toda e qualquer movimentação bancária passa imediatamente pelo Banco Central.
E como tudo pode piorar, a ameaça agora é um tal de DREX, moeda digital monitorada pelo Banco Central que praticamente vai eliminar o uso do dinheiro físico. O controle estatal da economia será completo, 24 horas por dia, com técnicos fiscalizando quando e onde gastamos nosso dinheiro. Mesmo nos menores e mais distantes municípios do Brasil haverá a "DREXinização", caso contrário o cidadão será considerado um "pária" republicano...
(Fonte: boletim “Herdeiros do Porvir”, n° 78)
Lula foi vaiado e ouviu refrão ‘seu lugar é na prisão’ - Diario do puder.
Desfile bancado com verbas públicas bajulou Lula e atacou adversários.
Lula (PT) foi vaiado na Marquês de Sapucaí, neste domingo (15), durante o desfile de uma escola de samba que, patrocinada com dinheiro público, bajulou o petista e escondeu todos os escândalos de corrupção que marcaram sua trajeria. E ainda teve de ouvir o refr”Lula, ladrão, seu lugar é na prisão.
Agentes federais barraram o acesso de foliões vestidos com camisa verdade e amarela, alegando que traziam estampadas críticas a Lula, em mais uma demonstração da fragilidade dos preceitos constitucionais de liberdade de expressão.
O governo e a prefeitura do Rio chegaram a montar um esquema para abafar eventuais vaias, aumentando o volume do som ambiente até o máxima, mas se ouviu gritos de apoio de militantes do PT convocados para fazer número na plateia, o petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro na Lava Jato, cumprindo mais de quinhentos dias de prisão em regime fechado, teve de ouvir também gritos de “Lula ladrão, seu lugar é na prisão”.
FALSOS REFÚGIOS DA POLÍTICA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Neste país, vivemos a era dos extremos, onde tudo vira um Fla X Flu, do jeito que a freguesia gosta.
Partidos existem, às pencas e muitos deles não têm o tamanho da torcida do Bonsucesso, mas topam “negociar”.
As polarizações são cegas e surdas e a desgastada dicotomia - esquerda e direita – resiste, para fazer a cabeça dos “manés”.
Além dos rótulos espremendo, a gente chega fácil à essência: aglomerados de gente ruim com gente de pouco valor, sobrando um pouco para gente “mais ou menos”.
O que não falta é o campeonato de certezas, na guerra de opiniões, através das redes sociais e plataformas de aluguel.
Nunca, em momento algum dos trópicos, se viu tanta gente insensata e grosseira.
Os "pronunciamentos" são pautados (só pode) com o auxilio de muletas feitas de erva e cachaça, tais os despautérios.
Só que o pessoal tem que “respeitar a puliça”, quando criticar as “autoridades”, pois o crime de opinião está valendo no regulamento do certame.
As rosas estão murchando, o que é doce está ficando amargo, a noite é uma criança, mas pode ficar mais escura.
A média móvel da imbecilidade aumentou e não há possibilidade de controle.
Quem já vem tirando proveito desse cenário é o populista, essa praga, muitas vezes, pior do que o bicudo para o algodão.
O populista, independente das falsas bandeiras onde se refugia, não é a salvação da lavoura, como se anuncia.
É igual a um carcará: sai voando e cantando, quando vê roça queimada.
Populismo é abraço de afogado, que leva a todos para o fundo do poço, ainda que esse poço não tenha fundo.
Abram os olhos!
É tempo para arruaceiros.













