Blog do Antonio Alves de Morais
terça-feira, 24 de março de 2026
O politico Roberto Requião - Por Paloma Amado.
Brasil - Monarquia e republica - Por Antonio Morais.
Foram 50 postagens intercalando uma da monarquia e uma da república. A proposta é definir qual regime de governo representa os bons costumes, a moral, honradez, decência e honestidade.
Leia as postagens e avalie e compare.
50 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.
A indiferença com sistema por parte tanto do imperador quanto de sua filha permitiram que a descontente minoria republicana, formada principalmente por oficiais militares insubordinados e fazendeiros insatisfeitos com as medidas abolicionistas, ficasse audaciosa e de olho no centro do poder governamental.
A abolição total da escravidão em maio de 1888 foi o golpe fatal para o Império do Brasil, a elite econômica e política do país, totalmente dependente da mão de obra cativa, debandou em peso para as facções republicanas e militares. O ano de 1889 seria decisivo.
Em 15 de novembro de 1889, o já conhecido golpe de Estado que instaurou a república destronou D. Pedro, seu governo e seu regime. O exílio e o posterior banimento foram uma humilhação desnecessária e uma afronta a sua dignidade. Ele aguentou estoicamente.
Pedro pode ser considerado um caso raríssimo de um chefe de estado que foi derrubado apesar de ser amado pela maioria esmagadora de seu povo, da admiração e aclamação internacional, de ter sido um instrumento fundamental em avançar grandes reformas sócio-econômicas de cunho liberal, de supervisionar durante um reinado de quase seis décadas uma época de incrível prosperidade e influência, e de ser considerado um governante altamente bem sucedido.
A revolução republicana que substituiu o império levou a mais de um século de ditaduras e instabilidade política.
Ciro Gomes lidera disputa no CE e venceria Elmano, aponta Datafolha - Diario do Poder.
Pesquisa indica vantagem no 1º e 2º turno; sem Ciro, Elmano lidera.
Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (23) mostra o ex-governador Ciro Gomes na liderança em um eventual primeiro turno no Ceará, com 47% das intenções de voto, à frente do governador Elmano de Freitas, que soma 32%.
No mesmo cenário, Eduardo Girão aparece com 5%, enquanto Jarir Pereira e Zé Batista têm 2% cada. Branco, nulo ou nenhum somam 10%, e 2% não souberam responder.
Em um segundo cenário, sem a presença de Ciro Gomes, Elmano lidera com 42%, seguido por Roberto Cláudio, que registra 20%. Girão aparece com 14%, Jarir Pereira com 4% e Zé Batista com 2%. Branco, nulo ou nenhum somam 14%, e 4% estão indecisos.
A pesquisa também simulou cenários de segundo turno.
Em uma disputa direta, Ciro Gomes teria 56% contra 37% de Elmano. Já em um confronto entre Elmano e Roberto Cláudio, o atual governador aparece com 52%, ante 36% do ex-prefeito. O levantamento ouviu 816 pessoas entre os dias 16 e 18 de março. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
49 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.
Cansado do reinado e sofrendo de doenças frequentes, o imperador retirou-se cada vez mais dos negócios do governo, frequentemente comportando-se como um espectador.
Ele aboliu vários rituais relacionados com a Casa Imperial, como por exemplo o beija-mão em 1872 e a Guarda dos Arqueiros em 1877, "a guarda palaciana que trajava uniformes multicoloridos e portava alabardas". O Paço Imperial, onde o governo se reunia, foi praticamente abandonado assim como o Paço de São Cristóvão, agora desprovido de cortesãos.
O diplomata austríaco, barão Joseph Alexander Hübner resumiu a situação em 1882: “ Encontro o Palácio de São Cristóvão como sempre. É o castelo encantado dos contos de fada. Uma sentinela à porta e fora disso nem viva alma. Erro só pelos corredores que circundam o pátio. Não encontro ninguém, mas ouço o tilintar dos garfos num quarto ao lado onde o Imperador janta só com a Imperatriz sem o seu séquito, que se compõe de uma dama e de um camareiro.”
A pompa e os ritos foram descartados. Isso fez com que Pedro fosse visto como "um grande cidadão" na imaginação popular, porém ao mesmo tempo sua imagem como monarca, como um símbolo vivo e figura de autoridade, foi diminuída. A sociedade dava grande importância aos cerimoniais e costumes, mas o imperador descartou muito do simbolismo e aura que o sistema imperial possuía.
Mendonça manda Alcolumbre prorrogar CPMI do INSS - O Antagonista.
Ministro atendeu a um pedido do presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito; prazo do colegiado vai até 28 de março
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta segunda-feira, 23, que o presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), faça a leitura do requerimento de parlamentares para prorrogar o prazo de funcionamento da CPMI do INSS. Atualmente, esse prazo vai até 28 de março.
“Considero, em sede cautelar, inconstitucional, por ofensiva ao direito subjetivo da minoria parlamentar, a omissão deliberada da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso Nacional consistente em deixar de receber e de promover a leitura do pleito de prorrogação da ‘CPMI do INSS’, razão pela qual CONCEDO A LIMINAR”, diz o ministro.
48 - Era do Império, Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.
Em 1850, a morte prematura do Príncipe Pedro Afonso trouxe um golpe de realidade dura para seu pai, o Imperador D. Pedro II do Brasil.
Para um homem do século XIX, ou melhor, um monarca do século XIX, era difícil crer numa sucessora mulher. A perda dos dois filhos varões em um curto espaço de tempo, segundo seus biógrafos, resignou Pedro II acerca da continuidade de seu império após sua morte. O fim era inevitável para ele, tanto para sua vida, tanto para o regime o qual encabeçava. Ele amava as filhas, isso é inegável. Isabel, na condição de herdeira, recebeu toda a instrução e educação possível para a época, afim de se preparar para uma sucessão que jamais viria. Uma soberana, apesar de constitucionalmente permitida, era considerada inaceitável tanto para Pedro quanto para aqueles no poder. A questão foi ignorada durante décadas enquanto o país progredia e o imperador mantinha boa saúde.
Em 1864 estoura a Guerra do Paraguai. O maior conflito armado abaixo da linha do Equador naqueles anos, atrás apenas da Guerra da Secessão estadunidense. Em seus 58 anos de reinado, seria o apogeu de sua popularidade e também, o início de seu fim.
A guerra se mostrou longa demais, cara demais e sangrenta demais. A obsessão de Pedro II em liquidar Solano Lopez mesmo depois de dizimado o exército paraguaio e capturada Assunção, legou para ele uma imagem desgastada. A briga que teve com o Duque de Caxias em 1869 deixou claro tudo isso. O saldo do conflito foram mais de 50 mil soldados brasileiros mortos e os custos da guerra foram equivalentes a onze vezes a receita anual do governo. Ainda, surge nesse momento, pela primeira vez em nossa história, a figura do exército como parte ativa da vida pública e o gosto dos militares pela política e pelo poder. Em 1871 surgiria o primeiro partido republicano do Império, bastante insignificante, mas uma semente preocupante quando germinada no seio de uma monarquia.
A partir do final de 1880, cartas entre Pedro e a Condessa de Barral, sua amiga e confidente, revelam um homem que se tornara cansado do mundo e cada vez mais com uma visão alienada e pessimista.
A saúde do Imperador começou a piorar a partir de 1881, D. Pedro contava com apenas 56 anos mas seu envelhecimento era nítido. Ele estava cansado, doente e enfadado e gradualmente começou a se afastar dos assuntos públicos. Mesmo cansado de estar preso a um trono que duvidava que sobrevivesse após sua morte, ele perseverou por responsabilidade e também porque não parecia existir alternativa imediata. Porém, tanto Pedro quanto Isabel eram amados pelo povo, que apoiava o regime.
segunda-feira, 23 de março de 2026
FRASES SONORAS AOS NOSSOS OUVIDOS - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Já confessei ser apenas um ajuntador de frases nos escritos que cometo. Minhas e dos outros, acrescente-se. Como faz bem anotar o que disse o ministro André Mendonça: "O papel do bom juiz não é ser estrela.
É fazer o certo pelos motivos certos". Do jornalista William Waack: "Os indivíduos não são as instituições. As instituições funcionam de acordo com a lei". E para não deixar passar a oportunidade, uma sentença de nossa autoria: "Quem faz a guerra não morre nela, nem preza pela vida humana". Por boas frases, paga-se até tarifa, sem reclamar.
• NEGÓCIOS - Me perguntam o que é melhor negócio: abrir um partido político ou uma igreja. Ruim de negócio, fico sem condições de responder. Só sei dizer o seguinte: para se chegar ao poder, os dois negócios são essenciais.
• A MENTIRA E O IMBECIL - A mentira é muito cara aos imbecis, por dar-lhes a ilusão de deterem conhecimento. A palavra imbecil, na sua origem, designava "o que não se aguenta em pé". Por extensão, é aplicada aos tolos, cujas ideias não se sustentam. Que coisa.
• E AÍ? "Como pode uma pessoa cometer tanta falcatrua e continuar importante num País ?"
47 - Era do Império, - Por Equipe Dom Pedro II do Brasil.
Mendonça impôs PGR e PF na delação de Vorcaro - Diario do Poder.
Juristas têm destacado a solução do ministro do STF André Mendonça para concretizar a delação de Daniel Vorcaro, unindo pela primeira vez a Polícia Federal e o ministério público, por meio da Procuradoria-Geral da República (PGR), no mesmo acordo de colaboração.
Além de evitar eventuais questionamentos que poderiam levar a nulidades, segundo esses juristas, a medida “prende o rabo” da própria PGR, cujo titular Paulo Gonet foi criticado por não haver endossado a prisão de Vorcaro.
Desqualificou
Na ocasião, Gonet não considerou haver motivos robustos, tampouco urgência, para se manifestar pela prisão no prazo de 72 horas.
Havia urgência
O prazo fixado por Mendonça foi motivado pelo flagrante em que Vorcaro tramava com amigos agressões a um jornalista e uma ex-empregada.
Clube do uísque
Pegou mal, na ocasião, a notícia da presença de Gonet na degustação de R$3,3 milhões no “clube de uísque”, em Londres, paga por Vorcaro.
46 - Era do Império, por Equipe Dom Pedro II do Brasil.
Lula cada vez mais nervoso faz ministros reclamarem de tratamento grosseiro - Diario do Poder.
Ministros e auxiliares próximos a Lula se queixam do nervosismo do petista, agravado nas últimas duas semanas. O grupo relata reuniões tensas, descontrole e gritos de palavrões ouvidos fora do gabinete.
A irritação pirou após as pesquisas apontado a subida do adversário Flávio Bolsonaro (PL). Na última semana, ficou apoplético com o desgaste gerado pelo preço do diesel, apurado em tracking (pesquisa) diário.
Lula não entende o que se passa e culpa os “incompetentes” que o cercam.
Ele não entende
Ministros contam que até tentam explicar que casos como o aumento dos combustíveis, são questões multisetoriais, incluindo Estados... em vão.
Sem dividendos
Ele culpa a área de Comunicação por não haver garantido os dividendos eleitorais que imaginava com a suposta “isenção do Imposto de Renda”.
É o que importa
Lula vê contaminação eleitoral no caso do diesel e lembra do desgaste que pode virar uma eventual greve dos caminhoneiros.
O maior temor
O maior temor não é do fracasso do governo, mas da reeleição. Lula perde o prumo diante do risco de eventual derrota para Flávio Bolsonaro.













