terça-feira, 14 de julho de 2026

Ainda sobre meu pai, Rubens Gondim Lóssio - Por Delane Maria.

No ano de 1978, ele deixou a reitoria da Universidade Católica de Pernambuco e no final desse mesmo ano, casou com minha mãe. 

Mas, como todo sacerdote que por algum motivo deixa a batina, foi julgado. Minha mãe foi julgada. 

Muitas pessoas da família se afastaram, amigos.

Curiosidade: um tio meu deixou de falar com ele por anos por isso. 

Os dois livros que eu considero mais importantes são: Renúncia, que explica a renúncia dele do Crato e A serviço da palavra, que pelo que eu li, demonstra o sentimento dele a respeito das mudanças na Igreja.- não li todo ainda pois estou com pouco tempo. 

Quem tiver interesse em adquirir esses livros, entra em contato por mensagem, vou escanear.

Ainda temos força politica? - Postagem de Antonio Alves de Morais

Vejo com muito desencanto, alguns autores fazendo uma exaltação ao presente, como se estivéssemos no inicio de tudo e tentando abominar a memória e a historia desta promissora região do cariri. 
É necessário que revejam seus conceitos, precisam reconhecer as origens, especialmente das famílias, que com seu trabalho projetaram os municípios para o futuro. Vocês chegaram bem depois. Vivemos uma democracia e eu vou escrever um pouco do que conheço da historia desta querida região, menos como historiador e mais como observador para contestar com veemência esses relatos apresentados aos leitores. 
Para não dificultar o entendimento, vou dividir os últimos 60 anos em duas etapas: de 1950 a 1990 e de 1990 aos nossos dias. Pois bem, na primeira etapa a região era vibrante, progressista, comercio arrojado, fornecedor para grande parte do nordeste. 
Quando o Governo ia implantar um programa de incentivo ao desenvolvimento começava pelo cariri. Com um contingente eleitoral de um terço do de hoje tínhamos seis Deputados Estaduais na Assembléia Legislativa, com voz e poder de decisão. Presidente da Assembléia e depois até Governador do Estado. 

Seis Deputados Federais com um peso político enorme. A união dos políticos era disseminada ao povo e de mãos dadas todos faziam a defesa dos interesses da região sul do estado. 

Vamos agora ver um pouco de 1990 aos nossos dias. A região vê se amiudar o seu poder político. Quando o Governo decide implantar um sistema tributário para aumentar a sua arrecadação “arrocho fiscal” começa pelo Crajubar porque sabe que não tem quem a defenda. 
Com um contingente eleitoral, três ou quatro vezes maior, temos hoje dois Deputados Estaduais de favor na Assembléia Legislativa, um ocupa a vaga do titular licenciado para tratar da saúde e o outro porque o Governo requisitou alguns deputados eleitos para lhe auxiliar nas Secretarias e abriu a vaga. 
O Crato não tem um Deputado Estadual eleito. Os o único Federais que representam a região, foi eleito catando votos lugarejos a fora, pois dá pena as votações locais se levarmos em conta a proporcionalidade de votos diante do eleitorado total dos municípios.
Muitos haverão de dizer que a região hoje é dez ou mais vezes maior. É verdade, porem, comparando com o crescimento de outras nesse mesmo período a região apequenou. 
A desunião que já atinge também o povo é imensa, a ponto de não haver ambiente para reunir todas as lideranças no mesmo local, quem duvida que possa ocorrer um entrevero? Há muito se diz que a união faz a força. Este meu comentário tem uma finalidade: avaliar o grau de dissenso e consenso relacionado a este tema. 
Ficaria imensamente feliz se estivesse totalmente equivocado. Nesta foto estão as principais lideranças da região nos últimos 50 anos. 
Separem por epocas e comparem, sem paixão, umas com outras, e verão que devemos e precisamos respeitar o passado.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

As urnas acabam punindo quem ignora o limite para o ultraje - Augusto Nunes


Em 1970, o presidente Emilio Medici era ovacionado nos estádios por multidões sem queixas a fazer: a seleção triunfara no México, não faltavam empregos, a censura escondia a face escura. 
Os que tinham razão imaginaram que aquilo duraria eternamente. Muitos ficaram longe das urnas, muitos anularam o voto. O governo se apoderou de dois terços do Congresso.
Em 1974, a oposição conquistou 16 das 22 vagas em disputa no Senado. Vários vitoriosos se mostrariam bem piores que os derrotados, mas o recado foi dado: os brasileiros estavam insatisfeitos. Não votaram num candidato; votaram contra o governo. 
A direção dos ventos havia mudado. A História não aceita becos para sempre sem saída. Nenhum governante é popular todo o tempo. 
As urnas às vezes demoram para punir, mas punem. E nunca deixam de castigar quem esquece que há limites para tudo.
Foram longe demais os participantes da farsa encenada no Conselho de Ética para livrar José Sarney de punições. Só os suplentes não têm o que temer. São apenas vigaristas que ajudaram a financiar a campanha do titular. Mas quem olhar o candidato à reeleição Sérgio Cabral pode enxergar Paulo Duque. Quem recusar o cumprimento do candidato a governador Hélio Costa pode estar devolvendo os insultos despejados por Wellington Salgado.
Mais de um limite foi superado pelo espetáculo ultrajante. Boa parte da platéia ainda ignora que foi Lula quem o produziu.

SOBRE COPA, RATTIN E O CARTÃO VERMELHO - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

O jogador argentino Rattin, falecido na semana passada, recusou-se a sair de campo, depois de expulso.

Foi na Copa de 66, no jogo Argentina x Inglaterra, quando Rattin alegou que não entendeu o que disse o juiz alemão Rudolf Kreitlein (que não falava espanhol).

Depois de permanecer dez minutos em campo, após a expulsão, Rattin ainda sentou no tapete vermelho reservado à rainha.

Foi aí que a FIFA resolveu criar o cartão vermelho para indicar a expulsão.

BELA PAISAGEM

A Noruega entrou na Copa do Mundo de 2026 como uma paisagem. 

Jogou um futebol surpreendente, despachou o Brasil e o seu artilheiro Halland tornou-se uma sensação.

Saiu da competição mostrando que não pode mais ser olhada apenas como uma curiosidade.

A FRASE

"Para a história de um jogador, é mais importante ficar no coração das pessoas do que ganhar uma Copa do Mundo".

Platini. 

domingo, 12 de julho de 2026

Direita é alvo de quase todas as iniciativas da PF, PGR e STF contra políticos - Claudio Humberto.

Desde a posse de Lula (PT), em 2023, impressionam ações e operações da Polícia Federal e Procuradoria Geral da República, do governo, com o Supremo Tribunal Federal, contra políticos de direita. 

Levantamento de julho de 2025 já indicava que 83% das ações contra deputados federais miravam a direita. Das 61 ações no STF contra deputados, 51 tinham políticos de direita como réus e apenas 5 esquerdistas. Isso se agravou no ano eleitoral de 2026, mas ainda não há um levantamento confiável que traduza isso em números.

Uma raridade

Ações contra a esquerda, como a recente Operação Compliance Zero contra o senador Jaques Wagner (PT-BA), são pontuais e excepcionais.

Seletividade

O padrão numérico revela uma seletividade que enfraquece o pluralismo e sugere uso político das instituições contra adversários do governo.

Esmagamento

No STF, condenações e medidas como prisões, restrições de contato e de redes e inelegibilidades recaem esmagadoramente sobre a oposição.

Alvo preferencial

Há um ano, o PL era alvo em 64% dos casos e a PF deflagrou diversas operações e dezenas de fases. Só a Lesa Pátria teve 29 fases até 2024.

sábado, 11 de julho de 2026

Saudações franciscanas, paz e bem - Antônio Alves de Morais.

É muito gratificante sentir que ao término de um dia conseguimos manter o equilíbrio nas ações das quais participamos. Fazer um levantamento e descobrir um saldo positivo. Não discutimos, não agredimos, mesmo com palavras, não criticamos, não fomos egoístas, não ficamos zangados por coisa nenhuma, não forçamos nenhuma situação, fisionomia alegre o tempo todo, enfim foi um dia muito proveitoso.

Quando isso acontece pode ter certeza o seu prestígio no alto aumentou, houve sorrisos de aprovação.

As pessoas que estiveram em contato conosco sentiram-se felizes e essa felicidade rende dividendos para nossa alma, reforça a nossa esperança de uma aproximação maior com Deus.
Se analisarmos com bastante carinho vamos chegar à conclusão que não é nada difícil conseguirmos realizar essa atitude, basta uma correção no nosso modo de agir, na nossa maneira de encarar o mundo naquele espaço que nos pertence.

Conheci uma pessoa que mesmo tendo um fardo pesado para carregar, ”esposa na cadeira de rodas” vivia com fisionomia alegre olhando a todos com benevolência como se todos fossem superiores a ele.

Cheguei um dia a perguntar-lhe: O senhor parece uma pessoa feliz! Ao que ele respondeu: Parece não! Eu sou um homem feliz. Só o fato de pertencer à obra criada por Deus como sendo teu irmão, irmão de todos independente de raça, credo ou preferências já é motivo suficiente para me considerar feliz.

Essa resposta calou fundo no meu ser e me deu grande alento para enfrentar as vicissitudes da vida.

Clinica São Raimundo - Cuidando da saúde de Várzea-Alegre.

Clínica São Raimundo - Cuidando da saúde de Várzea-Alegre.


Dr. Menezes Filho e Dra Ana Micaely.


Dra Ana Micaely e Flora.

Dra Ana Micaely e Izaac


Dra Ana Micaely e Izaac


Dra Ana Micaely e Izaac.

Meus amigos - Wilton Bezerra, comentarista generalista.


Não foi apenas dentro de campo que as coisas funcionaram mal para o Brasil na Copa de 2026.

Na comunicação esportiva, a situação foi mais difícil ainda.

Quanta incompetência junta. Microfones e câmeras castigados por todo tipo de disparates.

Diagnósticos e teorias ultrapassadas no cardápio diário.

Comparações risíveis, para não dizer outra coisa. 

Chegou-se a formular como grande solução para o futebol brasileiro a extinção dos campeonatos por pontos corridos.

"Esse critério norteia apenas uma disputa contábil. A solução é o mata-mata", alardeou-se.

É preciso dizer mais alguma coisa ?

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Dr. Fracisco Alves Pereira - Antônio Alves de Morais

 


Dr. Francisco Alves Pereira – CRM 20.975 – é médico formado pela Universidade Federal do Ceará, 1970. Em 1971 fez residência médica em Anestesiologia na Maternidade de Campinas e Clínica Pierro.

De 1972 a 1981 foi Professor Assistente do departamento de Anestesiologia do Hospital das Clínicas da Universidade Estadual de Campinas, Unicamp. Neste mesmo período, atuou concomitantemente no tratamento da dor crônica oncológica e não oncológica em pacientes internados neste hospital.

De 1977 a 1981 atuou também como Anestesiologista no Hospital Municipal de Campinas, “Dr. Mario Gatti”, atendendo simultaneamente os pacientes com dor crônica internados neste hospital.

De 1981 a 2006 exerceu a atividade de Anestesiologia no Hospital Samaritano de Campinas.

Realizou diversos cursos na área do tratamento da dor. Em 2005 iniciou o estágio no Ambulatório de Tratamento de dor crônica da Faculdade de Medicina da Unicamp, com duração de 1 ano.

A partir de 2006 resolveu se dedicar exclusivamente a atividade de tratamento da dor crônica, em consultório, em regime ambulatorial. 

Dr. Francisco Alves Pereira é um cratense vitorioso, um ilustre filho da terra de Barbara de Alencar que fundou a "Clínica de Dor Dr. Francisco Alves Pereira" em Campinas - São Paulo e presta relevantes serviços a comunidade regional no tratamento da dor crônica oncológica e não oncológica.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

O QUE É PRECISO PARA JOGAR FUTEBOL - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Você precisa educar o corpo para jogar futebol, desde cedo. Aprender a cabecear sem fechar os olhos e para baixo. Chutar com o peito, de trivela, de chapa e de bico. Estufar o peito quando receber a bola e esvaziá-lo na hora que a redonda encostar. Matar a bola na coxa e conduzi-la com a cabeça erguida. "No futebol, matar a bola é um ato de amor". Armando Nogueira. 

Bater com a esquerda e adquirir repertório de dribles. Ter bom preparo fisico e treinar, ensaiar. Está enganado quem achar que Pelé era apenas improvisação. O rei ensaiava jogadas que ia realizar. É por aí. 

VIDA DE TREINADOR - Quando o treinador recebe um elenco de baixo nível,  seu trabalho já fica comprometido. Assim, fica mais dificil assumir a responsabilidade pelo ofício de quem está em campo. Aí, vem a cobrança covarde: "Treinador ganha bem pra isso, ele que se vire". 

Da boca pra fora, é fácil dizer que "é preciso tempo e estrutura". Só que ninguém garante isso e tudo bem. Segue o drama. Ser treinador é, também, pagar pelo erro dos outros. 

Visão deturpada - Antônio Alves de Morais.


Abrahan Lincoln:

"Não se pode fortalecer o fraco enfraquecendo o forte. Não se pode trazer prosperidade desencorajando a iniciativa. Não se pode ajudar o recebedor de salario prejudicando o pagador de salario". 

O europeu, o americano do norte, o japonez e outras nacionalidades civilizadas e desenvolvidas do mundo quando  se vê  um  concidadão bem sucedido  decide : Vou  tomar como exemplo,  vou me esmerar para  ser um igual.

Já o brasileiro, quando  vê alguém economicamente  acima dele  decide : vou  fazer tudo para destruí-lo e  deixá-lo igual a mim.

A personificação - Antônio Alves de Morais.


O tempo é a matéria prima da vida. O passado não pode ser esquecido, más não devemos fazer dele o futuro. Vejo pessoas de boa condição sócio econômica no passado, cangando goma e contando vantagens, hoje em dia, por conta daquela condição que teve e já não a tem. 

Vejo também, aqueles que tiveram uma infância  bonita, humilde e simples, e, hoje, as custas de trabalho honesto e honrado tem dinheiro para comprar a nossa cidade, continuarem  simples, humildes e bons amigos.

Portanto nas rodopiadas que o mundo dá tudo vemos. A personificação da formação humana costuma resistir ao tempo. 

Aquele que transgride a regra está exposto a grande ruína. Quem busca a vida cômoda e menos austera sempre estará em angustia, porque uma ou outra coisa sempre lhe desagrada.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

*NORUEGA PASSOU O REMO NO BRASIL* - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Os primeiros dez minutos de jogo não poderiam ser mais efervenscentes.

Um gol anulado (por impedimento) da Noruega e um pênalti desperdiçado pelo Brasil.

A partir de então, a Noruega  cadenciou o jogo e tirou, para o resto da partida, a pretendida aceleração do Brasil.

Sim, pintaram algumas oportunidades de gol para a seleção brasileira. 

Mas, é verdade, também, que  a Noruega modelou o jogo da forma que quis.

Lembrar que, depois de trombar com Gabriel Magalhães, Halland serviu a Odegard em condições de abrir a contagem.

Como na segunda fase, a Noruega continuou inabalável na ação de amornar o jogo, Ancelotti acionou o botão de emergência.

Colocou Endrick, no lugar de Matheus Cunha, aos 12 minutos. Um minuto depois, Endrick perdeu, cara a cara com Nyland, a chance de abrir a contagem. O passe foi de Vini Jr.

A Noruega, então, passou a colocar o nariz de fora. Aos 23, Halland chegou atrasado, debaixo da trave de Alisson.

Aos 22 minutos, o botão de emergência de Ancelotti foi novamente acionado para fazer entrar Neymar.

Aos 34 minutos, Halland sobe mais que Gabriel Magalhães e pega um cruzamento para fazer 1x0.

Se, aos 40 minutos, o zagueiro da Noruega quase marca contra (a bola tocou na trave), quatro minutos depois Halland selou a sorte do Brasil e faz 2 x 0.

O pênalti, convertido por Neymar, nada alterou. Fora de hora.

Certo é que a seleção de Ancelotti não ousou subir suas linhas e acelerar o ritmo de jogo.

As jogadas de ruptura pelos lados, com Vini Jr. e Rayan, não funcionaram. 

A Noruega gostou da posse da bola, valorizou essa posse e, às vezes, até caminhou em campo no segundo tempo.

Com duas fortes remadas, Halland mandou o Brasil de volta para casa. Não passou 10 segundos com a bola o jogo todo.