Com tristeza e preocupação, constatamos: a política brasileira virou uma cloaca.
A sua extinção física ainda não se deu, ainda bem.
Se assim fosse, teríamos de começar do zero. E do zero não se recomeça nada.
Mas, sob o ponto de vista da ética, é “bye, bye, Brasil”.
Alguma coisa deve constituir o ponto de uma nova partida.
Com isso, se agiganta o retrocesso em todos os sentidos.
Dicotomia – esquerda e direita – falsos refúgios.
Centro, centro-esquerda e centro-direita.
Ninguém sabe o que diabo é isso.
Retrocedem economia, segurança, justiça, a credibilidade da política e a nossa sanidade.
Recrudesce o poder do tráfico e das milícias.
E o pior desse cenário dantesco é o recrudescimento de uma praga chamada populismo.
Os homens falsamente providenciais e “salvadores do povo”.
O populismo é um perigo real que ameaça todos nós.
Pode matar.
As vinvandeiras buliçosas já se movimentam atrás de apoio para suas iniquidades.
Se a música é um alívio nos momentos de angústia, receitamos não um réquiem.
Como nos amparamos na precária esperança nacional, sugerimos uma Pavana, música para
os quase mortos.
E valei-nos, Padre Cícero do Juazeiro !
Obs. Essa crônica foi cometida em 2017

Nas últimas décadas o governo e seu partido criaram e administram uma máfia que dificilmente será erradicada.
ResponderExcluirPoderes podres. Sem moral, sem ética e carater.
Uma verdadeira lambança.
Triste de um país que cai nas mãos de um corrupto corruptor, mentiroso, enganador e sem caráter.
ResponderExcluirCada dia que passa o Brasil afunda na INIQUIDADE.
E o pior, Iniquidade legitimada pelo povo, pelo voto.
A pergunta é : Quem por ventura ou desventura tinha duvidas que haveria a reconstituição de tudo que vimos nas gestões anteriores?
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