Boneco de Lula arrastado na Marquês de Sapucaí: símbolo de um vexame histórico.
Enquanto magistrados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os membros do Tribunal de Contas da União (TCU) ignoraram e autorizaram, por omissão, a propaganda eleitoral de Lula no desfile da escola Acadêmicos de Niterói bajulando o pré-candidato à reeleição Lula (PT) em pleno ano eleitoral, coube aos juízes do Carnaval do Rio tomar providências, batendo o martelo para rebaixar a escola que fez o pior desfile do ano.
Papagaiada
A escola faturou alto, mas teve problemas na dispersão, alegorias ruins e presas na saída e até atrapalhou o andamento de outras escolas.
Foi no mérito
Foi muito apertada a distância entre as escolas, separadas por décimos na pontuação, mas a escola de Lula, não: ficou a 3 pontos da penúltima.
Executivo gostou
Um dia após a apresentação, o Palácio do Planalto defendeu o desfile e lembrou que nem TSE, nem TCU viram problemas. Não quiseram ver.
Sidônio na mira
Além de pagar mico pela presepada, Lula ainda corre o risco de ver sua candidatura anulada na Justiça. Deve ir atrás do autor da ideia de jerico.

STF entre medo de Moraes e o conforto da proteção.
ResponderExcluirDeclarações de ministros do Supremo Tribunal Federal, sob a condição do anonimato, recém-divulgadas, revelam uma queixa comum: o medo de Alexandre de Moraes. Até eles. Mas, se há esse temor, evidenciado por decisões jamais contestadas, a maioria do STF se sente “confortável”, para dizer o mínimo, com o temor maior imposto a críticos da Corte e ao jornalismo investigativo, que, em larga medida, tem feito o que deveria ser investigado pela Procuradoria Geral da República (PGR).
Viva o jornalismo
O jornalismo investigativo revelou do contrato milionário do Master com a esposa advogada de Moraes e o espantoso caso do resort Tayayá.
Só nos cochichos
O inquérito na Receita acabou trincando a sensação de medo e conforto dentro e fora do STF, e Moraes passou a ser criticado, mas, em off.
Saindo da toca
Vários juristas disseram ao Estadão que inquérito de Moraes na Receita viola o devido processo legal e usurpa a competência da 1ª instância.
Diario do Poder.