Em 1990, Lula, Fidel Castro e outros líderes socialistas criaram o “Foro de São Paulo”, cujo objetivo era (e continua sendo) possibilitar partidos socialistas, movimentos sociais e organizações de esquerda da América Latina e Caribe para a tomada do poder. Doze anos antes da primeira eleição de Lula/PT (ocorrida em 2002) o “Foro de são Paulo” já havia planejado os (des)caminhos dos governos do PT no Brasil. Um dos mentores desse ambicioso projeto foi José Dirceu (que será candidato a deputado federal este ano) considerado o “gênio do mal” na difusão das ações da esquerda no continente americano.
Para a chegada ao poder, Lula e o PT contaram com o apoio de várias correntes políticas e formadoras de opinião, a exemplo dos professores e alunos das universidades públicas (estas começaram a ser infiltradas ainda no regime militar); com a simpatia da velha mídia (ainda hoje recebendo muito dinheiro a título de publicidades do Governo Federal); de uma ala da Igreja Católica abrigada sob a “Teologia da Libertação”. “Católicos ingênuos”, diga-se de passagem, pois o clero e os fiéis são as primeiras vítimas quando os regimes comunistas são implantados. Assim aconteceu em Cuba, Nicarágua, Venezuela, dentre outros. Existem até denúncias de que países socialistas – ligados ao narcotráfico internacional – deram uma “mãozinha”, mas nunca se abriram investigações para apurar se isso era verdade...
Esses foram os pilares que contribuíram para a ascensão do PT ao poder no Brasil. O que foi feito a partir de 2002, com exceção dos 4 anos do Governo Jair Bolsonaro. Além da corrupção, o projeto petista ocupou-se da destruição da família e de instituições sérias como as Forças Armadas. Piorando as falidas políticas da Segurança, Educação e Saúde Públicas. Trazendo o desgaste do Poder Judiciário junto à população. Parece até que as nossas Forças Armadas capitularam também diante desse projeto da esquerda. Nunca mais se falou da grandeza e da tradição de Caxias, que continua sendo um exemplo de patriotismo e coragem para o Brasil. Na minha modesta opinião, a crise no Poder Judiciário é a mais grave de todas.
E o que dizer da “crise política”? Neste 2026 ela é caracterizada por uma tensão institucional e contínua, marcada por conflitos entre os três Poderes da República. O Presidente Lula está a cada dia mais enfraquecido. O Congresso aumenta seu desgaste pela falta de credibilidade junto ao povo; o Supremo Tribunal Federal–STF busca o centro de todas as decisões, interferindo em áreas que não é da sua competência. Sem falar nas graves denúncias contra os ministros Toffoli e Alexandre de Morais, citados pela mídia como beneficiários do famigerado Banco Master. E 2026 é ano de eleições para presidente da república, governadores, senadores e deputados. Não esquecendo a frase dita por Dilma Rousseff (que sofreu impeachment por incompetência): “Nós faremos o diabo pagar ganhar a eleições”. E bote “diabo” nisso...

Na minha singeleza e humildade avalio como um politico sério o ex-senador e ex-governador de São Paulo Mário Covas. Um dia ele disse da tribuna do senado que se tivesse dez caras todas seriam iguais. "Nenhuma delas seria cara de pau". Ele produziu Geraldo Alckimin, seu vice que governou São Paulo por três mandato, que entre as referências que fazia do Lula eram : "Lula quer voltar a cena do crime". Dificil compreender que o Lula voltou ao crime junto com o Alckmin, o maior cara de pau do Brasil. O Brasl hoje é uma iniquidade.
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