sábado, 28 de março de 2026

DESRESPEITO PELOS SÍMBOLOS - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

Escrevi, dias atrás, que quem destrói símbolos importantes de sua história tende a definhar.

Vejam as camisas de times de futebol, cujas cores e modelos são apelos maiores para conquistar adeptos.

Antes, um time possuía, no máximo, dois modelos imaculados de camisa.

Hoje, são até seis diferentes, para atender à uma tara pelo lucro em suas vendas.

Muitas delas chegam a  desrespeitar a tradição dos clubes.

Estampam tanta publicidade que não são mais tratadas de "mantos sagrados".

E, agora, o buxixo da hora gira em torno das novas camisas da seleção brasileira.

Em primeiro lugar, é bom adiantar o seguinte: a camisa do nosso escrete é um pedaço de pano amarelo, considerado  sudário do futebol Mundial.

Mas, parece não merecer respeito pelos idealizadores de seus modernos padrões.

Sugere que o brasileiro trate a seleção como "brasa". No uniforme azul, exorta-se o diabo.

Sinceramente, além da sanha mercadológica, a que se destina esse absurdo? 

Como diria a patuleia: "É muita ciência".

Um certo Nelson encontraria outra explicação: "Os idiotas perderam a modéstia".

Um comentário:

  1. Na minha humildade e singeleza acho um desrespeito enorme o maior simbolo do futebol brasileiro, a "camisa 10" não ter sido aposentada. Qualquer perna de pau vestir, e sair desfilando em campo se ixibindo, com a cara pra cima, olhando mais para torcida do que pra bola.

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