Como sofro para escrever. Saio do computador e começo a batucar (com um dedo só) as letras no celular.
Aprendi a escrever ruminando antes sobre o assunto. O conteúdo tem sido mais o futebol.
Vez por outra, um leitor me esculacha por achar que saindo do futebol não digo nada que se aproveite. Claro que discordo.
Consegui cometer três livros com crônicas sobre variados assuntos. Vendi todos, com um pé nas costas.
Já deu para perceber que estou enrolando. Não entro em pânico quando não encontro assunto, por entender que isso é normal.
Sem que tenha escorrido nenhuma gota de sangue, terminei a crônica.
Até a falta de assunto acaba sendo assunto.
Como disse Sêneca, "o homem que sofre antes de ser necessário sofre mais do que o necessário".
Essa nossa vida de bailarino é fogo.

Eu sou um saudosista, e, de tanto ver e ouvir as pessoas dizerem que quem gosto do passado é museu, eu procuro conhecê-lo e lembra-lo para não cometer, no presente, os mesmos erros que cometi no passado..
ResponderExcluirO problema é a idade. Quando pego a caneta para escrever não sei onde entá o papel. Quando encontra os dois não sei onde está o oculos. Quando encontro o oculos já não sei mais o que ia escrever.
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