quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Luiz Gonzaga, nosso eterno rei do Baião - Antonio Alves de Morais

Na diversidade de assuntos que o Blog do Sanharol passa aos seus amigos leitores e colaboradores, hoje eu vou contar as proezas de dois encontros que tive com Luiz Gonzaga, o Rei do Baião. 
O primeiro no ano de 1988. Eu estava na presidência do Lions Clube de Crato Centro e o contratei  para uma festa no Crato Tênis Clube. O Luiz se pudesse evitava despesas, ele era meio mão de vaca. Não quis ir para hotel, foi meu hospede, ficou em minha residência. 

Na nossa conversa, depois do almoço, eu falei pra ele que residia em Crato, mas era de Várzea-Alegre. Ele me adiantou que tinha má impressão de Várzea-Alegre porque fez uma apresentação para um empresário de lá e o acerto financeiro não saiu conforme o combinado. Com isso eu fui ao banco catei a merreca e paguei adiantado. A festa foi uma maravilha.

Na segunda vez, eu estava voltando da fazenda do amigo José Gilberto Mendonça e quando chegamos em Exu, na fazenda do Humberto Mendonça o Luiz Gonzaga estava deitado numa rede no alpendre da casa tirando um deforete. 

Quando acordou se levantou da rede e disse: Cecília me dê um pouco de coalhada que eu quero ir bufando pra “esses Mendonça” até o Crato. 

Viajamos juntos até o Crato de onde, no outro dia, seguiu para o Rio de Janeiro.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

TEM GENTE QUE - Por Luiz Lisboa


Adora o sofrimento
Quando na pessoa oposta
Deseja tudo de mal
Fica esperando resposta

Se alguém tá no abismo
É motivo de conforto
Não existe piedade
E prefere te ver morto

Adora o teu lamento
É bom ver você sofrer
Vitória, basta o outro perder

Este nunca sobe ao pódio
Aquele que semeia o ódio
Deus nunca dar o poder.

Em causa própria - Ricardo Noblat


Que tal? Fica combinado assim: Lula foi o vencedor da eleição para prefeito da cidade de São Paulo. Lula, e não Fernando Haddad que nunca disputara eleição. O PT? Não, gente - Lula. Porque o PT reagiu à arriscada proposta de Lula de ir à luta com um candidato jovem e desconhecido dos paulistanos. Lula foi obrigado a arquivar os bons modos: espancou a mesa e forçou o PT a se render à sua vontade.

Os paulistanos? Não. Lula. Por que o que teria sido deles se Lula, o esperto, não lhes tivesse proporcionado a oportunidade de votar em Haddad? Fica combinado também que Lula nada tem a ver com as derrotas colhidas pelos candidatos que apoiou em outras cidades. Nem mesmo por aqueles que Lula se empenhou de fato em eleger - gravou mensagens para os programas de propaganda eleitoral no rádio e na televisão, pontificou em comícios e passeatas, e repetiu a dose ao perceber que a primeira não fora suficiente.

Vocês imaginam o quê de Lula? Que ele é milagreiro para sair por aí acendendo todo tipo de poste? Lula acreditou que Vanessa Grazziotin, candidata do PC do B a prefeita de Manaus, não era um poste. E não era. Foi vereadora, deputada estadual e federal. E há dois anos se elegeu senadora derrotando Arthur Virgílio, na época o todo-poderoso líder do PSDB no Senado. O governador do Estado apoiava Vanessa. Eduardo Braga (PMDB), líder do governo Dilma no Senado, também. Fora os principais grupos econômicos e de comunicação locais. Lula deve ter pensado: por que não pegar carona numa vitória quase certa para assim poder humilhar Arthur?

Foi direto e franco. No bairro mais popular de Manaus, disse que estava ali menos por Vanessa e mais por Arthur. Acusou Arthur de um dia tê-lo ameaçado com uma surra. E pediu para que ninguém votasse nele. Pediu, não, cobrou, exigiu, ordenou. Os manauaras não gostaram. Não gostam de quem quer mandar neles. A cidade havia dado a Arthur a maioria dos seus votos para reconduzi-lo ao Senado. Vanessa acabara eleita com os votos do interior. Manaus emitia todos os sinais de que votaria de novo em Arthur. Por gostar dele. E como forma de reparação.

Lula despachou Dilma para lá há uma semana. Deu chabu. Vanessa subiu somente um pontinho nas pesquisas de intenção de voto. Arthur ganhou, ontem, com folga. A pedido de Lula que fora a Salvador duas vezes, Dilma desembarcou por lá para barrar a eleição de ACM Neto (DEM). E atacou-o sem dó nem piedade. Ao lado de Nelson Pelegrino, o candidato do PT em apuros, Dilma bateu da cintura para baixo: Aqui não pode ter um governinho. E insistiu: Aqui não pode ter um governo pequenininho.
ACM Neto mede menos de 1m65cm. Pesquisas para consumo interno da campanha do candidato do PT mostraram que os moradores de Salvador se irritaram com o que ouviram de Dilma. Mexer com uma característica física do adversário? O que é isso, meu irmão? E se ACM Neto tivesse respondido: Precisamos em Brasília de um governo mais enxuto, mais leve, mais ágil...?
A maior lambança promovida pelo PT nesta eleição foi no Recife, cidade que governa há quase 12 anos. Como o prefeito era mal avaliado, Lula indicou o senador Humberto Costa para concorrer à vaga dele. Esqueceu-se de combinar com Eduardo Campos, governador de Pernambuco e presidente do PSB. Na véspera de anunciar que a candidatura de Humberto teria seu patrocínio, Lula recebeu um telefonema de Eduardo: Presidente, estou ligando da sala onde meu avô, em 1964, recebeu dois militares, um deles armado com uma metralhadora, quando vieram depô-lo. O avô de Eduardo, Miguel Arraes, era governador de Pernambuco. Acabou preso e exilado. Eduardo continuou o que queria dizer a Lula. Naquela noite, havia nove crianças dormindo aqui no Palácio. Meu avô disse aos militares: "Vocês me prenderão e me levarão daqui. Mas eu não renunciarei ao mandato de governador de Pernambuco".

Lula entendeu o recado e ainda argumentou com Eduardo que o candidato poderia não ser Humberto. Mas Eduardo sabia que o PT reservara espaço no programa do radialista Geraldo Freire para Lula anunciar no dia seguinte a candidatura de Humberto. O PSB de Eduardo lançou candidato a prefeito e o elegeu no primeiro turno. Lula fez cara de paisagem. Eduardo fez cara de aspirante a candidato a presidente da República. O desastre do PT no Recife, Salvador, Fortaleza, Diadema e Campinas, e a vitória do PSDB em Manaus não significam que Lula e Dilma estejam em baixa nas cidades onde apostaram o grosso de suas fichas. Longe disso. Significa apenas o que o marqueteiro mais iniciante já sabe de cor: eleição municipal é um fenômeno local, local, local. As pessoas votam em quem possa governar bem o lugar onde elas vivem.

No caso de São Paulo, cansadas de Serra, elas o trocaram por Russomano. Serra bateu o recorde da rejeição - 52%. Nem Maluf jamais foi tão rejeitado. Mais tarde, decepcionadas com Russomano, aderiram a Haddad. Uma fatia enorme se absteve ou votou nulo e em branco. Não foi por Lula que elegeram Haddad. Basicamente, foi por elas mesmas.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

LUIZ GONZAGA UNIVERSAL.



Recados das ultimas eleições - Antonio Alves de Morais

Governador Eduardo Campos - PSB


Analizando-se os resultados das ultimas eleições, razoando-se pelos resultados e de forma desapaixonada concluímos que o governo e o Partido dos Trabalhadores apequenaram-se.

Está quebrado o mito de que o "Rei Midas" dando um toque está decidido. Ninguem manda na vontade alheia. O Lula, o governo e seu partido elegeram apenas o prefeito de João Pessoa nas capitais do nordeste. Perderam nas demais, inclusive onde  é governo: Recife, Fortaleza, Teresina, Salvador. Elegeram, em todo pais apenas quatro prefeitos de capitais. Rio Branco, João Pessoa, Goiana e, São Paulo que servirá de consolo para contarem vantagens e cagarem goma, pois se trata do maior conglomerado eleitoral do pais. No entanto, pelo menos nas três ultimas eleições presidenciais, este fato não se converteu em vantagem, José Serra perdeu duas e o Geraldo Alkimin perdeu uma eleição com o apoio irrestrito  do prefeito paulistano.

Não há duvidas. O governo que era refém do PMDB, de hoje em diante, será também refém do PSB e, terá grandes dificuldades para governar e para formar uma chapa às próximas eleições presidenciais sem se encrencar com partidos da base aliada.. 

Votação de Genoino é marcada por tumulto e vandalismo - O Globo



Cercado por aproximadamente 50 militantes do PT, o ex-deputado José Genoino votou neste domingo na cidade de São Paulo em meio a um tumulto que terminou em pancadaria e cenas de vandalismo. Os petistas, que xingavam e batiam em jornalistas, além de derrubar eleitores que estavam no local, avançaram pelos corredores da universidade empurrando cadeiras, chutando lixeiras e quebrando vidros de um dos murais da entidade. Usando bengala, a aposentada Jose Bacarácia, 82 anos, foi derrubada no chão durante a passagem da militância petista.
Genoino carregava uma bandeira do Brasil, vestindo-a como uma capa e usando-a em algumas ocasiões para esconder o rosto e evitar ser fotografado. No tumulto, apenas seguiu em direção à seção de votação. Depois de votar, caminhou agitando o braço esquerdo com o punho cerrado, sempre rodeado pelos militantes, que impediram a aproximação ou perguntas dos jornalistas.

Em meio a tumulto entre apoiadores e críticos, José Dirceu vota em SP - O Globo



Ex-ministro da Casa Civil e condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha no julgamento do mensalão, José Dirceu votou no fim tarde deste domingo em meio a gritos da militância petista e de eleitores que o chamavam de "ladrão".
Dirceu votou na Escola Estadual Princesa Isabel, no Bosque da Saúde, na Zona Sul de São Paulo. Chegou às 15h40m cercado por seguranças e dizendo que não daria entrevistas. Só vou falar quando acabar o julgamento — afirmou o ex-ministro, cujas penas por causa de seu envolvimento no mensalão ainda serão definidas pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Dirceu demorou menos de cinco minutos para votar e reclamou do empurra-empurra envolvendo jornalistas, militantes do PT e eleitores. Em maior número, apoiadores com adesivos do candidato Fernando Haddad (PT) e camisetas com o rosto de Dirceu gritavam: "Dirceu / guerreiro / do povo brasileiro".
Moradores da região tentavam se aproximar xingando o ex-ministro de "ladrão" e "vergonha da nação". Os dois grupos bateram boca dentro do colégio eleitoral, mas não houve agressão.


Lewandowski é xingado de ‘bandido e corrupto’ após votar em São Paulo - Lino Rodrigues, O Globo



O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, foi vaiado e xingado de ‘bandido, corrupto, ladrão e traidor’ na saída da Escola Estadual Mario de Andrade, em Campo Belo, Zona Sul de São Paulo, local onde vota.

Pouco antes de ser reconhecido, ele disse que a reação popular em todo o país tem sido de cumprimentos e pedidos para tirar fotos.

Votei normalmente. Entrei pela porta da frente e como qualquer cidadão entrei na fila. Tudo na maior tranquilidade. Isso é democracia, liberdade. As reações agora (os xingamentos) são normais. Estou aqui com vocês (jornalistas) e muito exposto — disse, já nervoso com os gritos e sendo puxado pelos assessores. 

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Eduardo Campos volta a cobrar de Dilma ações contra a seca - Blog do Eliomar de Lima

O governador Eduardo Campos (PSB) enviará nesta sexta-feira (26) uma carta à presidente Dilma Rousseff (PT) para pedir agilidade às ações emergenciais da Operação Seca.  A decisão foi tomada nesta quinta (25) durante uma reunião, na sala de monitoramento da Sede do Governo, com vários secretários estaduais do Comitê Integrado de Enfretamento à Estiagem. Depois de mais de quatro horas de reunião, Eduardo decidiu relatar algumas dificuldades apresentadas nas ações desenvolvidas em parceria com a União, além de sugerir melhoria nos programas de complementação de renda. Entre as proposições feitas no texto endereçado à presidenta, ele pede ao Governo Federal a ampliação do Programa Bolsa Estiagem. O benefício de ajuda de custo é feita em cinco parcelas mensais de R$ 80.

Precisamos levar o Bolsa Estiagem ao público do Garantia Safra, que está concluindo as cinco parcelas do benefício (de R$ 680) este mês. Assim, estaremos corrigindo falhas no cadastramento federal, que exclui alguns trabalhadores rurais de um ou outro programa”, disse o socialista. Ele explica que é possível juntar os grupos, uma vez que “o Chapéu de Palha Estiagem começa a pagar, já no próximo dia 30, todos os agricultores cadastrados nos dois programas (Garantia Safra e Bolsa Estiagem) a bolsa de R$ 280?.

O texto ainda cobra um reforço na adutora do Oeste, que será responsável pelo abastecimento de água de grande parte do Sertão pernambucano. A questão do transporte do milho do Mato Grosso e o Programa de Aquisição de Alimentos para Ovinos e Caprinos também estarão listadas. “As minhas cobranças são feitas como uma pessoa que se coloca no lugar de está enfrentando a mais dura estiagem dos últimos 50 anos”, defendeu o governador.

Quem se habilita a identificar? - 012 - Antonio Alves de Morais


O Quem se habilita a identificar de hoje  é uma homenagem ao distinto e elegante casal varzealegrense com passagens por Crato, São Paulo e Fortaleza. 

Ele grande empreendedor do ramo de transportes de passageiros entre nordeste e sul do pais, já falecido. Ela uma das primeiras professoras de nossa terra, residente atualmente na cidade de Fortaleza.  Gente querida.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

005 - Histórias de varzealegrenses - Antonio Alves de Morais


Tributo ao deputado Otacílio Correia "In Memoria".

O Blog do Sanharol, no dever de informar, sua finalidade principal, já comentou um pouco sobre a formação religiosa e política de nosso município, fez alguns registros das famílias e de hoje em diante, fará uma coletânea dos gênios desta terra de gente bem humorada, alegre, solidária e amiga. Começaremos com um tributo ao Ex-deputado Luiz Otacílio Correia, uma das maiores personalidades de nossa terra em todos os tempos.

Sabemos que a política é a atividade que desperta paixões, raiva e muitas vezes até ódio. Pois bem, ódio era o que se disseminava entre os correligionários dos Deputados Antônio Câmara e Júlio Rego no município cearense de Tauá e regiões próximas. Adversários ferrenhos, seguidores de tendências e chefes políticos diferentes, não se falavam. E essa conduta era a pratica seguida para seus eleitores apaixonados. Um dia o Deputado Otacílio Correia passava perto de uma mesa, na assembléia, e um telefone tocou. Otacílio era muito humilde e às vezes desempenhava atribuições que não eram suas, por exemplo, atender um telefone. Apanhou o telefone e do outro lado uma voz austera pergunta: O deputado Júlio Rego está? Otacílio respondeu: não, você quer falar com o Antônio Câmara? Do outro lado: Vá à puta que pariu ! Otacílio: Quem, Antônio Câmara ou Júlio Rego? E, do outro lado o camarada irado disparou: os três.

Deixando de lado as brincadeiras, caracteristica  principal do nosso eminente conterrâneo vamos  falar de  coisa seria, de ação e de trabalho. A atual população de Várzea-Alegre, no conforto da modernidade que vive, nem se lembra dos tempos em que se vendiam água, em jumentos,  de porta em porta, hoje basta abri a torneira e a água jorra límpida e tratada, pronta para o consumo.  Fruto do operoso trabalho  do ilustre conterrâneo Otacílio Correia que por ser amigo pessoal dos ex-governadores Virgílio Távora, Tasso Jereissati e Ciro Gomes  teve facilitado os seus pleitos em favor da comunidade varzealegrense.

Na foto Dr. Pedro Sátiro, Deputado Otacílio Correia e o Governador Tasso Jereissati na inauguração do açude Olho D'Água em Várzea-Alegre, reservatório rebatizado merecidamente com o seu nome.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

O Brasil se tornou um país do faz-de-conta - Ministro Marco Aurélio, do Supremo Tribunal Federal


Não passa dia sem depararmos com manchete de escândalos. Tornou-se quase banal a notícia de indiciamento de autoridades dos diversos escalões não só por um crime, mas por vários, incluindo o de formação de quadrilha, como por último consignado em denúncia do Procurador-Geral da República, Doutor Antônio Fernando Barros e Silva de Souza.

A rotina de desfaçatez e indignidade parece não ter limites, levando os já conformados cidadãos brasileiros a uma apatia cada vez mais surpreendente, como se tudo fosse muito natural e devesse ser assim mesmo; como se todos os homens públicos, nas mais diferentes épocas, fossem e tivessem sido igualmente desonestos, numa mistura indistinta de escárnio e afronta, e o erro passado justificasse os erros presentes.

A repulsa dos que sabem o valor do trabalho árduo se transformou em indiferença e desdém. E seguimos como se nada estivesse acontecendo.

Perplexos, percebemos, na simples comparação entre o discurso oficial e as notícias jornalísticas, que o Brasil se tornou um país do faz-de-conta.

Faz de conta que não se produziu o maior dos escândalos nacionais, que os culpados nada sabiam - o que lhes daria uma carta de alforria prévia para continuar agindo como se nada de mal houvessem feito.

Faz de conta que não foram usadas as mais descaradas falcatruas para desviar milhões de reais, num prejuízo irreversível em país de tantos miseráveis.

Faz de conta que tais tipos de abusos não continuam se reproduzindo à plena luz, num desafio cínico à supremacia da lei, cuja observação é tão necessária em momentos conturbados.

Se, por um lado, tal conduta preocupa, porquanto é de analfabetos políticos que se alimentam os autoritarismos, de outro surge insofismável a solidez das instituições nacionais. O Brasil, de forma definitiva e consistente, decidiu pelo Estado Democrático de Direito.

Não paira dúvida sobre a permanência do regime democrático. Inexiste, em horizonte próximo ou remoto, a possibilidade de retrocesso ou desordem institucional. De maneira adulta, confrontamo-nos com uma crise ética sem precedentes e dela haveremos de sair melhores e mais fortes.

Em Medicina, “crise” traduz o momento que define a evolução da doença para a cura ou para a morte. Que saiamos dessa com invencíveis anticorpos contra a corrupção, principalmente a dos valores morais, sem a qual nenhuma outra subsiste.