DISSOLVER OS ESQUEMAS - Quando falo em dissolver os sistemas táticos, não estou sugerindo desorganizar o jogo. O que propomos é uma fuga da prisão que os esquemas chegam, muitas vezes, a representar. Dissolver no sentido de dar mais fluxo ao movimento, ao jogo, com transições mais rápidas e corajosas. Claro que, sem a bola, é preciso caprichar na compactação. Com a bola, atacar o campo contrário. Em defesa da beleza do jogo.
CAMPANHAS POLÍTICAS - Para fidelizar e radicalizar os eleitores, as campanhas políticas se tornam selvagens. Lugar de estímulo ao ódio, à inveja, ao ressentimento, como motores de campanha. A primeira coisa a arder nessa fogueira é a razão.
NOSSOS - Bons, razoáveis ou ruis, os nossos clubes é que importam. É com eles que contamos para o futebol nosso de cada dia. Estão diante dos nossos olhos. lembrando o lugar a que pertencemos. O resto é literatura.
RESULTADISTAS - Somos, no futebol, um País de resultadistas, que não valorizam o processo de construção de um time. Lugar onde ganhar de qualquer forma joga treinadores na fogueira.
MARCADO - Há jogador que não reúne condições técnicas de integrar o time que defende. E o pior: com ele, a torcida perde a paciência e passa a perseguí-lo, com todo tipo de xingamento. Curioso é que os clubes os mantém, a todo custo.
É O QUE SE VÊ - A violência urbana não pode ser tratada como inevitável, por causa de bandidos organizados. Mas, tristemente, é o que se vê no Rio de Janeiro, com sua indigente situação de segurança.
FRASE "As coisas humanas não possuem sentido, só a existência". José Saranago.

Uma mistura muito razuada. Esclarecedora e de grande utilidade.
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