Contra o Japão, o Brasil colocou linhas adiantadas, teve posse de bola e imprensou o adversário nas cordas.
Só que, imperturbáveis, os japoneses aguardaram um erro do Brasil para atacar.
Foi só o que aconteceu, quando Danilo bobeou e Sano guardou.
Bloqueado em todos os setores avançados, a seleção de Ancelotti sentiu. Só teve oportunidade com Matheus Cunha.
Não rodou a bola, ficou lenta e não conseguiu as jogadas de ruptura pelos lados.
Voltou para o segundo tempo livrando-se da tensão, acelerou e abusou da jogada área para vantagem da defesa do Japão.
Mas, foi em um cruzamento, pelo alto, de Gabriel Magalhães, que Casemiro meteu a cabeça na bola para empatar o jogo aos 19 minutos.
Vini Junior, que não ganhou tantos duelos, fez sua melhor jogada na partida e acertou na trave do goleiro Suzuki.
Com o controle do jogo e jogando melhor, o Brasil encontrou dificuldades para ultrapassar a resistência defensiva do Japão.
As entradas de Martinelli, Endrick e Danilo Lopes contribuíram com a melhor produção.
Nos estertores da partida, Bruno Guimarães (de destacada atuação) encontrou Martinelli na área e o Brasil assinalou o gol da virada.
Foi um alívio. Toquemos em frente.

O fato é que os atletas estão unidos e a união faz a força. E de jogo em jogo melhoram o entrosamento e os resultados.
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