O hexa mundial para a seleção do Brasil é, hoje, uma missão quase impossível.
E daí, vamos fechar as portas do futebol? "Não, amigos" (como diria um certo narrador).
Os clubes, esses sim, é que devem ser colocados acima da seleção.
Quem forma jogadores, investe em preparação e estruturas e mantém interesse maior do torcedor é o clube.
É nesse ponto onde o futebol brasileiro vacila. Pela velha doença da falta de estratégia ou mesmo pela incompetência crônica.
Grandes equipes andam vivendo fases agônicas. Por estagnação ou passos para trás.
E o futebol imita a natureza: é implacável ao impor ciclos de vida, sobretudo para os que param no tempo.
Há preocupações com a nossa paróquia.

O esquema corrupto e corruptor entre grandes empresários e CBF atrapalha. A prova disto está na falta de liberdade do próprio treinador de escolher os jogadores. Basta observar que por bom que seja o atleta que joga no Brasil não é convocado. Basta ser vendido para um empresário qualquer está na primeira convocação. É o que temos visto a olhos nus.
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