quinta-feira, 10 de maio de 2012

Falcão, o do PT, insiste (transcrito do jornal “O Estado de S.Paulo”)


Uma das obsessões do presidente do PT, Rui Falcão, relacionada com sua fervorosa admiração pelo regime cubano, é implantar no Brasil um "controle social da mídia" como o que existe há mais de meio século na ilha dos Castros. Para ele, imprensa boa é aquela que apoia o governo - desde que, é claro, os "trabalhadores" controlem também o governo. A mais recente bravata do preposto petista pega carona nos últimos ataques da presidente Dilma Rousseff aos altos juros bancários, na demagógica intenção de deixar claro que, quando estão em jogo os "interesses populares", não falta "coragem" ao governo lulopetista: "Este é um governo que tem compromisso com o povo e que tem coragem para peitar um dos maiores conglomerados, dos mais poderosos do País, que é o sistema financeiro e bancário. E se prepara agora para um segundo grande desafio, que iremos nos deparar (sic) na campanha eleitoral, que é a apresentação para consulta pública do marco regulatório da comunicação".

Falando durante reunião de dirigentes do partido realizada na semana passada em Embu das Artes, na Grande São Paulo, o Falcão do PT demonstrou mais uma vez que sua aversão à imprensa livre é exatamente a mesma que cultivava o Falcão da ditadura militar - o Armando. Com a diferença de que este, às vezes, se poupava de proclamar bobagens, recorrendo ao "nada a declarar".

No Embu, o Falcão petista deixou a imaginação correr solta e deitou falação, mais uma vez, contra essa mania que a mídia tem de falar mal de seu partido. Para esse destemido defensor da mordaça, a mídia "é um poder que contrasta com o nosso governo desde a subida do Lula", e também "ao fazer uma campanha fundamentalista como foi a campanha contra a companheira Dilma". E enfatizou: "O poder da mídia, esse poder nós temos de enfrentar". O que significa que, para Falcão, a imprensa ou apoia o governo ou está condenada à danação eterna. É exatamente o que pensava o Falcão da ditadura militar.

Com esse raciocínio tosco e totalitário, o presidente do PT coloca Dilma Rousseff numa posição delicada, uma vez que, desde que chegou à Presidência da República, ela tem manifestado reiteradamente seu repúdio às tentativas de, a pretexto da necessária implantação de um novo marco regulatório das comunicações, promover o cerceamento da liberdade de imprensa. Pode-se alegar que, nesse assunto, a posição do partido, pelo qual Falcão fala, não é, necessariamente, a do governo. Mas não é isso que o trêfego discípulo de José Dirceu quer dar a entender quando afirma com todas as letras que, depois de "peitar" os bancos, o governo "se prepara agora para um segundo grande desafio". Como são posições antagônicas, só a de um - Dilma ou Falcão - pode valer. Até por uma questão de credibilidade, tudo leva a crer que se pode confiar na posição claramente exposta pela presidente da República.

No fim do governo Lula, o então secretário de Imprensa, Franklin Martins, conseguiu fazer aprovar, num evento armado explicitamente para esse fim - a Conferência Nacional de Comunicação -, o anteprojeto do novo marco regulatório das comunicações, que incorporava um conjunto de disposições legais para atualizar as regras das atividades em áreas que dependem de concessão estatal, como a radiodifusão e a telecomunicação. Essas regras estão completamente defasadas, em função dos avanços tecnológicos das últimas décadas. Cumpre, portanto, modernizá-las. Mas Franklin Martins e seu grupo de esquerdistas radicais tentaram contrabandear, no bojo do projeto, medidas de "controle social da mídia" que permitiriam o cerceamento do direito de informação e opinião. Censura, enfim.

Alertada para a ameaça que o anteprojeto representava para a liberdade de imprensa, Dilma transferiu o assunto da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, órgão de caráter político, para o Ministério das Comunicações, eminentemente técnico, recomendando ao ministro Paulo Bernardo que passasse um "pente-fino" no projeto, para escoimá-lo do entulho autoritário. O resto é delírio do Falcão petista.

A musica do dia 014 - Por Antônio Morais

Ritimo da Chuva - Sugestão da colaboradora Onelma Viana Bezerra.

Demetrius nasceu em 28/03/1942, em Jacarepaguá, cidade do Rio de Janeiro. Seus pais mudaram-se para São Paulo quando Demetrius tinha apenas 6 meses de vida.

Estudou no Colégio Ateneu Paulista de Campinas como aluno interno; no Colégio 7 de Setembro, no Colégio Paulistano, no Colégio Paes Leme e no Colégio Alfredo Pucca. Estes todos em São Paulo, Capital. Sua primeira professora chamava-se Fidalga, e foi ela quem lhe deu os primeiros ensinamentos e de quem ele lembra com muito carinho e saudade. Cursou até o 2º ano colegial, quando iniciou sua carreira artística, interrompendo aí os estudos.

Seus ídolos na adolescência e juventude foram Elvis Presley, Cauby Peixoto, Ângela Maria e Tito Madi.

Em 1960, quando cantava em uma festa de aniversário, músicas de Elvis para seus amigos, foi convidado por Miguel Vaccaro Neto, disc jockey da Rádio Pan-americana de São Paulo (hoje Jovem Pan) e diretor da gravadora Young, para gravar um disco. A música, de autoria de Hamilton Di Giórgio, intitulada Hold Me So Tight, logo apareceu como bem executada nas emissoras de rádio de São Paulo.

No ano seguinte, 1961, indicado por Genival Melo a Nazareno de Brito, diretor artístico da Gravadora Continental e grande compositor, assinou contrato e gravou a versão que fez para o português da música Corinna Corinna, que logo transformou-se num dos maiores sucessos daquele ano entre os jovens de todo o Brasil.

As apresentações em televisão, entrevistas em rádio e revistas e inúmeros shows que fazia, rapidamente transformaram Demetrius num dos maiores ídolos da juventude do país.

Logo sucederam-se mais gravações de long plays e compactos, que rapidamente eram transformados em grandes sucessos. Assim ocorreu com Rock Do Saci (de Tony Chaves e Baby Santiago), O Amor Que Perdi (versão de Fred Jorge para a música Runaway), Chega, versão que fez para Making Love e O Ritmo da Chuva, também versão sua, que consagrou-o em todo o país como letrista e intérprete. Esta gravação, feita em 1964, nunca deixou de ser vendida e executada nas emissoras de todo o país, até os dias atuais, há 42 anos! 

Quando surgiu o movimento Jovem Guarda, Demetrius gravou seu novo sucesso, de autoria de seu colega e amigo Roberto Carlos, a música Não Presto Mas Te Amo, que alcançou as paradas de sucesso do Brasil inteiro.

Casado e pai de três filhos, Demetrius começou,com o passar do tempo, a dar mais atenção à sua carreira de compositor. Suas canções passaram a ser cantadas também nas vozes de seus colegas brasileiros e de outros países.


Historias do Sanharol 090 - Por Antonio Morais

Zé de Lula Goteira nasceu e se criou na ponta da rua, na Rua do Capim como é conhecida hoje. Depois de adulto e casado veio morar no Sanharol onde desfruta de grande prestigio junto a comunidade. Se intitula Bitu quando com os Bitu está, Menezes ou André quando toma chegada destes. O homem é parente de quem lhe oferecer cerveja gelada, tira gosto e uma gorjeta.

Quando ele se mudou para o Sanharol, pra Vila Cocão, todo mundo duvidava que ele se adaptasse ao regime moralista e austero  dos André. Mas você sabe como é, o tempo passa, as coisas mudam e  Zé  continuou  tomando sua truaca sem nem um mal fazer a ninguém. 

Um belo dia, todos já recolhidos  em suas  redes, Zé de Lula chegou bêbado em casa botando um boneco danado e, todos da circunvizinhança ficaram escutando a confusão para os lados da casa dele. Foi um fuzuê daqueles.

Determinada hora escutou-se um tiro de espingarda soca soca. Ave Maria, três vezes, Zé matou a mulher, diziam todos. No outro dia era só no que se falava, era um zum zum zum  medonho. Mais que nada, por volta das oito horas da manha Zé de Lula foi buscar agua no cacimbão de Pedro André e quando passou  próxima a casa de Tio Chico André ele perguntou preocupado: Zé de Lula que tiro foi aquele ontem a noite?  Nada não tio Chico, respondeu, entre um riso e outro, eram uns diabos de umas muriçocas teimosas, eu larguei  chumbo numa pra ver se as outras iam simbora com medo. Tio Chico ficou rindo da presepada. 

Fonte Zé Maguim.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

AS FERAS DO IMPROVISO 040 - Por Mundim do Vale

Severino Pinto x Zé Catôta:

Pinto:

Eu não vim ganhar dinheiro;
Vim só beber aguardente.
Dar expansão às idéias,
Satisfazer esta gente,
Esperar pelo futuro,
distrair-me com o presente.

Catôta:

Venho, andando firmemente,
Eu qualquer noite de escuro;
Mas, escuto uma voz rouca,
Sempre que contorno um muro;
É a boca do presente,
Chamando pelo futuro!

A musica do Dia 013 - Por Antônio Morais


Até o final dos anos 60, pelos menos, havia verdadeiro vestibular para se ingressar no Ginásio. Era comum a criançada do quarto ano primário fazer uma espécie de cursinho visando preparar-se para o exame de "Admissão ao Ginario".

O meu livro era de pelo menos "oitava mão" ou seja já havia passado por oito antes de mim. Todas as fotos estavam riscadas, com bigodes, óculos, até chifres haviam. 

Minha inesquecível professora Iracy Bezerra de Morais preparava uma turma de 40 aluno para um exame de segunda época e preenchimento de cinco ou seis vagas restantes oferecida pelo Colégio. Fui aprovado e assim iniciei o antigo curso ginasial em 1965.

Nos intervalos das aulas ficávamos atrás da prefeitura onde "Os Improvisados", conjunto de Pedro Sousa  fazia os ensaios. 

Catedral - Roni Von - Era o que mais se tocava - A sugestão foi de Pedro Aírton.


2012 - Ano de eleições - Por Antonio Morais


1970, quanto tempo, mas lembro como se hoje fosse. Estava de férias em Várzea-Alegre com o meu colega Cesário Saraiva Cruz e fomos convidados para um jantar na casa do Senhor Joaquim Alves de Oliveira, Joaquim de Sátiro, no sitio Boa Vista.

Enquanto vislumbrávamos aquela linda visão panorâmica do alto de sua residência, falávamos sobre politica. Os mandonistas de Várzea-Alegre havia acabado de firmar um acordo em que  a Arena lançava o filho do seu chefe a prefeito e, o chefe do MDB lançava o seu filho a vice, eliminando uma disputa e, roubando do povo a opção de escolha.

Mas eu quero falar é da frase que ouvir de Joaquim de Sátiro a respeito de como vencer uma eleição: "Quando se tem um boi brabo no mato para pegar, devemos ir no melhor cavalo".

Isso é o mesmo que dizer: "Quando se quer perder uma eleição deixa-se de lançar o melhor candidato".

Fica no ar alerta  de Joaquim de Sátiro.

terça-feira, 8 de maio de 2012

AS FERAS DO IMPROVISO 039 - Por Mundim do Vale

Mote:

Sonhei beijando na boca
De certa moça decente!

José Catôta:

Meu sonho foi diferente,
Com coisa desconhecida;
Nesse sonho, vi dois vultos
Em carreira desmedida:
Era o cavalo da morte
Atrás da besta da vida!

Informação importante - Por Antonio Morais


Pra você que ainda tem a capacidade de se indignar. Excelências "agora político sujo tá ferrado". Segue endereço de um portal criado para termos acesso a todos os dados dos parlamentares em exercício, inclusive passagens pela justiça). 

Basta clicar na cidade ou estado e fazer a busca. Se buscarem sem digitar nada, aparece uma lista com todos os políticos da zona escolhida.

http://www.excelencias.org.br

FAÇA O BEM SEM OLHAR A QUEM - Por Vicente Almeida


Certa manhã, uma mulher bem-vestida parou em frente de um homem sem-teto, que olhou para cima lentamente ... e reparou que a mulher parecia acostumada com as coisas boas da vida.
O casaco era novo. Parecia que ela nunca tinha perdido uma refeição em sua vida. Seu primeiro pensamento foi: Só quer tirar sarro de mim, como tantos outros fizeram.... E resmungou:

"Por favor, Deixe-me sozinho!” 

Para sua surpresa, a mulher continuou de pé.
Ela estava sorrindo, seus dentes brancos exibidos em linhas deslumbrantes.

"Você está com fome?", perguntou ela.
"Não Imagina...!, respondeu sarcasticamente. 
Agora vá embora." 

O sorriso da mulher se tornou ainda mais amplo.

De repente, o homem sentiu uma mão suave passando por debaixo do seu braço.
"O que está fazendo, senhora?" Perguntou o homem irritado.
"Eu Disse para deixar-me sozinho!"

Neste momento um policial chegou,e perguntou:
"Existe algum problema, senhora?"

"Não tem problema nenhum aqui, Sr. Policial”, a mulher disse...

"Eu só estou tentando ajudá-lo a ficar de pé. Pode me ajudar?” O policial coçou a cabeça.

"Sim, o velho João é mesmo um estorvo por aqui há anos, o que você quer com ele?" Perguntou o policial...

"Vê o restaurante ali?", disse ela. "Eu vou dar-lhe algo para comer e tirá-lo do frio por um tempo."

"Senhora, está louca? O homem sem-teto resistiu. Eu não quero ir para lá!”
Então sentiu mãos fortes segurando os braços e levantá-lo.

"Deixe-me ir, eu não fiz nada oficial..."

"Não vê, que esta é uma boa oportunidade para você", o oficial sussurrou em seu ouvido.

Finalmente, e com alguma dificuldade, a mulher e o oficial levam João para o restaurante e o sentam em uma mesa num canto afastado.

Era quase duas horas, a maioria das pessoas já tinha almoçado e para jantar o grupo ainda não tinha chegado...

O gerente do restaurante veio a eles e perguntou: "O que está acontecendo aqui oficial? — O que é isso?


— Este homem está em apuros", o oficial respondeu:

"Esta senhora trouxe-o aqui para comer alguma coisa".

"Oh não, aqui no meu restaurante não!" o gerente respondeu com raiva.

"Ter um maltrapilho como este aqui é ruim para meus negócios!”

O velho João sorriu temeroso mostrando os poucos dentes.

"Senhora, eu lhe disse. Agora, você vai me deixar ir embora?. Eu não queria vir aqui desde o início."

A mulher foi até o gerente do restaurante sorriu e falou ...

"O senhor está familiarizado com Harris & Amp Associates, a empresa que fica a duas ruas daqui?

"Claro que sim", respondeu o gerente já impaciente. "Eles fazem as suas reuniões semanais aqui e jantam no meu restaurante".

"E você ganha um monte de dinheiro fornecendo alimentos para essas reuniões semanais certo?" Perguntou a Senhora.

"Sim, e o que isso importa para você?”.
— Perguntou o gerente impaciente.

“Eu, senhor gerente, sou Penelope Hernandez, Presidente e Proprietária daquela empresa."
— disse ela ainda sorrindo.

"Oh meu Deus, me desculpe Sra!” — disse o gerente sem graça...

A mulher sorriu de novo...

"Eu pensei que isso poderia fazer a diferença no seu tratamento. Disse ela ao policial, que se esforçou para conter uma risada.

"Gostaria de fazer-nos companhia numa refeição, Sr. policial?"

"Não, obrigado senhora, obrigado", respondeu ele. Estou de plantão.

"Então, talvez, aceita uma xícara de café antes de ir?" — disse ela.
"Sim, senhora. Isso seria melhor." — respondeu o policial.

O gerente do restaurante virou nos calcanhares como se recebesse uma ordem. "Já vou trazer o café para o policial, Senhora".

O policial observou-a de pé. E falou:
"Certamente colocou-o no seu no lugar", disse ele.

"Esta não foi minha intenção", disse a Sra. 
Acredite ou não, eu tenho uma boa razão para tudo isso".

Ela se sentou à mesa em frente ao seu convidado para jantar olhou para ele...
"Então João, você não se lembra de mim?"

O velho João olhou para o rosto dela, com seus olhos remelentos, "Eu acho que sim - quero dizer, acho que me é familiar."

"Olha João, talvez eu seja um pouco maior, mas olha-me bem", disse a Sra...

"Talvez eu esteja mais gordinha agora... Mas quando vc trabalhava aqui, há muitos anos atrás eu vim aqui uma vez, e por esta mesma porta entrei morrendo de fome e frio".
— Algumas lágrimas caíram-lhe por suas lindas bochechas...

"Senhora?" disse o policial, ele não podia acreditar no que estava presenciando, mesmo pensando como uma mulher como a senhora poderia ter passado fome?

Ela disse, Ouça a minha história:

Tinha acabado de me formar na faculdade em minha cidade natal, e vim para a cidade grande à procura de um emprego, mas não consegui encontrar nada...

Com a voz quebrantada a mulher continuou:
- Quando eu tinha meus últimos centavos e entreguei meu apartamento andava pelas ruas, sem ter o que comer e onde morar, era janeiro, e estava muito frio e estava quase morrendo de fome, quando vi este lugar e entrei, pensando numa pequena chance para conseguir algo para comer”.

Com lágrimas nos olhos, a mulher continuou falando: O João trabalhava aqui e me recebeu com um grande sorriso.

Agora eu me lembro, disse João. Eu estava atrás do balcão de serviço. Ela se aproximou e perguntou se poderia trabalhar para comer alguma coisa.

Você me disse que isso era contra a política da empresa. - A mulher continuou:

Então, João, você me fez o maior e mais gostoso sanduíche de rosbife que já vi na vida... Deu-me também uma xícara de café, e eu fui para um canto para apreciar a minha refeição. Eu estava com medo que você se metesse em encrencas. Então eu olhei e vi você colocar o valor referente ao meu lanche no caixa. Então eu sabia que tudo ficaria bem.

E aí você começou seu próprio negócio? Perguntou o velho João.

Sim encontrei um trabalho naquela mesma tarde. Eu trabalhei muito, e progredi com a ajuda do meu Deus Pai.

Tempos depois, comecei meu próprio negócio, e com a ajuda de Deus, ele prosperou... Ela abriu sua bolsa e tirou um cartão dizendo:

"Quando terminar aqui, quero que você faça uma visita ao Sr. Martinez. Ele é o diretor de pessoal da minha empresa e vai encontrar algo para você fazer nela.

Ela sorriu. "Eu poderia até adiantar-lhe algo, o suficiente para que você possa comprar algumas roupas e arrumar um lugar para viver até se recuperar. Se você precisar de alguma coisa, minha porta estará sempre aberta para você João".

Havia lágrimas de intensa gratidão nos olhos do idoso. "Como eu posso agradecer-lhe”,  perguntou!.

"Não me agradeça" ela respondeu. "Deus da-lhe glória. Ele me trouxe a você".

Fora do restaurante, o policial e a mulher pararam e antes de ir embora ela disse:
"Obrigado por toda sua ajuda!” . Em vez disso, o oficial disse: "Obrigado digo eu, que hoje vi um milagre, algo que eu nunca vou esquecer. E... Obrigado pelo café"...

Que Deus te abençoe sempre e não esqueça que quando jogamos pão sobre as águas, nunca saberemos quando ele nos será devolvido...

Deus é tão grande que pode cobrir o mundo com amor e tão pequeno que pode entrar em cada coração.

Quando Deus te levar à beira do precipício, confie N'ele completamente e deixe-se levar. Apenas uma outra coisa vai acontecer, ou Ele ampara você ao cair, ou vai te ensinar a voar!


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Deus não tarda nem chega cedo demais, tem visto suas lutas, e uma bênção poderá estar chegando à sua vida.

Recebi hoje de Samuel Macedo Lobo, por e-mail

08/05/2012

Ranking da violência - O Estado.


Estudo coloca Brasil em 7º lugar no ranking de violência contra mulher. Um estudo divulgado nesta segunda-feira, 7, apontou que o Brasil tem o sétimo maior índice de homicídios entre as mulheres entre 84 países. De acordo com a pesquisa, a taxa de homicídio no país ficou em torno de 4,4 vítimas para cada 100 mil mulheres.

El Salvador lidera o ranking, com taxa de 10,3 vítimas para cada 100 mil mulheres. Na frente do Brasil ainda aparecem Trinidad e Tobago (7,9), Guatemala (7,9), Rússia (7,1), Colômbia (6,2) e Belize (4,6).

Os Estados com maiores taxas, no ano de 2010, foram: Espírito Santo, Alagoas e Paraná, com taxas de 9.4, 8.3 e 6.3 homicídios para cada 100 mil mulheres, respectivamente.

A musica do dia 012 - Por Antônio Morais

A musica de hoje é uma sugestão do amigo e colaborador do Blog Heleno Silva. Eu fui muito fã dos Incriveis e  dentre as suas musicas a que mais me marcou foi está.


Kokorononiji - Os Incriveis.


Construção de um vaso - Enviado por "Amigos de Deus".

Primeira fase

É assim:

Deus escolhe o barro!
Dentre 200 tipos de barros conhecidos, somente 8 servem para fazer o jarro!
Sabe o que isso significa?
Se você foi escolhido por Deus, isso significa que você é um barro bom.

Segunda fase

Fase do curtimento:

É aquela época em que parece que Deus fala com todo mundo, menos com você. É uma das fases mais importantes, porque o vaso tem que ficar no curtimento.
Quanto mais tempo curtindo, maior liga terá.
Um vaso grande passa por um longo curtimento.  Esta fase depende do tamanho do vaso que Deus quer fazer de você!

Terceira fase

Fase do Pisamento:

É quando o barro é retirado do curtimento, talvez depois de muito tempo, e colocado em um local para ser pisado, para que todo ar seja retirado. Deus permite que você seja humilhado, pisado para poder tirar todo orgulho, vaidade... Sabe como é? Parece que todos falam mal de você, ninguém lhe entende, julgam suas atitudes, etc.

Quarta Fase

Face do Enriquecimento do Barro Agora o vaso precisa ser misturado com a palha fina, pedra triturada e o resto de cerâmica.Um vaso sem esses implementos é um vaso fraco e quebra fácil.  Deus não quer vaso fraco.Quer vaso forte.  Sem o Espírito Santo, humildade, disposição, fé e confiança, o vaso fica fraco.  Ele quer vaso para uso diário, não vaso de porcelana que é usado só de vez em quando.

Quinta Fase

Fase da Modelagem Agora depois de todo este processo, o oleiro leva o barro para ser moldado e virar vaso. Depois de Deus ter nos escolhido, nos ter deixado criando liga, ter tirado o nosso orgulho, depois de nos ter fortalecido, Ele finalmente nos começa a moldar. Então quando estivermos definitivamente prontos, Ele nos enche com Seu Espírito e nos usa de acordo com a Sua vontade.

Sexta Fase

Fase de Cozimento O vaso será colocado em um forno a uma temperatura que varia em 850º e 1300º e entrará em um processo de cozimento.  Nesta fase impurezas são eliminadas, ele pega liga, se solidifica e entra na penúltima fase de construção. Esta fase é vital, pois se ele ainda tiver bolhas de ar, vai rachar e terá que recomeçar o processo.

Sétima Fase

Fase de Ornamentação Agora o artífice, o oleiro vai ornamentar, vai vestir o vaso de cerâmica. Pintar, filetar, colar adereços, etc... A partir deste momento ele passa a ter um valor. Ele vai valer por tudo que o oleiro fez nele. Agora o vaso está pronto para levar a "assinatura" do artífice. 

Blog em Prosa - Por Geovane Costa.


O meu bisavô, Manuel Leandro Bezerra foi o segundo filho  de José Raimundo do Sanharol com Maria Anacleta de Meneses. 

Foi candidato a vereador numa eleição com o apoio do pai. Acontece que um irmão, Joaquim, conhecido por Moço Quinco, queria se candidatar ao mesmo cargo, e o pai não consentia.  

No ultimo dia de campanha  foi permitida a candidatura do Moço Quinco que se elegeu e Manuel Leandro não.  

Então, meu bisavô pegou uma biroba se montou sem arreias e corria de um lado pra outro dando viva a monarquia. Só parou quando  os irmãos  entenderam que ele estava  sem as faculdades mentais em perfeito  estado.

O resultado de eleição é este. No minimo deixa um louco.