terça-feira, 1 de setembro de 2026

Uma vida - Antônio Alves de Morais.

Ninguém pode comprar uma vida. Morre quem está doente, mas também morre quem é saudável, o jovem, o velho, os ricos, os pobres, poderosos, humildes, os inteligentes, os ignorantes, os bons e os maus. 

Quem você mais ama e quem odeia. 

No final todos nós morremos. A única coisa que resta é procurar ser feliz enquanto ainda temos tempo.

Se você ama a vida não desperdice o tempo, a vida é feita desse material. O tempo passa, se esvai, não volta nunca mais, e, nada se pode fazer  ontem.

Ludibrio e escárneo - Antônio Alves de Morais.

Hoje o brasileiro tem a oportunidade   de mostrar  para esses nocivos, imundos mentirosos  e corruptos Lula e Bolsonaro  as suas insignificâncias politicas no  cenário Brasil. 

Os seus partidos foram jogados na lama, e, os seus discursos piedosos, mentirosos e chorões perderam a validade, não tem mais eficácia alguma. 

Ludibrio, desprezo e escárnio, falta de caráter de políticos populistas, mentirosos que ludibriam e vivem glamorizando a pobreza sem nada fazer para contê-la, se não, para tirar proveito dela na manutenção de seus mandatos. 

O Bem Amado - Dias Gomes

Primeira novela produzida em cores na televisão brasileira. O prefeito Odorico Paraguaçu, um político corrupto e cheio de artimanhas, tem como meta prioritária em sua administração na cidade fictícia de Sucupira, litoral baiano, a inauguração do cemitério local. 

De um lado, é bajulado pelo secretário gago, Dirceu Borboleta, profundo conhecedor dos lepidópteros; e conta com o apoio incondicional das irmãs Cajazeiras, suas correligionárias e defensoras fervorosas: Dorotéia, Dulcinéia e Judicéia.

Dorotéia é a mais velha, líder na Câmara de Vereadores da cidade. Dulcinéia, a do meio, é seduzida pelo prefeito. E Judicéia é a mais nova - e mais espevitada. São três solteironas avessas a imoralidades - pelo menos em público, já que Odorico sempre aparece de noite para tomar um "licor de jenipapo"…

De outro, tem que lutar com a forte oposição liderada pela delegada de polícia Donana Medrado, que conta com o dentista Lulu Gouvêia, inimigo mortal do prefeito e líder da oposição na Câmara - atracando-se constantemente com Dorotéia no plenário. 

E ainda com o jornalista Neco Pedreira, dono do jornal local, A Trombeta. O meio-termo se intensifica com a presença de Nezinho do Jegue, defensor fervoroso de Odorico quando sóbrio, e principal acusador, quando bêbado!

Maquiavelicamente, o prefeito arma tramas para que morra alguém, sendo sempre mal sucedido. Nem as diversas tentativas de suicídio do farmacêutico Libório, um tiroteio na praça e um crime lhe proporcionam a realização do sonho. 

Para obter êxito, Odorico traz de volta a Sucupira um filho da terra: Zeca Diabo, um pistoleiro redimido, que recebe a missão de matar alguém para a inauguração do cemitério.

Como se não bastasse, Odorico ainda tem que enfrentar os desaforos de Juarez Leão, médico personalístico da oposição, que se envolve com sua filha Telma e faz um bom trabalho em Sucupira, salvando vidas - para desespero de Odorico.

Ao final, uma irônica surpresa: Zeca Diabo, revoltado, mata Odorico, que, finalmente, inaugura o cemitério!