terça-feira, 11 de dezembro de 2018

CARIRIENSIDADE (por Armando Lopes Rafael)


Construção do Centro Cultural do Cariri será iniciado em 2019

 Prédio do antigo Seminário Apostólico da Sagrada Família, na cidade de Crato, onde será instalado o Centro Cultural do Cariri

     A Prefeitura de Crato adquiriu o imenso conjunto arquitetônico onde funcionou o Seminário Apostólico da Sagrada Família (depois serviu como Hospital Regional Manoel de Abreu), localizado no bairro Recreio. O prédio será doado ao Governo do Ceará, que o restaurará, e lá fará funcionar o Centro Cultural do Cariri, que funcionará nos moldes do Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar, de Fortaleza.
      Segundo anunciou o Governador Camilo Santana, o Centro Cultural do Cariri será uma grande arena e anfiteatro, com cinema, área de exposições, teatro, área de lazer, biblioteca, livrarias, memoriais, amplo estacionamento, dentre outros benefícios.

A Vila da Música do Belmonte

         Outro equipamento cultural de grande importância é a Vila da Música, construída pelo Governo do Ceará, no bairro Belmonte, no sopé da Chapada do Araripe, na cidade de Crato. Trata-se do primeiro equipamento cultural do gênero, construído pelo Governo do Estado, no interior cearense. Um espaço que conta com infraestrutura moderna e dedicada a atender estudantes – crianças, jovens e adultos -, distribuídos em diversos cursos de diversos instrumentos, como violino, viola, violoncelo, contrabaixo e violão.


     A Vila de Música funciona numa parceria do Governo do Ceará – através da Secretaria da Cultura – com a tradicional escola de música Sociedade Lírica de Belmonte (Solibel), fundada por Mons. Ágio Augusto Moreira na década de 1970. Esta instituição tem como temas centrais a socialização, a formação humana e o ensino musical, diretrizes estas que foram incorporadas à Vila da Música, fomentando a cidadania através da educação musical e criando oportunidades para o desenvolvimento humano, econômico e territorial sustentável.

Patrimônio histórico do Cariri: o relógio da Catedral de Crato

     O velho relógio da Catedral de Crato continua batendo as horas, 155 anos depois de inaugurado. Ele foi adquirido na fábrica Ungerer & Frères, localizada em Estrasburgo (França), e assentado, pelo artesão Vicente Ferreira da Silva, na então Matriz de Nossa Senhora da Penha, no dia 21 de janeiro de 1863. O relógio foi oficialmente entregue à população de Crato, no dia 12 de outubro daquele ano, por ocasião da primeira visita pastoral feita ao Cariri pelo primeiro bispo do Ceará, Dom Antônio Luís dos Santos.


     A iniciativa da compra desse relógio coube ao vigário colado da freguesia, Padre Manuel Joaquim Aires do Nascimento, que o adquiriu por intermédio do Dr. Marcos Antônio de Macedo. Consoante informação do historiador Irineu Pinheiro, o relógio da Matriz de Crato foi considerado, “naqueles tempos, um dos melhores do Império”.

    Decorridos 155 anos da sua instalação, o velho relógio da Sé de Crato ainda marca as horas com exatidão. Em 2003, o ex-Cura da Catedral, Monsenhor João Bosco Cartaxo Esmeraldo, escreveu à fábrica de relógios Ungerer solicitando informações sobre o equipamento adquirido para a Paróquia de Nossa Senhora da Penha, no terceiro quartel do século XIX.
Acima, Theodore Ungerer, construtor do Relógio da Catedral de Crato,
Crédito: site: http://phaffans.com/wp/?tag=equation-du-temps

A carta-resposta recebida pelo Monsenhor

   Transcrevemos abaixo a correspondência recebida – e traduzida – por monsenhor João Bosco Cartaxo Esmeraldo:

“Estrasburgo, 6-11-2003

A Mons. João Bosco Cartaxo Esmeraldo
Vigário Geral da Diocese de Crato-CE

Monsenhor,
Queirais perdoar o atraso desta resposta à vossa simpática mensagem de 21 de janeiro de 2003 e vossa carta de 7 de maio ao Vigário Geral de Estrasburgo, que me chegaram, há algumas semanas, somente após três meses de ausência.

Eu sou filho caçula de Thédore Ungerer (1894-1935) construtor do relógio Astronômico de Messina (Sicília) (1933), o maior do mundo com 50 autômatos, dos quais 48 desenhados por meu pai.
Para responder à vossa questão se há ainda a fábrica em Estrasburgo, eu anexo a esta carta um texto do Sr. Yann Cablot, dos Arquivos Departamentais do Baixo Reno.

Eu concluo que a firma Ungerer, fundada em junho de 1858, cessou definitivamente sua atividade, em janeiro de 1989.

Eu encontrei talvez traços de vosso relógio, no repertório dos Grandes Livros Ungerer, nos Arquivos Departamentais (73J45 pag.91, anexo) onde se encontra um pagamento de 1.130 Fr, em 27 de abril de 1860, “para o Brasil” (talvez uma conta (parcela?).

Em nome dos meus ancestrais, eu vos agradeço, Monsenhor, por vossa mensagem cordial e por vossas bênçãos e vos dirijo minhas saudações respeitosas e cordiais.
B.Ungerer

Teríeis a gentileza de me enviar uma foto da torre da Catedral, com o relógio Ungerer, para os Arquivos Departamentais? Obrigado antecipado”.

Outras informações sobre o relógio da Catedral

    Verificando o anexo que acompanhou a carta do Sr. Bernard Ungerer ao monsenhor João Bosco Cartaxo Esmeraldo, lemos uma relação manuscrita referente a 1860, onde constam as encomendas feitas à fábrica Ungerer & Frères, naquele ano. Na relação, uma anotação registra: “avril, 27 Caisse 1 – pour Le Brésil –37– 1.130 Fr (abreviatura da moeda francesa, o Franco).”

    Donde se conclui que o atual relógio, ainda batendo as horas na Sé de Crato, foi adquirido por Dr. Marcos Antônio Macedo, em Estrasburgo, no dia 27 de abril de 1860, fato comprovado pelo cineasta Jackson Bantim, que fotografou a máquina do equipamento e lá consta o ano da fabricação: 1860. Este relógio – segundo pesquisa de Irineu Pinheiro – foi instalado na torre do lado sul da Catedral de Nossa Senhora da Penha no dia 21 de janeiro de 1863, pelo artesão Vicente Ferreira da Silva.

Escritores do Cariri: Nertan Macedo

     Nasceu em Crato a 20 de maio de 1929. Foi um dos maiores dentre os jornalistas, historiadores, poetas e escritores nascidos no Cariri. Deixando sua cidade natal, ainda jovem, fixou-se em Recife (PE), onde foi redator dos jornais “Diário de Pernambuco” e “Jornal do Commercio”. Da capital pernambucana seguiu para o Rio de Janeiro. Nesta última cidade, trabalhou em três jornais da então capital brasileira: “O Jornal”, “Tribuna da Imprensa” e “Jornal do Commercio”, do Rio.

   O escritor Raimundo de Oliveira Borges, escrevendo sobre Nertan Macedo, disse: “Era um enamorado impenitente do sertão, que nunca esqueceu, das suas paisagens, dos seus homens bravos, das mulheres bonitas, dos verdes canaviais do seu Cariri, da silhueta azul da Chapada do Araripe, das fontes cantantes que irrompiam e ainda irrompem graças a Deus do seu seio inesgotável, da Praça da Sé das suas peraltagens de menino, do seu Crato antigo, hospitaleiro e bom”.

    Nertan Macedo escreveu 27 livros, dentre eles: “Caderno de Poesia” (1949); “Aspectos do Congresso Brasileiro” (1956); “Cancioneiro de Lampião” (1959); “Rosário, Rifle e Punhal” (1960); “O Padre e a Beata” (1961); “Capitão Virgulino Ferreira Lampião” (1962); “Memorial de Vilanova” (1964); “O Clã dos Inhamuns” (1965);   “O Bacamarte dos Mourões” (1966); “Agreste Mata e Sertão”; “Da Provence ao Capibaribe”; “O Clã de Santa Quitéria” (1967); “Dois Poetas Pernambucanos” (1967);  “Floro Bartolomeu–O Caudilho dos Beatos e Cangaceiros”; “Antônio Conselheiro” (1969); “Cinco Históricas Sangrentas de Lampião e Mais Cinco Histórias Sangrentas de Lampião” 2 volumes (1970);   “Sinhô Pereira - O comandante de Lampião” (1975).

        Pertenceu ao Instituto Cultural do Cariri (ocupava a cadeira nº 17, cujo patrono é João Brígido) e a Academia Cearense de Letras. Nertan Macedo faleceu aos 60 anos, em 30 de agosto de 1989.

Lula foi de incendiário a pacificador em 8 meses - Por Josias de Souza

Autoproclamado "metamorfose ambulante", Lula exagera no truque da manipulação da própria imagem. Em abril, transformou num culto aos pneus queimados e às propriedades invadidas o seu último comício antes de se entregar à Polícia Federal, no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Nesta segunda-feira, Lula enviou carta para ser lida num evento realizado no mesmo sindicato. Nela, trocou o discurso incendiário pela louvação à paz e fraternidade.

Aquele Lula do dia da prisão dissera que a cadeia não iria silenciá-lo, porque seus devotos fariam barulho por ele. "Vocês poderão queimar os pneus que vocês tanto queimam. Poderão fazer as passeatas que tanto vocês queiram, fazer ocupações no campo e na cidade…" O Lula desta segunda-feira condenou o "discurso do ódio".  E vaticinou: "Ainda iremos construir um mundo de paz e fraternidade, onde todos e todas, sem exceção tenham direito a uma vida digna…"

Entre o Lula incendiário de abril e este Lula pacifista de dezembro há oito meses de cadeia, uma surra eleitoral, duas delações companheiras de Antonio Palocci e um sem-número de derrotas judiciais. O presidiário planejara ganhar a liberdade acuando juízes com a militância incendiária do PT e o "exército" de João Pedro Stédile, do MST. Entretanto, secaram as fontes de dinheiro público para sindicatos e movimentos sociais. Sem a condução e o sanduíche, faltou ânimo à multidão para sair de casa.

Por uma dessas ironias fatais, o PT e seus aliados reuniram-se em São Bernardo para pedir a liberdade de Lula no mesmo dia em que Jair Bolsonaro foi diplomado pela Justiça Eleitoral, em Brasília. Simultaneamente, celebrou-se neste 10 de dezembro o aniversário de 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Momentaneamente trancado dentro da sua pose de coitadinho, Lula citou na carta três heróis de lutas pacíficas: Martin Luther King, Nelson Mandela e Mahatma Gandhi

Como que decidido a se comparar aos mártires, Lula realçou que Mandela passou 27 anos numa cadeia do regime do apartheid. A tentativa de estabelecer uma analogia é vã e ofensiva. O esforço é vão porque já foi tentado antes. E serviu apenas para potencializar o antipetismo que elegeu Bolsonaro. Ele ofende porque qualquer criança sabe que King, Gandhi e Mandela não alisaram a cabeça de corruptos nem desfrutaram de confortos bancados com verbas sujas.

Antes de Lula ser passado na tranca, Gleisi Hoffmann, presidente do PT, ameaçava: "Para prender o Lula, vai ter que prender muita gente. Mais do que isso, vai ter que matar gente. Aí, vai ter que matar." Hoje, com a Lava Jato no seu próprio calcanhar, a senadora declara-se amedrontada.

"Tememos muito pela segurança do presidente Lula", disse Gleisi. "Primeiro, pelas declarações do presidente eleito, dizendo que Lula tem que apodrecer na cadeia, ou que os petistas têm que ser exterminados."

Ironicamente, Lula soou na carta atribuída a ele bem menos dramático: "Tenho certeza de que tenho o sono mais leve e a consciência mais tranquila do que aqueles que me condenaram." Mantido o timbre atual, Lula vai acabar convencendo o Judiciário de que a cadeia fez tão bem à sua alma que merece ser esticada ao máximo.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

‘Poder popular não precisa mais de intermediação’ - Bolsonaro.



Em seu discurso durante a diplomação no TSE, Jair Bolsonaro afirmou que o poder popular “não precisa mais de intermediação”.

Para o presidente eleito, “as novas tecnologias permitiram uma relação direta entre o eleitor e seus representantes”.

Bolsonaro disse ainda que seu compromisso com a “soberania do voto popular” é “inquebrantável” e que os brasileiros expressaram de forma “pacífica e ordeira” seu desejo por mudanças.

Conservadores latinos se unem contra “volta da esquerda”


Fonte:"O Estado de S.Paulo” – Mariana Haubert, enviada especial

Impedir a volta da esquerda ao poder e organizar a direita no continente latino-americano. Esse foi o tom dos discursos e painéis realizados no domingo, dia 8, durante a 1ª Cúpula Conservadora das Américas. Idealizada para ser uma reação ao Foro de São Paulo, organização que reúne entidades e partidos de esquerda desde os anos 1980, a cúpula reuniu expoentes do futuro governo Jair Bolsonaro, ideólogos conservadores e integrantes de movimentos de combate à corrupção.

Durante oito horas, convidados como o filósofo Olavo de Carvalho, os irmãos Abraham e Arthur Weintraub, o príncipe Luiz Philippe de Orleans e Bragança e o deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), entre outros, se revezaram nos discursos e explanações em que o mote era traçar estratégias de enfrentamento do discurso de esquerda.
O deputado reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Foto: PAULO LISBOA/AGB / Estadão Conteúdo 

O mais assediado durante o evento, Eduardo Bolsonaro mal conseguia se locomover de um lugar a outro com dezenas de pedidos de selfies, favores e apresentações. Ao longo da tarde, no entanto, o assédio arrefeceu e o parlamentar conseguiu acompanhar os discursos e debates que ocorreram no auditório de um resort em Foz do Iguaçu (PR). Terminou a noite pedindo a noiva em casamento no fim do evento diante do público presente.

Apesar da organização do evento ter divulgado previamente que mais de 2 mil pessoas haviam feito as inscrições para participar, apenas cerca de 600 compareceram. Para a imprensa, Eduardo minimizou o número e disse que a cidade do extremo oeste do Paraná é de difícil acesso para moradores de outras regiões do País. Mas explicou que o local foi escolhido pelo simbolismo. Está na tríplice fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.

A cúpula reuniu basicamente pessoas ligadas a movimentos de direita que se articulam há alguns anos e pessoas que decidiram participar por conta própria. É o caso do corretor de imóveis de Cascavel (PR) Márcio Teles e da empresária e suplente do deputado federal eleito Nelson Barbudo (PSL-MT), Gina Defanti, que decidiram arcar com os custos das viagens porque querem resgatar os valores conservadores. "Hoje vemos uma gama de pessoas perdidas, achando que ser conservador é ser errado", disse Teles.

Paula Milani, integrante do movimento Acampamento Lava Jato, de Curitiba, afirmou ver um levante da direita no Brasil e acredita que agora é hora de organizar esse movimento. "A esquerda chegou muito bem organizada, muito bem estruturada e dominou realmente. Agora, a direita está se organizando, tanto que já elegemos um presidente", disse. Paula levou com ela mais seis pessoas, todos com a camiseta do movimento.

A tônica do evento foi sintetizada por Jair Bolsonaro no domingo. Em sua conta no Twitter, o presidente eleito afirmou que "por muito tempo o pensamento conservador e os valores familiares que predominam em nossa sociedade foram marginalizados graças a um projeto de poder revolucionário tocado por lideranças de esquerda em todo o continente". E agora, de acordo com ele, é o momento de propor novos caminhos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 9 de dezembro de 2018

Todo cuidado é pouco - Antonio Alves de Morais.


Um presidente da republica não pode e nem deve dar entrevistas em toda esquina ou parada qualquer, para repórteres de meia pataca, vendidos e financiados, uns urubus, que não se sabe, ao certo, a serviço de quem estão.

Marque a entrevista, credencie os repórteres e responda as perguntas. Quem fizer o contrário vai se expor ao ridículo, se aborrecer e se ferrar. A mídia brasileira só é conveniente  quando o cachê já está acertado.

sábado, 8 de dezembro de 2018

Perguntaram ao Dalai Lama o que mais lhe surpreendia.


Ele respondeu : Os homens.

Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde. E, por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro. E vivem como se nunca fossem morrer. E morrem como se nunca tivessem vivido.

HERANÇA - Por Wilton Bezerra, Comentarista esportivo


Quero falar de futebol ruminando sobre o entorno dessa prática e esportiva apaixonante.
Digo isso e penso nos idiotas da objetividade, irmãos siameses dos cronistas de resultados.
Esses, acham que no futebol tudo é resolvido dentro de campo, ignorando o seu gerenciamento por canais infinitos.
Desvinculados da idéia de se deixar uma contribuição nova, um olhar diferente para o jogo. Uma herança, digamos, em forma de novas idéias.
Assim como uma diva deixa para a posteridade sua obra musical antológica, criada para ficar.
Caetano Veloso se reportou à herança musical de Belchior como uma obra para não ser esquecida.
François Rabelais, escritor e padre francês que morreu em 1553, cravou no seu testamento: “Pouco tenho,devo muito, o resto eu deixo para os pobres”. Um cínico.
Remando contra uma maré, muitas vezes virulenta, afirmo que até nas derrotas o futebol nos deixa heranças importantes e inesquecíveis.
Por exemplo, como um time derrotado, a seleção brasileira de 1982 na Espanha, pôde ser mais lembrado do que posteriores formações vencedoras de Copas do Mundo?
E não se trata de uma lembrança ufanista. Guardiola se derrete ao falar daquela seleção.
Outra: a Hungria de Puskas, na Copa de 1954, jogando um futebol mágico, e ainda assim, perdendo a final para Alemanha.
E, agora, a mais importante: a revolucionária escola holandesa. Mesmo saindo sem a vitória em duas decisões de copa, deixou uma herança de alta relevância para a evolução do jogo nos últimos 50 anos.
Tudo o que vemos hoje, de mais alto nível no futebol, tem as digitais de Rinus Michels e Joham Cruyff.
Quem ignorar esses argumentos não deveria assistir futebol. Aguarda somente o resultado do placar após os jogos.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Hoje como dantes - Antônio Alves de Morais


Prezado amigo Cesário Saraiva Cruz. Hoje, o Dr. Menezes Filho me enviou  essa foto do João Pedro e seus colegas do Colégio em Crato. Nada  mudou do nosso tempo. Em 1969, o ponto de encontro era no Bar do Nego de Aninha e Recreio Social, ontem foi no Bar do Buzuga. 

A prática é a mesma. Como o amigo pode observar na foto o litro de "Conhaque Dreia" esta escondido por trás da coca-cola. 

Daqui há 50 anos eles estarão lembrando as suas aventuras, como nós lembramos as nossas hoje.

DEFESA DE LULA BATE RECORDE DE ‘HCS’ E DE DERROTAS - Por Claudio Humberto.

A defesa do ex-presidente Lula usa e abusa do “direito” de agastar a Justiça, demonstrando notável capacidade de ganhar prioridade nos tribunais. 

Até agora, impetrou mais de 140 habeas corpus para tentar soltar o petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro. Todos negados. 

Com o Supremo Tribunal Federal sempre disposto a acolher qualquer manobra sem arquivar, ainda que insultem a inteligência.

Há levantamentos indicando que quase 180 magistrados em cerca de 50 instâncias foram mobilizados para julgar manobras do presidiário.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

AQUIETAR A MENTE - Por Edmilson Alves


Para aquietar a mente, exaurir estrese, ansiedades, inibir rancores, a forma de pensar altera emoções e comportamento do corpo-mente!
O estado de relaxamento profundo é técnico. Precisa aprender a respirar com diafragma. A sensação que proporciona é de muita paz interior.
A mudança que gera transformação interior permite ouvir a voz do silêncio. O silencio é paz dentro do ser. É manifestação de DEUS proporcionando inspiração pra caminho humano.
O caminho é estrada do autoconhecimento. 
O caminho capacita o ser a descobrir a nossa própria voz interna, desenvolvendo a intuição, equilibrando sentimentos!
Aquietar a mente e o estado de graça. È sentir o Divino. 
Alcançar esse estado Búdico é trabalho demorado, mas, vale a pena iniciar a caminhada. Buda dizia que só se aprende a caminhar, caminhando.
É preciso disciplina e disposição para encontrar as respostas que estão dentro de nós mesmo, às vezes são enigmáticas.
É preciso sair da nossa zona de conforto que nos encontramos para reconstrução de novo ser. 
É difícil, mas, o que é fácil?
O que podemos garantir é que: vale a pena. 
A ativação da lucidez no inconsciente permite ser criativa e conseguir tudo o que quiser através da Lei da Atração

Corrupção no Brasil - Por Deltan Dalagnol.


É difícil descobri a corrupção, quando descoberta, é difícil prová-la.

Provada é difícil que o processo não seja anulado. Não anulado, demora mais de década e prescreve. Não prescrito, a pena é baixa e indultada no Natal. 

Se sobra alguma pena e é aplicada a algum poderoso, ele adoece e vai pra casa.

Escrever - Por Wilton Bezerra, Comentarista generalista



Meu negócio sempre foi falar.
Falar em rádio sobre futebol e outros assuntos, para garantir a papa das crianças.
Isso era o suficiente para os gastos, imaginava.
Já para escrever, logo de cara dois problemas: a pouca paciência e a preguiça.
Não me julgava com inspiração para colocar no papel o que eu pensava e dizia.
Quando tentava escrever alguma coisa, queria dar à narrativa a mesma velocidade da fala.
E isso causava um reboliço na cabeça. 
Enfim, não sabia escrever.
Uma frase me chamou a atenção e foi decisiva para que decidisse transferir para a escrita o que pensava: “Envelhecemos quando deixamos de aprender’.
Mesmo com a disposição de não querer aprender mais nada, fui à luta.
Outra coisa: a tal da inspiração pode significar trabalho.
O trabalho de ler o maior número de livros, revistas, jornais, enfim, tudo que lhe chegar às mãos.
Uma boa porção de curiosidade pode completar o tempero.
Bom, posso estar sendo reducionista quanto à essa questão.
Escrever dá um trabalho danado, é verdade.
Mas, que é um poderoso instrumento para se expressar bem, não tenham dúvidas.
Vou seguindo nesta caminhada, como integrante de uma quinta divisão de cronistas. Nem por isso, insatisfeito.
Escrever, à esta altura, é preciso.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Dra. Mayra assumirá Secretaria no Ministério da Saúde - Tribuna do Ceará.



Mayra foi convidada pelo futuro ministro da Saúde, Henrique Mandetta (DEM-MS). A SGTES é responsável pelo programa Mais Médicos

Dra Mayra foi convidada pelo futuro ministro da Saúde, Henrique Mandetta (FOTO: Reprodução/ Facebook)

A médica pediatra Mayra Pinheiro foi convidada a assumir a Secretaria da Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES) no governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Ela foi convidada pelo futuro ministro da Saúde, Henrique Mandetta (DEM-MS). A SGTES é responsável por formular políticas públicas orientadas da gestão, formação e qualificação dos trabalhadores e da regulação profissional da área da saúde no Brasil. A Secretaria também cuida do funcionamento e fiscalização do programa Mais Médicos.

Dra Mayra já solicitou desfiliação do PSDB, partido do qual fazia parte quando disputou vaga ao Senado Federal nas eleições 2018. A médica ficou em 4º lugar, com 882 mil votos. Após o pleito, no fim de outubro, Mayra foi desligada do Hospital Geral de Fortaleza (HGF) logo após voltar à função. O afastamento ocorreu, supostamente, em razão das denúncias que a médica fazia nas redes sociais mostrando os corredores com vários pacientes à espera de