quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Resposta de mestre - Antonio Alves de Morais.


Mestre, tenho uma pergunta.
Diga meu filho.
E os trabalhadores com essa reforma trabalhista?
O que tem eles?
A vida dos patrões agora ficou fácil. Vão puder explorar os trabalhadores.
Peça demissão, você não é obrigado a trabalhar para patrão nenhum.
Mas, o que eu vou fazer na vida?
Vire patrão, ouvir dizer que a vida de patrão agora ficou fácil.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Sacerdote eternamente: Monsenhor Ágio celebra 75 anos de Ordenação



Fonte: Diocese de Crato/Parresia Comunicação Católica

O mais antigo clérigo da Diocese de Crato, Monsenhor Ágio Augusto Moreira, completa nesta terça-feira, dia 18 de dezembro, setenta e cinco anos de vida sacerdotal, exemplarmente fiel aos propósitos firmados diante do altar do Senhor. Com uma vida inspirada na simplicidade, em meados de fevereiro deste ano, ele também celebrou a efeméride de seu centenário.

Sacerdote simples e piedoso, exímio escritor e músico, viveu o ministério na função de professor de canto gregoriano, italiano, grego e francês no Seminário São José, em Crato. Também foi vigário cooperador nas cidades de Jardim, Icó, Farias Brito e Iguatu. O título de “monsenhor” veio em 2003, por indicação do então bispo diocesano, Dom Fernando Panico.
 Lembrança da primeira Missa rezada pelo então Padre Ágio. Arquivo pertence a uma família do Crato. Foto: Reprodução

Nascido em Assaré, Monsenhor Ágio fez de sua inclinação para a música epifania do mistério divino. Dessa experiência religiosa, edificou, no Bairro Belmonte, em Crato, a Sociedade Lírica do Belmonte, a Solibel, mantenedora da Escola de Educação Artística Heitor Villa Lobos e da Orquestra Sinfônica Padre Davi Moreira, ambas voltadas para a formação em música, o desenvolvimento da cidadania e os valores que iluminam a vida.

Para celebrar tantos feitos, foi rezada Missa na Catedral Nossa Senhora da Penha, em Crato, mesmo templo santo onde ele dissera “sim” ao chamado de Deus, há 75 anos.

Conduzida pelo Coral Nossa Senhora das Graças, fruto dos trabalhos pastorais do sacerdote, à cerimônia solene foi presidida pelo bispo, Dom Gilberto Pastana, concelebrada por padres da diocese. Estiveram presentes diáconos, seminaristas, religiosas, agentes de pastorais e movimentos, familiares e amigos. Monsenhor Ágio ficou a Missa inteira compenetrado. O único momento em que assembleia pode ouvi-lo foi na Oração Eucarística.


Sacerdote eternamente

Para Dom Gilberto, celebrar os 75 anos de Ordenação Sacerdotal do Monsenhor Ágio é “um fato inédito”. Fazendo memória à vida, à vocação e aos trabalhos pastorais do sacerdote, disse rogar ao Senhor da Messe que conceda à diocese vocações igualmente santas. “Apesar do pouco tempo de convivência, o senhor tem sido, especialmente para mim, um modelo de sacerdote, de testemunho, de obediência e de desapego aos bens do mundo. Ao olhar a sua longevidade, o seu exemplo e a sua fidelidade sacerdotal a Deus e à Igreja, ousamos repetir, mais uma vez: ‘Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem do Rei Melquisedec'”, considerou.

Padre Paulo Costa, há três anos ordenado sacerdote, também considerou que a vida do Monsenhor Ágio, principalmente o trabalho social, é reflexo de sua fidelidade ao Evangelho e do cuidado com o outro. “Através da música e da arte, ele se tornou canção muito bonita para as pessoas, marcando suas vidas com notas de alegria, de entusiamos, de elevação da alma e do desenvolvimento da dignidade dos seus irmãos. O nosso coração se enche de alegria. Essa vida toda doada, para nós é um grande sinal de renovação e de incentivo”.
Texto: Patrícia Mirelly/Assessoria de Comunicação/Diocese de Crato
Fotos: Patrícia Silva/Assessoria de Comunicação/Diocese de Crato

Regra sobre prisão devolve Lula à pauta do STF - Por Josias de Souza


O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, marcou para abril de 2019 o julgamento das ações que questionam a regra que permitiu a prisão de condenados em tribunais de segunda instância. A Suprema Corte é pressionada a pautar a reanálise desse tema desde que a condenação de Lula no caso tríplex foi confirmada pelo TRF-4, o tribunal que revisa os processos da Lava Jato de Curitiba.

No início de 2018, a então presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, foi questionada sobre a hipótese de apressar o julgamento sobre a regra da prisão em função do pesadelo penal de Lula. Ela declarou: "Não sei por que um caso específico geraria uma pauta diferente. Seria apequenar muito o Supremo." Enquanto esteve no comando, Cármen Lúcia não pautou o tema.

O tempo passou. Em abril, Lula foi preso, com o aval do Supremo. Em setembro, Toffoli ocupou a poltrona de Cármen Lúcia. Com sua decisão, o julgamento que tem potencial para "apequenar" o Supremo vai, finalmente, acontecer. E ocorrerá num instante Lula terá acumulado um ano e três dias de encarceramemento. É quase nada para alguém que foi condenado a 12 anos e um mês de prisão.

A prisão após condenação em segunda já prevaleceu no plenário do Supremo em três oportunidades. Na mais recente, sobreviveu pelo magro placar de 6 votos a 5. Mas o ministro Gilmar Mendes, que votou junto com a ala favorável à tranca, decidiu dar meia-volta. Ele agora é um entusiasta da política de celas vazias. Um recuo do Supremo seria bom para Lula e todos os corruptos presos. Com sorte, ficam soltos por um bom tempo. Com muita sorte, alcançam o sonho da prescrição dos crimes. Era muito ruim para o Supremo. Sua supremacia vai caber numa caixa de fósforos.

Quem ler palavras DIVINAS aprende a agradecer a vida - Por Edmilson Alves.

Agradecer o que tem e o que ainda não tem. Gratidão só tem valor quando vem do coração que emociona quem coração tem.

Estou abrindo o meu coração e, colocando-o, fora do peito, pra os amigos perceberem que a minha gratidão parte de meu coração.

Sou grato e reconheço os bons amigos que tenho.  Reconheço os benefícios que recebo da vida e de DEUS.

Ser grato é preciso ter sensibilidade, humildade, enfim, é preciso ter amor. 

Só agradece as bênçãos de cada dia quem pode ver e sentir a beleza da flor, a importância do ar e a ternura do orvalho. 

Sensibilidade também pra sentir a relva, sentir a brisa que é DEUS que favorece, espalhando benefícios a quem sente ou não sente a dor. 

Hoje, 18 de dezembro, completando 79 juventudes acumuladas, é dia de agradecimento, é dia de amor é dia de felicidade!


Orléans e Bragança: “Se alguém da bancada do PSL cair na velha política, serei o primeiro a denunciar”.



Eleito deputado na onda Bolsonaro, Luiz Philippe de Orléans e Bragança propõe uma democracia parlamentarista e diz que disputa da base do PSL ainda não acabou

Eleito para seu primeiro mandato de deputado federal, o cientista político e empreendedor Luiz Philippe de Orléans e Bragança (Rio de Janeiro, 1969), carrega o DNA da família real brasileira. É chamado de príncipe, mas esse seria apenas um título simbólico, caso o Brasil ainda fosse um país monárquico. 

Na prática, ele não está na linha de sucessão. É daqueles membros da família real que recebem críticas por não lutar veementemente pelo retorno do império brasileiro, apesar de o desejar. Defende o parlamentarismo.

Nos próximos quatro anos, o herdeiro da extinta monarquia promete fiscalizar até os seus colegas ativistas do PSL e pretende sugerir leis que consigam criar freios e contrapesos ao sistema político brasileiro. 

Nas últimas duas semanas, a reportagem conversou com o príncipe em três ocasiões: na Cúpula Conservadora das Américas, em Foz do Iguaçu, na diplomação do presidente eleito Jair Bolsonaro no Tribunal Superior Eleitoral, em Brasília, e por telefone.

O sábio responde - Antônio Alves de Morais.


Tenho uma pergunta mestre.
Diga meu discípulo.
E os trabalhadores com essa reforma trabalhista?
O que tem eles?
A vida dos patrões agora ficou fácil. Vão puder explorar os trabalhadores.
Peça demissão, você não é obrigado a trabalhar para  patrão nenhum.
Mas, o que eu vou fazer na vida?
Vire patrão, ouvir dizer que a vida de patrão ficou fácil agora.

Da retórica a prática - Antonio Alves de Morais.


Com propostas e promessas moralizadoras Jair Bolsonaro se elegeu presidente da república nas últimas eleições com 55% dos votos válidos. 

Com a montagem da equipe ministerial sua popularidade subiu a 75%.  Carece agora sair da retórica e ir para prática. 

Sem ludibrio, mentiras, fantasias. Longe dos caminhos percorridos por FHC, Lula, Dilma e Temer.

O Brasil será o grande vitorioso.

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

FHC rumina dúvidas sobre Bolsonaro! E o PSDB? - Por Josias de Souza


Numa palestra que ministrou em São Paulo, Fernando Henrique Cardoso despejou sobre a audiência suas dúvidas em relação ao futuro governo de Jair Bolsonaro. E foi incapaz de expressar uma certeza qualquer sobre o seu partido, o PSDB.

"Minha expectativa é que o governo, que não existe ainda, vai terminar um ciclo, vai matar um ciclo" inaugurado com a Constituição de 1988, declarou FHC. "Esse ciclo já estava morrendo."

Impossível discordar de FHC. Pode-se, no máximo acrescentar um detalhe: a morte do ciclo pós-redemocratização começou antes, muito antes da ascensão de Bolsonaro. E o PSDB revelou-se um vivo pouco militante.

Mais recentemente, a inatividade do tucanato roçou as fronteiras do paroxismo. Foi tão vigorosa que o eleitor sentiu-se à vontade para enviar coroas e atirar na candidatura presidencial de Geraldo Alckmin a pá de cal de um quinto lugar.

FHC disse não saber se Bolsonaro "vai ser capaz de criar outro" ciclo. Soou como um São Tomé invertido, do tipo que quer ver para não crer. "Eu tenho uma interrogação. Não estou dizendo que não vai ser capaz. Estou dizendo que eu não sei se vai ser capaz de criar outro, imaginar formas políticas."

O grão-mestre do tucanato faria melhor se cuidasse das interrogações que rondam a sua legenda. Antes de olhar para o lado, poderia responder: o que o PSDB tem a oferecer? O que foi mesmo que Alckmin propôs? Enquanto não espantar esse tipo de questão, a dúvida sobre Bolsonaro será sempre um desabafo, não uma solução.

O "germe da inquietação" está ativo em várias partes do mundo, disse FHC. Como exemplo, citou a revolta dos coletes amarelos na França. "É um momento novo no mundo, não é só aqui, não."

De fato, a inquietação está em toda parte, exceto no PSDB. No ninho tucano, abundam inação e pasmaceira. A legenda teve a oportunidade de reagir quando a biografia do filiado Eduardo Azeredo enferrujou. Nada.

A ferrugem avançou sobre as reputações de José Serra e de Aécio Neves. Nem sinal de reação. Até a biografia de Alckmin foi oxidada por um enredo de caíxa dois. E nada.

Num cenário assim, é natural que FHC se preocupe mais com a interrogação que flutua sobre o futuro do novo governo. Deve lhe doer a ideia de que faz o papel de um ex-monarca longínquo, numa peça confusa, em que o protagonista é o João Doria e cujo epílogo é a adesão do ex-PSDB ao governo Bolsonaro.

Direto ao Assunto - Por José Newmanne Pinto.


O poder diabólico de João de Deus.

A surpresa pela descoberta de que um curandeiro famoso e milionário passou a ser, de repente, acusado de ter abusado de 330 mulheres, entre as quais uma filha, quando ainda criança, não se explica apenas pela credulidade de pacientes, que se submetem por desespero a cirurgias espirituais e outras intervenções, mas também pela impunidade gozada pelos abonados no Brasil. 

Ainda quando estava foragido das autoridades da polícia e da Justiça, o ex-garimpeiro João Teixeira de Faria movimentou R$ 35 milhões nos bancos, numa amostra do dinheiro e do prestígio com personalidades importantes da cena nacional, que o protegeram de eventuais acusações de vítimas de vários estados e até no exterior.


Síndrome de supremacia aguda.

Na semana passada, o relator da Lava Jato no STF, Edson Fachin, divulgou relatório sobre suas atividades no combate à corrupção e o Estado publicou ontem entrevista dele garantindo que “o Supremo é muito maior do que a Lava Jato”. 

Deve ter sido acometido de “síndrome de supremacia” aguda porque, na verdade, a cúpula do Judiciário só saiu do zero condenação ao apenar o deputado de baixíssimo clero Nelson Meurer, enquanto Curitiba produziu 226 contra 146 pessoas, porque algumas foram condenadas mais de uma vez e todas as sentenças juntas somam 2.120 anos, 5 meses e 20 dias de cadeia. 

A comparação é constrangedora e Sua Excelência perdeu excepcional chance de calar.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

DIFERENÇAS DOS DIFERENTES - Por Edmilson Alves



O homem sapiente não é afetado pela opinião pública. Também tem consciência de que os rios de águas rasas fazem barulho e redemoinho com pequenas pedras em seu leito.

Lagos de águas profundas mantém sua superfície serena. Não importa quantas pedras, mesmo gigantes pedras, existam em seu leito.

Assim, funcionam as mentes humanas.
Quando pequenas são barulhentas,

As mentes dos sapientes não se assustam com barulhos e opiniões apequenadas.

Há os que pensam que sabe e não sabem.
Há os que pensam que são grandes, sendo pigmeu.

Direto ao Assunto - Por José Nêumanne Pinto



Ativista, uma ova!

A tentativa de mudar o crime do italiano Cesare Battisti, um assassino brutal e insensível, chamando-o de ativista não passa de um pleonasmo cretino que em nada muda seu passado. 

Caso a autoridade policial não o prenda, de vez que, naturalmente, ele não se deixou entregar, por dispor de condições e amigos para ajudá-lo a escapar do rigor da lei, os mandatários brasileiros que negaram o pedido de extradição da Itália, país em que vige a democracia de um Estado de Direito, que prevê amplo direito de defesa, serão cúmplices de mais essa impunidade. 

Em primeiro lugar, Lula, que, no último dia do mandato, o deixou flanando, livre, leve e solto. Mas também os ministros do STF, que caíram em seu canto de sereia. 

Bolsonaro rebate Lula - Por o Antagonista.



Jair Bolsonaro usou sua conta no Twitter neste domingo para responder ao presidiário ilustre de Curitiba.

Como registramos mais cedo, Lula escreveu uma carta lamentando a saída dos médicos cubanos do país em razão do que ele considerou um “preconceito” de Jair Bolsonaro.

“Diferente do que diz o corrupto preso Lula sobre o novo governo ser preconceituoso por retirar médicos cubanos do país, foi Cuba que os retirou por recusar-se a pagar salário integral a eles… Oferecemos asilo aos que querem ficar. Informações estão chegando erradas na cadeia”, disse o presidente eleito.

domingo, 16 de dezembro de 2018

Artigo de Ernesto Araújo selou seu ingresso no ministério de Bolsonaro - Por o Antagonista.



A Folha obteve um artigo de Ernesto Araújo que, segundo o jornal, selou seu ingresso na equipe ministerial de Jair Bolsonaro.

No texto, o futuro chanceler sugere, entre outras coisas, realinhamento do Brasil com a direita internacional.

“É o caso dos Estados Unidos com Donald Trump, da Itália com seu atual governo, de alguns países da Europa do Leste como Polônia e Hungria. É o caso talvez de alguns países não ocidentais que desejam defender suas próprias civilizações e suas nações frente ao globalismo dominante”, escreveu.

Para Ernesto, “há países que resistem à demonização do sentimento nacional, ao esmagamento da fé (principalmente da cristã), que rejeitam o esvaziamento da alma humana e sua substituição por dogmas anêmicos que servem apenas aos interesses de dominação mundial de certas elites”.