quarta-feira, 10 de julho de 2024

Judiciário - Pelo ex-Ministro Aires de Brito.

Judiciário subserviente, que decide de acordo com os interesses da copa e da cozinha palaciana, trai a cidadania e corrope a constituição.

Juiz covarde e receoso de retaliações é um juiz que trai a missão. 

O AMIGO BELMINO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

No velório, uma irmã de Belmino confirmou o que muita gente acha: temos semelhanças fisionômicas.

Fui chamado de Belmino, muitas vezes. E ele de Wilton Bezerra. 

Brincávamos com isso, imaginando a reação de cada um. "Já sei o que você responde: Eu não sou...", dizia ele.

Notívagos, tínhamos o hábito  de emendar a noite com o dia.

Depois da saída da TV Diário, a nossa comunicação ficou reduzida a papos pelo ZAP e telefone.

Insisti para que ele comparecesse ao lançamento do meu terceiro livro, no Cantinho do Frango.

Assegurei: "Você vai ser a maior atração da noite. As pessoas lhe adoram". Não adiantou.

Limitou-se a fazer, com a maior boa vontade, a chamada para o lançamento. O espírito alegre escondia uma timidez que sempre confessou.

Percebi que Belmino optou, mesmo, por uma certa reclusão. Claro, continuou celebrando a vida em sítios mais exclusivos. 

Pois é. A morte continua fazendo besteiras monumentais.

A última foi tirar Belmino do nosso convívio, numa noite de sábado.

terça-feira, 9 de julho de 2024

CONVERSAR É PRECISO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Escrevo porque penso. Quem não pensa, porque burro, é o diabo. Ainda assim, não convém subestimar o "coisa ruim".

Do livro do Edmilson Caminha, fisguei e adorei: "Nosso tempo é água corrente de um rio em que ninguém se banha duas vezes. As águas são sempre outras. O nosso tempo não é um lago".

Mas, quero dizer mesmo é outra coisa. Vamos lá.

A tal da estatística

apurou que o brasileiro está emburrecendo. Não sei qual é o problema principal.

Se é por falta de leitura (o mais provável), vamos sugerir que as pessoas conversem mais. Conversar é trocar experiência.

Sei, sim. Não existem mais as calçadas amistosas para as boas conversas. Entanto, o que não falta é canto para um bom papo.

Vou mais além. Aconselho que as pessoas saiam, se misturem à multidão, busquem interlocutores.

Atendam o telefone e conversem. Basta das mensagens e respostas por escrito.

O outro nos melhora, sabia.

O PIB do Brasil da Maria Joana - Antonio Alves de Morais

Maria Joana subiu no tamanco
Procurou um banco
Arrumou dinheiro
Fez um empréstimo, montou um negócio
Conseguiu um sócio e se mandou pro Juazeiro
Comprou a vista e vendeu fiado
Foi rombo pra todo lado
O povo desapareceu
E quando chegou o fiscal do banco
Maria preto no branco disse que a loja cresceu

Ó seu fiscal, como o senhor mermo tá veno
Minha loja vai de vento em polpa
Seno assim libere logo a outra parte do dinheiro
Mar dona Maria o negócio aqui tá mais desmantelado do que galope de vaca
A senhora inda vem dizer que um negoço desse cresceu mulher
Cresceu sim
Cresceu? Só se foi...

Pra dentro que nem pedra de amolar
Pra fora que nem milho no estalo
Pra cima que nem fumaça
Pra baixo que nem rabo de cavalo

Clique  na foto, veja e ouça a versão de Flávio Leandro e Genival Lacerda.


segunda-feira, 8 de julho de 2024

MIGRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE VÁRZEA ALEGRE- Por Antonio Gonçalo.

O processo migratório dos nordestinos teve início, ou pelo menos se acentuou a ponto de ser notícia, com o “Primeiro Ciclo da Borracha”, em 1879, quando pessoas dos estados do Nordeste partiam para a região Amazônica e se repetiu durante a segunda guerra mundial (1940 a 19450), época em que o governo criou a Inspetoria de Trabalhadores Migrantes. 

Mas, de Várzea Alegre, talvez tenham sido poucos os que acompanharam aqueles viajantes. Com o auge da industrialização, no período 1950 – 1970, o fluxo de migrantes da região mudou o rumo para o Sul do país, mais especialmente para os estados de São Paulo e Rio de Janeiro. 

Nesse período, houve acentuado aumento na migração dos varzealegrenses. As causas desses ciclos também teve muito relacionado com as intempéries climáticas da região. A seca fez e faz parte do Sertão Nordestino, e Várzea Alegre, a um passo da região do Cariri, no Ceará, de clima ameno, sempre sofreu os revezes e consequências de anomalia dessa intempérie, que muito tem  massacrado as pessoas e animais.

Sabe-se que as situações não eram e nem são favoráveis, e é fácil reconhecer que poucos deixam seu lugar por desejo próprio, exceto pela vontade de melhorar de vida. E o varzealegrense teve e tem ânsia por manter-se corajoso e altivo. Portanto, muitos saíram e foram embora, em busca de dias melhores.

Paulo de Brito Guerra, no livro “A Civilização da Seca”, descreve-a de atemporal socioeconomicamente. No capítulo “O Fenômeno Fatídico”, justifica a diversidade de designações e interpretações de causas e efeitos da intempérie que, particularmente no Nordeste Brasileiro, tem particularidades, visto que na região, comumente há um ciclo basicamente definido de verão de seis em seis meses aproximadamente.

Sendo assim, ele explica de forma veemente: “a menor seca representa um período de dezoito meses sem chuvas, pois a época teoricamente chuvosa – janeiro a junho – vem situada entre dois semestres, já naturalmente secos – julho a dezembro. Seca de dois anos são trinta e seis meses secos. A estiagem provoca êxodo rural, deixa o campo esvaziado". 

É que os sertanejos são forçados a migrar para centros urbanos de outra região. Há relatos históricos de secas, nos séculos XIX e XX, com eventos significativos em 1877 – 1879; 1915, 1932, 1970, 1980 - 1983; 1993 – 1994; 1998 – 1999 e os que o Ceará atravessa constantemente. 

Por sorte ou designo de Deus, o varzealegrense, quando começou a migrar, teve um destino definido, talvez, pelo conhecimento de desbravadores do lugar, como, o folclórico José Felipe, que no seu caminhão “misto” iniciou viagens transladando conterrâneos para o sul do país em viagens que duravam até 15 dias; ou mesmo os empresários Raimundo Ferreira e Zezito, fundadores das empresas Varzealegrense e Real Caririense, respectivamente.  

Joaquim Alves Bezerra e José Gonçalo Araripe, ambos ex-funcionários da Empresas Real Caririense, e com longos tempos vividos em São Paulo, comentam com propriedade que aqueles abnegados empresários tiveram papel importante no desenrolar da crescente migração. 

No início da década de 50, se fazia a vagem de forma bastante precária, em veículos de qualidade deficiente, com viagens quase que intinerantes, com formas de pagamentos amigáveis e basicamente sem uma pretensão maior de riqueza por parte dos

empreendedores, decerto pela própria condição financeira irregular dos transeuntes.

Alicerçados na experiência daqueles empresários de transportes, o destino do varzealegrense passava pela estação do Braz, em São Paulo, que se integrava com a rede férrea que iria para a região do ABC, onde nas décadas de 50 e 60, com o incentivo dos governos Getúlio Vargas e Jucelino Kubstheck, iniciavam o impulso da industrialização do país, com ênfase para as montadoras de Altomóveis. 

Portanto, o varzealegrense migrante foi se instalando, pode-se dizer rapidamente, nas cidades de Santo André, São Caetano e São Bernardo. Com esse entrelace de logística no transporte, fica evidente a vantagem que o migrante varzealegrense levou em relação aos demais, em escolher a região do ABC para morar e trabalhar. 

É que ali a oferta de trabalho nas fábricas que iam se instalando era crescente e, por ainda não exigir maiores conhecimentos técnicos, à época, pessoas pouco letradas poderiam encontrar empregos com boas remunerações e com perspectivas de crescimento profissional para aqueles com maior grau de instrução. 

Sem contar com a gama de serviços à disposição dos trabalhadores, bancados pelas próprias fábricas, por associações, entidades de classe, SENAI, SENAC etc.

Essa escolha inicial vitoriosa, foi impulsionando a avidez dos que ainda residiam aqui, como que um crescimento virtuoso, já que tios que já tinham ido influenciaram pais, que por sua vez, influenciaram filhos e assim por diante, fazendo crescer cada vez mais o fluxo de pessoas que se dirigiam de Várzea Alegre para morar em São Bernardo do Campo, onde estima-se que vivam aproximadamente 80% dos migrantes e seus descendentes.

Esse fluxo foi tamanho, que nas décadas de 60 e 70 do século passado chegavam a sair três ônibus semanalmente direto de Várzea Alegre para São Paulo.

A partir da década de 1980, com o declínio da produção industrial, a migração de nordestinos para o Sul passou a diminuir gradativamente, surgindo outros pontos de atração polinucleados, como o Distrito Federal e a Região Norte do país. 

Esse ciclo, o varzealegrense acompanhou, inclusive, com um fator diferenciado: é que muitos, de posse de empregos razoáveis e outros já aposentados, tomaram o rumo de volta ao torrão natal. Chegando em Várzea Alegre, com um repouso econômico oriundo do trabalho em São Paulo, os “regressantes” passaram a incrementar os fatores sócio-econômicos do município.

Além da melhoria ocasionada diretamente no comércio, o ingresso desses recursos financeiros incrementaram também a construção civil e até mesmo a indústria. Várzea alegre, nas últimas três décadas tem mudado sua aparência em termos de infra-estrutura urbana e as edificações residenciais melhoraram bastante de aspectos, com novas formas e linhas arquitetônicas modernas. 

É certo que não se pode conferir essa pujança apenas à chegada de capitais agregados aos conterrâneos que voltam do Sul do país, pois sabe-se que outros fatores também participaram dessa mudança, inclusive os programas sociais do governo e as melhorias nas condições laborais e de escolaridade da população.

Historiadores - Antonio Alves de Morais


Dr. Francisco Alves Pereira.

Historiadores são recordadores profissionais daquilo que as pessoas querem esquecer. Deveríamos viver lembrando a cada momento, que a vida é um sopro. 

Basta pouco e não estamos mais aqui. Raiva, inveja e ressentimento são inúteis. A vida é o presente mais bonito que temos. 

Nós nunca deveríamos permitir a ninguém estragar esse presente que não receberemos outra vez.

Eu não sou historiador, mas quero ficar marcado como se fosse. Quando eu ouvir essa história, ouvir também o autor dizer que a única pessoa para quem ele contou, fui eu.

Eu não me permito aceitar que uma história dessas se perca no tempo, porque a história é sempre mais importante do que a geografia.

O meu amigo Francisco Alves Pereira, médico e professor da "Unicamp" depois de dezenas de anos como mestre criou a sua própria clinica - "Clinica de dor" em Campinas-São Paulo. 

Campinas é uma cidade que nos municípios adjacentes existem milhares de metalúrgicos e os principais clientes da clínica são aqueles que adquiriram sequelhas ao longo dos anos de trabalho.

Um dia, numa audiência no Ministério do Trabalho o juiz solicitou que o Dr. Francisco reavaliar o seu diagnóstico, visto que o perito que estava contestando era um ex-aluno da Unicamp. 

Dr. Francisco com lhaneza no trato e educação esmerada respondeu : Meretríssimo eu não mudo a minha convicção, o diagnóstico que fiz, o próximo passo do paciente é a morte. Eu não mudo, nem sob tortura.

Eu não sabia que ter sido aluno da Unicamp era tão importante para o vossa decisão. Eu fui professor da Unicamp, o perito foi meu aluno, e, não era dos melhores avaliados.

Medalha concedida pelo CREMESP ao Dr. Francisco Alves Pereira como reconhecimento e gratidão pelos 50 anos de exercício ético da Medicina.

PERDEMOS A ALEGRIA DE BELMINO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Às 23 horas do sábado, recebi ligação do amigo cronista Carlos Silva, que me deixou desnorteado.

"A notícia não é boa", adiantou. "Belmino acaba de falecer. Foi um infarto", completou.

Não consegui mais ouvir os detalhes que me foram passados. 

Larguei o jogo do Brasil que via pela televisão. A noite foi pesada.

Os momentos ao lado de Belmino na TVC e TV Diário começaram a passar como um filme.

Fora da televisão há algum tempo, o "Bel" continuou sendo lembrado, como se ainda estivesse à frente dos programas esportivos que apresentou.

Foi quebrando todos os padrões vigentes na TV que impôs o seu estilo, alegre e inconfundível, junto ao grande público televisivo.

Gostava da vida. Levava o seu permanente espírito brincalhão para onde ia. Por isso mesmo, possuía uma multidão de amigos.

Fez parte da história da televisão cearense.

Siga em paz, companheiro.

domingo, 7 de julho de 2024

Crato, quem te viu, quem ti ver - Antonio Alves de Morais.

Escrevi este texto com a caneta da saudade. As palavras saíram do que o coração está cheio. Escolhi palavras verdadeiras, sensatas, nenhuma em vão. 

Sei que vai desagradar a muita gente, especialmente aqueles que se manifestam pela paixão irracional e nunca pela razão.

Cheguei no Crato no dia 25 de Fevereiro de 1969. Encontrei um Crato altaneiro, independente, município modelo, cidade da cultura, referência no nordeste em todos os segmentos da vida : "Saúde, educação, industria, comércio, trabalho, emprego, etc.

Não acredito que exista um só cratense que ame esta cidade mais do que eu. Mas, quando veja essa babozeira "Cratinho de açucar, tijolo de buriti" eu fico arretado. 

O Crato está tão decadente que nem o "tijolo de buriti" você encontra mais à venda no mercado. Talvez essa guloseima fosse a coisa mais fácil de ser presenvada, ainda existem muitos "Buritizeiros" safrejando na redondeza, foto.

O Crato perdeu o seu valor principal, a sua importância politica. Os mandatários que ocuparam o puder de quatro décadas para cá, foram eleitos por você que hoje chora e lamenta pelo museu e por tantas coisas perdidas ao longo desse tempo. 

Essa é a minha opinião, e, a minha opinião é só minha, não é para mudar a sua. E, como democrata que sou, para defender minha verdade, começo por ter a humildade de respeitar a verdade alheia, ela é tão importante quanto a minha.  

Cheguei a ver o Crato com dois Deputados Estaduais : José Kleber Callou e Dr. Derval Peixoto, um Deputado Federal Dr. Ossian Araripe e um Senador da Republica Dr. Wilson Gonçalves, "na mesma legislatura". 

E hoje? O que vemos?

E agora Rede Globo - Antonio Alves de Moirais.

Há muito tempo a Rede Globo vem forçando a barra na enganação do torcedor e promoção de jogadores e seleção que não jogam nada. O dinheiro dos  empresários proprietários dos jogadores é farto, e por dinheiro a Rede Globo se rende, perdendo apenas para a CBF nesse segmento.

O que irão fazer para tornar o Vini Jr o melhor do mundo? E o Endrik o Pelé de 1958?

Carece com urgência  esquecer o dinheiro e manter-se na linha do que o dinheiro não compra:  Humildade, disciplina, caráter e respeito pelo torcedor.

Que compromisso tão importante faz manter um jogador denunciado num pais sério por envolvimento em fraudes?  O metal vil.

FRAQUEZA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Como é difícil o gênero humano. Seus inexplicáveis comportamentos nos deixam desolados em determinados momentos.

Fico até desajeitado para abordar o assunto, quando  tratamos de nossas admirações jornalísticas e intelectuais.

Duro constatar, quando não são o que transparecem ser.

Nos momentos em que não lidam, de forma clara e certeira, com os fatos e as opiniões, infelizmente, atendem "encomendas".

Não penetram, propositadamente, na pedra. Falam apenas sobre sua superfície.

De matuto, só tenho o jeito de andar. Ninguém é bobo para não perceber a opinião fabricada.

Ora, quem escreve se faz visível na crônica. A opinião traz aspectos de quem a produz.

De repente, quando se espera um dragão de São Jorge com fogo pelas ventas, flagra-se um gatinho manhoso e conveniente, além da conta.

Argumentam: "É a luta pela sobrevivência que vulnerabiliza".

Isso me faz lembrar um cronista amigo que, acusado de não enfrentar com coragem os espaços da temeridade, se justificou: "Não não me venalizei. Eu fui fraco".

"Comovente".

sábado, 6 de julho de 2024

Preciso é - Por Xico Bizerra


Preciso é e por preciso ser falarei palavras de ferro suficientes para enferrujar a orgia dos tiranos; por necessário, servirei água das pocilgas para que eles bebam e se vomitem, também vomitando a lama dos dizeres vãos bem na cara de quem mente; por indispensável, terei pés para atravessar a linha acidental do lado de cá ou a de um oriente que não se orienta e que é aqui; por tudo, por todos, ajuntarei forças para clamar por justiça, por mais escondida que ela esteja e lutarei para que desapareçam os que atentam contra o lado de cá, que desapareçam os que atentam contra o lado de lá, que desapareçam os que atentam contra qualquer lado. 

Que falte coragem aos homens-bomba que atam à cintura a sentença de morte de mais de cem, de uma só vez. Que sobre vergonha aos que motivam os homens-bomba, tenham eles a cor, a raça ou o credo que tiverem. 

Mas, também, depois do não calar, do beber, do gritar e do andar vou cantar versos de flor para perfumar o coração da amada que me espera numa cama com lençol de cambraia tão branca quanto a paz que reclamo e que um dia há de vir acompanhada de uma sabiá também cantando, no alto de uma mangueira verdinha e cheia de frutas doces como serão os dias que sonho. 

Se não para isso, para que servimos? 

sexta-feira, 5 de julho de 2024

FASE DISC JOCKEY - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Dizem que "quem faz tudo não faz nada que preste”. Não é bem assim. Fui de operador (controlista) a comentarista esportivo e ninguém reclamou. 

Na minha fase disc jockey, fiz um programa sobre música popular brasileira, o "Brasil, terra da Gente", que foi um sucesso de audiência na Rádio Progresso de Juazeiro. 

Na ilustração, com Roberto Carlos, entrevista histórica no Aristocrata Hotel para o programa "Show da Manhã' e comentando o LP "Espelho" de João Nogueira.

Fomos graduados pela Universidade da vida.

Dr. Francisco Alves Pereira - Antonio Alves de Morais.


DIPLOMA.

O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo tem a honra de conceder ao Ilustríssimo Senhor, Doutor Francisco Alves Pereira  CRM 20975 o Diploma de 50 anos de Exercício Ético da Medicina, marcados pelos relevantes serviços, prestados à sociedade neste período e por princípios éticos que contribuíram para elevar o prestigio e a dignidade  da pratica médica. 

Data 2020.