O QUE SE VÊ - Tática nenhuma, precária técnica, marcação bem atrás, chutões pra frente, substituindo os lançamentos. Como se não bastasse, o levantamento excessivo de bolas na área adversária para queimar etapas. Triste. E tem quem normalize tudo isso, por achar que somente o resultado importa. É do ex-treinador Murici a afirmação, em defesa do resultadismo: "Quem quiser ver espetáculo vá para o teatro". Interessante. De atividade física, o futebol transformou-se em teatro social.
• HAJA DOR - Pelo que sei, é preciso reconhecer a dor crônica como prioridade de saúde publica. Ampliar acesso a centros especializados, investir em educação médica e campanhas de conscientização sobre a complexidade do problema. Estima-se que 30% da população brasileira conviva com dor crônica. A dor intensa aumenta o risco de depressão.
• O MAIOR DE TODOS - Entre janeiro de 1962 e dezembro de 1963, Pelé disputou dez torneios diferentes, por Santos e seleção brasileira. Ganhou nove: uma Copa do Mundo, duas Libertadores, dois Mundiais de Clubes, dois Campeonatos Brasileiros, um Campeonato Paulista e um Torneio Rio-São Paulo. Faltou só o Estadual de 1963. Pelé jogou 79 partidas oficiais e anotou 106 gols. Com amistosos, foram 172 gols em 124 jogos. Até 1966, manteve uma média superior a um gol por partida. Incomparável!
• NO BRASIL DE HOJE - Para lidar com o Brasil de hoje, temos que nos habituar com o "Vixe!" em cima do "Eita !", 24 horas por dia, inclusive, fins de semana.
• FRASE - Os escândalos se sucedem no Brasil e os envolvidos sequer ruborizam.

O futebol brasileiro de tantas glórias está mais desmantelado do que o PTB de Nova Olinda.
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