terça-feira, 27 de novembro de 2018

Renan assume papel de ‘bedel’ de Sergio Moro - Por Joaias de Sousa.



Recuperando-se em casa de uma pneumonia, Renan Calheiros aproveitou o tempo ocioso para assumir no Twitter o papel de bedel de Sergio Moro. Após ler no UOL notícia sobre a decisão do futuro ministro da Justiça de criar duas novas secretarias, Renan escreveu:

"Vejo com preocupação matéria no UOL dizendo que Moro vai criar secretarias nacionais para delegados por MP (medida provisória) ou decreto regulamentador, sem conversar com o Legislativo. Decreto, só quando a MP vira lei. Decreto Regulamentador sem lei é Decreto-lei!”

Na mesma entrevista em que apresentou os nomes de seus novos auxiliares e os ajustes no organograma de sua futura pasta, Moro contou aos jornalistas que havia telefonado para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Pediu ao deputado que retirasse da pauta de votações o mais recente “avanço” legislativo proposto por Renan Calheiros.

Sem citar o nome de Renan —cliente de caderneta da Lava Jato, com 14 processos no Supremo—, Moro criticou o projeto subscrito pelo senador. Prevê alterações legais que suavizam punições e antecipam a saída de presos, inclusive os condenados por corrupção.

“Eu não penso que se resolve o problema da criminalidade simplesmente soltando os criminosos”, disse Moro aos repórteres. “Claro que a superlotação é um problema, isso tem que ser trabalhado, mas simplesmente abrir as portas das cadeias não é a melhor solução, na minha opinião, isso tem que ser enfrentado de uma outra maneira.”

Rodrigo Maia ficou de consultar os líderes partidários sobre o pedido de adiamento feito por Moro. A intervenção do futuro titular da pasta da Justiça lançou um facho de luz sobre uma proposta que Renan e outros encrencados do Congresso preferiam aprovar na surdina, bem longe dos refletores.

segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Por que é preciso vigiar os poderosos. O tempo todo



Jair Bolsonaro bateu o pé e o "Mais Médicos" desmoronou. Cuba tirou o monossilabo da vereda, fez bunda de ema, correu. A Dilma Rousseff que se entenda com a justiça brasileira.
Ele disse com todas as letras o que era óbvio: “Não podemos admitir escravos cubanos no Brasil.” A ditadura de Cuba exigiu que os médicos do país que atuaram aqui partissem imediatamente, mas muitos querem ficar.
Alguns trabalham vendendo perfumes, outros estão lavando tapetes, como revela a Crusoé.
“Antes (em Cuba) eu vivia em uma situação de escravidão. Agora (no Brasil) eu sou livre e minha filha nasceu livre. Isso não tem preço”, diz Carlos Macias.
A realidade derrotou mais uma vez a mirabolante farsa petista.
A ditadura cubana rompeu o Mais Médicos porque Jair Bolsonaro prometeu abrir a caixa-preta do BNDES.
Como se sabe agora, Cuba ofereceu o programa Mais Médicos ao governo de Dilma Rousseff em troca do pagamento de suas dívidas no Porto de Mariel.
O Brasil pagou Cuba para que Cuba devolvesse o dinheiro emprestado pelo BNDES para a obra da Odebrecht.
Isso mostra outra vez que é preciso vigiar os poderosos.
O tempo todo.
Mas nem toda a imprensa está vigilante como deveria.
Pense que diferença faria se todos estivessem vigilantes há exatos quatro anos.
Às vésperas da reeleição de Dilma Rousseff, em outubro de 2014, as verdadeiras intenções da ex-presidente não eram plenamente conhecidas.

As primeiras medidas de Moro contra o crime - Por o Antagonista.



Sérgio Moro deve enviar mesmo ao Congresso, logo que assumir o ministério, várias propostas que visam a combater a impunidade que alimenta a criminalidade.

Entre elas, o fim da progressão de pena a presos ligados a organizações criminosas, regras mais duras para que crimes prescrevam e rigor para a comunicação de presidiários.

Tem um lá em Curitiba que continua a fazer reuniões políticas.

Haddad, a estrela que virou bolota - Por O Antagonista.



Fernando Haddad disse também na sua entrevista à Folha que, se não tivesse sido condenado injustamente (a luta continua, companheiros), Lula venceria a eleição presidencial.

A colunista que fez a entrevista não perguntou por que, então, Haddad escondeu Lula no segundo turno e a estrela do PT virou uma bolota, na estratégia de campanha mais esquizofrênica da história política brasileira.

Resposta: porque mais da metade dos brasileiros queria ver Lula na cadeia e não votaria — como não votou — no poste de um presidiário.

Haddad é uma estrela que virou bolota.

Dia Mundial de Ação de Graças - Edmilson Alves


É um dia de agradecimento, agradecendo á vida que vivemos. Agradecendo ao Sol, a Lua e tudo que ilumina. Iluminado caminhos desde que nascemos.
É a luz que ilumina o amor de quem ama. O perdão de quem perdoa, florescendo paz nos corações da humanidade.
Dia Mundial de Ação de Graças precisa ser celebrada, necessita ser lembrada para os homens que são esquecidos, desligados do mundo, lembrarem-se de que Deus existe.

O homem que demonstra gratidão é leal com a própria vida. É leal com a família, com a sociedade e com o mundo.
Gratidão é o reconhecimento do que é bom!
Seja grato pelo que possui pelo que já conquistou e pelo que falta, ainda, conquistar.
Gratidão é o reconhecimento (a alguém) por uma ação e/ou benefício recebido!
É reconhecer a influência de outros em sua trajetória que o auxiliou na conquista de seus sonhos, e objetivos.
Mas quem é grato? Após enfrentar obstáculos no meio da estrada e supera-los, há uma tendência humana para esquecer a ajuda inicial e os favores recebidos.
Dia mundial de Ação de Graças visa avivar na memória humana que apesar de difícil, é louvável ser humano.

domingo, 25 de novembro de 2018

Palocci volta a acusar ex-presidente Lula

 Ex-ministro disse à PF que petista montou esquema para construção de navios-sonda

Curitiba – Em delação premiada à Polícia Federal, o ex-ministro Antônio Palocci relata suposta atuação criminosa do ex-presidente Lula para viabilizar o projeto de nacionalizar a indústria naval e arrecadar recursos para “quatro ou cinco” campanhas do PT, a reboque da descoberta do pré-sal. Novos trechos foram divulgados pela PF.

Segundo ele, Lula e Dilma teriam determinado indevidamente a cinco ex-dirigentes dos fundos de pensão do Banco do Brasil (Previ), da Caixa Econômica Federal (Funcef) e da Petrobras (Petros), indicados aos cargos pelo PT, que capitalizassem o “projeto sondas”.

A operação financeira, que resultou na criação da Sete Brasil, em 2010, buscava viabilizar a construção no Brasil dos navios-sonda, embarcações que perfuram poços de petróleo para a Petrobras explorar o pré-sal. A estatal anunciara em 2008 que precisaria de 40 equipamentos – no mundo, existiam menos de 100.

“Dentro desse investimento, tinha todo ilícito possível”, afirmou o ex-ministro. As “ordens” de Lula eram cumpridas, diz o ex-ministro. Os presidentes dos fundos, segundo ele, “eram cobrados a investir sem analisar”.

A PF levantou dados que corroborariam a delação ao indicar que prazos, estudos técnicos detalhados e apontamentos de riscos e prejuízos foram ignorados. O delator afirma que “todos” sabiam que estavam “descumprindo os critérios internos” dos fundos “e também gerando propinas ao partido.” Cinco ex-dirigentes são citados: Sérgio Rosa e Ricardo Flores (Previ), Guilherme Lacerda (Funcef) e Wagner Pinheiro e Luís Carlos Affonso (Petros).

Palocci cita “reuniões” de Lula com os representantes dos fundos. A delação forneceu à PF pistas para confirmação dos encontros, alguns em “reuniões oficiais” com atas. Palocci afirmou ter alertado Lula sobre os riscos, por não serem “atas de reuniões, mas sim relatos de ilícitos”. O ex-ministro disse ter sido procurado por ex-dirigentes dos fundos, que demonstraram “preocupação”.

 “Eles pediam para que eu ajudasse a tirar a pressão do Lula e da Dilma para que eles pudessem ter tempo de avaliar o projeto e fazer (os investimentos) de forma adequada.” Segundo ele, “o presidente reagia muito mal”. “Ele (Lula) falava ‘quem foi eleito fui eu, ou eles cumprem o que eu quero que façam ou eu troco os presidentes’”.

A Previ afirmou, em nota, que o “investimento em FIP Sondas foi realizado de acordo com as normas regulatórias vigentes e estava em consonância com a política de investimentos” da fundação. A Petros informou que “não teve acesso à delação e não comenta investigações em andamento”.

Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin, diz que Palocci  “mais uma vez mente, sem apresentar prova” para “obter generosos benefícios”.

sábado, 24 de novembro de 2018

Recados ao rapaz do xéroz - Blog Humor.


Memorando do Gerente de Relações Humana para as secretárias de uma grande empresa: "Recomendamos a todas as mulheres da empresa, que ao solicitar xerox através de bilhetes, o façam com propriedade e com frases completas.

A grande maioria dos bilhetes recebidos têm causado alguns problemas aos nossos colegas de trabalho, colocando em risco, inclusive, a paz nos seus lares, quando por acaso esquecem os bilhetes nos bolsos de suas roupas.

Como exemplo, abaixo transcrevemos algumas dessas solicitações de cópias :

01 - "Márcio, seja bonzinho ...Faça igual a última vez" ... Please !

02 - "Zeca, hoje eu tenho que ser a primeira porque estou mais necessitada "!

03 - "Toninho, tira o mais rápido possível, porque o gerente também vai querer" !

04 - "José, por favor, devagar, com carinho, porque quero bem feito" .

05 - "Zeca, cuidado! É comprido e largo.... Posicione direito para que não fique nada de fora".


De repente, o Lula fortão deu lugar ao fraquinho - Por Josias de Souza.



Na Presidência, Lula se definiu como uma “metamorfose ambulante”. Pois opera-se neste exato momento uma dessas transformações capazes de virar o personagem do avesso. Aquele Lula fortão da campanha eleitoral, que se imaginava investido do privilégio de negar ao Judiciário a prerrogativa constitucional de condená-lo por corrupção, deu lugar a um Lula fraquinho, que sente o peso da cadeia longeva.

Na mais recente visita dos companheiros Fernando Haddad e Gleisi Hoffmann, Lula fez um pedido: “Não fica dizendo que eu estou muito bem, senão o povo acredita.” Depois, numa entrevista de porta de cadeia, Haddad disse aos jornalistas: “Ninguém passa incólume 230 dias” na prisão (assista lá embaixo). Na véspera, a Comissão de Direitos Humanos do Senado havia aprovado, sem alarde, um requerimento inusitado.

De autoria do senador Paulo Rocha, do PT, o requerimento prevê a formação de um grupo de senadores para visitar Lula na cadeia com o propósito de avaliar as suas  condições físicas e psicológicas. Alega-se que Lula estava abatido na audiência em que foi inquirido pela juíza Gabrierla Hardt no processo sobre o sítio de Atibaia. Por sorte, a audiência foi gravada. E as imagens mostraram um Lula em ótima forma.

Lépido, Lula tentou transformar a audiência num comício. Mas a substituta de Sergio Moro cortou suas divagações, lembrando o que estava em jogo no caso do sítio: corrupção e lavagem de dinheiro. O único distúrbio que atormenta Lula é a síndrome das condenações que ainda estão por vir.

A conversão do fortão em fortinho é prenúncio de um pedido de abertura da cela por razões humanitárias. Manipulam-se os fatos com tão desenvoltura que Lula terá de recitar o CPF e o RG diariamente diante do espelho para ter a certeza de que é ele mesmo quem está preso em Curitiba, não um impostor.


Dilma já não pode ostentar a pose de flor do lodo - Por Josias de Souza.


O juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, complicou a rotina de Dilma Rousseff (conheça os detalhes aqui). Ao enviá-la para o banco dos réus junto com os companheiros Lula, Palocci, Mantega e Vaccari, o magistrado obrigou a ex-gerentona a ajustar sua coreografia. A pose de flor do lodo perdeu o prazo de validade.

Arma-se sobre o penteado de Dilma uma tempestade semelhante à que dispara trovões e raios que o partam na direção do seu mentor e padrinho político. Como o eleitor mineiro sonegou a Dilma um mandato de senadora, ela também será moída na primeira instância do Judiciário.

Tomado pelo peso da pena, o doutor Vallisney segue o padrão Moro de suavidade. É por sua determinação, por exemplo, que Geddel Vieira Lima expia os pecados na penitenciária brasiliense da Papuda. Hóspedes da carceragem de Curitiba, Lula Palocci e Vaccari sabem o que isso significa. Dilma, ainda não.

Diferentemente de Lula, já condenado e ainda enroscado em meia dúzia de processos, Dilma desce ao moedor do Judiciário pela primeira vez. Estreia em grande estilo, num caso que ficou conhecido com “quadrilhão do PT”. Nele, os réus são acusados de desvios de R$ 1,485 bilhão.

Nos próximos dias, Dilma deve se integrar à cenografia de Lula, trocando a pose de flor inocente pela de perseguida política.

sexta-feira, 23 de novembro de 2018

Paulo Guedes fecha sua equipe longe do balcão - Por Josias de Souza.



Pode-se dizer muita coisa da composição da equipe de Jair Bolsonaro. Só não se pode afirmar que ele não tenha cumprido o compromisso de retirar a área econômica do governo da zona da gandaia, aquele espaço onde ficam situados os ministérios, as estatais e outros organismos a serviço do clientelismo e do fisiologismo. Bolsonaro prometera dar plena liberdade a Paulo Guedes, futuro ministro da Economia, para se cercar de auxiliares técnicos. E isso está sendo feito.

O Posto Ipiranga de Bolsonaro, ele próprio um técnico, colocou gente com experiência de mercado no Banco Central, no BNDES, no Banco Brasil e na Caixa Econômica Federal. Parece pouca coisa. Mas faz uma diferença monumental. Nos 13 anos de poder petista, estatais e bancos públicos viraram mercadoria oferecida no mercado das barganhas políticas. O Banco do Brasil estrelou o escândalo do mensalão. A Petrobras, a Caixa, o BNDES e outros ghichês foram arrastadas para dentro dos processos da Lava Jato.

Na presidência-tampão de Michel Temer, a blindagem da área econômica foi apenas parcial. A Caixa Econômica, por exemplo, foi submetida ao comando do Partido Progressista, campeão no ranking do petrolão. Foram ignoradas as investigações que revelavam que o roubo na Caixa vinha de longe. Participaram do saque, entre outros, os presidiários Eduardo Cunha e Geddel Vieira Lima. Quando se fala em assalto e bancos, imagina-se que a coisa acontece de fora para dentro. Nos bancos públicos, o assalto aconteceu de dentro para fora.

Nesse contexto, é um alívio perceber que o pedaço econômico do novo governo está assentado em terreno técnico. Diz-se que Paulo Guedes e sua turma são ultraliberais. Mas foi esse o ideário que a maioria do eleitorado escolheu nas urnas de outubro. É melhor que o país possa discutir a qualidade do projeto sem o inconveniente de flagrar partidos tirando lascas do patrimônio público.


A caixa-preta do Mais Médicos - Por O Antagonista.


A ditadura cubana rompeu o Mais Médicos porque Jair Bolsonaro prometeu abrir a caixa-preta do BNDES.

Merval Pereira:

“No desdobramento dos telegramas que a Folha de S. Paulo revelou sobre como o programa foi montado, há uma parte da troca de mensagens altamente reveladora de uma triangulação financeira envolvendo o BNDES.

Segundo relato do Itamaraty, os cubanos alegaram que ‘o incremento das importações brasileiras de Cuba decorrente da contratação de serviços médicos poderia dar mais sustentabilidade às relações comerciais bilaterais e, consequentemente, mais recursos para que o lado cubano tenha condições de honrar, no futuro, dívidas que estão sendo contraídas por conta do financiamento brasileiro em diversas áreas, notadamente de infraestrutura, com a ampliação e renovação do Porto de Mariel’.

Os cubanos propuseram ‘um mecanismo de compensação’ para pagamento dos financiamentos, e o Brasil sugeriu que fosse feito através de uma conta bancária brasileira. Como se vê, a proposta era de que Cuba pagasse os empréstimos do governo brasileiro com o dinheiro que o próprio governo brasileiro lhe pagaria pelo programa Mais Médicos.

Toda a negociação, segundo os relatos oficiais, foi feita em termos comerciais, e não de ‘ajuda humanitária’, como o programa era vendido. Por isso, prevendo que o novo governo de direita, que derrotara o PT, faria uma investigação sobre o programa, os cubanos apressaram-se a rompê-lo unilateralmente.”

SEU BISINHO RENASCEU - Por Edmilson Alves


Pra renascer hoje e sempre precisa de merecimento.
Renascer pra o amor, renascer pra vida, seja de que jeito for.

É MÉRITO DE SEU BIZINHO. 

O que ajuda a renascer e o arredor, circunvoando , com pessoas do amor que ajudam a viver.
Estou falando de meu sogro que perdeu perna esquerda, com CENTO E UM ANOS DE IDADE!.
Visitando Várzea Alegre, sua querida cidade, perna esquerda ele perdeu, mas, não perdeu a vaidade.
Lúcido com sensibilidade continuou amando o Sol, amando a DEUS, amando o Amor.
Hoje chegou de Várzea Alegre sua terrinha querida, 
Repleta de alegria, ele chegou.
Transbordado de bondades, apertou à mão de quem estava presente.
Foi um presente de DEUS, ele está voltando, feliz e recuperado.
Faça chuva, faça Sol, ele está bem vivinho...
Esbanjando alegria pra quem estiver tristinho

Amando a luz ele também ilumina. 
Faça chuva, faça sol, que ele quer viver.
Vivendo sem a escuridão de quem sente solidão,
Ele está alegre, igual, à querida cidade,  Várzea Alegre.


quinta-feira, 22 de novembro de 2018

O FUTEBOL E O POVO - Por Wilton Bezerra, Comentarista esportivo do Sistema Verdes Mares·



O futebol procura as pessoas como a bola procura os craques.
Ainda é assim?
Há algum tempo atrás, essa paixão andava em nossa direção, através dos minúsculos espaços das calçadas, campinhos, grandes campos de terra, beiras de praia e quadras de futebol de salão maltratadas e esquecidas.
Hoje, existem as divisões de base dos clubes e as escolinhas pagas, mas parece não ser a mesma coisa.
Para exercícios diários, muitos estão deixando a prática do futebol em favor de outras modalidades.
Antes de ser iniciada a Copa do Mundo na Rússia, uma pesquisa revelou um diminuído interesse do torcedor brasileiro pela competição. Até a bola rolar, reconheçamos.
Mas, outra coisa nos chamou a atenção: o torcedor esqueceu rápido o fracasso. Antes, não era assim.
Está provado que o melhor lugar de se assistir futebol é no estádio. Com a capacidade diminuída desses equipamentos, os lugares foram sendo negados ao povo de maneira paulatina.
Quer dizer: o futebol, dessa forma, não caminha em direção aos seus aficionados.
Não é raro ouvir pessoas desalentadas com o futebol, afirmando que não pisam em estádios há um bom tempo.
Então, ainda somos ou não, o país do futebol?
Enquanto os responsáveis pela direção do nosso futebol se preocuparem apenas com grana e posição política, essas inquietações vão aumentar.