quinta-feira, 22 de novembro de 2018

Gabriela Hardt fica à frente da Lava Jato até abril - O Antagonista.



Em despacho publicado na última quarta-feira, a juíza Gabriela Hardt informou que foi designada para responder pela titularidade plena da 13ª Vara de Curitiba até 30 de abril de 2019.

A juíza poderá, então, sentenciar as ações do sítio de Atibaia e do prédio comprado pela Odebrecht para o Instituto Lula.

Nabhan quer acabar com ‘favelas rurais’ do MST - Por O Antagonista.



O pecuarista Luiz Antônio Nabhan Garcia disse nesta quarta-feira que será o secretário especial de Assuntos Fundiários do governo Jair Bolsonaro.

A O Globo, Nabhan diz que sua principal missão será acabar com os assentamentos do MST, que ele chama de “favelas rurais”.

“Haverá uma reforma agrária começando pela reestruturação dos assentamentos que se transformaram em favela rural. Os assentamentos que são improdutivos, que são onerosos, e que se transformaram em favela rural, nós vamos ter o desafio de transformá-los em pequenos produtores de agricultura familiar.”

Nabhan disse também que não vai manter “nenhum tipo de diálogo” com quem invade propriedade.

“Não adianta o MST dizer que é movimento social e invadir propriedade. Quem invade propriedade comete um crime, e quem comete um crime não pode ser beneficiado com nada.”

As voltas que o mundo dá: na terra onde foi lançado o "Manifesto Republicano"

Simpatizantes da monarquia fazem ato contra a República em Itu: 'Não tem o que comemorar'
Fonte: G1

Grupo fez protesto no dia em que é comemorada a Proclamação da República. 'É uma data que os monarquistas detestam', diz o líder do movimento.
 Simpatizantes da monarquia fazem passeata contra a República em Itu — Foto: Priscila Mota/TV TEM

   Um grupo de defensores da monarquia fez uma passeata na manhã desta quinta-feira (15), dia em que é comemorada a Proclamação da República, para pedir o fim do sistema de governo atual e o retorno da família imperial ao poder. Ironicamente, o local escolhido para a passeata foi Itu (SP), cidade conhecida como "Berço da República" por ter sediado, em 1873, a primeira Convenção Republicana do Brasil.

    "A caminhada acontece hoje porque é uma data que os monarquistas detestam. A ideia de sair é justamente um ato de protesto contra a Proclamação da República. É um dia que não se tem o que comemorar", afirma César Jaques, líder do movimento.

    O encontro é organizado pelo "Movimento Itu, Fidelíssima do Império", um grupo de monarquistas da cidade que tenta divulgar os ideais monárquicos com o objetivo de restaurar a monarquia no país.

    Cerca de 30 pessoas caminharam pela manhã no Centro Histórico da cidade, na “1º Caminhada Histórica e Cultural de Itu”. O início do encontro aconteceu na Praça Dom Pedro I, em frente à Residência da Família Caselli (Casa Imperial), local que abrigou a família real na época no Império.

     Segundo o líder do movimento, a caminhada tem o objetivo lembrar a relação histórica de Itu com o império. "A cidade recebeu o título de 'Fidelíssima do Império', pela lealdade ao nosso imperador através do Alvará Imperial de 17 de Março de 1823."

   Entre os argumentos do grupo estão os altos índices de desenvolvimento humano que os países de monarquia parlamentarista registram, como o Reino Unido. Além disso, os simpatizantes acreditam que o sistema republicano é burocrático e de fácil corrupção.

   "Você vai ver que as monarquias são melhores, é só olhar os índices de desenvolvimento humano. A agilidade com que se resolvem situações como corrupção e outros problemas que a República tem. A gente acredita na restauração da monarquia para o país se solidificar."

    Questionado sobre o caráter ultrapassado que o tipo de governo representa, o líder do movimento também explica que o grupo acredita na monarquia parlamentarista constitucional, onde a posição do monarca fica estabelecida na constituição local.

    Nesse sistema de governo pedido pelo grupo, o monarca governa de acordo com a lei, ao invés de tomar decisões de acordo com a livre vontade. Além da figura soberana, o poder legislativo é atribuído a um parlamento eleito e as funções de chefe de governo ficam com um primeiro-ministro, também eleito.

    "Temos embasamento para sustentar a afirmação de monarquista, sabemos o que queremos para o país. Hoje os países monarquistas se atualizaram e não pararam no tempo, não queremos absolutistas. Dá para apostar no governo parlamentarista constitucional", explica.

    O grupo monarquista também explica que a família imperial brasileira, descendente de figuras como Princesa Isabel e Imperador Dom Pedro II, aceita o poder "desde que sejam aclamados pela população".

     "Eles não querem o golpe, querem aclamação popular. Tem que ter plebiscito para ter sucesso da volta da monarquia. A monarquia funciona e funcionaria no país", acredita.

*Colaborou sob a supervisão de Geraldo Jr.

Querer grandeza -- por Ernesto Araújo (*)




    Uma equivocada interpretação das tradições diplomáticas brasileiras tenta impor-nos, há muitos anos, a visão de que o Brasil é simplesmente um país grande: desistimos de ser um grande país. No universo da diplomacia pós-moderna, que infelizmente nos apressamos a copiar a partir de modelos externos, não existe grandeza. Não existe vontade ou paixão. Não existe orgulho.

    O desejo de grandeza é o que de mais nobre pode haver numa nação que se coloca diante do mundo.

     Mas alguém decidiu definir a presença do Brasil no mundo por sua adesão aos “regimes internacionais”, por sua obediência à “ordem global baseada em regras”. O Brasil assim concebido quer ser apenas um bom aluno na escola do globalismo. Não quer nem mesmo ser o melhor aluno, pois isso já seria destacar-se demais, já envolveria um componente de vontade e grandeza que repudiamos.

    Quando eu era criança, pela metade dos anos 70, ficava horas folheando um livro chamado “Atlas das Potencialidades Brasileiras” cheio de mapas de reservas energéticas e minerais, produção industrial e agrícola, etc. O subtítulo do livro dizia: “Brasil Grande e Forte”. Hoje, querem colocar nas mãos das crianças livros sobre sexo, mas se vissem uma criança lendo um livro chamado “Brasil Grande e Forte” prenderiam os pais e mandariam a criança para um campo de reeducação onde lhe ensinariam que o Brasil não é nem grande nem forte, mas apenas um país que busca a justiça social e os direitos das minorias.

    Antes fosse. Se houvesse uma alternativa excludente entre grandeza e força, de um lado, justiça social e direitos das minorias, de outro, seria até válido optar por estas últimas. Mas não há excludência. O que há é uma ideologia manipuladora que cria uma histeria permanente sobre justiça social e minorias, sem fazer absolutamente nada concreto nem pelas minorias nem pela maioria, sem nenhum compromisso em melhorar a vida real de ninguém, e que veste o manto da justiça social para roubar e tentar sair com o produto do roubo, desrespeitando tanto a justiça social quanto a justiça propriamente dita. Essa ideologia faz de tudo para destruir qualquer poder mobilizador autêntico que ela não controle, e por isso dedica-se a sufocar o desejo de grandeza associado ao sentimento nacional.

     A grandeza mobiliza e organiza um povo, cria sentido e gera energia humana, sabidamente a mais preciosa forma de energia. Nada pior para os planos da ideologia esquerdista. A esquerda não tem o menor interesse em justiça social, mas utiliza esse conceito para contaminar a água da nação, para criar pessoas raivosas e ignorantes e assim desmobilizar o povo, proibi-lo de ter ideais, separá-lo de si mesmo, desligar a energia criativa. Justiça social, direitos das minorias, tolerância, diversidade nas mãos da esquerda são apenas aparelhos verbais destinados a desligar a energia psíquica saudável do ser humano.

     A aplicação dessa ideologia à diplomacia produz a obsessão em seguir os “regimes internacionais”. Produz uma política externa onde não há amor à pátria mas apenas apego à “ordem internacional baseada em regras”. A esquerda globalista quer um bando de nações apáticas e domesticadas, e dentro de cada nação um bando de gente repetindo mecanicamente o jargão dos direitos e da justiça, formando assim um mundo onde nem as pessoas nem os povos sejam capazes de pensar ou agir por conta própria.

     O remédio é voltar a querer grandeza. Encha o peito e diga: Brasil Grande e Forte. Milhares de pequenos esquerdistas imediatamente te atacarão como formigas quando você chuta o formigueiro, mas se você resistir e não recuar eles ficarão desorientados e se dispersarão na sua insignificância, deixando aberto o campo para construirmos um país de verdade.

(*) Ernesto Araújo, diplomata de carreira. Convidado pelo Presidente-eleito Jair Bolsonaro para o exercer o cargo de Ministro das Relações Exteriores do Brasil no governo que terá início em 1º de janeiro de 2019.

PT TRAMA ALEGAR ATÉ ‘INSANIDADE’ PARA SOLTAR LULA - Claudio Humberto.



Políticos do PT têm procurado jornalistas para “plantar” a informação de que andam preocupados com a saúde mental do presidiário, citando alterações de humor, abatimento e até supostas “falhas de memória”. 

O objetivo, que mal disfarçam, seria criar um ambiente para arrancar dos tribunais a decisão “humanitária” de transferir para o regime de prisão domiciliar o petista condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

O temor dos apoiadores do reeducando é que os processos pendentes de julgamento, cinco no total, possam resultar em novas condenações.

Lula e seus apoiadores já acham que Sérgio Moro pode não ter sido seu juiz mais rígido. A substituta Gabriela Hardt é ainda mais dura.

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

SUPERMINISTRO DE INFRAESTRUTURA PODE SER GENERAL - Claudio Humberto.



O general da reserva Oswaldo Ferreira, líder da equipe que elaborou o programa de governo de Jair Bolsonaro, é hoje um dos mais cotados para um “superministério” englobando, além do setor elétrico, áreas como transportes, logística e telecomunicações. 

O general, que chefiou o elogiado Departamento de Engenharia do Exército, propõe a criação no Planalto de um órgão central de Infraestrutura, acima de ministérios, que permitisse ao presidente Jair Bolsonaro, sempre, a última palavra.

Ao lembrar de Aécio, STF mantém PSDB no lodo - Por Josias de Sousa.


Ao desarquivar nesta terça-feira um dos inquéritos protagonizados por Aécio Neves, o Supremo levou o PSDB a cultivar novamente o seu Mister Chongas.

Com um voto de desempate de Ricardo Lewandowiski, a Segunda Turma do Supremo ressuscitou inquérito que Gilmar Mendes arquivara em junho. Nele, apura-se a suspeita de que Aécio recebeu propina desviada da estatal elétrica Furnas e depositada numa conta aberta no principado de Liechtenstein. O que fez o PSDB? Chongas. A Procuradoria obteve 60 dias de prazo para apalpar dados bancários obtidos no estrangeiro. O que disse o tucanato? Chongas.

O Supremo devolveu Aécio às manchetes num instante em que o presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, organiza um congresso para virar o partido do avesso, remodelando-o para o futuro. Os tucanos falam em renovação com a cabeça na lua e os pés no lodo. Ainda conservam na Executiva Nacional do PSDB o encrencado Aécio e o condenado Eduardo Azeredo, que puxa em Belo Horizonte uma cada de duas décadas.

terça-feira, 20 de novembro de 2018

MELANCOLIA E DEPRESSÃO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.



Dizem que a ignorância é a mãe da felicidade.
Por isso, só se pode ser feliz ignorando os problemas da vida, que não são poucos para nós, pobres mortais.
Se penso, logo fico doido. 
Numa conversa sobre o tempo, vejam em que reflexão o ignorante aqui foi se meter.
Alguém afirmou, contrariando o estabelecido, que a melancolia não é nada do que dizem.
Vou logo adiantando que não sei quem foi, quando foi e aonde foi.
A explicação é a sequinte:
melancolia seria uma manifestação artística e poética, elevação do espírito e totalmente diferente da depressão, que é uma doença.
Em crônicas que escrevi e músicas inesquecíveis que ouvi, a palavra melancolia sempre significou acabrunhamento, tristeza. Em resumo: “estar pra baixo”.
João Gilberto, em Chega de Saudade, canta: “...a melancolia que não sai de mim, não sai de mim, não sai.”
Se é verdade que quem pensa muito fica doido, vou dar uma trava nesse assunto e deixar que os especialistas dissipem as dúvidas no ar.
Estou precisando de minha cabeça em estado saudável para outras coisas.
Se penso, logo desisto.
Ah! Tem até quem faça o elogio do tédio.
Basta.

Como surgiu a nação chamada Portugal -- por Armando Lopes Rafael (*)


Batalha de Ourique, 25 de julho de 1139. Neste dia nasceu Portugal

      Faz alguns anos. Entre 2001/2002. O Prof. Vladenir Menezes, então diretor da Faculdade Leão Sampaio (hoje Centro Universitário Doutor Leão Sampaio – UNILEÃO) – da cidade de Juazeiro do Norte – convidou-me para lecionar a disciplina História do Brasil num curso superior existente naquela instituição. Ali demorei apenas um ano, porquanto não me seduziu o papel de professor nos tempos, digamos,  medíocres, em que vivemos.

        O Prof. Vladenir deu-me liberdade para eu elaborar a grade curricular da disciplina. O que fiz com muito empenho, buscando novo enfoque, evitando a mesmice da pregação, em sala-de-aula,  de luta de classes, “preferência opcional” pelo ideário marxista, e outros equívocos,  que viriam a ter seu apogeu quando o lulopetismo chegou ao poder, no Brasil, a partir de 2003.

         Minhas primeiras aulas ministradas versaram sobre um fato histórico antecedente à “descoberta do Brasil”. Um fato que teve profunda influência na formação do Brasil, desde os primórdios do Brasil-Colônia, passando pelo Brasil-Império, até desaguar no golpe militar que nos impôs a forma de governo republicana, em 1889. 
       Refiro-me a um episódio   do qual resultou o surgimento da nação portuguesa.  Fato desconhecido pela quase totalidade de professores e alunos dos cursos de História, no Brasil. Trata-se da "aparição" de Nosso Senhor Jesus Cristo ao Conde Dom Alfonso Henriques, na véspera da Batalha de Ourique, cujos registros se encontram nos Tombos da Torre de Belém e foram transformados em versos por Camões, no célebre poema “Lusíadas”.


A visão  do Conde Dom Alfonso Henriques, primeiro Rei de Portugal, 
na noite-véspera da Batalha de Ourique

        Dias atrás, para minha alegria, li um artigo escrito pelo futuro Ministro das Relações Exteriores do Governo Bolsonaro – o Embaixador Ernesto Araújo – sobre esse episódio. Transcrevo, para os que me lerem, o texto do futuro Chanceler brasileiro, um homem culto,  corajoso, autêntico intelectual, como há muito não se via à frente do Itamarati. Confiram abaixo:

“Antes da batalha (por Ernesto Araújo)

     Na noite antes da batalha de Ourique, em 25 de julho de 1139, Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu numa visão a Dom Afonso Henriques, então ainda conde de Portugal, que se preparava para enfrentar cinco reis mouros contra ele coligados. Conta Afonso Henriques, num relato possivelmente autêntico, registrado alguns anos depois:

“E subitamente vi, à parte direita, contra o nascente, um raio resplandecente, indo-se pouco a pouco clarificando; cada hora se fazia maior. E pondo de propósito os olhos para aquela parte, vi, de repente, no próprio raio, o sinal da cruz mais resplandecente que o sol, e um grupo grande de mancebos resplandecentes, os quais, creio que seriam os Santos Anjos. Vendo, pois, essa visão, pondo à parte o escudo e a espada, me lancei de bruços e, desfeito em lágrimas comecei a rogar pela consolação de seus vassalos, e disse sem nenhum temor.

"– A que fim me apareceis, Senhor? Quereis, porventura, acrescentar fé a quem já tem tanta? Melhor é, por certo, que vos vejam os inimigos, e creiam em vós, que eu, que desde a fonte do Batismo vos conheci por Deus verdadeiro, filho da Virgem e do Padre Eterno, e assim Vos reconheço agora.
"A cruz era de maravilhosa grandeza, levantada da terra quase dez côvados. O Senhor, com um tom de voz suave, que minhas orelhas indignas ouviram, disse:

"– Não te apareci deste modo para acrescentar tua fé, mas para fortalecer teu coração neste conflito. E fundar os princípios de teu reino sobre pedra firme. Confia, Afonso, porque não só vencerás esta batalha, mas todas as outras em que pelejares contra os inimigos de minha Cruz. Acharás tua gente alegre e esforçada para a peleja; e te pedirá que entres na batalha com o título de rei. Não ponhas dúvida, mas tudo quanto pedirem, lhes concede facilmente. Eu sou fundador e destruidor dos reinos e impérios, e quero em ti, e em teus descendentes, fundar para Mim um império por cujo meio seja Meu Nome publicado entre as nações mais estranhas.”

Afonso Henriques foi proclamado Rei no campo de batalha e triunfou. Graças à sua fé e sua espada estamos aqui, e conhecemos o nome do Salvador. “E aquele que conhece o meu nome, eu também conheço o seu nome”, diz um texto cristão dos primeiros séculos”.

***   ***   ***

        Ouso dizer que, naquele 25 de julho de 1139, quando Nosso Senhor Jesus Cristo previu: “(Que) seja Meu Nome publicado entre as nações mais estranhas”, já estava nos planos da Divina Providência a extensão do que seria o imenso Império Português, o qual,  no século XVI, abrangeria também o Brasil, várias nações da África (Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde), pequenas porções da Índia e até um país o Sudeste Asiático: Timor Leste.

(*) Armando Lopes Rafael é historiador.

O Antagonista - Por o Antagonista.



“Desde a derrota do PT, Lula anda abatido”

Lula contava com um golpe do STF para tirá-lo da cadeia.
Agora ele já sabe que o plano fracassou.

“A declaração do presidente do Supremo, Dias Toffoli, ao El País, de que a prisão de Lula respeitou a Constituição desanimou ainda mais o ex-presidente preso em Curitiba. Desde a derrota do PT, Lula anda abatido.”

Os petistas prometeram sangue e acabaram com lágrimas. 
É uma gente patética.

O lamento de Lula.

Além da Folha de S. Paulo, o Estadão também voltou a falar em prisão domiciliar para Lula.
“A cúpula do PT começa a lamentar a estratégia de Lula de impedir que seu advogado, Sepúlveda Pertence, tente a prisão domiciliar no Supremo. Lembram que ele já está há quase oito meses na cadeia.”

A estratégia de Lula era eleger seu poste, sair da cadeia e perseguir todos aqueles que condenaram seus crimes, em particular Sergio Moro. Ele quebrou a cara e agora tenta negociar outra escapatória.

No dos outros é refresco - Por Antonio Morais.



Tenho lido algumas declarações atribuídas a OAB que a entidade vai fiscalizar o futuro governo. Parabéns. Uma instituição que passou 16 anos convivendo pacificamente com a imundice da parte do governo e nada fez para evitar ou punir os infratores, é um bom sinal.

Perguntar não faz mal : se o governo do Brasil contratasse 10 mil advogados de Cuba ou qualquer outro país para vi advogar nos seus rincões, por 2 mil reais cada, sem carecer o exame da OAB, qual seria a opinião da entidade?

No Brasil, o ambiente nunca foi tão favorável para advocacia. A atividade está em alta. Nunca houve tanto corrupto precisando se defender. E, agora que o Bolsonara trouxe Sérgio Moro e sua equipe para Brasília, a advocacia vai juntar dinheiro a rodo.


Médica cubana não quer deixar o Brasil e se insurge contra Havana - Por Hugo Marques.



Iramis Solano foi à Justiça para renovar contrato no Mais Médicos. Ela também quer receber o salário integral, sem o confisco de quase 75% imposto por Cuba.

A médica cubana Iramis Maria Camejo Solano, há quase três anos trabalhando no Mais Médicos, conseguiu na Justiça o direito de prolongar sua permanência no programa. A decisão do juiz federal Renato Câmara Nigro, da Justiça Federal em Campinas, obriga o governo federal a renovar o contrato de trabalho da médica, que vence em março – sem a decisão, ela teria de retornar para Cuba.

Mas há um outro pedido, ainda nas mãos do juiz, que poderá mudar a configuração do Mais Médicos, pelo menos para os profissionais de Cuba a serviço no Brasil: Iramis quer receber o salário integral, sem descontar a parte que o Brasil, por contrato, destina ao governo cubano.

Pela negociação fechada com Havana pelo governo petista de Dilma Rousseff, o Brasil paga pelos serviços de cada médico cubano 11.500 reais,  que são repassados diretamente ao regime de Raúl Castro. Apenas uma parte desse valor, 2.976 reais, é destinada aos profissionais. 

Iramis, que dá expediente em um posto de Campinas, quer receber o valor integral – a exemplo dos médicos brasileiros e de outras nacionalidades que servem ao programa.

Nesta entrevista a VEJA, a médica  falou sobre os problemas que ela seguramente terá com o governo de Cuba por causa do pedido feito à Justiça brasileira. 

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

CAMINHO DA SABEDORIA - VERSÍCULO CINQUENTA - Por Edmilson Alves.


A dor e o sofrimento são do tamanho de cada um! 
Há pessoas maiores do que seus padecimentos... 
Outras se anulam diante das primeiras provações! 
Conhecer as próprias fragilidades é sublime.
Superá-las é dignificante! 
“As águias, quando avistam, ao longe, o furacão‚ precipitam-se ao seu encontro, num desafio de asas pandas, para mostrarem que são superiores à rebeldia dos ventos e ao turbilhão das tormentas”.
Enquanto isto, os galináceos cacarejam acovardados, histéricos, tomados de medo e de pavor.
Seja profeta de si mesmo e encare com coragem os desafios.
Está enfrentando problemas para viver com paz, serenidade, tudo tem solução.
Sempre há uma saída para se viver melhor, é só procurar, procurando o caminho, caminhando em direção da sabedoria! 
A solidão poderá ser companheira...
Por que não tirar vantagens da solidão e abrandar o coração. 
O coração tranquilo, sereno, aplaca a emoção que, eventualmente, deixa-lhe inquieto. Eis a receita. É fácil encontrar o caminho da sabedoria!
Concluído os textos de minha BÍBLIA.
Confesso que li todas, de todas as religiões pra extrair o melhor pra pregar a palavra de DEUS.