sexta-feira, 15 de janeiro de 2021
A aventura de Ladislau Camilo - Antônio Alves de Morais.
PARABÉNS MINHA MÃE, PELO ANIVERSÁRIO DE 90 ANOS - Por Antônio Gonçalo.
Ultimamente, tenho publicado alguns comentários voltados à exaltação e/ou elogio a parentes e ao lugar em que nasci e me criei, o Sítio Sanharol, em Várzea Alegre -CE. Pode parecer até um certo ufanismo de minha parte. inclusive, em alguns momentos, já cheguei mesmo a admitir esse sentimento. Hoje, mais uma vez, volto com um motivo também muito particular. É que minha mãe está completando 90 anos de idade
Os artigos mais recentes a que me refiro foram marcantes, envolvendo emocionalmente a mim, aos irmãos, parentes e amigos. Alguns deles, nos deixaram com a alma sofrida; outros, com júbilo e agradecimento a Deus e aos Santos. E foi assim que os apresentei nos espaços em que escrevi.
Um dos acontecimentos sofridos que registrei ultimamente, foi a morte da nossa irmã Carmem, em 14.11.2019, fato que entristeceu e ainda nos amargura muito, embora, com a espiritualidade cristã que temos, sentimos que sua alma está junto do Grande Criador e oramos para que nos conforte a cada dia.
Como júbilo, em 2020, passamos por datas importantes. Em 1° de setembro, nossos pais, Mundinho Gonçalo e Rita Maria, completaram 70 anos de casados. Todo esse tempo morando na mesma casa, no Sítio Sanharol, onde nos criaram com algumas dificuldades e sucessos, mas com muito zelo. Ele, em 27 de outubro de 2020, completou 94 anos de idade.
Começamos 2021 já com uma data festiva e merecedora de aplauso e comemoração. Hoje (15.01.2021), nossa mãe Rita Maria de Sousa está completando 90 anos de idade. Seria um prazer dedicar-lhe uma festa simples, mas à altura de sua dedicação à vida, a nós e aos parentes e amigos, como fizemos em outras oportunidades.
Mas, como sabemos, por conta das restrições relativas ao confinamento imposto pela pandemia da COVID -19, essa comemoração vai ficar para depois. Por enquanto, temos apenas que agradecê-la por tudo e, virtualmente, lhe ofertar missa em ação de graças, muitos abraços, PARABÉNS; e desejar que tenha saúde, paz, fé e vida longa. Com Deus...
Eleição para presidência do Senado será 'disputa dura' - Por Merval Pereira.
Merval Pereira comenta disputa eleitoral dentro do Senado. Para ele, a candidata do MDB à presidência da Casa, Simone Tebet, tem qualidades e deveria ganhar.
No entanto, Merval destaca que ela enfrenta resistência de várias bancadas. Já o opositor, Rodrigo Pacheco, do DEM, que é apoiado por Bolsonaro, conseguiu outros apoios importantes, como o dos senadores do PT.
'A aparente incoerência do PT tem uma razão: o MDB comandou o impeachment de Dilma', explica.
Pazuello não tem a menor condição de estar à frente de um Ministério Civil.
Merval Pereira critica a frase dita pelo ministro da Saúde, de que a vacinação contra Covid-19 no Brasil começará do 'Dia D e na Hora H'.
Para o comentarista, a situação demonstra que o governo brasileiro não sabe governar, não sabe conversar com o povo e nem dar orientações corretas.
'Acho que Pazuello ainda vai nos dar muitos problemas pela frente na vacinação', avalia.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2021
Liberdade - Antônio Alves de Morais.
quarta-feira, 13 de janeiro de 2021
Esdrúxulo, louco e criminoso - Por o Antagonista.
Os secretários estaduais de Saúde “reagiram com espanto” ao ofício enviado pelo governo de Jair Bolsonaro à prefeitura de Manaus, pressionando-a a oferecer tratamento precoce da Covid-19 com cloroquina e ivermectina.
Segundo a Folha de S. Paulo, os secretários “classificam o documento como ‘esdrúxulo’, ‘loucura’, e dizem que, enquanto o mundo discute a vacina, o Brasil fala em remédios que não funcionam”.
Dia D e hora H de Bolsonaro sair - Por José Newmanne Pinto.
1 – O passivo omisso Pazuello disse em Manaus, epicentro da pandemia, que vacinação começará no dia D e na hora H. A piada infame vale para fixar o momento de Bolsonaro cair fora: é já.
2 – Barroso divulgou auditoria do TSE, que o presidente paraquedista diz não haver, comprovando a lisura do processo eleitoral.
3 – Um recorte do JB de 1994 revela que o capitão de milícias entende de fraude eleitoral na prática, pois cometeu uma em eleição parlamentar de voto impresso.
4 – Apesar da mancada da Dimas e Doria, saiu a eficácia global da Coronavac, pondo fim às desculpas da Anvisa para não aprová-la.
Ford deixa Brasil pária para trás.
A Ford, fundada por Henry Ford, inventor do automóvel, comunicou o fim da sua fabricação de carros no Brasil. A montadora anunciou que “encerrará a produção nas unidades de Camaçari (BA), Taubaté (SP) e da Troller (Horizonte, CE) durante o ano de 2021, à medida em que a pandemia de Covid-19 amplia a persistente capacidade ociosa da indústria e a redução das vendas, resultando em anos de grandes perdas.”
A fabricante informou que manterá no País apenas a sede administrativa da América do Sul, o Centro de Desenvolvimento de Produto e o Campo de Provas de Tatuí, no interior paulista.
É uma página virada no capítulo das montadoras de automóveis, que começaram a vir para o Brasil no governo de Juscelino Kubitscheck, nos anos 50. E sinal de que nosso governo, pária no mundo, não terá vida mansa.
Jesus e João - Antônio Alves de Morais.
MDB confirma Simone Tebet como candidata no Senado - Por o Antagonista.
O MDB bateu o martelo: a senadora Simone Tebet será a candidata do partido à presidência da Casa.
O anúncio oficial será feito em instantes.
Ela vai disputar com Rodrigo Pacheco (DEM), o candidato de Davi Alcolumbre avalizado pelo Palácio do Planalto.
O MDB estava disposto a apoiar Alcolumbre, se o senador do Amapá conseguisse o aval jurídico para a reeleição inconstitucional na mesma legislatura.
Após a decisão do STF, no fim do ano passado, o partido decidiu que tentaria voltar ao poder no Senado, lançando candidatura própria.
Inicialmente, havia quatro pré-candidatos. Na reta final, Fernando Bezerra Coelho e Eduardo Gomes, líderes do governo Bolsonaro no Senado e no Congresso, respectivamente, saíram de cena.
Sobraram Eduardo Braga, líder da bancada, e Simone Tebet. Ontem, quando o PT anunciou apoio a Pacheco, Simone se tornou a favorita.
terça-feira, 12 de janeiro de 2021
Bolsonaro, agendas de campanha e o governo - Antônio Alves de Morais.
As duas únicas agendas do governo Bolsonaro que avançaram, ambas foram negativas e prejudiciais ao Brasil.
Armamentismo, o numero de homicidios aumentou e vai aumentar sobretudo de Mulheres.
E, o aparelhamento vergonhoso das instituições, bloqueando a luta contra a corrupção, e, o pior, por razões familiares.
Não basta a vontade - Antônio Alves de Morais.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2021
“Foram dois anos muito decepcionantes” - Por o Antagonista.
O economista Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central, classificou os dois primeiros anos do governo Jair Bolsonaro como decepcionantes.
“A verdade é que nós não tivemos avanços, e, pior, com um efeito não apenas do lado humanitário e social, mas, também, do econômico”, afirmou em entrevista ao Correio Braziliense.
“A abordagem que o Brasil teve em relação à pandemia foi muito equivocada, como a questão do negacionismo, a falta de coordenação entre os governos federal, estaduais e municipais, que é fundamental em uma federação como o Brasil, em que as responsabilidades são compartilhadas.
A atuação do nosso presidente foi muito equivocada, para dizer o mínimo.”
Salvador anunciado - Antônio Alves de Morais.
João Batista preparava os corações para o Salvador anunciado. Mas antes de pensar no Salvador, as pessoas buscavam força e coragem em suas palavras e anuncio.
domingo, 10 de janeiro de 2021
"Coisas da Ré-pública"
"Patrulhamento ideológico republicano": porque as cores da bandeira brasileira foram reinterpretadas – Por Edison Veiga
Você já deve ter ouvido a história de que as cores da bandeira nacional brasileira seriam uma homenagem às riquezas naturais do país. O verde representaria a exuberância de nossas florestas e o amarelo, o ouro encontrado no subsolo. O azul seria uma referência aos rios que permeiam o território brasileiro e ao mar que banha a costa. Até o branco da faixinha teria sua justificativa: a paz.
Essa interpretação pode até soar simpática, mas não tem nexo histórico. "As cores vêm da bandeira do Império", resume à BBC News Brasil a historiadora Mary Del Priore, autora, entre outros livros, da tetralogia Histórias da Gente Brasileira, em que aborda o país desde a colônia até os tempos atuais. "Esse negócio de verde das matas e amarelo das nossas riquezas é balela", comenta o historiador e escritor Paulo Rezzutti, biógrafo das principais figuras da monarquia brasileira. "O verde é uma alusão à Casa de Bragança. O amarelo remete à Casa de Habsburgo."
A primeira é a família nobre portuguesa à qual pertenceu Dom Pedro I. Sua primeira mulher, Leopoldina, era da dinastia austríaca dos Habsburgo. Conforme conta o historiador Clovis Ribeiro no livro Brasões e Bandeiras do Brasil, publicado em 1933, o próprio marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a República e tornou-se o primeiro presidente do Brasil, quis que a nova flâmula aludisse à anterior. "A explicação do verde das matas e do amarelo do ouro foi construída depois. Foi uma maneira tardia de a República tentar modificar o simbolismo original da bandeira, associado à monarquia", completa Rezzutti.
A Presidência da República reconhece a referência ao período imperial. "Após a proclamação da República, em 1889, uma nova bandeira foi criada para representar as conquistas e o momento histórico para o país. Projetada por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, com desenho de Décio Vilares, foi inspirada na Bandeira do Império, desenhada pelo pintor francês Jean Baptiste Debret", informa a comunicação do Palácio do Planalto.















