sábado, 24 de dezembro de 2022

DEPOIS QUE O BOI ESTÁ MORTO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 


Todo time que adianta suas linhas e pressiona para tomar a bola no campo adversário corre o perigo de levar gol de contra-ataque.

Se o Brasil tivesse levado o gol contra a Croácia por estar recuado em seu campo, teria sofrido a mesma carga de críticas.

Certamente, diriam: "Tinha que pegar em cima, matar a jogada no nascedouro, etc, etc".

Acho que, naquele momento, a equipe ainda estava entorpecida pela emoção do gol de Neymar.

Não ocorreu, sequer, a lembrança de cometer a falta tática.

Vejam outra situação, desta feita, com relação à Argentina.

Imaginem se os hermanos perdem a Copa depois de estar vencendo a França no tempo normal, até 39 do segundo tempo, com uma vantagem de dois gols, e permitir o empate.

Em dois escassos minutos, Mbappé botou a França na parada.

Tem mais. Esteve o time do Scaloni em vantagem, de novo, na prorrogação, cedeu o empate e foi vencer nos pênaltis.

Sem contar que, na prorrogação, Kolo Mouani finalizou e a bola tocou na coxa de Emiliano Martinez, que evitou o gol. A defesa argentina estava mais desorganizada que o PTB de Nova Olinda.

Se a bola entra, nem Messi estaria a salvo da condenação.

A Copa do Qatar foi um torneio de surpresas e reviravoltas incomuns. Incontroláveis.

Mas, é aquela história: "Depois que o boi está morto, todo mundo pega no chifre".

sexta-feira, 23 de dezembro de 2022

Cartão de Natal do Chefe da Casa Imperial do Brasil – por Armando Lopes Rafael

 Neste caos e pesadelo,  que dominam a república brasileira, recebemos um pequeno bálsamo, nos dias que antecedem o Natal. Todos os anos, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, envia um significativo Cartão-de-Natal, para os monarquistas brasileiros. O deste ano se constituiu numa homenagem póstuma ao ex-Chefe da Casa Imperial –  Dom Luiz de Orleans e Bragança –  falecido em julho de 2022. Confira o texto. 

   No Cartão de Natal deste ano de 2022, meu olhar volta-se saudoso para a figura de meu augusto irmão e antecessor dinástico, o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, a quem Deus Nosso Senhor aprouve chamar a Si no dia 15 de julho último. Os limites naturais destas linhas não comportam quanto um grande afeto fraternal teria para externar a propósito. Seria difícil encontrar dois irmãos mais unidos do que D. Luiz e eu, não apenas pela afinidade do sangue e pela herança cultural que recebemos no lar, mas também por termos compartilhado desde a juventude os mesmos princípios e ideais contra-revolucionários.

    Nossa união fraterna consistiu naquilo que tão bem formulou S. Agostinho: “Amar-se não é olhar um para o outro, mas olharmos juntos o mesmo ponto e termos o mesmo ideal.” Se o Brasil e a Família Imperial perderam um Príncipe Fidelíssimo no cumprimento de seus deveres, eu perdi o primogênito ao qual confiava minhas dificuldades, com quem traçava planos para nossa ação pró-monárquica, e em quem tinha a segurança de encontrar um ouvido sempre atento para compartilhar as alegrias e os dissabores de uma vida de certezas e lutas.

   Na fotografia que escolhi para ilustrar este Cartão, reluzem especialmente os predicados que tanto caracterizaram D. Luiz: a majestade, que irradiava de suas nobres maneiras, simples e despretensiosas; a venerabilidade, que fazia com que todos se sentissem serenamente elevados em sua presença; a bondade, da qual brotava o desejo constante de servir à Pátria; e a Fé católica, sempre profunda, que lhe permitiu carregar as limitações físicas e lhe dava uma confiança inabalável na Restauração de um Brasil verdadeiramente cristão e monárquico.

    Com essas qualidades, se nos planos da Divina Providência tivesse figurado essa Restauração em vida de D. Luiz, seu reinado teria tido muito de similar com o do Imperador D. Pedro II, nosso trisavô: apenas indicando os grandes rumos do País, dando ampla faculdade aos Ministros de Estado para levarem adiante suas iniciativas. Mas o reinado de D. Luiz teria também algo do governo de S. Luiz IX, Rei de França, nosso antepassado remoto e modelo de santidade, justiça, sabedoria e heroísmo para todo Príncipe que queira ser digno de reinar. Haveria, assim, uma só linha vermelha, essa instransponível, na condução do Estado sob D. Luiz: o respeito à Lei de Deus e aos direitos da Santa Igreja.

    Nas numerosíssimas mensagens recebidas por ocasião de seu falecimento, o pensamento mais presente – e que muito nos consolou – foi o de ter ele ocorrido na véspera da Festa de Nossa Senhora do Carmo. Como terceiro carmelita, a Virgem do Monte Carmelo veio buscá-lo para que, no Seu dia, 16 de julho, ele pudesse celebrar com Ela a Sua glória.

    Neste Natal, portanto, deposito confiante aos pés da Sagrada Família, no Presépio, uma prece por D. Luiz, bem como uma prece particular por toda a Família Imperial, pelo Brasil e por todos os brasileiros, rogando ao Menino Jesus, à Santíssima Virgem e a S. José que permitam em um dia não longínquo o triunfo dos ideais aos quais meu querido irmão – que creio já ser nosso intercessor no Céu – consagrou sua bela e inspiradora existência.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança


INAUGURAÇÃO DO ROMEIRÃO EM JUAZEIRO, MAIO DE 1970 - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 


Entrevista com o quarto-zagueiro Darci Menezes, do Cruzeiro.

Vitória do time mineiro sobre o Fortaleza, por 3 a 0, com gol de Evaldo, o primeiro do estádio que, anos depois, seria demolido para construção de um mais moderno.

Aliás, bom frisar que Evaldo desempenhava, com a camisa nove cruzeirense, a mesma função de Tostão na Seleção Brasileira tri-campeã no México.

Apesar de Piazza, Dirceu Lopes e Tostão não terem ido a Juazeiro, o Cruzeiro apresentou-se com forte formação.

Pontificavam Raul, Mário Tito, Vanderlei, Darci Menezes, Natal, Evaldo e Rodrigues.

Na segunda apresentação em Juazeiro, o Cruzeiro bateu o Ferroviário, também, pelo placar de 3 a 0.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2022

Você já ouviu falar em Santo Ivo, o Protetor dos Advogados? – por Armando Lopes Rafael

    Certo dia, numa visita à cidade de Ouro Preto (MG), deparei-me – na Igreja de São Francisco de Assis –  com um altar, e nele estava a imagem de Santo Ivo, o Padroeiro dos Advogados. Foi a primeira vez que ouvi falar nesse santo. Só tempos depoi li, no boletim da “Associação dos Custódios de Maria" - 1ª Edição - Abril / 2006,  a crônica que abaixo transcrevo. .

                        “ Vigilância, oração e  esperteza

     Engana-se quem pensa que só os maus são espertos. A piedade aguça a inteligência, desabrocha as qualidades do homem e obtém o socorro do Céu.
          Na cidade de Tréguier (França), está sepultado Santo Ivo, sacerdote, venerado como o “Advogado dos Pobres”. Seu túmulo tornou-se centro de peregrinações.

    Numa tarde dois cavaleiros chegaram na praça diante de uma casa em cuja fachada se lia: “Pousada Santo Ivo das Duas Espadas”.
— Queremos falar com a dona da Pousada. Ela está?—perguntou um deles.
— Sim, senhor, é com ela que falam. Chamo-me Teresa, às vossas ordens!
— Somos negociantes de pedras preciosas. Queremos hospedagem por alguns dias. O meu nome é Márcio e o meu sócio chama-se Mauro.
— Sejam bem-vindos à terra de Santo Ivo. Vou preparar dois aposentos, uma boa refeição e mandar acomodar as vossas montarias.

    Enquanto Da. Teresa atendia os dois forasteiros, examinava-os atentamente. Com menos de 35 anos, tinha experiência da vida. Com a morte do marido, assumira a direção da Pousada e o cuidado dos três filhos. Observava bem aqueles negociantes achando prudente desconfiar das suas intenções.

   Por sua vez, os dois recém-chegados examinaram com atenção a hospedeira e a casa. O crucifixo no salão, as imagens da Virgem Maria e dos Santos, todos os arranjos ali denotavam vida de piedade e devoção.

   O Mauro disse: -- Ela é uma “beata”, e portanto, deve ser uma tola. O negócio aqui vai ser fácil. Basta sermos bem espertos, não é?
— Sim, claro! Para os tolos, os sermões e as procissões. Para nós, os lucros.

    Após se instalarem, os dois desceram para o refeitório, onde lhes foi servido um bom jantar. Antes de se recolherem, foram falar com a dona da Hospedagem. O Márcio disse-lhe:
— Senhora, queremos que guarde esta caixa com as pedras preciosas no seu cofre.                                    

— Perfeitamente, temos um cofre, forte e seguro.
— Mas, não me leve a mal se pedir uma garantia — insistiu o hóspede.
— Sim, tem todo o direito. Qual deve ser essa garantia.
— Que só entregue esta caixa a qualquer um de nós na presença do outro, pois este é o único meio de evitar desavença entre nós dois. É uma medida para a senhora não ser responsabilizada por alguma má ocorrência.
— Está bem! Bom descanso, senhores.

   A dona da Pousada foi guardar a preciosa caixa no cofre e os dois hóspedes foram para os seus quartos. No dia seguinte de manhã, pediram à Da. Teresa para lhes trazer a caixa, retiraram algumas pedras e saíram para os seus negócios. Ao cair da tarde, retornaram satisfeitos e foram solicitar a caixa, na qual depositaram os seus valores. 

   Passou-se assim uma semana, seguindo sempre a mesma rotina.
Certo dia, Márcio desceu sozinho e comunicou que desejava pagar as despesas da hospedagem, pois iriam partir para outra cidade. A Da. Teresa fez as contas e apresentou-lhe o recibo.
— Meu sócio já vem a descer. Poderia buscar já a caixa, para nos entregar quando ele chegar?
Ouvindo os passos do outro no corredor em cima, a hospedeira abriu o cofre, tirou a caixa e depositou-a sobre a mesa. Márcio sorridente, pagou-lhe a quantia da despesa e pediu uma fatura. Da. Teresa foi ao armário para pegar o papel. Quando voltou percebeu que estava sozinha na sala.
Em poucos segundos, o negociante tinha desaparecido com a valiosa caixa de pedras preciosas.

     Logo ela percebeu a armadilha que os dois facínoras lhe haviam preparado. Mauro certamente iria reclamar em juízo a indenização pela metade das pedras preciosas. Ela talvez tivesse que vender todos os seus bens, e ficaria reduzida à pobreza. Mas não faltava coragem nem presença de espírito à Da. Teresa, mulher de vigilância e de oração. Fez uma ardorosa prece pedindo ajuda à Protetora dos Cristãos e a Santo Ivo.

     O outro bandido, o Mauro, chegou na sala, cumprimentou-a e manifestou surpresa fingida por não ver o sócio dele.
— Ele saiu de modo inesperado sem nada dizer, penso que não deve demorar. Enquanto aguardamos a sua volta, vou à cozinha tomar algumas providências.
Dito isto, retirou-se, não para a cozinha, mas para a Capela da Pousada. De joelhos diante da imagem de Santo Ivo, implorou a sua ajuda.

    Houve algum milagre? Não se sabe. Certamente, Santo Ivo confiou-lhe algo.
    O certo é que Da. Teresa sorriu e saiu confiante, sentindo uma mensagem gravada na sua alma.       

     Chamou a Polícia e deu-lhe breves explicações.

— Siga a indicação que Santo Ivo me deu. Vá a todo galope pela estrada de São Bernardo, para apanhar o ladrão na Gruta do Trigal, onde está escondido.

    Ao retornar à sala, Mauro disse-lhe, com sorriso desdenhoso:
— Bem, senhora, já que o meu sócio, pelos vistos, desapareceu, peço-lhe que me traga a caixa com as jóias confiada aos seus cuidados.
— Ah, senhor, isso não posso fazer. Devo trazer a caixa apenas quando os dois estiverem presentes. Terá de aguardar a chegada do seu companheiro.

     Por esta o farsante não esperava. Então dessa beata, dessa rezadeira de intermináveis “rogai-por-nós”, quem poderia esperar tamanha sagacidade? Na incerteza, resolveu sondar o terreno:

— A senhora pode, pelo menos abrir o cofre, para provar que a caixa está lá?
— Por acaso o senhor desconfia do seu sócio Márcio?
— Senhora! Não se brinca com um negociante experimentado como eu. Ou abre já o cofre, ou irei imediatamente fazer uma denúncia.
— Espere um pouco mais. O senhor Márcio não tarda a chegar, trazido aqui pela polícia. 

— Pela polícia? Perguntou Mauro, surpreso.

— Sim, senhor! A polícia partiu a galope para o prender na Gruta do Trigal, onde estaria à sua espera, conforme vocês haviam combinado.

Ao ouvir isto, o ladrão percebeu que o plano estava descoberto. Qualquer nova artimanha seria inútil. Ficou ali para aguardar os acontecimentos. Pouco tempo depois, entraram os policiais trazendo Márcio algemado. Sentindo-se também já encarcerado, e muito confuso, o Mauro só teve jeito para perguntar:

            — Como a senhora descobriu tudo tão depressa?

— Fiz o que Jesus ensinou: vigiei, orei e agi. A verdadeira piedade aguça a inteligência e faz desabrochar as qualidades. Sobretudo, obtém-nos o socorro do Céu. Rezei a Santo Ivo e ele atendeu-me. Na prisão não lhes faltará tempo para meditar sobre a vossa má vida. Tirai bom proveito para a salvação da vossa alma.


                        

EUROPA X AMÉRICA DO SUL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 

O europeus oferecem o mais rico e melhor futebol do Mundo.

Os seus times são marcas internacionalizadas, verdadeiras máquinas de fazer dinheiro.

O futebol da América do Sul, excetuando-se Brasil e Argentina, apresenta visíveis sinais de decadência.

Desconfio que, mesmo uma conquista de Copa do Mundo por um país sulamericano, não altere o panorama favorável ao futebol do velho Mundo.

A Argentina, tri-campeã do Mundo continuará, a exemplo do Brasil, exportando seus melhores valores, enfraquecendo suas competições.

Vendem os artistas e não o espetáculo.

Exportar jogadores não é sinal de riqueza. Pelo contrário, significa pobreza.

O fato, por exemplo, de uma Argentina campeã não significa dizer que o seu futebol vai bem.

Muitas vezes, o resultado de uma Copa não serve como parâmetro para coisa nenhuma.

Se o Marrocos, que surpreendeu no Qatar, tivesse conquistado o Mundial, acompanharíamos com interesse o seu campeonato nacional?

Uma competição que dura 30 dias pode, também, não oferecer paradigmas.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2022

O café frio da urubuzada - Antônio Alves de Morais.

 

O fim iminente do governo Jair Bolsonaro deflagrou a “corrida por uma boquinha".

Com a consolidação do resultado das pesquisas eleitorais, o mundo político em Brasília antecipou o fenômeno do ‘café frio’, expressão que descreve os últimos meses de mandato de um presidente, quando ninguém mais procura o mandatário e nem os garçons se esforçam para agradar-lhe. 

Mas, enquanto o café estiver morno, aqueles que tiveram o nome associado à gestão tentarão avançar sobre a estrutura do executivo com tanto ou mais apetite que seus antecessores para garantir os últimos nacos de poder. 

Em seguida, passarão a trabalhar com afinco para se desvincular da tragédia que foi a administração que eles mesmos chamam de um des-serviço ao país.

O roteiro para esse fim de governo é esse mesmo: café morno, café frio e abandono. 

Enquanto isso, a urubuzada vai se encarregando de mudar para outra carniça.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

Vaias e aplausos - No TRE de São Paulo.

 


As vaias foram para a Deputada Federal Rosângela Moro, o crime dela é ser  esposa do ex-juiz Sérgio Moro, um juiz competente,  honesto, corajoso e honrado pra caramba.

Os aplausos foram para o vice-presidente Geraldo Alckmin que teve os processos em que era acusado na Lava Jato travados e suspensos pelo ministro Ricardo Lewandosk.

Palmas e louvores também para o Sérgio Cabral liberado  pelo STF da obrigação de cumprir 425 anos de prisão. Só isto.

Viva a república, salve Deodoro da Fonseca.  

domingo, 18 de dezembro de 2022

Os iguais se atraem - Antônio Alves de Morais.

O Brasil hoje pertence aos iguais. Judiciário, executivo e legislativo iguais, juntos do mesmo lado. 

O último a ser liberado foi o Sérgio Cabral. Segundo noticias condenado a 425 anos. 

Agora veremos a roleta grande fazendo girar a pequena. Quem se "astreveu" contrariar os iguais é que vai pagar a conta. Não vai demorar o "Sergio Moro" e os promotores da "Lava Jato" serem presos. 

Basta ver a perseguição dos iguais, via justiça, para tirar o mandato do ex-juiz. O último questionamento na justiça contra o Sergio Moro é do PL dos honoráveis Waldemar Costa Neto e do Jair Bolsonaro.   

Sergio Moro cometeu vários erros, confiou em quem não tinha caráter e credibilidade. E o pior, depois de eleito senador ainda levou o seu apoio a um ser desprezível, que traiu todos que confiaram nele, haja visto quanta gente está enrolada na justiça porque pegou corda e foi na onda de bravatas baratas.

Pelo entusiasmo da mídia na disseminação da noticia da liberação do Cabral avalia-se resolvidos os problemas do povo que também é igual e está do mesmo lado. 

Assim sendo "Salve FHC" e sua herança imunda deixada na justiça dos iguais.

O senador eleito Sergio Moro também lamentou neste sábado o habeas corpus concedido pelo STF ao ex-governador Sérgio Cabral. Em publicação, o ex-juiz da Lava Jato afirmou que “vivemos tempos desafiadores”.

“Sergio Cabral solto, a responsabilidade fiscal abandonada, as estatais ameaçadas pela volta do loteamento político. 

Vivemos tempos desafiadores nos quais a honestidade parece ter sido banida. 

Lutaremos no Senado para restabelecer a verdade e a Justiça. 

O seu apoio será fundamental”,

O deputado federal eleito Deltan.

“É o fim. 

O último preso da Lava Jato, e um dos que mais representou a absoluta falência moral e a decadência da corrupção no Brasil, foi solto pelo STF, com voto decisivo de Gilmar Mendes.”

O ex-coordenador da Lava Jato disse ainda que, apesar da decisão do Supremo pela soltura de Cabral, a força-tarefa segue “viva na luta de cada brasileiro”.

“Sérgio Cabral foi condenado a mais de 425 anos de prisão pelos seus inúmeros crimes, mas isso não vale nada no Brasil. 

Mas não percamos a fé. 

A Lava Jato não morreu, ela segue viva na luta de cada brasileiro que se indigna com notícias como essa. 

Não iremos desistir de combater à corrupção: lutaremos pelo Brasil!”.

sábado, 17 de dezembro de 2022

PARA MARIA EDUARDA - NA FESTA DE DEBUTANTE - Por Antônio Gonçalo.

 

O ser humano carrega um dos dons de Deus, que é o de procriar. Ter filhos e uma ação divina, pela qual podemos deixar nossas marcas e virtudes. Isso aconteceu comigo e Silvana, de uma forma muito boa e prazerosa. Nossas filhas nos têm dados exemplos de dedicação, trabalho, prosperidade e respeito. E também nos deram netos(as) que são umas maravilhas.

Maria Eduarda é uma das netas queridas, que hoje aniversaria como debutante. Nossos parabéns vão acompanhados de agradecimentos de familiares e amigos, aproveitando para lembrá-la que foi muito bom ser criança. Essa sua fase foi de aprendizado e muito proveitosa para você e para nós, mas já passou.

Ao chegar aos 15 anos, um novo tempo irá começar ou, quem sabe, esteja começando. É a fase da adolescência, avisando-lhe que é hora de preparar o corpo e a alma para novos desafios, que são normais e esperamos que sejam superáveis, educativos e promissores.

Como criança, você soube usufruir bem e, na medida do possível, recebeu a atenção merecida nossa e dos amigos. Só nos tem dado alegrias, mantendo o seu comportamento num bom rítimo, que acompanha seu corpo crescente e sua visão do mundo e das pessoas. 

Debutante é a palavra que designa a passagem da menina para a fase adulta, quando completa 15 anos de idade. Significa que, oficialmente, estamos lhe entregando à sociedade. Mas estamos e continuaremos preparados para lhe acompanhar e ajudar, torcendo para que Deus esteja presente sempre, para que essa nova fase da vida lhe seja profícua e contribua com muitas ações, em prol do seu futuro como adulta.

Hoje é apenas o início de uma idade maravilhosa, onde a estrela é você, a que desejamos muita saúde, paz, fé, coragem, humildade, sabedoria e sucesso. Que uma constelação toda brilhe nesse novo caminho daqui para frente, iluminado sua evolução para uma vida segura. Que seus 15 anos sejam o princípio de uma nova etapa repleta de sonhos bons, de perseverança e realizações.  

Parabéns, com Deus.

PARAR DE JOGAR NO AUGE - Por Wlton Bezerra, comentarista generalista.

"Parar de jogar é uma segunda morte". Foi o que quis dizer  Falcão, ex-craque do Internacional, da Roma e da seleção brasileira.

Todo profissional da bola, principalmente o ídolo, deveria deixar o futebol na hora certa, em plena forma.

Digo isso, ao observar Cristiano Ronaldo em sua despedida da seleção portuguesa, na Copa do Qatar. Não precisava ter passado por momentos tão tristes.

Por entender que o astro não pode parar de brilhar, o público torcedor, em uma atitude utilitarista, nem sempre dispensa ao ídolo em decadência um tratamento à altura de sua história.

Não importa, em vários casos, que ele tenha sido, até por longo tempo, um orgulho do seu time e do seu País.

Para os que imaginam serem as coisas para sempre, não importam as grandes alegrias que nos deram.

Aos ídolos se dá tudo. Até o nome dos filhos.

Mas, na sociedade líquida em que vivemos, são seres descartáveis. As infindáveis cobranças impiedosas.

No Brasil,  não celebramos de forma merecida as nossas grandes admirações.

De novo: "Cultura é, também, ter bons modos".

sexta-feira, 16 de dezembro de 2022

Aos desavisados - Antônio Alves de Morais.

 

Não há passado sujo que construa futuro limpo. Lula não aprendeu nada, não esqueceu nada, continua o mesmo.

Dentre os defeitos do presidente Lula está a capacidade de mentir e enganar. Não conheço na história da dramatologia e do teatro brasileiro ator mais competente.

Em 2011, quando surgiu a versão do câncer, o Lula convocou a imprensa vendida para disseminar a notícia. Marisa se paramentou de barbeiro e com uma navalha raspou a cabeça imunda. Atitude ridícula para todo o pais assistir.

Todo ser humano, por mais leigo que seja sabe que nas primeiras quimioterapias os cabelos caem, não havendo a necessidade do teatro vergonhoso patrocinado pelo presidente. 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2022

EM BUSCA DO TRI, FRANÇA DERROTA INDOMÁVEL MARROCOS - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.



Não foi o fato do Marrocos começar com três zagueiros e, depois, mudar, a razão da derrota no primeiro tempo.

O mérito foi da França que, com sua maior categoria, soube enfrentar a fúria marroquina.

Theo Hernandez fez um gol espetacular, Giroud acertou na trave e perdeu uma outra chance de ampliar.

Indomável, o Marrocos teve dois bons momentos na fase inicial: a finalização de Ounahi, que Lloris defendeu, e a bicicleta de Yamig que pegou na trave.

Os marroquinos tiveram mais posse de bola e a França soube manter o equilíbrio.

Griezmann e Tchouaméni, da França, fizeram um belo primeiro tempo. Amrabat e Ziyech foram destaques do Marrocos.

No segundo tempo, se volume de jogo e chegada constante na área adversária valessem gols, Marrocos estaria na final da Copa.

Os marroquinos se lançaram ao ataque e encostaram a França nas cordas.

Por volta dos 39 minutos, Mbappé conseguiu a sua única jogada de arrasto e Kolo Moani marcou o segundo gol francês.

A França sofreu no segundo tempo e venceu um surpreendente Marrocos.

O jogo foi bom de se ver. Luta encarniçada, do começo ao fim.

A multiracial França chega com marra e bom futebol para tentar o tri.

Os tambores da selva colocam-na como favorita. Foi o que entendi dos sinais.

ARGENTINA DE MESSI DOBRA CROÁCIA E DECIDE A COPA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Ao repetir o que fez com o Brasil, a Croácia controlou o jogo em boa parte do primeiro tempo, com rica tabuada de troca de passes.

Não conseguiu profundidade nas ações ofensivas, nem criou oportunidades de gol, mas impediu a Argentina de evoluir.

Isso até Fernandez encontrar Alvarez na área. Livakovic cometeu a penalidade, Messi cobrou no alto do goleiro e guardou bem.

A Croácia pensou em substituir a posse de bola pela ida ao ataque e tomou um contra-ataque.

Alvarez tabelou no corpo do defensores Croatas e marcou o segundo gol argentino.

Esses dois acontecimentos foram assustadores para o time de Modric.

Para o segundo tempo, a Argentina adivinhou que a Croácia viria buscando mais o ataque. Tanto que o meia Brazovic, cobra do time, deu lugar ao atacante Petkovic, com poucos minutos.

Mas, aconteceu o seguinte. O Messi, que já havia feito um belo primeiro tempo, resolveu colocar a sua assinatura bem realçada no jogo.

Apostou corrida com Gvardiol, partindo do meio campo e derivando na diagonal. Protegeu a bola e o corpo e rolou para Alvarez marcar o seu segundo gol no jogo.

A partir desse "selo", Scalone começou a poupar o time para a final de domingo.

É a America do Sul, marcando sua presença em mais uma decisão de Mundial.

Sorte aos hermanos.