quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Quem é o traidor? - Por Diogo Mainardi.

 


Jair Bolsonaro, em entrevista à Gazeta do Povo, escancarou o motivo da demissão de Sergio Moro, acusando-o de não ter interferido no Coaf e na Receita Federal a fim impedir a investigação sobre a rachadinha de seu filho Flávio e de sua mulher Michelle.

Ele confessou também que, por essa razão, planejava demiti-lo desde o comecinho do governo, e só não o fez porque temia perder votos.

“Eu queria mandar ele embora lá atrás, mas como ele tinha um prestígio muito grande, ficava difícil justificar a demissão dele. Tanto é que na mídia social era comum: ‘Moro no Supremo, Dallagnol na PGR. Ou então não tem a reeleição’. Era um negócio terrível”.

Jair Bolsonaro admitiu o que sempre se soube: Sergio Moro, quando estava no Ministério, evitou uma interferência ainda maior nos órgãos de controle. Por isso, o presidente do Centrão resolveu criar uma justificativa para forçar sua demissão. Um negócio realmente terrível.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Moro diz que Bolsonaro "não fez nada" para combater corrupção - Por O Antagonista

Em entrevista nesta terça-feira, o ex-juiz da Lava Jato voltou a dizer que o presidente comemorou a soltura de Lula, em 2019.

Sergio Moro voltou a dizer, em entrevista, que Jair Bolsonaro comemorou a soltura de Lula, em 2019. Em entrevista na semana passada, o ex-juiz disse que o presidente não trabalhou em benefício da prisão após condenação em segunda instância.

A declaração provocou a ira de Bolsonaro, que chamou Moro de “mentiroso deslavado” e de “palhaço”.

Em entrevista à Nova Brasil FM, o ex-juiz reiterou a afirmação e disse que o presidente “não fez nada” para combater a corrupção.

“Todo mundo em Brasília sabe disso. O presidente foi eleito com o discurso de ser contra a corrupção, mas todo mundo sabe que ele não fez nada. Quando foi revista a execução em segunda instância, a voz corrente no Planalto era de que a soltura beneficiava o presidente. Era interessante para ele.”

terça-feira, 7 de dezembro de 2021

'Governo precisa encontrar de onde tirar dinheiro para Auxílio Brasil, e não tirar dinheiro dos outros’ - Por Merval Pereira.

Merval Pereira fala da PEC dos Precatórios, as modificações no texto feitas no Senado e as 'gambiarras' para apressar a aprovação. 

‘No final das contas, o que o governo queria conseguiu. Separar um montante para gastar em ano eleitoral’. 

5 de dezembro: aniversário da morte de Dom Pedro II – por José Luís Lira (*)

     Há 130 anos partia do mundo dos vivos o maior brasileiro de todos os tempos, Sua Majestade Dom Pedro II. A França Republicana lhe deu tratamento de Chefe de Estado e o tratou por Imperador do Brasil. Os daqui devem ter ficado com remorso com o que fizeram ao Magnânimo Imperador!

Salve Dom Pedro II,
Deus salve a Pátria!

Publicado originalmente no Facebook do autor


(*) José Luís Lira é advogado e professor do curso de Direito da Universidade Vale do Acaraú–UVA, de Sobral (CE). Doutor em Direito e Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Nacional de Lomas de Zamora (Argentina) e Pós-Doutor em Direito pela Universidade de Messina (Itália). É Jornalista profissional. Historiador e memorialista com 26 livros publicados. Pertence a diversas entidades científicas e culturais brasileiras.

 

Sergio Moro precisa ser Sergio Moro - Antônio Alves de Morais.

Moro precisa ser Moro. Não pode sair por aí botando chapéu de couro na cabeça e vestindo gibão. Isso são coisas para vagabubdos populista, pilantra e malandro do tipo Lula e Bolsonaro.

Moro prercisa ter a postura e liturgia de presidente. Precisa compreender que  JK e Itamar  Franco  nunca fizeram papel  de palhaço para  ter o apoio do povo  e, tiveram pelo caráter, decência e honradez.  

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Omissão, cumplicidade e má fé - Antônio Alves de Morais.


Inacreditável, inadmissível o desprezo das autoridades competentes com o descaso e destruição de uma reserva ambiental preservada pelo proprietário há mais de meio século.

Estas árvores são uma amostra do Sítio Ecológico e Reserva Legal do Sítio Cobras I e II destruídas pela empresa D. Pedro II. 

Para instalação da Subestação de Energia Elétrica poluidora do meio ambiente. Jogaram ao chão jatobás, angelins e pau'darcos centenarios. 

Fonte Fernando Calou. 

“Não acho que Brasil vai ser forçado a ter escolhas tão trágicas”, diz Moro sobre Lula e Bolsonaro - Por o Antagonista.

"É um governo que não funciona e um governo que não funcionou no passado", afirma o pré-candidato à Presidência.

“Não acho que Brasil vai ser forçado a ter escolhas tão trágicas”, diz Moro sobre 

Em sua entrevista ao Correio Braziliense, Sergio Moro, pré-candidato à Presidência pelo Podemos, afirmou que a expressão “Terceira Via” pressupõe que o país está fadado a ter de escolher entre Lula e Jair Bolsonaro.

“Vamos esquecer essa expressão Terceira Via. Terceira Via parte do pressuposto que temos dois candidatos inevitáveis e que seriam favoritos, que é o atual presidente e um presidente anterior”, disse. 

“Eu, sinceramente, não acredito nisso. Não acho que o Brasil vai ser forçado a ter escolhas tão trágicas assim. É um governo que não funciona e um governo que não funcionou no passado. Ninguém quer isso de volta. Vamos ver o que vai acontecer nas eleições do próximo ano. Eu apresentei o meu nome. Quero construir um projeto e estou colocando de maneira muito clara. Meu objetivo é liderar esse projeto.”

domingo, 5 de dezembro de 2021

O grande sonho de Sergio Moro - Diogo Mainard.

O sonho que Sergio Moro pode oferecer não é o combate a corrupção. Ele pode oferecer um sonho muito maior : Ele pode oferecer justiça em sentido amplo. Que envolve o combate a pobreza, o acesso a educação de qualidade, a defesa do meio ambiente, o livre mercado, a luta contra os privilégios, a segurança pública e o0 direito a saude com qualidade para todos  os brasileiros.

Num pais atrasado e injusto como o Brasil, o sonho, o grande sonho é a justiça. 

O PARAÍSO AO LADO DAS ÁRVORES - Por Wiltom Bezerra, comentarista genaralista.

Frequento, há muitos anos, o Parque Rio Branco, no bairro Joaquim Távora.

Uma pequena floresta cercada de casas e, ainda, poucos edifícios.

O lugar sofre com o abandono do poder público, e quase tudo dele está sendo arrancado. Além de bancos, coberturas de madeira e grades de ferro que o cercam.

Mas digo sempre: desde que não arranquem suas frondosas árvores, a gente vai suportando, impotente, o descaso com um patrimônio tão importante.

Faço ver sempre aos membros de uma pequena confraria da qual tomamos parte, do privilégio de termos pertinho de casa um ponto de encontro tão agradável, sob a proteção das árvores.

A propósito delas, neste espaço produzimos, em março, uma crônica sobre esses seres mansos e quietos que encharcam nossas vidas de sentido.

Agora, nos deparamos com coisas belas sobre o assunto pela presença, na Feira Internacional de Paraty (Flip), de Paulina Chiziane, escritora de Moçambique, vencedora recente do prêmio Camões, a mais importante distinção literária da Língua Portuguesa.

Eis o que diz Chiziane: "O paraíso não é no céu, mas ao lado de uma árvore".

E vai além: "A natureza existe sem o homem. O oposto não é verdadeiro. No dia em que morrer a última árvore, morrerá o último pássaro e o último ser humano.

Essas pérolas nos ajudam a refletir sobre as árvores como nossas irmãs.

sábado, 4 de dezembro de 2021

Moro tem de ser Moro - Por o Despertador do Diogo.

 

“Se o candidato Moro se dispuser a vestir a fantasia de Bolsonaro 2.0, poderá tirar eleitores do presidente, mas pode também se confundir com os extremistas”, diz Merval Pereira.

“Para avançar no campo da centro-direita, terá de se contrapor ao Bolsonaro de 2022 e reafirmar compromissos que foram abandonados por ele em 2018. Terá de trilhar esse caminho delicado com o cuidado de um equilibrista”. 

Na verdade, a chance de Sergio Moro é se apresentar do jeito que ele é, sem vestir a fantasia de ninguém. Sua imagem não está associada à de Jair Bolsonaro, embora os lulistas insistam nisso. Ele nunca foi e nunca será igual ao sociopata.

Portanto, não precisa ser um equilibrista. Ao contrário: o compromisso com a legalidade, que sua candidatura encarna, não foi firmado em 2018, e sim em 2014, quando a insanidade bolsonarista ainda nem existia.

Moro tem de ser Moro, só isso.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2021

Hoje em dia - Antônio Alves de Morais.


Hoje em dia, as pessoas se melindram, se aborrecem por uma asneira, por quase nada, por uma brincadeira.
E o pior, não dialogam, arribam, dão as costas, fazem bunda de ema, e, por fim, não se sabe nem porque. Só nos damos conta por sentir a ausência.
Tantos sorrisos por aí, e Jesus querendo o seu. Livre-se de tudo o que lhe trava o riso.
Só o amor merece revide.

Dá para governar sem propina? - Por o Despertador do Diogo.

 

A imprensa insiste que o Brasil só pode ser governado por meio de propina. 

Diz O Globo:

“A intensa movimentação no cenário político nas últimas semanas sugere que a entrada de Sergio Moro na corrida presidencial tem potencial para alterar a correlação de forças na eleição. Mas o crescente interesse pela candidatura também o colocou bem cedo diante da pergunta que o acompanhará enquanto tiver alguma chance no pleito: de que forma Moro lidará com o Congresso, caso seja eleito? Que tipo de negociação o ex-juiz da Lava Jato pretende fazer com as lideranças de partidos que foram alvo da operação conduzida por ele?”

Essas perguntas não devem ser feitas a Sergio Moro, e sim aos parlamentares. Eles só votam na base do suborno?

Na verdade, um eventual governo Moro poderia representar uma espécie de compliance para o Congresso Nacional, capaz de estabelecer práticas menos corruptas num ambiente deteriorado e, dessa maneira, permitir a reciclagem dos partidos. Além de ser um bom negócio para o Brasil, pode ser um bom negócio também para os próprios políticos.

'Moro é o que tem mais possibilidade de pegar eleitorado tucano decepcionado com Bolsonaro' - Merval Pereira.

Merval Pereira fala sobre a entrada de Sergio Moro na corrida presidencial, a antecipação de movimentos e a conquista rápida dimensão da candidatura. 

'Ele está desenvolto no papel de político atrás de voto, diferente do juiz sisudo, que fala pouco'. 

Comentarista diz que Moro virou alvo preferencial de Lula, Bolsonaro e Ciro Gomes