segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023
PRÓLOGO - Antônio Alves de Morais.
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA - Antônio Alves de Morais
O médico conversa descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega, e de forma ríspida, pergunta: Vocês sabem onde está o médico do hospital? Com tranquilidade, o médico responde: Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
Oh! Desculpe, doutor! Boa tarde! É que...vestido assim, o senhor nem parece um médico...Veja bem as coisas como são... - diz o médico - ... As vestes parecem não dizer muitas coisas mesmo... Quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos, e depois daria um simpaticíssimo "Boa tarde!" Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito... Um dos mais belos trajes da alma é, certamente, a educação.
O mundo gira ao seu redor e para lhes servir. Os outros parecem viver num mundo à parte, menos importante que o seu. Esses tais modos vêm da infância, claro, em primeiro lugar. Dos exemplos recebidos da família em anos e anos de convivência. Mas também precisam vir da compreensão do ser humano, entendendo todos como seus irmãos.
domingo, 5 de fevereiro de 2023
Sergio Moro - Antônio Alves de Morais.
Sérgio Moro silenciou, levantou da cadeira e saiu da reunião. Moro vem de um ambiente de trabalho sério, de respeito, honra e decência.
Queriam que gritasse? Falasse palavrões? Fosse cúmplice da sujeira?
Sergio Moro não mente, não grita, não fala palavrões, é educado, fino, polido, inteligente, culto, entende de processo penal pra caramba, não tem filhos suspeitos! Não tem amigos corruptos e milicianos.
Sergio Moro brilha. Você sabe o que é um gentleman? Os outros estavam se sentindo em casa servindo a seu amo! Moro estava servindo o Brasil, a lei.
O ministro Celso de Melo mostrou para o Brasil o vídeo da "Reunião Presidencial" que mais parecia um bordel de quinta categoria.
sábado, 4 de fevereiro de 2023
EM RÉ MENOR - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Em Conceição, na Paraiba, Afonso era um músico que tocava tuba.
Não podia ter no lugar pessoa mais interessada em aprofundar estudos no seu ofício.
Um certo dia, Afonso deu bobeira, não ouviu a buzina de um automóvel e foi atropelado.
Amigos buscaram saber se Afonso havia anotado a placa do carro atropelador: "A placa eu não anotei, mas a buzina eu me lembro que foi em ré menor", explicou.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023
Lobos Internos - Por Armando Rafael.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2023
O problema é da Igreja Católica - Antônio Alves de Morais.
Não são leigos, não são ignorantes e analfabetos. Sabem muito bem o que estão plantando, certamente não imaginam o que irão colher.
2018 - 2023, uma nova jornada - Por Antonio Morais.
Netos - Por Raquel de Queiroz.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023
XÔ, VIOLEIRO! - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Chico Mariano era violeiro repentista e chato. Paletó xadrez e dente de ouro eram suas marcas.
Na década de 70, tentou cavar (e conseguiu) um programa na recém-inaugurada Rádio Difusora de Cajazeiras.
Os executivos da emissora eram Adegildes e Mozart, de temperamentos bem diferentes.
Mozart não tolerava Chico Mariano e Adegildes fez o meio-campo para o programa emplacar.
Na hora de fechar o contrato, Mozart perguntou: "Qual vai ser o nome do programa?"
"Chico Mariano Show!", respondeu o violeiro.
Mozart emendou: "Por que não "Xô, Chico Mariano?"
Só faltou dizer "xô, galinha!"
Sérgio Moro, Senador da República - Antônio Alves de Morais.
Sérgio Moro, única esperança de resgatar a honra, o caráter e a honestidade no Brasil. Acaba de tomar posse no Senado da Republica.
Num pais que a justiça não pune, não deixa punir e, o pior, pune quem se atreve a punir.
Sérgio Moro puniu.
Vitima de todo tipo de perseguição. Fizeram e fazem com o Sérgio Moro o que o acusam de ter feito contra Lula.
Manipulam informações, usam de manobras jurídicas antiéticas, quando não ilegais.
Procuram desmoralizar Sérgio Moro e os que o defendem. Mas, teve o seu trabalho reconhecido pelo povo do Paraná que o escolheu como representante no Congresso Nacional.
QUERENDO MOSTRAR SERVIÇO - Por Antonio Gonçalo de Sousa.
A esquerda e a "Velha Mídia", por não terem encontrado até agora, meios e/ou provas para denunciar erros graves e corrupção no governo Bolsonaro, inventaram, de última hora, essa "cortina de fumaça" do problema da fome dos Yanomamis.
O certo porém, é que o problema indígena vem de longe; e não é só aqui no nosso país. Infelizmente, as conquistas territoriais sempre deixaram e deixam marcas desagradáveis do ponto de vista econômico-financeiro e sócio-humanitário, em todo o mundo, para as respectivas populações nativas de cada nação.
A suposta/real crise detectada tardiamente/cedo na tribo Yanomami pelo atual governo brasileiro pode ser creditada aos próprios governos do PT, que, à época de suas gestões, proibiram as atividades autosustentáveis dos índios no Brasil, alegando sempre o velho xavão da "defesa ambiental".
Vale registrar que, especialmente nas duas primeiras décadas do século XXI, a velha mídia, vinculada ideologicamente aos governos socialistas da Europa, montaram um cenário para que várias ONGs comunistas e empresários gananciosos enviassem dinheiro para forjar programas assistenciais, que só empobreceram os silvícolas e impediram o curso normal do progresso das atividades produtivas da região amazônica.
Ou seja, o governo atual está "querendo mostrar serviço".
terça-feira, 31 de janeiro de 2023
Uma urgente Aula de História - Lúcia Hippólito
Crescimento do PT:
Maioridade do PT:
Quem ficou no PT?
segunda-feira, 30 de janeiro de 2023
E POR FALAR EM MORTE... - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.
Se acalme. Não é conversa de assombração.
Vivemos tentando engabelar a morte. Procuramos negociar com "a mais indesejada das gentes", permanentemente.
Mesmo sabendo que o desfecho não será o desejado, o objetivo é permanecer um "tantinho" a mais entre os viventes.
Tal qual um velho sacerdote, já com a passagem só de ida, aconselhado por um arcebispo: "Deus deseja a sua companhia".
Arquejante, o padre respondeu: "Mas, aqui, na terra, tá tão "bonzim".
Quantas vezes delirei: "Quando a morte chegar, não vai me reconhecer. Vai que eu escapo".
Já falei em crônicas passadas que não preciso de intermediário. Com a morte, já me acertei.
Como Gontardo Callegaris, filósofo: "Só espero estar à altura deste momento”.
Vejam o que ouvi sobre a morte recente de um cronista que faleceu, subitamente, vítima de enfarto: "Uma boa morte. Morreu dormindo".
E tem "morte boa" à disposição no último lance de nossa vida?
Por uns escritos que li, soube que Ariano Suassuna falava da morte como a Moça Caetana, de tocaia, pronta para dar o bote e levá-lo.
As tragédias de sua família, o assassinato do pai, o levaram a pensar na Caetana todas as horas do dia, lendo os sinais de sua chegada.
Viveu até quase 90 anos, negociando com a Caetana.
De lampejos da morte, basta.
Não sei porque escrevo sobre assunto pouco palatável. Só sei que escrevo.











