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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 4 de fevereiro de 2023

EM RÉ MENOR - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 


Em Conceição, na Paraiba, Afonso era um músico que tocava tuba.

Não podia ter no lugar pessoa mais interessada em aprofundar estudos no seu ofício.

Um certo dia, Afonso deu bobeira, não ouviu a buzina de um automóvel e foi atropelado.

Amigos buscaram saber se Afonso havia anotado a placa do carro atropelador: "A placa eu não anotei, mas a buzina eu me lembro que foi em ré menor", explicou.

3 comentários:

  1. Com nove anos de idade o meu pai me matriculou a escola de música do maestro Antônio do Nascimento, em Várzea-Alegre. Eu era o único aluno.

    Um dia o maestro viajou e deixou o filho José para tomar a lição. José era tato. Então se deu o que se segue :

    José - Tó.

    Eu - Tó.

    José - veja bem, não é tó não, quem diz tó é eu que sou tato. Você diz é tó.

    E eu - Tó.

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  2. Cariús veio jogar em Várzea-Alegre. Banda de música na beirada do campo. Tocou uma marchinha Cariús fez um gol. Outra marchina, outro gol. Na terceira mahrchinha três a zero. José, o tato falou para os colegas da banda : " merlino o noto nedosso é ir se estapulino de gavasinho".

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