quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

Campo minado para Bolsonaro - O Antagonista.

Ao entrar na disputa pelo comando do Congresso Nacional, Jair Bolsonaro “se convidou para a guerra, levando-a para o governo”.

“Ele faz política movido pelo rancor. Em 2002, declarou-se aliado ‘de corpo e alma’ a Ciro Gomes e, depois, de Lula — seus atuais inimigos — porque estava contra o governo Fernando Henrique Cardoso, a quem sugeria fuzilar.

Bolsonaro avança no campo minado do Congresso. Já não pode evitar as consequências.”

Três Moleques - Diz Mourão.

 “São três moleques”, diz Mourão sobre Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro. Declaração sobre filhos do presidente foi dada em privado.

O vice-presidente Hamilton Mourão declarou, recentemente, que Flávio, Carlos e Eduardo Bolsonaro “são três moleques ”. A afirmação foi feita em privado e as informações foram dadas pela colunista Bela Megale.

Mourão já foi criticado publicamente pelos filhos do presidente Jair Bolsonaro. O vereador Carlos Bolsonaro é o que mais dirige críticas ao vice-presidente.

A relação de Mourão e Bolsonaro não está nos seus melhores dias. De acordo com a coluna da jornalista Bela Megale, atualmente o presidente e o vice se falam pouco.

A colunista pontua também que os comentários de Mourão sobre assuntos que repercutem na mídia têm irritado cada vez mais o presidente Bolsonaro.

terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Deu a Cabra - Antônio Alves de Morais.


Uma postagem dedicada  ao casal Helânio e Alexandra.

Já havia chegada em Várzea-Alegre. Ali, como no restante da pátria amada, o jogo do bicho já era conhecido  e todos podiam jogar, livremente, fazer sua fezinha.

José Pinto, esposo de Dona Adélia  Pimpim, pai de Sérgio, Dulcéria e Lili, boas criaturas, era o único banqueiro. Eu tinha 09 anos e ia passando. Andando, fagueiro e despreocupado, como todo menino despreocupado e fagueiro. Seu Zezinho cortava uma tiras de cerca de 30 centímetros de alto por 05 de largura, as dividia em dez pedacinhos, e, com  carimbos de cajazeira fazia os dez bilhetinhos de cada bicho. 

Sentindo-me capaz de realizar tal proeza, perguntei se lhe podia ajudar. Amável e cavalheiresco, aceitou minha cooperação. terminada a coleção de 250 bilhetinhos, dez de cada um dos 25 bichos, ele tirou um deles e me deu dizendo: Se der, venha buscar seu premio. São quatro mil reis.

A corrida era as três da tarde, e, ás quatro passei por lá acidentalmente, ele me chamou, conferiu meu bilhete e, como tinha sido premiado, me deu os quatro mil reis. Era muito dinheiro.

Corri para loja para dar a noticia a papai, que, por certo, exultaria de feliz, pensei. Desfilei minha historia, ganhei quatro mil reis na cabra.

Que cabra seu José? Você tem cabra? Você vende cabra? Procurei explicar, direitinho a coisa toda. Eu ajudei a seu Zezinho, ele me deu um bilhete da cabra, o bilhete foi premiado aí ele me deu  quatro mil reis. Disse mostrando envaidecido a dinheirama.

Papai me fitando enternecidamente,  disse a certa altura. Quer dizer que cabra é numero seis, não é isto? Neste caso, o senhor vai levar seis bolos e distribuir o dinheiro com os pedintes, na rua. Tomou a régua disciplinadora e, em cada mãozinha afortunada me meteu três bolos, perguntando-me, depois de encerrar nosso amigável entendimento: quantas vezes você já viu seu pai jogando? Era festa de São Raimundo e facilmente encontrei com quem  distribuir a fortuna.
Dr. J. Ferreira.

A derrota Gilmar Mendes - O antagonista.

 


O plano era derrotar Gilmar Mendes. E deu certo.

“Na sexta-feira, ministros do STF trocaram mensagens por celular com notícias de que, se a reeleição fosse autorizada, Mendes sairia fortalecido no episódio”.

“A luta interna por poder na Corte impediu alguns ministros de endossar Mendes – que, no STF, é dos principais interlocutores do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. 

Dar mais poder ao ministro neste momento é uma forma de enfraquecer Fux na presidência do tribunal”.

Ao derrotar Gilmar Mendes, portanto, o STF derrotou também Jair Bolsonaro e aqueles bandos anti-Lava Jato que dominam o parlamento.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

“Bolsonaro vai perder se apostar no radicalismo” - ACM Neto.

 

Para ACM Neto, presidente do DEM, as eleições municipais deste ano deram o “recado” de que os eleitores querem “gestores que ajam com equilíbrio, que tenham experiência e capacidade de realização”.

Ele disse para o Estadão:

“É uma indicação importante para 2022. Agora, o presidente vai dar uma nova cara ao governo nesses próximos dois anos e ter uma postura de moderação ou vai apostar no radicalismo? 

Não sabemos. Bolsonaro vai perder se apostar no radicalismo.”

Ministro é uma besta fardada - Por José Newmanne Pinto..

 

Em depoimento no Congresso o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, tentou justificar a própria incompetência óbvia e também a de seus antecessores – Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich -, e, sobretudo, o negacionismo idiota de seu chefe, a quem jurou obediência, Jair Bolsonaro. 

Estamos literalmente em maus lençóis. O general é uma besta fardada, o pior da história, o pior do mundo. O inscrito em meu canal no YouTube José Henrique Garcia escreveu que o presidente é um grande fracasso e consegue a proeza de ser pior do que Dilma Rousseff.

Ainda existem juízes no Brasil - Antônio Alves de Morais.



Ainda existem juízes no Brasil.  Rodrigo Maia, o Botafogo e o Davi Alcolumbre, o Batoré já estavam animados que só pinto no monturo.

Gilmar Mendes e a gandaia do mal Lewandosk, Dias Toffolli, Alexandre Morais e o beija mão novato do  Bolsonaro haviam  formado  uma  maioria  de 5 x 3 de Carmen Lucia,  Rosa Weber e Marco Aurélio Melo.

Entraram em campo  os "Luiz". Luiz Fux, Luiz Edson Fachin e Luiz Roberto Barroso, e  entrou agua  nos planos do Gilmar Mendes, do Maia e do Batoré.

O congresso nacional não  merecia nem merece  o presidente do  porte do Batoré, isso é coisa do nível Jair Bolsonaro. 

Precisa ser retirado da direção do congresso nacional. 

domingo, 6 de dezembro de 2020

O ESTRANHO MUNDO DOS ÍDOLOS - Por Wilon Bezerra, comentarista generalista.

A idolatria  em torno de uma celebridade se dá por vários motivos. E, aí, é que a mora a dificuldade para a nossa compreensão.

Elevado à categoria de herói de uma nação, me parece estranho que suas qualidades e virtudes no que faz, não sejam suficientes para uma comoção espantosa, como se viu em torno da morte de Maradona.

Existem outras coisas que nos causam estranhamento.

Com Pelé, no Brasil, seria a mesma coisa?

Tenho as minhas dúvidas, pois na Argentina, como disse o poeta Carpinejar, seu povo sabe homenagear os seus heróis, sabe fazer um morto se sentir importante.

Vejam o caso de Garrincha, a alegria do povo. Quando faleceu, foram feitas reportagens, documentários sobre a sua poesia trágica, a dissipação pelo álcool, atitudes não profissionais e a vida difícil que levou.

Entanto, nada se observou de extraordinário em matéria de comoção e, acho, sem o alarde que o seu desaparecimento deveria provocar.

E olha que, a vida de um herói é mais comovente pelo seu fracasso,  na visão de escritores, historiadores e cineastas, sabedores de que o povo sente a dor do nosso semelhante e que a solidariedade será absoluta.

Mané morreu pobre, em uma época que o futebol não pagava as quantias obscenas dos dias de hoje.

Lidava mal com dinheiro e outras responsabilidades de um atleta.

No caso de Pelé, é preciso levar em consideração que o rei do futebol, à despeito de alguma “bola fora”, é uma antítese do gênio argentino.

Pelé sempre foi anódino, preferindo posições seguras, declarações que não ofenderam ninguém, um atleta na verdadeira acepção da palavra e exemplo para o Mundo todo.

E é exatamente por isso que se torna menos palatável para a figura do herói comovente, como um Maradona trágico, falastrão, largadão, irresponsável, viciado em drogas. Exatamente, vejam o paradoxo, como muitos gostariam de ser.

Só pode ser isso (nos meus parcos entendimentos)  para explicar tamanha veneração por quem fez tudo na contramão dos bons costumes.

Vá entender os sentimentos do ser humano.

Fato é que, sem ídolos mansos ou irascíveis como Garrincha, Sócrates e Maradona, o futebol perde muito de sua graça.

sábado, 5 de dezembro de 2020

Aos apoiadores de Moro - Por Joana Cardoso.

Afirmo que no seu novo emprego não atuará como advogado, mas sim como consultor de compliace e ajudará empresas com renegociação fiscal a se recuperar com estratégias e planejamento, fazendo com que as mesmas não cometam crimes e negociatas que gerem no futuro problemas com corrupção ou lavagem de dinheiro e assinou uma cláusula que não efetuará consultoria naquelas que foram condenadas pela Lava Jato e que possam gerar conflito de interesse. 

O que isso mostra? 

Que Moro continua decente e íntegro e vai trabalhar sem rachadinhas como a maioria do nosso povo brasileiro e de forma honesta! 

Qualquer narrativa promovida pela imprensa esquerdista, e Reinaldo Azevedo não merecem credibilidade, assim também como as mentiras promovidas pelos blogueiros bolsonaristas e a OAB petista de Santa Cruz. 

Estamos em guerra contra os extremos e após essas eleições em que os dois blocos saíram derrotados irão com mais ferocidade atacar quem não se vendeu, quem deixou 22 anos de magistratura por um sonho de transformação do Brasil, que precisa trabalhar pra sustentar a família como todos nós. 

A decência continua de pé e os que não gostam de trabalhar começam a espalhar mentiras. Deviam aproveitar e procurar um emprego também, tendo em vista que os dois espectros dos extremos não gostam de trabalhar e criticam quem rala para sustentar os seus. 

Dr. Moro irá trabalhar honestamente e sem rachadinha, lavagem de dinheiro, caixa dois, peculato e organização criminosa. 

Dezembro chegou – José Luís Lira (*)

 

   Anualmente preparo-me para receber o mês de dezembro, mês no qual a história da humanidade se dividiu em antes e depois do principal aniversariante: Jesus, Deus-Menino. Este ano o tempo foi passando... E acumulamos expectativas, perdas e ganhos. E, de repente, não mais que de repente, como dizia Vinícius de Moraes, o mês mais belo chegou. Ainda vemos lágrimas nos olhos, preces nos lábios, risos contidos, esperanças sempre renovadas. O mês do Natal chegou. Vivemos literalmente o tempo das esperas. É advento e aguardamos a chegada de Deus-Menino. Desde que me entendo por gente é o mês de dezembro mais emblemático. O medo povoa o mundo, mas, a certeza de que Deus não nos desampara nunca nos faz esperar... Esperar, como diz o Padre Zezinho, contra toda a esperança e eu ouso dizer contra toda desesperança. Esperamos sempre e Deus nos guiará!

     As ruas já estão mais iluminadas, as ceias de Natal este ano serão reservadas a famílias. O tempo não é fácil, mas, se tornará fácil, pois o Deus-Menino-Ternura nos conduzirá ao milagre tão esperado: o fim da pandemia. Certamente nos abraçaremos sem temor, sem receios e celebraremos, lembrando: Deus é maior, guiou seu povo à Terra Prometida e agora o conduz à cura física! Alguns não conseguiram chegar a esse dia e a tristeza deseja se tornar saudade. Poucos são os que não sentirão falta de alguém neste mês. Aquela ligação, aquele e-mail, aquela mensagem não tem mais endereço certo. Não podemos enviar nada além de orações e preces aos céus. Os olhos marejam, mas, a vida segue. Deus quer que sejamos felizes e seguiremos. Viveremos. Esperaremos. Sempre e por tudo daremos glórias a Deus.

      Toda essa vivência de meses nos ensinou. Nos ensina. É preciso que saíamos dessa “batalha” melhores do que quando começamos. Lembro-me da Semana Santa, tão diferente. A imagem do único verdadeiramente Chefe de Estado desse período, caminhando sozinho numa Praça que sempre reúne o mundo para encontrar o Crucificado e aos pés dele juntar suas lágrimas às águas da chuva fina que caía naquela Praça de São Pedro. Obrigado, Senhor, pelo testemunho do Santo Padre, o Papa Francisco. Lembrar-me-ei sempre daqueles que saíram às ruas para a caridade e aqui é preciso citar um santo homem que perambula pelas ruas da maior cidade deste País e que sempre me emociona por sua coragem e heroísmo: Padre Júlio Lancellotti. Que Deus o proteja sempre, Pe. Júlio e multiplique homens e mulheres com sua coragem, seu amor e zelo pelo próximo!

      E o próximo dia 8 é, mundialmente, a Solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora para celebrarmos a pureza daquela que trouxe Deus ao mundo. Não é exagero a afirmação. Foi de Maria Santíssima, Nossa Senhora, ou, simplesmente, a Mãe de todos, que nasceu Jesus. Deus que se humanizou na ternura de uma criança e ensinou-nos a amar o próximo como a nós mesmos! Salve!

      É este também, no Brasil, o dia da família e da Justiça. As celebrações se irmanam. Sendo eu devoto da Mãe de Deus, oriundo de uma família à qual tento me dedicar e ter escolhido a Justiça para nela viver, sou muito feliz com essas festividades. Festividades, sim. Com contratempos ou não, alegremo-nos. Respiremos o ar puro que Deus nos envia e a Ele confiemos o futuro, o Natal, o ano novo, o amanhã. Amém!

      (*) José Luís Lira é advogado e professor do curso de Direito da Universidade Vale do Acaraú–UVA, de Sobral (CE). Doutor em Direito e Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Nacional de Lomas de Zamora (Argentina) e Pós-Doutor em Direito pela Universidade de Messina (Itália). É Jornalista profissional. Historiador e memorialista com mais de vinte livros publicados. Pertence a diversas entidades científicas e culturais brasileiras.

"Moro não é mais candidato" - Por o Antagonista.

 


Rodrigo Maia, entrevistado por O Globo, descartou a candidatura de Sergio Moro em 2022:

“Ele não é mais candidato. É consultor da Odebrecht”.

A bancada anti-Lava Jato é a maior do Congresso Nacional. Rodrigo Maia, o “Botafogo” do departamento de propinas da Odebrecht, não quer perder essa bandeira para o candidato de Jair Bolsonaro, Arthur Lira, que pode ostentar o título de réu do “Quadrilhão do PP”.

A garantia de impunidade rende votos de parlamentares de praticamente todos os partidos, de direita, centro e esquerda.

Deputado cobra GSI sobre entrada de Eduardo com arma no Planalto - Por o Antagonista.

O deputado Paulo Teixeira (PT-SP) pediu esclarecimentos a Augusto Heleno (GSI) sobre a entrada de Eduardo Bolsonaro no gabinete de Jair Bolsonaro com uma arma na cintura.

A arma foi exibida pelo deputado numa foto publicada ontem no Instagram.

Teixeira quer saber se qualquer autoridade pode portar armas no Palácio do Planalto e no gabinete presidencial e se a segurança do presidente permitiu que Eduardo visitasse o pai armado.

“Amanhã um parlamentar que tenha divergência com o presidente vai entrar armado e pode matá-lo. Essa situação criou um precedente gravíssimo. 

É uma falha de segurança”, disse o deputado.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2020

Diferenças entre um Rei e um Presidente da República

 

1)    O Rei pensa nas futuras gerações; o presidente pensa nas futuras eleições.

2)    O Rei é educado desde criança para reinar com honestidade, competência e nobreza, e durante toda a vida participa dos problemas e do governo do país. O presidente não é educado para o cargo, sendo frequentemente um aventureiro. É como um passageiro de avião, que conseguiu ser eleito pelos outros para pilotar. 

3)    O Rei não está vinculado a partidos políticos nem depende de grupos econômicos, por isso pode decidir com independência o que é melhor para o país. O presidente se elege com o apoio de partidos e dependente de grupos econômicos, que influem nas suas decisões.

4)    O Rei representa para o povo a figura de um pai e cria na nação a consciência de uma grande família, com um destino comum a realizar. O presidente trata seus correligionários como um pai e seus adversários como um padrasto porque não votaram nele.

5)    O Rei é o símbolo vivo da nação, personifica sua tradição histórica e lhe dá unidade e continuidade. O presidente tem um mandato de apenas quatro anos e é eleito por uma parte da população. Por isso não personifica a nação nem lhe dá unidade. O Rei une, o presidente divide.