domingo, 25 de julho de 2021

Bolsonaro tem de ser afastado e preso - Por o Despertador do Diogo.

 

Jair Bolsonaro jogou fora as vacinas oferecidas pela OMS.

Os vídeos publicados com exclusividade pela Crusoé são chocantes e esfregam na cara da CPI da Covid a necessidade de punir o sociopata com impeachment e cadeia.

As mentiras contadas por Eduardo Pazuello em seu depoimento tentam esconder o assassinato em massa praticado por Jair Bolsonaro. Ele descartou as vacinas do consórcio internacional em setembro de 2020, quando ainda apostava na imunidade de rebanho, e passou a negociar com a bandidagem mais ralé quatro meses depois, desesperado com seu derretimento nas pesquisas.

Os vídeos revelados pela Crusoé não são apenas as provas de um crime. Eles são uma confissão.

O FEITIÇO QUE VEM DE FORA - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

A gangorra de treinadores à frente das equipes é uma marca deletéria do futebol brasileiro exibida com a maior desfaçatez.

É bom ressaltar, mais uma vez, que, no passado, os laços de afetividade entre técnicos e clubes serviam como garantia de que as mudanças traziam efeitos positivos imediatos e, em alguns casos, até duradouros.

Tempos de Flávio Costa, Zezé Moreira, Tim, Osvaldo Brandão, Fleitas Solich e tantos outros.

Nos dias de hoje, as dispensas e contratações perderam  o impacto que tinham no passado por se tornarem corriqueiras.

São semelhantes a casamentos de celebridades de pouco prazo de validade.

Por razões, as mais diversas possíveis, aqui e ali, os clubes acertam a mão como o Fortaleza com Vojvodai, e o Flamengo com Jorge Jesus.

Estamos falando de passagens marcantes na vida dos clubes, assinaladas pela conquista de reputações vencedoras

O tricolor do picí, depois das passagens consideradas tristes de Chamusca e Enderson Moreira (este nem tanto) trouxe da Argentina um nome desconhecido pela maioria.

Num estalar de dedos, Juan Pablo Vojvoda, sem medir o tamanho do desafio, assumiu o leão e o colocou como sensação do campeonato brasileiro de 2021.

A imprensa sudestina está encantada com a forma de jogar do Fortaleza e as celebrações não cessam .

Antes que pululem as explicações dos “especialistas táticos”, diga-se que, diferente das exigências de tempo e contratações ( naturais por parte de todos os treinadores) o argentino conseguiu internalizar, em tempo rápido, suas idéias de jogo no elenco.

Essa empatia imediata entre comandante e comandados não uma coisa fácil de ser explicada, embora seja o que todo time busca com as constantes mudanças: resultados positivos no curtíssimo prazo.

Como entender, também, que um Jorge Jesus, conhecido por poucos, desembarque no Brasil e bote o time do Flamengo para jogar um futebol maravilhoso ?

Para quem não se anima em entender essas coisas inexplicáveis do futebol e, alimenta outras crenças, isso é coisa de feitiçaria.

Eu, hein?

sábado, 24 de julho de 2021

Crato Tênis Clube - Antonio Alves de Morais


Identificando : Hildegardo Benício, José Flávio Teles, Vandir, José dos Prazeres, Tonico, Haroldo, Alexandre e Nélio Cleyton.

No dia l7 de Julho de 1950 o Crato Tênis Clube foi inaugurado. Os tempos eram outros. Até o inicio da década de 70 do século passado para frequentar uma simples vesperal de Domingo teríamos que nos apresentar de terno e gravata, em trajes a rigor. 

Imaginemos a minha primeira festa social no clube, 1969. Escolhia-se a "misse mirim" do ano, cuja a vencedora foi "Salambó" filha do saudoso, nobre e honrado professor e dentista Dr. Gutemberg Sobreira. 

Os meus colegas do Colégio Estadual Anário, Severiano e Zé Leite infucaram de ir, me seduziram, fui junto. A grana era pouca ou quase nada. 

Lá estávamos nós nos salões muito chique, Severiano parecia o apóstolo Judas, Anário com uma calça pegando marreca e o paletó com medo de bufa, o Zé Leito aleijado, torto, uma parte do terno no joelho e a outra no sovaco. É que o Anario havia colocado uma pedra de três quilos no bolso do paletó dele! Eu, vou deixar que eles me descrevam.

Pedimos quatro "cubas montila" ao Fuim, garçom muito conhecido do meio social a época. Ele nos serviu sob o olhar desconfiado do Paulo Frota, dono do restaurante do clube. 

Passamos a festa andando pelos corredores girando os cubos de gelo com o dedo. Nenhum dos quatro dançou na festa, ninguém se arriscou a levar uma mala. Foi uma aventura, hoje não me arrependo das estripulias que cometi, lamento por não puder fazê-las novamente. 

Estas lembranças objetivam resgatar a foto do "Conjunto do Hildegardo", pelo que representou para sociedade e para os jovens cratense, naquela que foi a fase mais dourada de nossas vidas

HOMENAGEM AOS NETOS - Por Antônio Gonçalo de Sousa.

Há cerca de um mês e meio, eu e minha esposa Silvana ganhamos o primeiro neto, Israel. Já tínhamos duas graciosas descendentes nesta linha: Maria Eduarda e Isabelly. Foi mais um indicativo de reconhecermos de que, como diz o vernáculo popular, neto é um filho adocicado. 

Estamos em um momento gracioso, convivendo com criaturas que vêm de nós e que serão nossas ações postergadas no futuro.  Convivendo com seus movimentos iniciais e cognitivos; com as primeiras palavras; os ímpetos naturais da idade e assistindo às reprimendas que estão sendo imprimidas pelos respectivos país. Até as nossas infalíveis e (in)eficientes ações estão em jogo.

Sabe-se que os tempos mudaram. Ter rigor forte, ser perseverante, impor reprimendas, pequenos castigos, um carinho a mais e/ou reservas de afeto, não têm nada a ver, com o que diz respeito aos dias atuais. As formas modernas de convivências afetivas estão em ascensão. 

Devemos seguir em frente. O que importa é estamos em condição de reserva,  alertos e pré-dispostos a resultados, para que esses nossos decesdentes tenham um futuro de paz e que processem e pratiquem o bem.

Um abraço fiel e amigo aos meus parentes e amigos, especialmente aos netos, Maria Eduarda, Isabelly e Israel. 

Com Deus.

Caririensidade - Armando Lopes Rafael.


A Paróquia de Nossa Senhora da Penha foi a segunda criada no Cariri. A primeira foi a Paróquia de Nossa Senhora da Luz, de Missão Velha, que posteriormente mudou a denominação para Paróquia de São José dos Cariris Novos, tendo São José como novo Padroeiro.

Apesar de ter 251 anos de sua criação oficial, a Paróquia de Nossa Senhora da Penha só teve 25 Vigários (hoje chamados Párocos), pois muitos deles tiveram longo paroquiado, principalmente no Brasil Colônia e Brasil Império quando a Igreja era ligada ao Estado e os párocos eram nomeados “Vigários Colados” pelo Rei ou Imperador.

1º - Padre Manoel Teixeira de Morais
2º - Padre Antônio Lopes de Macedo Júnior
3º - Padre Antônio Teixeira de Araújo
4º - Padre Antônio Leite de Oliveira
5º - Padre Miguel Carlos da Silva Saldanha
6º - Padre Miguel Felipe Gonçalves
7º - Padre Pedro Antunes de Alencar Rodovalho
8º - Padre Joaquim Ferreira Lima
9º - Padre João Marrocos Teles
10º - Padre Manoel Joaquim Aires do Nascimento
11º - Padre Antônio Fernandes da Silva Távora
12º - Padre Antônio Alexandrino de Alencar
13º - Padre Quintino Rodrigues de Oliveira Silva, depois nomeado Bispo de Crato.
14º - Padre Pedro Esmeraldo da Silva
15º - Padre Joviniano Barreto
16º - Padre Plácido Alves de Oliveira
17º - Padre Francisco de Assis Feitosa
18º - Padre Luiz Antônio dos Santos
19º - Padre Rubens Gondim Lóssio
20º - Padre João Bosco Cartaxo Esmeraldo
21º - Padre José Honor de Brito Filho
22º - Padre frei Joaquim Dalmir Pinheiro de Almeida
23º - Padre José Josias Gomes de Araújo
24º-  Padre Francisco Edimilson Neves Ferreira
25º - Padre José Vicente Pinto de Alencar da Silva

Texto do Armando Lopes Rafael.

“Eu não sou Centrão”, diz deputado do PSL - Por o Antagonista.

O deputado Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PSL), que chegou a ser cotado para ser vice na chapa de Jair Bolsonaro em 2018, não vai seguir o presidente em caso de filiação a algum partido do Centrão.

“Eu não sou Centrão. Sou de direita e vou continuar sendo o que sempre fui. Minha opção de futuro partido terá que respeitar isso ou fico sem partido”, disse ele a O Antagonista.

Ontem, como noticiamos, em meio à reforma mais fisiológica de seu governo, colocando Ciro Nogueira na Casa Civil, Bolsonaro disse que o termo Centrão é “pejorativo” e admitiu pertencer ao grupo político.

Bolsonaristas fracassaram na tentativa de criar a Aliança pelo Brasil. Depois, ficaram na expectativa de o presidente tomar algum partido pequeno, como o Patriota, para dividir poder entre eles. 

Não deu certo até aqui. Agora, se veem em situação política complicada a pouco mais de um ano das eleições.

JOAQUIM VIEIRA DE OLIVEIRA - QUINCO HONORIO - Antonio Alves de Morais



Joaquim Vieira de Oliveira

Joaquim Vieira de Oliveira, nosso estimado Quinco Honorio. Alto, magro, era exponensial em tudo. Trabalhador e profundamente correto em seus negocios. Não lhe turbava a decencia de procedimento o espirito jovial e brincalhão de que era servido, virtude que transmitiu aos filhos, especialmente ao Otacilio.

Comerciante de alto nivel, negociou, por muitos anos, com algodão, peles e cereais, não esquecidas as naturais atividades de agricultura e pecuaria.

Seu Quinco tinha constancia, pois era casado com Dona Constancia Correia, Nanan - uma das mais santas e caridosas senhoras de nossa terra.

Andava sempre muito elegante, gravata e pano passado, usava bons perfumes, as jovens moças andavam leguas para cumprimenta-lo pois pegando em sua mão ficava com a mão perfumada pru resto do dia.

Dizia seu Quinco que homem pobre não era aquele que não possuia bem algum. Homem pobre era aquele casado com uma mulher feia.

sexta-feira, 23 de julho de 2021

Família Callou, origem do nome, e ascendências - Por Fernando de Sá Barreto Callou.

 

Parte final.

Família do Cel. Alexandre Coreia Arnaud (de Missão Velha Ceara) CC Rosa Maria de Santana (Baiana de Inhambupe ) Bisavôs de Gertrudes Gonçalves Martins Callou, já citada na Ascendência A.

As Ascendências da Família Callou contribuíram para a formação, do Patrimônio Genético desta Família. Entretanto merece destaque, a contribuição do Casal Antônio Pereira Pinto Callou e Ana Izabel d´Olinda, que casaram 48 netos, primos legítimos entre si. Esses casamentos entre primos legítimos continuaram por varias gerações, o que definiu um Fenótipo, de caracteres marcantes da Família Callou.

Fernando de Sá Barreto Callou.

Comentário do Antônio Morais.

As últimas palavras proferidas, por Antônio Pereira Pinto Callou, á sua filha Carlota foram :

"Findou-se o Primeiro Callou.... Meu nome fica existindo para filhos, netos e bisnetos e os mais que forem vindo".

Onde estiver o velho patriarca deve está  orgulhoso de sua descendência, em especial do procurador da república José Adonis Callou Araújo de Sá, foto. Um dos grandes defensores da Lava Jato. Homem sério destemido  não sendo servil aos poderosos corruptos que  tomaram o país de assalto e implantaram  o mais perverso  e poderoso sistema de ladroagem já visto em todos os tempos.

Salve os Callou.

Família Callou, origem do nome, e ascendências - Por Fernando de Sá Barreto Callou.

 


Terceira Parte. 

Ascendência B:

1) Alferes Antônio Pinheiro Magalhães, Baiano, CC Inez de Sá Souto Maior (descendente Colateralmente de Mem de Sá, 3º. Governador-Geral do Brasil)

2) Capitão Francisco Magalhães Barreto e Sá (Fundador da cidade de Barbalha) CC Maria Polucena de Abreu Lima, Avôs materno do Primeiro Callou.

Ascendência C:

1) Capitão Antônio Pereira Pinto, Baiano de Inhambupe, CC Joana do Espirito Santo Pereira Pinto, Avôs Paterno do Primeiro Callou.

Ascendência D:

1) Cel. Antônio da Cunha Pereira, de ascendência Austríaca radicado em Russas-Ceara, CC Laura d´Holanda Cavalcante, de ascendência Alemã.

2) João da Cunha Pereira CC Francisca Vieira de Gusmão

3) Ana Izabel d´Olinda CC Antônio Pereira Pinto Callou, Primeiro Callou.

Devo acrescentar ainda ás Ascendências da Família Callou. Famílias que contribuíram para formação da mesma. Como a do Cel. Antônio de Olyveira de Carvalho (Sergipano , radicado em Icó-Ceará) CC Francisca Vieira de Gusmão, Bisavôs do Primeiro Callou.

Continua na próxima postagem.

Ari Lobo - Antonio Alves de Morais.

Gabriel Eusébio dos Santos Lobo, Ari Lobo autor da música uma prece para  os homens sem Deus.


Meu deus,

Por que é que nesta terra,

Pedem paz e fazem guerra,

E fazem guerra pela paz?

Meu deus,

Por que é que os homens agem,

Sempre em nome da coragem,

E apunhalam só por trás?

A fortuna correndo atrás,

De quem já tem dinheiro,

E o faminto se foge da fome,

Ela vai atrás.

Oh, meu deus, o sertão está seco,

Só chove na praia,

O oceano está cheio d´água,

Não precisa mais.

Muita gente com a reza na boca,

E o ódio no peito,

O cristão fazendo mal-feito,

Com a bíblia na mão.

A ganância na terra entre os homens,

Gerando conflitos,

E a ciência a serviço do mal e da destruição.

Meu deus, anulai a profecia,

Pois o mundo qualquer dia,

Vai mergulhar num vulcão.

Meu deus, aumentai a nossa crença,

Pra que o homem se convença,

Que o mundo inteiro é cristão.

CELEBREMOS O FUTEBOL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

 No dia 19 de julho de 1976, a CBF instituiu o Dia do Futebol, em homenagem ao Sport Clube Rio Grande, da cidade gaúcha do mesmo nome, primeiro time registrado como clube de futebol no país.

Neste dia em que é celebrado e quando se procura tornar esse jogo mágico em ciência exata, o momento se mostra ideal para se refletir sobre o que faz futebol futebol.

Isso, mesmo: futebol verdadeiramente futebol.

A popularização da prática advém dos fundamentos e da desnecessidade de adaptações para ser jogado, e por não ser possível descrevê-lo através de estatísticas.

É possível viver sem futebol, mas, reconheça-se: sem ele, a vida seria muito chata.

Como esporte cumpre um papel sociológico importante: une diferenças, compartilha responsabilidades, ajuda a conhecer a nós próprios, como uma tela, onde nossa sociedade revela suas vaidades e neuroses.

O futebol é que nos funda; deixamos de ser Rio de Janeiro, capital Buenos Aires, fomos mostrados ao mundo por um negro, Pelé, e um mestiço, Garrincha, e passamos a figurar na origem do futebol como arte – futebol futebol.

É melhor pensar o nosso futebol como uma levada musical, bem brasileira na sua pureza – o samba.

Na forma simples do seu andamento Bum Bum, Paticumbum, Brugurundum, fazendo “a alegria de milhões de corações brasileiros”, como cantou Zé Kéti.

Isso não tem estatística que reflita. Futebol não é só números.

Viva o futebol futebol!

quinta-feira, 22 de julho de 2021

Reminiscências do Cariri por Armando Rafael – por José Luís Lira (*)

 

    Na última terça-feira, dia 20, celebrou-se o 87° aniversário da chegada do Pe. Cícero Romão Batista no céu, sem presença, por conta da pandemia, de romeiros ou “amiguinhos” do Pe. Cícero espalhados pelo Brasil e que sempre se fazem representar em Juazeiro do Norte.  A partida do Pe. Cícero desta vida terrena se deu no dia da amizade. Em 18 de outubro de 2016, eu me encontrava em Roma para assistir à canonização do querido São José Luís Sánchez del Río, quando recebi um comentário de Armando Lopes Rafael a uma publicação minha em rede social e surgiu uma amizade leal e sincera. 

     Citei Padre Cícero e amizade, pois, sendo Armando Rafael um intelectual de alta envergadura, historiador por formação, professor universitário, pensei que ele não fosse devoto do Padre Cícero como eu não fui uns tempos atrás. Invadido por contrainformações, eu tive uma visão distorcida do Padre Cícero. Inicialmente, fiquei receoso de falar isso a Dr. Armando, até que um dia toquei no assunto e foi uma felicidade em ver que ele também compartilha dessa visão. Chegamos a ir à estátua do Padre Cícero e fizemos fotos como romeiros.

     Todavia, o tema de hoje é sobre um dos tantos contributos que Armando Rafael, amante da arte de Heródoto e monarquista, ofereceu à sua terra e sua região. A publicação foi feita pela Editora “A Província”, sediada no Crato, em 2020. Recebi exemplar autografado junto com cartão sempre personalizado do autor. Entre as tantas atividades obrigatórias, feitura de um livro e outras coisas, o livro, embora lido inicialmente, ficou aguardando uma manifestação o que faço não por dever, mas, por satisfação e justiça.

       A(s) epígrafe(s) de um livro, recordando aulas dos Doutores Carlos Cozzi e Ricardo Machado, em Buenos Aires, diz ao que se propõe o trabalho e Armando Rafael vai a Honoré de Balzac: “Há duas histórias, a oficial, mentirosa, Ad Usum Delphini, e a secreta, em que estão as verdadeiras causas dos acontecimentos, História Vergonhosa”. E Armando parte para, digamos, uma terceira via, a História real, amparada em arquivos pessoais e enriquecida fontes biobibliográficas para fazer justiça a três caririenses de nascimento e dois por adoção.

   Trata, em artigos organizadíssimos e delimitados no rigor científico, sobre: 1) o Brigadeiro Leandro Bezerra Monteiro, contrarrevolucionário de 1817, relacionado à Revolução Pernambucana de 1817, onde se destacaram figuras que depois estariam, também, na Confederação do Equador. 2) Joaquim Pinto Madeira, o caudilho que se relaciona com as duas revoltas citadas, fuzilado no Crato. 3) Dr. Leandro Bezerra Monteiro, o varão católico, advogado e político caririense, nome de destaque na questão religiosa do II Império. 4) Dom Francisco de Assis Pires que recebeu do Cardeal Leme o epíteto de violeta do episcopado brasileiro, por sua fidelidade, castidade e humildade. 5) Dom Newton Holanda Gurgel, quarto bispo de Crato, a quem, conforme o autor, Crato deve grande homenagem. Poder-se-ia dizer que são cinco ensaios biográficos num livro.

   “Algumas Reminiscências do Cariri”, ilustrado com a Bandeira Imperial hasteada no cimo da chapada que abriga aquela região, é uma pequena/grande joia histórica e literária que deve ser lida e apreciada por nós, brasileiros e pelo mundo. Parabéns, mais uma vez, Dr. Armando.

(*) José Luís Lira é advogado e professor do curso de Direito da Universidade Vale do Acaraú–UVA, de Sobral (CE). Doutor em Direito e Mestre em Direito Constitucional pela Universidade Nacional de Lomas de Zamora (Argentina) e Pós-Doutor em Direito pela Universidade de Messina (Itália). É Jornalista profissional. Historiador e memorialista com mais de vinte livros publicados. Pertence a diversas entidades científicas e culturais brasileiras.

Família Callou, origem do nome, e ascendências - Por Fernando de Sá Barreto Callou.

Segunda parte.

Ascendentes da Família Callou.

A Família Callou, descende de quatro ascendências primordiais de origem Europeia.

Que se estabeleceram inicialmente, na Bahia e em Sergipe, se expandindo pela região do Rio Jaguaribe, e Sul do Ceará, nos primeiros anos de 1700. E depois desbravaram o Sertão Pernambucano.

Os ascendentes da Família Callou, contribuíram direta ou indiretamente, da fundação das cidades de Crato, Barbalha e Juazeiro do Norte, no Cariri Cearense. E das Cidades de Serrita, Parnamirim e Terra Nova em Pernambuco.

Ascendência A:

1) Antônio Correia de Oliveira, Português, CC Izabel Correia de Oliveira.

2) Apolônia Correia de Oliveira CC José Pereira Lima Aço, Português de Barcellos, o lendário Pereira Aço. Citado pelo escritor José de Alencar, no seu livro o Sertanejo pag. 201, “ . . . mais tarde dos Ferros e Aços” .

3) Francisca Pereira de Oliveira CC O Tenente-Coronel Antônio José Batista e Mello Português Advogado e Diretor dos índios no Cariri Novos.

4) Maria da Conceição Batista Gonçalves Martins CC Antônio Pereira Gonçalves Martins, Baiano de Santo Amaro da Purificação, Recôncavo Baiano, com o sogro participava da Administração dos Índios no Cariri Novos, em Crato.

5) Capitão- Antônio Pereira Gonçalves Martins Parente, Cratense, CC Joana Batista do Espirito Santo Gonçalves Martins.

6) Gertrudes Gonçalves Martins Callou CC O Cel. Gregório Pereira Pinto Callou, Coronel Comandante do 13º. Batalhão de Infantaria da Cidade de Barbalha. (Diário Oficial da União de 17 de Novembro de 1898). Gregório Pereira Pinto Callou é Filho do Primeiro Callou.

Continua na próxima postagem.