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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A música, o tempo e sua história - Por Antônio Morais

Na década de 60 do século passado, um grupo de artistas dentre eles Trio Nordestino, Abdias, Marinez e sua gente, Osvaldo de Oliveira, Ludgero, Otropi e Filomena, formou o famoso "Pau de Sebo". Todo ano fazia o lançamento de um disco e corria o nordeste brasileiro encantando o povo. 

Várzea-Alegre era um ponto  de encontro do grupo, o empresario Antônio Rolim de Morais contratava para  shows. Muito jovem ainda lembro que assisti, e nunca ri tanto na minha vida como na apresentação do Coronel Ludugero, Otropi e Filomena. Uma pequeno amostra: 

Trio Nordestino - Vamos pular gente.


video
(Foto original de Ana Emília sobrinha de Zé Clementino)

Não vou identificar os personagens da foto porque ela pode ser objeto de um desafio. Mas vemos muito bem: Coroné, Lindu e Cobrinha, do famoso e inesquecível Trio Nordestino. Os demais são varzealegrenses.

9 comentários:

  1. Se você tinha entre 15 e 18 anos no final da década de 60, eu duvido que ao ver esta foto da capa do disco, os seus personagens, ao ouvir os acordes da sanfona, a voz do Lindu, eu duvido que você não fique todo "arrupiado".

    Saudade matadeira.

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    1. Amei a foto.. sou apaixonada por esse tempo..ainda hje,as lembranças mto viva na minha memória.. faço parte da faixa etária, com mto orgulho rsrsrs Gostei do saudade matadeira... repito: SAUDADE MATADEIRA ! rsrsrsrs

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  2. O Trio Nordestino (Coroné, Lindú e Cobrinha),O nosso grande Compositor Zé Clementino, Antonio Rolim de Morais e Vitorino (irmão de Fia), esposo de Clara Lúcia.

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  3. Cyrle.

    Os meninos são filhos de Antonio Rolim.

    Cyrle.

    Será que está musica vai fazer Jose Bezerra lembrar os São João do Barreiro?

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  4. Morais,
    Tenho absoluta certeza que sim. Eu por exemplo, quando criança, fui muitas vezes. Inclusive, uma dessas vezes, encontrei-me com o amigo Pedro Alves de Morais, seu irmão, que Deus levou muito cedo para perto dele. Que saudades...

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  5. Morais, que lindo presente!
    O bezerra confirma que foi aos Barreiros, aos leiões e aos forrós. Ficou muito feliz com a sua lembrança.
    Eu fui a muitos forrós, mas a minha praia era outra, sou das Bravas, esqueceu?
    Um grande abraço nordestino!

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  6. MORAIS, essas suas postagens, suas lembranças, seu VALIOSO acervo de RECORDAÇÕES, de "idos e saudosos momentos" são muito preciosos...!!! Tocam-nos profundamento...Vale a pena "VER DE NOVO"...Que maravilha de música, de "ARTISTAS" !!! Participei, vivi, aproveitei dessas festas...desses shows todos daquela época. Era uma cadeia de eventos artísticos/festivos organizados pelo nobre conterrãneo, ANTÕNIO ROLIM. Eita tempo BOOOOOOOOOOOOOOM!!! ABRAÇOS...

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    1. Isabel, aquele tempo foi bom, melhor é hoje estarmos aqui revendo o que vivemos de maravilhoso. Um grande abraço com o mesmo sorriso daquele tempo!

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  7. Na alpendrada do Ginásio São Raimundo na antiga Getúlio Vargas. A radiola de pilhas e a tertulia semanal da sexta - feira. Saudades.

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