“E para que eu me credencie a defender a minha verdade, começo por manifestar a humildade de saber que existem outras verdades e que elas são tão sustentáveis quanto as minhas e que a única razão pela qual um homem, um democrata passa a ter o direito de defender a sua verdade é exatamente o respeito que ele manifesta pela Alheia”.

Mário Covas.

Convite Carnaval 2010 - Mocidade Independente do Sanharol


DADOS BANCÁRIOS da MOCIDADE INDEPENDENTE DO SANHAROL : BANCO: BRADESCO - Ag. 0770-6 - Conta - Poupança: 1004467-7.

Participe e Colabore!

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

FREVO NA PANELA - Por Mundim do Vale


Era domingo de carnaval. O bar de Almir Brito estava lotado, Só Pedro tinha três: Pedro Clementino, Pedrinho de Hermínia e o comunicador Pedro Jorge. Estavam ainda: Mazim, Edval, Italvan, Régis, Bruguelo e Telha Quebrada. No meio daquela folia de cachaça e maisena, Telha Quebrada começou uma arenga com Bruguelo, quando Pedrinho de Hermínia resolveu intervir:
- Ei negrada! É bom vocês deixar essa briga, pra quarta feira de cinzas, que o padre Mota aparta. Depois de feita a conciliação,lá se vinha Crispim passando em frente ao bar, quando Pedro Jorge Gritou:
- Ei Crispim! E o carnaval? - Carnaval? Qui negoço de carnaval ome! Carnaval bom é lé im casa, a panela frevendo o dia todim.
Fonte: Hudson Rolim.

A Mocidade do Sanharol na TV Verdes Mares Cariri.

A TV Verdes Mares Cariri apresentara, ao vivo, a escola de samba Mocidade Independente do Sanharol no proximo Sabado a partir do meio dia.
Convidamos todos a assistir o espetaculo, enquanto agradecemos a atenção da direção da TV Verdes Mares Cariri.
MIS - Mocidade Independente do Sanharol.

Mensagem do Blog do Sanharol - Por A. Morais

O Blog do Sanharol, na sua pequenez, singeleza e humildade, no inicio de Janeiro de 2010, se colocou a disposição da tradicional e vitoriosa Escola de Samba Unidos do Roçado de Dentro e da simpática e querida Mocidade Independente do Sanharol para qualquer postagem, publicidade ou anuncio.

A Escola de Samba Unidos do Roçado de Dentro deu calado por resposta, não se manifestou. Muito pelo contrario, a Mocidade Independente do Sanharol enviou textos, pediu sugestões, lançou idéias e por esta razão foi atendida conforme podemos observar nos últimos dias.
Nesta postagem de hoje estaremos mostrando algumas fotos do desfile de 2009. Um desfile com as características da Mocidade: alegria, união, entusiasmo, vibração e muita paz. Um desfile de gente grande, vejam:
João Bitu e sua turma da alegria.
Dr. Pedrinho Aquino: Se quebrar um pé, machucar um braço, não se preocupe ele arruma.

A alegria contagiante da foliã.

Velhos e bons amigos na passarela do samba.

o maior entusiasta da Mocidade - Quinco.

Desfile de gente grande.

Pra curar a ressaca, procure o Bar do Buzuga Sabino - depois dos desfiles é claro.

A Bateria dar o ritmo dos passos.

Resta-nos pedir a Deus que abençoe o nosso carnaval, que Nossa Senhora da Paz, coloque as mãos sobre esse povo iluminado de minha terra e tudo se dê com harmonia e civilidade.
Faço votos a Mocidade Independente do Sanharol que tenha um desfile digno da nossa admiração.
Antonio Alves de Morais.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

SETE LÉGUAS - Por Mundim do Vale

Dedico esse causo ao amigo Hudson Batista, que me cobrou de público.
Fonte: Antônio Gonçalves Cassundé. ( Antônio de Leó )

Dona Creuza, mãe de Deral e de Rômulo era herdeira de uma propriedade no sítio Charneca. Resolveram vender mas estava difícil encontrar compradores.
Até que ofereceram ao Sr. Luís Proto. O Sr. Luís manifestou interesse, mas queria saber as medidas. Como era herança de posse eles não sabiam.
A solução encontrada foi que Deral devia ir com o comprador até a Charneca, para mostrar o terreno.
Deral foi até a loja do seu primo Zé do Norte e comprou um par de botas sete léguas, para pagar com o pagamento da venda da propriedade.
Quando foi no domingo de manhã Deral foi com Luís Proto, mas quando chegaram na capela de Maria de Bil, Luís Proto já estava querendo desisti.
Deral convenceu o comprador dizendo:
- Mas nós já estamos tão perto. É só descer a serra.
- É mas depois de descer, nós temos que subir e descer novamente.
Mesmo assim foram até lá. Quando chegaram na propriedade, era um terreno parecido com um corredor medindo dois metros de frente, com trinta de fundos.
Luís Proto decepcionado falou:
- Mas Deral. Tu comprou um par de bota sete léguas, para mostrar um terreno que só tem trinta metros.
O dinheiro da venda do imóvel só deu para pagar as botas de Zé do Norte.
Mundim do Vale.

Mocidade Independente do Sanharol - 2010.

FAÇA PAZ, VIVA FELIZ.

Samba, agoniza mas não morre
Alguém sempre te socorre
Antes do suspiro derradeiro

Samba, negro forte destemido
Foi duramente perseguido
Nas esquinas, no botequim, no terreiro

Samba, inocente pé no chão
A fidalguia do salão
Te abraçou, te envolveu

Mudaram toda a sua estrutura
Te impuseram outra cultura
E você nem percebeu

(Nelson Sargento)


... E assim segue a nossa querida Mocidade. Linda, feliz, vibrante. Se é escola, se é bloco para alguns, nada importa. É costume popular aguardá-la na beira da pista, com olhar célere ao poente, cabeças esguias, cérebro pensado: Deus do Céu, qual a novidade que o Sanharol apresentará neste carnaval?

Tal indagação não é retórica. Fizemos o primeiro samba-enredo, o primeiro carro alegórico, a primeira comissão de frente coreografada.

Certa vez desfilamos pelas ruas de nossa cidade cercados por cordas, VERDES, garantindo a completa segurança daqueles que brincavam ao som de nossa bateria, toda pintada com as nossas cores, abrilhantando com mais uma novidade a folia momina da segunda feira.

Assim somos. Essa empatia vem dos nossos ancestrais. E vamos continuar assim, CULTIVANDO A PAZ, SENDO FELIZ. Quem não lembra da nossa comemoração dos 15 anos: FAÇA PAZ, VIVA FELIZ!

E, após o próximo desfile, com sorrisos sinceros, almas em êxtase, pernas desgastadas pela intensa folia, ainda teremos forças para gritar e ouvir: VIVA A MOCIDADE INDEPENDENTE DO SANHAROL.

Um grande abraço.
Neto Aquino.

Colirio para os olhos e para a refletir.

Com as primeiras árvores derrubadas começou a civilização. Com as últimas árvores derrubadas a civilização terminará.
Proverbio Indiano.
Enviado Por uma grande amiga e colaboradora do Blog do Sanharol.

Cronica para Jose Bitu - Por A. Morais

Família Bitu: Da esquerda para direita: João Bitu, sua filha Adriana Bitu, JOSÉ BITU BASTOS, sua filha Liliane Bitu e a esposa Anita, e Socorro Bitu.
Amigos.
Falar dos filhos de Raimundo Bitu e Cotinha é motivo e razão de muito orgulho para mim. A amizade e alegria semeadas pelos nossos pais foram disseminadas pelos seus descendentes. Falar de José Bitu Bastos é motivo de muita saudade. Nascemos em época próxima, a diferença de idade nossa era mínima. iniciamos nossa caminhada juntos. Descíamos do Sanharol enfrentando, lama, agua, chuva e sol para cumprir uma determinação dos nossos pais: se preparar pela educação para enfrentar a vida.
A caminhada minha e do José Bitu começou em 1964 quando nos preparávamos com a inesquecivel professora Iracy Bezerra para o Admissão ao Ginásio - Um verdadeiro vestibular. Eu fui aprovado naquele ano e ele no ano seguinte. Estudávamos no mesmo Colégio - São Raimundo Nonato. Caminhávamos os mesmos caminhos Várzea-Alegre Sanharol e vice versa, espiando as pinhas de Vicente do Sapo e dia nenhum nos encorajamos a tirar uma, tamanho era o respeito a disciplina dos nossos pais.
Terminado o Ginásio em Várzea-Alegre, viemos para o Crato, morávamos na mesma casa, com a direção de minha avó Andrezinha, estudávamos no mesmo colégio, alimentávamos na mesma mesa, dormiamos no mesmo teto e assim nos tornamos mais irmãos.
Concluído o curso ginasial, no Crato não tinha faculdades, curso superior, eu comecei a trabalhar para criar oportunidades para os outros irmãos e José Bitu fez o mesmo. Mas, nos distanciamos um pouco, um para cada lado. José Bitu ingressou no ramo da agronomia e se tornou notável na área com atuação merecedora de elogios e aplausos na zona norte do estado, especificamente em Sobral. Eu permaneci em Crato, mas nossas amizades continuaram intactas, com base no modelo implantado pelos nossos pais.
Infelizmente Deus precisou de José Bitu antes do tempo e o tirou de nosso meio, levando para sua morada celeste.
Prezado João Bitu e familiares, vocês conhecem essa nossa historia e sabem que estou escrevendo com as palavras do coração.
Saudades.
Um forte abraço a todos.
António Alves de Morais.

Os vultos Indicados - Por A. Morais

Ricardo Oliveira, o varzealegrense campeão, recebendo os cumprimentos do Excelentissimo Senhor Presidente da Republica Luis Inacio Lula da Silva.
-
A ideia elogiosa de indicar vultos pelos leitores do Blog a serem homenageados pela Mocidade Independente do Sanharol mereceu distinção e louvor. A humildade tem a qualidade de não querer para si o premio e sim oferecer a outrem.
Foram 136 indicações, todas de pessoas prestimosas que marcaram nossa terra do seu jeito, com o seu modo de ser. O Blog do sanharol na sua singeleza e pequenez parabeniza a todos na pessoa de Ricardo Oliveira, um dos indicados, esse goroto prodigio, Campeão Brasileiro varias veses da Olimpiada Nacional de Matematica. Todos sabem e conhecem a historia de luta e dificuldade deste menino iluminado e abençoado por Deus.
A indicação do Ricardo engrandece a ideia da MIS e valoriza os demais da relação de vultos.
Parabens a todos - Parabens a direção da Mocidade Independente do Sanharol por tão bela lembrança e gesto.
Blog do Sanharol.
A. Morais.

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

OVELHA NEGRA - Por Mundim do Vale

No ano de 1980 um tabelião me ligou, pedindo para que eu fosse instalar um vídeo cassete na sua residência que ficava no Carlito Plampona. Acertado o preço, ele me deu o endereço e eu pedi um referencial, para facilitar a localização.
Pelo telefone ele falou:
- Você vem pela Av. Francisco Sá, quando chegar num posto de gasolina, vizinho a churrascaria OVELHA NEGRA, pegue a esquerda que já é a minha rua.
Eu peguei a Francisco Sá do Jacarecanga até a Barra do Ceará, encontrei vários postos de gasolina, mas nenhuma churrascaria com aquele nome.
Depois de passar três vezes naquela avenida, sem encontrar a churrascaria, Resolvi ligar para o cidadão:
- Alô!
- Aqui é o Raimundo.
- Onde você está?
- Estou aqui no posto Brisa do Norte.
- Pois você tá bem pertinho da minha casa. Do seu lado esquerdo tem uma churrascaria?
- Tem sim.
- Pois da churrascaria, você passa cinco casas e chega na minha.
Quando eu cheguei na calçada da casa, ele já estava me esperando e foi logo me perguntando:
- Porque demorou tanto?
- Porque eu estava procurando a Churrascaria BORREGA PRETA.
Mundim doVale.

Votação - Jornal o Povo

Caro amigo, o Jornal o Povo está fazendo uma enquete para as associações que se destacaram em 2009. Nós da casa mãe, ASSOCIACÃO BENEFICENTE LUIZ OTACÍLIO CORREIA estamos concorrendo e por isso precisamos de sua ajuda. Entre no site www.opovo.uol.com.br/campeoesdasolidariedade clique em votação, região cariri e vote na associação beneficente Luiz Otácilio Correia.
Para isso voce só precisa ter um e-mail e depois confirmar seu voto no e-mail. A votaçao será ate amanha, desde já agradecemos a sua participação. QUE DEUS ilumine seu caminho. CASA MAE. Associação Beneficente Luiz Otacílio Correia.

O Crucifixo do Haiti.

Acabo de ver a imagem do Crucifixo da Igreja Sacre Coeur du Tugeau, no Haiti, exibida pelo Fantástico, programa da Rede Globo. O templo sagrado desabou e restou aquele Crucifixo, quase intacto, grande, erguido, exposto aos olhares que banham de lágrimas as noites haitianas. As pessoas param em frente a ele, choram e rezam.
Esta imagem provoca o ser pensante. Por que foi assim? Por que aquele Crucifixo resistiu ao equivalente a 30 bombas nucleares como a de Hiroshima? E Cristo ficou ali. Parece ser aquela Sexta-Feira Santa, em Jerusalém, no alto do Calvário.
Pus-me a pensar e contemplar a chocante cena. Abri as Sagradas Escrituras e pus-me a ouvir o Senhor. O Filho do Homem permaneceu naquele lugar, representado pela imagem, para dizer aos sofredores haitianos que eles não estão sozinhos. Jesus Cristo está crucificado com eles e eles com Cristo. “Suas dores são minhas dores; suas lágrimas são minhas lágrimas; seu sangue é o meu sangue. Estou na cruz despido, como vocês que agora se encontram despidos de tantos bens.” Como disse o Profeta Isaías: “a verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores” (Is 53,4).
Os braços do Filho de Deus permaneceram abertos em Porto Príncipe para acolher o clamor de homens e mulheres transpassados pela lança da destruição, da fome, da sede, da perda de esperanças. O lado aberto do Cordeiro de Deus ficou ali, às margens da rua destruída, para dar descanso e consolo aos que ainda gritam por socorro debaixo dos escombros de uma cidade cujo concreto tombou sobre vidas cheias de sonhos. “Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos e eu vos darei descanso” (Mt 11,28). O Crucificado resistiu às forças cósmicas para dar refúgio e abrigo aos que vagueiam pelas ruas sem destino.
O Crucifixo do Haiti foi mais forte que o terremoto para manter viva na mente e coração dos que por aquela rua passarem a boa notícia: “prova de amor maior não há, que doar a vida pelo irmão” (Jo 15,13). Ali ficou uma imagem sagrada feita de matéria, porém, ao seu lado, ficaram os corpos de homens e mulheres, que viveram até o fim o Mandamento Novo. Eles foram imagens vivas do Bom Pastor que dá a vida por suas ovelhas. Trata-se da Dra. Zilda Arns e quinze sacerdotes presentes naquela igreja no momento da tragédia. Eles estavam juntos porque queriam amar intensamente as crianças daquela nação que esperavam por vida e vida em abundância.
O Crucifixo do Haiti permanece erguido e o Espírito de Deus fala aos corações das pessoas de bem que salvam aquela sofrida gente. “Pois eu estava com fome e me destes de comer; eu estava com sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me recebestes em casa; eu estava nu e me vestistes; eu estava doente e cuidastes de mim; ... Todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25, 35-36.40).
O Crucificado ressuscitou e enviou do Pai o Espírito Santo renovando todas as coisas. Ele
ficou naquela destruída rua para dizer: “Coragem, eu venci o mundo” (Jo 16,33). Em meio ao caos da maior tragédia enfrentada pela ONU, há esperança, a luz dissipa as trevas em cada pessoa resgatada com vida, e em cada criança amparada. E o brilho volta a resplandecer nos olhos que agora choram os mortos. É a força criativa e reconstrutora do Amor estampada no Crucificado do Haiti.
Padre Francisco Agamenilton Damascena
Mensagemm enviada por Ana Micaely Brito de Morais Meneses.

A Morte do Marcão.


Marcão era um antigo funcionário de uma cervejaria no interior de São Paulo. Ele era feliz no trabalho, embora seu sonho fosse ser degustador de cerveja, bebida que tanto adorava.
Certa vez, trabalhando no turno da noite, ele caiu dentro de um tonel de cerveja. Pela manhã, o vigia deu a triste notícia: - É com profundo sofrimento que informo que o Marcão se desequilibrou, caiu no tonel de cerveja e infelizmente morreu afogado.

Um grande amigo de Marcão com a voz muito triste pergunta: - Meu Deus!!! Será que ele sofreu??? *O vigia então responde*:- Acredito que não, porque, segundo as imagens da câmera de segurança, ele chegou a sair três vezes do tonel para mijar...

De dominio Puiblico

O alpinista - Enviado por Klebia Fiuza.

Sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o Aconcágua. Ele queria a glória somente para si. Resolveu então escalar sozinho sem nenhum companheiro, o que seria natural no caso de uma escalada dessa dificuldade.
Ele começou a subir e foi ficando cada vez mais tarde. Porém ele não havia se preparado para acampar e resolveu seguir a escalada, decidido a atingir o topo. Escureceu, e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha, e não era possível mais enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma "parede", a apenas 100 metros do topo, ele escorregou e caiu. Caía a uma velocidade vertiginosa, somente conseguia ver as manchas que passavam cada vez mais rápido na escuridão.
Sentia apenas uma terrível sensação de estar sendo sugado pela força da gravidade. Ele continuava caindo e, nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que ele já havia vivido. De repente ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade... shack!
Como todo alpinista experiente, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Nesse momento de silêncio, suspenso pelos ares na completa escuridão, não sobrou para ele nada além do que gritar:
- Oh, meu Deus! Me ajude!

De repente uma voz grave e profunda respondeu:
- O que você quer de Mim, meu filho?
- Me salve, meu Deus, por favor!
-Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então corte a corda que mantém você pendurado.

Houve um momento de silêncio e reflexão. O alpinista se agarrou mais ainda a corda e pensou que se largasse a corda morreria. Conta o pessoal de resgate que no dia seguinte encontraram um alpinista congelado, morto, agarrado com as duas mãos a uma corda a não mais de dois metros do chão.

E você...? Está segurando a corda...???
Enviado Por Klebia Fiuza.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Faça sua indicação III - Por Patricia Aquino Holanda.

A Mocidade do Sanharol, preocupada em valorizar a cultura varzealegrense, relembrando nomes e valores de nossa cidade, sabiamente, escolheu para o carnaval 2010, o enredo: Várzea Alegre - uma cidade de histórias: vultos e lendas que marcam e alegram gerações.
Desta forma, no seu desfile serão relembradas as lendas e homenageados os vultos. Segundo o Aurélio, “vulto” significa - “pessoa notável”. A ala Caminhos do Coração, assim denominada para homenagear um dos grandes vultos de Várzea Alegre, o músico Paulo César Clementino, que, ao escrever o lindo grito de guerra: “A Mocidade Independente na avenida, tão linda"...REFRÃO
-
"Aqui tem samba no pé
Samba na palma da mão
Samba correndo nas veias
Caminhos do coração”,
criativamente, traz esse termo, que traduz a notabilidade das ações de uma pessoa que as transformam em vulto, uma vez que é um dos caminhos para atingir o coração da população.
Nesta ala, a Mocidade homenageará os vultos do Sanharol e da Várzea Alegre. Assim, solicitamos aos navegantes deste blog, nomes dos vultos de nossa cidade e do Sanharol, que deverão ser homenageados neste desfile.
Participe, faça sua indicação.
Patricia Aquino Holanda.

A HORA DO DECOMER - Por Mundim do Vale

No ano de 1.954 o Coronel Roque Bernardo botou um roçado grande no sítio Herbênia, no município de Lardânia. Contratou vários trabalhadores para a lavoura, mas não confiava em ninguém ele mesmo acompanhava os trabalhos
O almoço era feito em casa e transportado por duas pretas para ser servido às onze horas em ponto.
No meio dos trabalhadores tinha um maranhense que além de não ser muito disposto, ainda atrapalhava os outros especulando o horário da chegada do almoço. Por volta das dez horas ele se escorava no cabo da enxada, olhava para o sol e gritava:
- Eita rapaziada! O dicumê tá já chegando.
Todo dia era a mesma coisa. Com isto o Coronel foi ficando aborrecido e resolveu preparar uma boa pra ele.
Um dia na chegada do almoço o Coronel mandou os capangas amarrarem o cabra numa forquilha do barracão e já desceu do cavalo com um chicote na mão.
Aproximou-se do maranhense dizendo:
Cabra safado, hoje você vai ficar sem comer e ainda vai levar umas chicotadas. Eu só quero ver se depois dessa mão de peia, você vai continuar falando em comida, sem fazer nada, e atrapalhando os outros.
No dia seguinte o Coronel de propósito mandou atrasar o almoço em uma hora e ficou de olho no maranhense.
Quando foi umas dez horas o maranhense olhou para o sol mas viu que o Coronel estava de olho não disse nada.
Por volta das onze horas fez do cabo da enxada uma muleta, olhou para o sol, botou a mão na testa como numa continência, quando viu que o Coronel tava atento gritou:
Eita rapaziada! Ontem por uma hora dessa eu tava na peia.
Mundim do Vale

Veridicos - Por Francisco Gonçalves de Oliveira

Outro dia, o Mundim do Vale fez uma postagem de um causo que me fez lembrar de um outro verídico. O caso é o seguinte: O tribubal de justiça de Brasilia recebeu o seguinte requerimento:
Esmeralda 5 de março de 2002. Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau de meu nome, já que a presença do Pau tem me deixado embaraçada em várias situações. Desde já, antecipo agradecimento e peço deferimento. Maria José Pau.
Em resposta o tribunal emviou a seguinte resposta padrão: Caro Srª. Pau, sobre sua solicitação de remoção do pau gostariamos de lhe dizer que a nova legislação permite a retirado do seu Pau, mas o proceso é complicado. Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a retirada é mais fácil, pois afinal de contas ninguem é obrigado a usar o pau do marido se não quiser. Se o pau for de seu pai, se torna mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e vem sendo usado por várias gerações.
Se a senhora tiver irmãos ou irmãs a retirada do pau a tornaria diferente do resto da família. Cortar o Pau de seu pai, pode ser algo que vai chateá-lo. Outro problema, porém está no fato de seu nome conter apenas nomes próprios e poderá ficar esquisito caso não haja nada para colocar no lugar do Pau. Isso sem falar que, caso tenha sido adquirido com o casamento, as demais pessoas, estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o pau do seu marido. Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes. Se a senhora colocar o pau atrás da Maria, e na frente do José, o Pau pode ser escondido, por que a senhora poderia assinar o seu nome como Maria P. José.
Nossa opinião é a de que esse preconceito contra esse nome já acabou a muito tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais. Eu mesmo possuo Pinto, sempre o usei, e muito poucas vezes o Pinto me causou embaraços.
Atenciosamente:
Geraldo Pinto Soares,
Desembargador, Tribunal de Justiça- Brasília/DF
Enviado por Francisco Gonçaves de Oliveira.

O Valentão - Enviado por Klebia Fiuza.

Um chefe muito autoritário, bem chato, achando que os seus subordinados não estavam mais respeitando sua liderança, resolveu colocar a seguinte placa na porta de seu escritório logo que chegou pela manhã:
“Aqui quem manda sou eu”.
Ao voltar de uma reunião, encontrou um seguinte bilhete junto à placa: Sua esposa ligou e disse que é para o Senhor levar a placa dela de volta.
Enviado por Klebia Fiuza.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Antonio Alves do Sanharol - Por A. Morais

Dedicado ao Amigo Jose Satiro Bitu que conhece as historias de Antonio Alves e conheceu a viuva Sia Zefa morando proximo a casa de Raimundo Bitu e Cotinha.
-
Uma família residente no Sanharol resolveu ir embora para o Juazeiro e deixou uma casinha de taipa que, posteriormente, foi ocupada por António Alves e sua família, com o consentimento do proprietário é claro.

Dez anos depois, um filho do dono da casa apareceu em Várzea-Alegre para vendê-la. Mesmo não tendo encontrado comprador o António Alves se viu sob a ameaça de ser despejado. Mundin do Sapo, conhecendo as dificuldades encontradas para a venda, observou para o rapaz que o comprador ideal para imovel era o António Alves.

Como o vendedor não havia encontrado nenhuma proposta de negocio, estava disposto a discutir qualquer oferta. Então, Mundin do Sapo disse: Amigo esta casa dá certo para o António Alves, e se você quizer ele faz uma troca. Ele tem uma jumenta e pode dar negocio! O António Alves já foi adiantando: é, eu só faço a troca na orelha, isso queria dizer, um bem, no outro, sem volta.

Sem outra opção e na ausência de outra oferta, o rapaz deu a entender que aceitava o negocio, afinal melhor a jumenta do que nada. Então o António Alves passou a botar defeitos na jumentinha: Eu não lhe engano, a jumenta é veaca, ladrona, coiceira, morde! Diante de tais informações o rapaz resolveu deixar as coisas como estavam, retornou sem fazer negocio e o Antonio Alves ficou com a casa e com a jumenta.

Encerro com esta proeza as postagens para o Antonio Alves de Morais, Antonio Alves do Sanharol. Entre as postagens e os comentários foram 15 historias ao todo, deixo em aberto os espaços para comentários. Quem souber de alguma proeza do António faça a postagem, eu mesmo vou continuar pesquisando e sempre que encontrar alguma façanha irei postar. Um abraço a todos.
A. Morais

MIS - Mocidade Indepandente do Sanharol - Por João Pedro

Nas duas primeiras postagens da Dra. Patrícia Aquino Holanda, houve um chamamento aos leitores e comentaristas do Blog do Sanharol para indicarem nomes e vultos que marcaram a historia de nossa terra. Um total de 108 sugestões nas duas edições. De certa forma estas pessoas e seus familiares já se sentem homenageados pela MIS – Mocidade Independente do Sanharol, bem como outras personalidades prestimosas que por esquecimento não tenham sido lembradas.
João Pedro de Morais Meneses.

Como amigo do Sanharol e admirador da Mocidade Independente do Sanharol, convido a todos a visitarem Várzea-Alegre, essa terra hospitaleira, ordeira, bem humorada e feliz durante o período momino. Venha e traga seus familiares, participe do nosso carnaval e faça parte nos desfiles das escolas de samba locais.
Continuem fazendo suas indicações, os nossos conterrâneos merecem ser lembrados e homenageados

Mundim do Vale

Pedro Alves de Morais, Pedro Piau, memoria viva de nossa historia e cultura, nosso amigo maior, camarada do bem, caracterizado pela valorização dos laçoas de familias, uma indicação merecida.

Antão Leandro Bitu, que semeou a semente com o "Bloco A Velha Debaixo da Cama", e que teve como resultante a MIS - Mocidade Independente do Sanharol.

Dr. Aluisio, medico nascido no Sanharol, competente, amigo e alegre. Deixou um legado de trabalho e de amizade inigualaveis. Sua ausencia é o sentimento de perda maior da comunidade.

Pedro de Zé Andre, outro nascido no Sanharol. Grande amigo da MIS e frequentador dos velhos carnavais. Deixou saudades imensas.

João Alves Bezerra de Morais, João Piau, nosso ilustre conterraneo e primo querido, criou ideias e ajudou no desenvolvimento de belos carnavais em nossa terra elevando o nome de nossa cidade sempre mais. Muitas saudades, grande vazio.

Jose Clementino e Pedro Souza. Dois grandes mestres, compondo, escrevendo e ezecutando musicas para alegria e delirio de nosso povo. A estes monstros sagrados devemos a tradição que o nosso carnaval tem em nossos dias.

João Alves de Meneses, João do sapo e Dona Soledade. Dois Empreendedores do Sanharol. Os seus filhos, netos e bisnetos fizeram e fazem parte da celula atuante dos nossos carnavais.
Raimundo Alves de Meneses, Mundim do Sapo, tio Mundim, um homem bom, amigo, simples que se caracterizou pela capacidade de ajudar aos semelhantes. Alegre e feliz, um ser humano bonito na imagem e na alma.
Por A. Morais

06 de Fevereiro - Mc 6, 30-34.


"Jesus viu uma grande multidão e compadeceu-se dela".

O olhar de Jesus é sempre um capítulo especial. Um olhar de busca, no fundo da alma, um sentimento diferente, de indignação, mas ao mesmo tempo de Bondade. De inconformidade com a realidade, mas com misericordia própria que só Deus tem. Faltavam bons pastores, faltavam bons operários. Havia muitos pastores, mas eles não eram bons.

No templo havia um incotavel numero deles, mas todos a serviços do poder, do dinheiro, da administração, das leis e dos encargos. Jesus clama por pastores que, de fato, ouviam a voz das ovelhas que não sabiam por onde caminhar.

Asociedade estava se deteriorando e os valores básicos estavam sendo desrespeitados. A compaixão estava diretamente ligada a necessidade de se buscar quem pudesse atender aquele povo.

Será que somos bons operários? O convite de Jesus está aberto. Há outros que precisam de nós. Somos convidados a pastorear outras ovelhas com uma palavra, um carinho, um gesto. Somos capazes disso pelo batismo que recebemos. Somos anunciadores. Faça valer esse dom que Deus depositou em você.

Orações para um Brasil Cristão.

MIS - Mocidade Independente do Sanharol - Faça sua doação.

Prezados amigos.

Continuamos precisando da ajuda dos filhos de “Fora e de Dentro”. A MIS, atualmente, tem uma estrutura de Escola de Samba: A escolha do enredo, concurso para samba-enredo, concurso para rainha de bateria. Crescemos muito nesses últimos anos: O presidente Lobão batalha dia e noite, e vive a Mocidade 24h por dia. Assim, com a ajuda de outros filhos que moram fora ou dentro de Várzea Alegre, hoje temos um barracão e o CNPJ (Somos legalmente, uma escola de samba) Somos pessoa juridica, podemos contar com incentivos fiscais do Ministerio da Cultura.
É importante que o vulto varzealegrense, nosso grande jornalista Franzé Sousa, obtenha essa informação, para não mais mencionar na mídia, que Várzea Alegre só tem uma Escola de Samba. "È mister que todos saibam que a concorrência é saudável e salutar, não se pode ser o melhor sendo o único, para ser o primeiro necessariamente terá que haver um segundo".
O desfile da MIS em 2009 mostrou que, mesmo sem CNPJ, na segunda-feira de carnaval tinha um desfile de Escola de Samba: A Verde e Branco do Sanharol apresentou um desfile que marcou história na Várzea Alegre. Os filhos de Várzea Alegre, Pedro Aquino e Syene se doaram para o espetáculo, que foi coordenado pelo talentoso JORGE SIEBRA. O coração bate forte quando se fala em Mocidade, e temos uma caminhada longa, de muitos anos, (Se Deus quiser) para que as gerações futuras do Sanharol e da Várzea Alegre possam ter o prazer que nós temos há muito tempo de sentir a emoção de descer na Escola de Samba Mocidade Independente do Sanharol.
Assim, precisamos de sua ajuda para tocarmos esse projeto. Por isso todas as doações são necessárias e importantes: Um tamborim, uma pele de um instrumento, uma sapatilha de um integrante... Por isso, a CASA É NOSSA. Basta contactar com qualquer um dos envolvidos diretamente: Aparecidinha de Cacaria, Pedro Aquino, Syene, Mazé, Dakson , Wandernaid, Giovani, Joaquim Bitu, todos nós que acreditamos... Para colaborar veja os dados bancários:

BANCO BRADESCO – AGENCIA - 0770-6 CONTA POUPANÇA - 1004467-7

Pela Direção: Patrícia Aquino Holanda.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

OSÉIA - Por Mundim do Vale

Minha prima Josélia Vieira, morava na nossa casa e arranjou um namoro firme com José Alexandre de Meneses ( Zé de Antônio do Sapo ). Além de Zé Meneses, a nossa casa sempre foi cheia de convidados; Raimundo e João Batista, Antonito Souza, João Vieira, Casimiro, Chico e João da Formiga. Os dois últimos, começaram a curtir uma paixão por Josélia, mas a pretensão dos dois era um tanto complicada, pelo fato de serem bem mais velhos do que a pretendente e ainda tinham na cidade, a fama de não serem casamenteiros.
Mestre Pedro Souza contava, que por conta dessa roedeira, eles discutiram uma vez lá na Formiga, pela disputa do amor de Josélia. No meio da teima Chico pegou uma lasca de lenha, encarou João e disse:
- Apois agora nem Ozéia impata deu matar você de peia.

Porque Ozéia?

Vamos retroagir um pouco para que os leitores entendam.
Sempre que Zé Meneses chegava na nossa casa, cuidava logo da cozinha: Lavava louças, torrava café, matava, tratava e cozinhava galinhas. Era o início do profissional cozinheiro que foi, no restaurante do D.N.O.C.S em Orós.
Um certo domingo, estavam todos aqueles amigos na nossa casa, quando chegou Santana do Alfinim, vendendo o seu puxa-puxa. Zé Meneses comprou
Todo o estoque e moldou as letras do nome Josélia. Depois das letras moldadas, afixou na parede aquelas letras douradas.
O que pareceu romântico para o casal e outras pessoas, para mim pareceu apetitoso.
Depois da admiração de todos, Zé Saiu com Josélia para namorarem e os outros foram jogar sueca com o meu pai. Eu fiquei sozinho contemplando aquela maravilha, quando de repente me veio um pensamento diabólico:
- Se eu comer uma letra dessas, ninguém vai sentir a falta.
Subi numa cadeira e tirei o “J” Que era maiúsculo e portanto maior, mas como a letra estava com muito cal, eu joguei fora e fui atrás de uma menor. Tirei o “L”
e aproximei o “I” e o “A” do “E” Ficando Oséia.
Quando notaram a arrumação, ao invés do castigo, a situação virou brincadeira, ficou todo mundo rindo e repetindo aquele nome.
Daí a confusão de Chico e João da Formiga chamando OSÉIA.

Dedico esse causo. Ao primo Geraldo Meneses, filho do casal que originou a história.

MOSTROU O PAU E NÃO MATOU A COBRA - Por Mundim do Vale

Certa vez Maria de Lourdes Sobreira ia para o Sanharol, quando chegou na cabeça a ladeira de Pedro Beca, avistou uma rodia de cobra cascavel pronta para o ataque. Muito assustada Maria desceu a ladeira mais ligeiro do que noticia de separação de casal. Quando chegou no pé da ladeira, encontrou Zé Terto com um landuá na mão. Muito cansada Maria pediu: Zé Terto meu fi, me faça um favor! Qualo? Vá lá no aceiro daquela cerca e mate uma cobra que tem lá. É pra já. Terto pegou uma vara da cerca e foi até o local mas não teve coragem de encarar a cobra. A cascavel jogou um bote, ele soltou o pau e correu muito mais rápido do que Maria tinha corrido. Maria não gostou da covardia do seu salvador e começou logo a fazer ofensas: Deixa de ser mole nego frouxo. Tu queria era sentar na cobra? Parece que não é ome? "Êpa! Num venha me insculhambar não. Eu sou preto mas sou ome. Quer saber se eu num sou ome? Arrepare aqui"! Dizendo aquilo, ele arreou o calção e balançou os pissuidos. Foi nessa hora que ela viu a coisa preta. Depois daquela cena Maria saiu indignada e foi fazer queixa a Antônio Costa, que era o Delegado Civil de Várzea-Alegre. O delegado mandou que um soldado fosse buscar o sujeito para ser interrogado. Quando Zé Terto chegou o delegado fez a inquirição: Zé Terto eu tenho uma denuncia muito grave contra sua pessoa. Foi verdade que você mostrou o "dito cujo" a Maria de Loudes? Foi divera seu Toim! Mas foi pruque ela me insculhambou, me chamou de nego frouxo e dixe qui eu num era ome, ai eu amostrei, que era prumode provar qui sou ome". Pois eu vou lhe dar cinco dias de xadrez! Depois da prisão, Borboleta que era amigo do preso, saiu correndo e foi até a ANCAR para contar a Nicacia, que era irmã adotiva de Zé Terto. Nicacia saiu a procura de António Costa e quando o encontrou perguntou: Seu Toim! O que foi que Zé Terto fez para o Senhor botar ele na cadeia? Ele mostrou o pau e não matou a cobra! Respondeu o delegado.
Mundim do Vale
Dedico esse causo. Ao Dr. Flávio Cavalcante. Neto do personagem pricipal.

Rim por ruim foi assim - Por Dr. Jose Savio Pinheiro.

Radiante! Deslumbrado! Triunfante! Era assim que eu me sentia em Várzea Alegre (CE), em meados de 1983, como médico recém-formado e recém-chegado. O salário não passava de três mínimos, mas eu me sentia o máximo.
Cheio de vida e de esperanças via nascer o Sistema Único de Saúde, possivelmente minha única esperança de sobrevivência. Certa manhã, fui abordado por Seu Chiquinho de Louso, meu pai, que me fez um apelo determinado. - Preciso de você! Soube que o Padre Vieira está em estado grave, no CTI da Casa de Saúde São Raimundo, em Fortaleza e pede que não o deixe só, um só momento. Teme pela sua recuperação e implora um médico de sua família, sempre ao seu lado. E eu não posso faltar, nesse momento difícil, a um filho de meu padrinho Vicente Vieira.
Não era um pedido era uma ordem. E para mim, mais que um dever. Era orgulho para qualquer um ficar ao lado do grande escritor, poeta, político e irreverente Padre Vieira. E principalmente naquela situação, em que a minha capacidade intelectual e médica poderia influir positivamente na sua recuperação. Era um quadro assustador. A infecção generalizava-se. O seu estado geral declinava. Os seus rins há muito não funcionavam. A hemodiálise era a sua rotina. O clima era de pessimismo, porém a fé habitava sempre aquele espaço. Eu sentia nas pessoas que o procuravam para fazer-lhe uma visita, apesar de suspensa, que era uma despedida. Assinavam o livro e partiam comovidas. A tarde declinava. O crepúsculo, sempre triste, aparecia. Chegara o grande momento. Fui convocado para ficar, naquela noite, no Centro de Terapia Intensiva, com o padre Vieira. Era um apoio familiar. Um apoio de amizade, de respeito. A noite avançava, e com ela, o sofrimento e a esperança. A vigília era obrigatória. O seu fácies de sofrimento e a sua irritabilidade apenas confirmavam o seu sofrimento e a sua ansiedade. Os segundos poderiam ser contemplados. Durante a madrugada, o paciente e o médico, já não disfarçavam mais o enorme cansaço que lhes eram possuídos. Este, com cansaço físico, recente. Aquele, com enorme cansaço físico e psicológico, duradouros.
O paciente silencioso e com o olhar fixo para o teto, pensava não sei o que. O médico, tentando acomodar a sua coluna sobre uma cadeira de balanço, encostava suavemente os seus pés na borda do leito do enfermo, tentando decifrar o que poderia estar pensando aquele doente inerte. De repente, de forma brusca e inesperada o paciente repreende o seu parceiro de sofrimento. – Não movimente esta cama! Fique firme em seu lugar! Sem conseguir entender o que pensava aquela mente obnubilada não soube conter o meu sentimento: se tivesse raiva ou pena por aquela atitude inesperada. Passados alguns minutos, que mais pareceram horas, finalmente ele voltou à cena.–Chame a enfermeira, depressa! Remova o lençol, pois acho que mijei. Quando a enfermeira de plantão entrou no interior do CTI já encontrou o enfermo elevado no leito fazendo aquele carnaval. Nascia ali o início de sua recuperação e de uma nova esperança.– O Vieira mijara. Algum tempo depois, já superada a euforia do momento, aquela profissional aproximou-se do leito, com toda a sua técnica e a sua acurácia, para remover os panos molhados do paciente, prevenindo assim escaras futuras e outras complicações. Novamente fomos surpreendidos pela irreverência. –Não retire estes panos molhados de mim, pois pretendo dormir mijado! –Mas não pode ser! Tenho que trocar os lençóis e a sua roupa. É para a sua saúde.–Vocês não entendem nada! Passei toda a minha infância, lá na “Lagoa” mijando na rede e nunca aconteceu nada de mais...Por volta das cinco horas da manhã pediu-me para barbeá-lo, elevá-lo no leito e comprar os jornais.–Quando os meus familiares chegarem quero que tenham a certeza de que estou curado.
Dr. Jose Sávio Pinheiro

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O FURTO DA ATA. - Por Mundim do Vale

No ano de 1956, nós morávamos na Vazante e o meu pai trabalhava no cartório da cidade. Cada dia era escalado um dos filhos para levar seu almoço na rua. Um dia eu fui escalado e quando passava na casa de Raimundo Beca, onde tinhas uns pés de atas, eu avistei uma que de tão madura, já estava rachada.
Os moradores todos estavam almoçando e eu naquela minha irresponsabilidade dos meus dez anos, resolvi furtar aquela fruta. Fiquei de ponta de pé, mas mesmo assim não consegui pegar a ata inteira. E como quem furta tem pressa eu me conformei apenas com a metade, deixando o resto no galho. Dali eu parti para a cidade, comendo a fruta e jogando os caroços de um lado e do outro da estrada.
Quando eu retornava. Da calçada da casa do Sr. José Raimundo eu já escutei a zoada do pessoal. Os palavrões proferidos, não cabem nessa postagem. Me aproximei do local do crime e lá estavam: Raimundo Beca, sua esposa Maria, Benedito, João, Chico, Mundinha e o cachorro Tubarão.
Eu com uma carinha de anjo perguntei: - O que foi que houve aqui?
Raimundo o mais revoltado disse:
- Foi um ladrão fí duma égua, que mexeu nas nossas pinha e saiu metendo no rabo pru lado da rua. Tá ali os caroço qui o fí do cão deixou. Maria com a banda da ata na mão falou: - Eu tumara qui aquele condenado sintupa.
João também muito revoltado disse: - O infiliz levou só uma banda, foi pra incharcar, se ele tivesse levada toda nóis num ia nem dá fé. Só Tubarão foi que desconfiou de mim, porque ele me olhava e dava uma rosnada de vez em quando.
Depois que cada um deles disse seus palavrões, Raimundo Beca me perguntou: - Ô Raimundo do qui vem das banda da rua, Num incontrou algum minino comendo pinha não?
- Seu Raimundo. Eu só encontrei aqueles dois moreninhos dos Lobos, lá no balde da lagoa, mas eles não iam comendo pinha não. - Mais só poidia era num tá cumendo mermo! Uma banda de pinha, na mão daqueles morta-fome dos Lobo, num açoita nem na casa de Zé Raimundo.
Depois daqueles desabafos, eu tentando colocar gelo na questão falei: - Deixem pra lá meu povo, que Deus há de castigar o ladrão.
Maria ainda com a banda da ata na mão e sensibilizada com as minhas palavras, perguntou:
- Raimundo. Tu quer o resto da pinha pra tu? - Eu aceito e agradeço, porque pela aparência esta ata tá muito boa.

Moral da história: O QUE É DO HOMEM, O BICHO NÃO COME.
O destino marcou para que aquela fruta me pertencesse na sua real totalidade.
Munmdim do Vale

Alpinismos

De onde terá vindo, afinal, esta necessidade de observar o mundo dos píncaros? Sem quaisquer instrumentos disponíveis para ampliar a observação do mundo, além do olho nu, nossos antepassados escalaram montanhas e montes, talvez pela curiosidade de contemplar horizontes até então inescrutáveis. Do alto, quem sabe, seria possível perscrutar o universo em toda sua extensão! Por outro lado, a montanha sempre foi uma fábrica de mitos. O Olimpo era a residência dos deuses helênicos; as pirâmides egípcias, incas, maias e aztecas erguiam-se em busca dos céus; no Monte Arará, a Arca de Noé desembarcou a bicharada para reinício da obra da criação. Escalar o monte trazia não só a possibilidade de ampliar os limites físicos, mas trazia atrelada, uma força transcendental, uma aproximação com o sagrado . Do topo o homem mistura-se a deus, bebe nas fontes do divino.
A partir do Século XVIII, já em plena égide do iluminismo, o montanhismo começou a untar-se menos do ritualístico. Os homens abandonaram, aparentemente, seu caráter mais primitivamente sagrado e uma certa laicidade lhe deu características de esporte. Pouco a pouco, se tomou como desafio pisar em picos jamais alcançados anteriormente pelo pé humano. O Mont Blanc nos Alpes alcançado, em 1786, talvez demarque o ponto chave desta ânsia desbravadora , batizada de Alpinismo, que já se fazia presente desde os finais do Século XV. Em 1953, por fim, o Ocidente tocou o Everest, o teto da terra. Transformado em esporte, o montanhismo, no entanto, não perdeu de todo suas mitológicas nuances originais. Existe alguma coisa de radical , além da mera dosagem de adrenalina ,pulsando nas veias dos alpinistas.
Quando escalamos a montanha mais alta, no fundo, simulamos o nosso alpinismo vital. O pico parece inatingível. Pomo-nos a subir, lentamente, pedra por pedra, fincando grampos e pítons de segurança nas fendas disponíveis. Abaixo, a todo momento, o abismo ávido nos espreita. Existem muitos outros companheiros de escalada, mas cada um segue seu caminho único e pessoal. A cada momento, num vacilo : uma queda seca para o nada. O gelo, o cansaço, a fome corroem a esperança. E o paredão lá permanece: desafiador, zombeteiro, impávido. À medida que subimos a temperatura se torna mais insuportável e o ar mais rarefeito. Se a morna sorte nos bafeja a face, um dia, em meio a todas as intempéries, chagamos no topo. Observamos o mundo ao derredor com um ar cansado e vitorioso. Algumas fotos guardarão a memória deste momento único. E nem nos perguntaremos o que ali fomos buscar, qual prêmio almejávamos. Chegamos: é hora de voltar! E o caminho de volta é tão terrível como o de ida, com os mesmos riscos e precipícios. Se , por acaso, conseguirmos chegar no acampamento original, outras escaladas nos esperam, outros picos já nos chamam. Até o dia em que a sapatilha escorregará à beira do abismo e será a nossa vez de ensaiar o vôo de Ícaro. No final, perceberemos que o sentido do alpinismo encontra-se escondido não na alegria efêmera do pico, mas no suor derramado penosamente durante a travessia.



J. Flávio Vieira

Faça sua Indicação II - Por Patricia Aquino Holanda.


A Mocidade do Sanharol, preocupada em valorizar a cultura varzealegrense, relembrando nomes e valores de nossa cidade, sabiamente, escolheu para o carnaval 2010, o enredo: Várzea Alegre - uma cidade de histórias: vultos e lendas que marcam e alegram gerações.

Desta forma, no seu desfile serão relembradas as lendas e homenageados os vultos. Segundo o Aurélio, “vulto” significa - “pessoa notável”. A ala Caminhos do Coração, assim denominada para homenagear um dos grandes vultos de Várzea Alegre, o músico Paulo César Clementino, que, ao escrever o lindo grito de guerra: “A Mocidade Independente na avenida, tão linda"...REFRÃO

"Aqui tem samba no pé

Samba na palma da mão

Samba correndo nas veias

Caminhos do coração”,

criativamente, traz esse termo, que traduz a notabilidade das ações de uma pessoa que as transformam em vulto, uma vez que é um dos caminhos para atingir o coração da população.

Nesta ala, a Mocidade homenageará os vultos do Sanharol e da Várzea Alegre. Assim, solicitamos aos navegantes deste blog, nomes dos vultos de nossa cidade e do Sanharol, que deverão ser homenageados neste desfile.
Participe, faça sua indicação.
Patricia Aquino Holanda.

Encontrei o Blog do Sanharol - Expedito de Morais Filho.

Prezado Primo Didi, pra voce matar a saudade do Seminario em Crato - Foto Dihelson Mendonça.

E li a história a Vingança (Senhora e Senhor). Ai lembrei-me de um fato acontecido entre dois primos. No ano 1970 sairam de V. Alegre três primos para residir e estudar na cidade do Crato, cito na rua: Cel Luis Teixeira bairro do Semicario.
Identifico como: Velho e Novo. O Velho moralista, prof. de português, de cursinho, fazia 2º ano cientifico na época e o novo cursando 1º série ginasial, adolescente brincalhão. Na casa tinha só um quarto. O Velho gostava de tirar uma soneca, de 18h às 19h, quando acordava, se arrumava para ir ensinar e depois se encontrar com a namorada.
Veio pensamento ao novo, achando que estava fazendo uma grande brincadeira, em fechar a porta do quarto pelo lado de fora e deixar o velho trancado. Só que o novo não esperava o que poderia acontecer.
O novo tinha comprado um par de chinelo de couro curtido para usar nas férias. Os pertences com o chinelo estavam dentro do quarto. O velho acorda e tenta abrir a porta, mas estava fechada. O novo deixa a chave na fechadura, pelo lado de fora, sai para rua. O velho pensa "está legal, eu não saio más seus chinelos vão ficar engraxados de graxa preta".
O terceiro primo chega, irmão do velho, e abre a porta. O Velho sai e deixa um bilhete " seus chinelos estão engraxados". No outro dia está tudo bem, nada de aborrecimento, só motivo de gosação. O tempo passa, mas o que é bom a pessoa não esquece.Velho primo A. Morais, 40 anos dessa brincadeira.
Atenciosamente:
Expedito de Morais Filho.
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Comentário do Blog.
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Prezados amigos: o velho nesta historia era eu, Antonio Alves de Morais, o novo era o meu primo Expedito de Morais Filho, o cabinha mais safado, mais malino, mais sem vergonha que vi na vida, um primo que eu quero muito bem.
Ele me trancou no quarto e saiu para rua, levando a chave do quarto, num momento que estava trocando de roupa para ir ao cinema com a namorada. Ele havia comprado umas alpargatas de couro curtido para levar, usar e exibi-las na Várzea-Alegre. Pra azar dele tinha uma lata de graxa preta e eu, de tanta raiva, pintei de preto os chinelos que ficaram iguais a dois urubus.
Veja o meu mau exemplo pois era, como ele diz, o chefe da casa. Tinha eu nesta época 20 anos incompletos e ele entre 12 e 14 anos.
Caro Primo Expedito, foi um grande prazer lhe encontrar no Sanharol virtual. Que tudo de bom lhe aconteça aí pelo Rio de Janeiro. Perdão pelas alpargatas. Prometo outras quando de sua vinda por estas bandas. Agradeça-me por não contar como você fazia para devorar as merendas de Jose Raimundo.
Um Grande Abraço.
A. Morais

Populismo e Demagogia - por Armando Lopes Rafael


O Sr. Hugo Esmeraldo Sobreira publicou ontem num blog da região a matéria “Recorde de Universidades” que começa assim: “Com a sanção por parte de José Alencar, presidente da República em exercício, do projeto de lei que cria a Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), o governo Lula atingiu nesta quinta-feira (5) a marca de 12 universidades criadas”

Mas, o Sr. Hugo omitiu o texto completo da notícia, a parte que diz: “O novo campus será inaugurado na primeira semana de dezembro de 2010” (sic). Ou seja, a Ufopa ainda vai ser construída embora já esteja servindo de propaganda eleitoral.
Uma coisa é criar no papel. Outra é ver uma universidade funcionando...


Para mostrar a cara da educação no Brasil, a Escola de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (Esforce) lançou, recentemente, em Brasília, a revista “Retratos da Escola”, onde apresenta a real situação da escola brasileira. E os números preocupam, principalmente, os que tratam do atual salário dos profissionais em educação, da violência na sala de aula, da evasão escolar e das desigualdades regionais, dentre outras.

Consta na matéria que mesmo a educação sendo apontada como uma das grandes realizações do governo Lula, em 84% dos lares brasileiros não há um integrante da família com diploma universitário. A taxa de evasão no país é de 6,9% sendo que no Nordeste o índice é ainda maior: 8,8%. No ensino médio a proporção de alunos que deixam de estudar é de 55%.

Mesmo São Paulo – o estado mais rico da federação –, 39% dos estudantes deixam de ir à aula porque se sentem inseguros. No próprio Distrito Federal – sede do governo da República – dados da Secretaria de Segurança Pública revelam que 72,88% dos colégios registram casos de furtos, 52,2% de lesões corporais e 35% de porte de arma.

Daqui pra frente – com o objetivo de eleger Dilma Vana à presidência – toda semana o presidente vai “inaugurar” obras não construídas ou inacabadas... O leitor sabia que 40% das obras do PAC estão suspensas pelo TCU por irregularidades nos orçamentos? Por exemplo: a transposição do Rio São Francisco não tem nem 20% da obra concluída. O previsto para o “Programa Minha Casa” só foi feito 8%.
A bem dizer “nunca antes na história deste país” um governo utilizou tanto marketing para divulgar seus anunciados programas sem que tenha concluído nenhum deles: Cadê o “Fome Zero”? foi inviabilizado pelo mau planejamento.
Onde anda o “Primeiro Emprego”? Onde anda as “Parcerias Público Privadas”? Onde andam as alardeadas obras do PAC (aí incluídas a Ferrovia Transnordestina e a transposição do Rio São Francisco)? Só propaganda e mais propaganda.
Na prática, na prática mesmo, o que funcionou nos oitos anos do governo de Lula foram as leis e diretrizes deixadas por FHC. As mesmas, mantidas pelo “O Cara” de Obama: Lei de Responsabilidade Fiscal, estabilização da economia com o Plano Real, Bolsa-Escola (este teve o nome travestido para “Bolsa-Família”, na prática “bolsa-compra” de 40 milhões de votos com dinheiro do contribuinte).

O resto é o que se vê: 26 mil nomeações feitas pelo atual governo federal sem concurso para beneficiar filiados do PT; elevação do número de ministérios para 42 com o objetivo de aliciar apoio político. Sem falar no aparelhamento do Estado, que é o mais preocupante...

Texto de Armando Lopes Rafael

Vicente Alves de Meneses Neto - Por A.Morais

Estive em Várzea-Alegre, me encontrei e levei um lero com o meu primo: Vicente de Maria de Isabel de Manuel de Pedrinho de Jose Raimundo do Sanharol. Como se vê falei em seis gerações.
Vicente é um genuíno “José Raimundo do Sanharol”. Sua ascendência por qualquer caminho que se pegue chegaremos em Jose Raimundo do Sanharol. Pra se ter uma idéia o Vicente descende de sete filhos de Jose Raimundo do Sanharol.
Grau de ascendência do Vicente Alves de Menezes Neto: Abaixo o nome dos sete filhos de Jose Raimundo do Sanharol e a geração que o Vicente que pertence:
01 - Pedro Alves de Morais – quinta geração.
02 - Manuel Leandro Bezerra – sexta geração.
03- Jose Raimundo Duarte de Menezes – sexta geração.
04 - Raimunda de Morais Rego – quinta geração.
05 - Antonia de Morais Rego – quinta geração.
06 - Tereza Anacleta de Menezes – setima geração.
07 - Ana de Morais Feitosa – quinta geração.
Prezado Vicente, no dia que você pagar a promessa que fez de vi ao Crato eu preencho os espaços geração por geração, ou seja: pai, avô, bisavô, trisavô e tetravô etc.
Um forte abraço.
A. Morais