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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quinta-feira, 25 de maio de 2017

DEPÓSITO MENEZES - Várzea-Alegre - Ceará.


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Governo encurralado: Família real está disposta a cooperar em crise, diz trineto de Dom Pedro II

Publicado na edição da "Folha de S.Paulo", 24-05-2017

 Dom Luiz de Orléans e Bragança, trineto de Dom Pedro II e herdero de jure do trono brasileiro

A profunda crise política do governo de Michel Temer ganhou o comentário de um personagem que questiona a própria existência do cargo de presidente da República.

Dom Luiz Gastão Maria José Pio Miguel Gabriel Rafael Gonzaga de Orléans e Bragança e Wittelsbach, trineto do imperador dom Pedro 2º e herdeiro do trono extinto em 1889, decidiu romper o silêncio que afligia monarquistas brasileiros desde que vieram à tona os áudios e delações da JBS.

Em nota divulgada nesta terça-feira (23), dom Luiz, que assina como chefe da Casa Imperial do Brasil, diz que a "família imperial está disposta a cooperar na busca das soluções ponderadas que sejam uma saída para a crise que angustia os brasileiros".

O Brasil caducou - Por O Antagonista.


O destino do Brasil está sendo decidido por septuagenários e octogenários.

Em particular, Fernando Henrique Cardoso, Lula e José Sarney.

“As articulações para a substituição do presidente Michel Temer evoluíram nas três principais forças políticas do país –PMDB, PSDB e PT– e agora envolvem diretamente três ex-presidentes da República : Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva e José Sarney”.

O país só vai voltar a andar depois que os velhos forem jogados no mar.

O exército de baderneiros bateu em retirada - Por Augusto Nunes.

O remédio para a insolência das tropas liberticidas formadas por arruaceiros profissionais é a aparição de tropas militares

O que houve nesta quarta-feira em Brasília nada tem a ver com manifestação política, coisa rotineira em países democráticos. Foi uma explosão de violência concebida para transformar a capital numa versão brasileira da Caracas embrutecida e desfigurada por Hugo Chávez e seus filhotes liberticidas. Foi uma celebração da insolência arquitetada pelo ajuntamento de bolivarianos que se expressam em português de cortiço.

No Congresso e na Esplanada dos Ministérios, viu-se em ação pelegos apavorados com o fim da vida mansa garantida involuntariamente por trabalhadores sindicalizados, parlamentares corruptos em pânico com a Lava Jato, vândalos sem cérebro movidos a mortadela e tubaína, vadios profissionais atraídos pelos pixulecos oferecidos a incendiários amadores e outras abjeções a serviço da seita que quase destruiu o país.

As afrontas ao Estado de Direito alcançaram dimensões tão desafiadoras que, tratada inicialmente como caso de polícia, a ofensiva selvagem virou um caso para as Forças Armadas, cujas funções constitucionais incluem a garantia da ordem pública. Tropas formadas por baderneiros aparentemente incuráveis têm cura: os ataques criminosos são interrompidos pela aparição de tropas militares.

Neste 24 de maio, o remédio produziu efeitos imediatos. Previsivelmente, os vigaristas disfarçados de guerreiros do povo brasileiro bateram em retirada, ou saíram em desabalada carreira, tão logo toparam com soldados de verdade. Países civilizados confiam às Forças Armadas a preservação da normalidade democrática. Assim deve ser num Brasil resolvido a enterrar a era da canalhice.

085 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Mês de Maio, mês de Maria, mês das virtudes, mês de Raimundo. Nascido no Sanharol em Várzea-Alegre aos 25 de Maio de 1931.

Raimundo Batista de Menezes, o sexto  de uma família de 11 irmãos, iniciou seus estudos nas escolas reunidas em 1941, onde aprendera a valorizar e muito a educação. Fez o ginásio em Cajazeiras entre 1947 e 1950, foi lá que também serviu o tiro de guerra. Sempre com uma visão muito forte sobre o estudo. Transferiu-se para Fortaleza em 1951 onde cursou o segundo grau no Colégio Liceu do Ceara.

Com a perspectiva de enfrentar o mundo viajou para o Rio de Janeiro em 1954, indo trabalhar numa alfaiataria do seu primo Juquinha. Nos idos de 1958 tomara a decisão de votar para Várzea-Alegre onde havia a necessidade de fazer companhia a seus pais.

Começa aí pelos desígnios de Deus uma nova trajetória em sua vida. Em uma bela noite de céu enluarado no tradicional Forró dos Barreiros, conheceu Risomar que logo vira a se casar.

Desse matrimonio nasceram seis filhos: Aluísio, José Wilton, Neide, Antônio Énio, Francisco Hélder e Menezes. Vivendo e cultivando a vida com honestidade e honradez, sempre primando pela decência e educação formou com muito orgulho todos os filhos.

Reconhecido como homem de inteligência impar e exímio comerciante no ramo agropecuário nos orgulhou com suas virtudes e ações, deixando um legado de infinita importância a ser seguido por nós, descendentes e admiradores deste grande homem, grande amigo e orgulhosamente grande chefe de família.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Do Antonio de Gonçalo velho, passando pelo Mundinho e chegando ao Antonio neto - O tropeirismo nosso - Por Antonio Morais.


No momento em que as bandidagens do Lula e Dilma defendidas somente por seus fanáticos dominam o noticiário eu venho  cuidar  de coisa nobre, indiscutivelmente nobre. Cuido-me de  postar um  convite para reconhecimento final ao meu amigo, conterrâneo e camarada Antônio Gonçalo pela publicação da sua valiosa obra literária " O tropeirismo nosso".  

Bem nosso mesmo, vi o avó e pai do nobre escritor comboiando a tropa, passando em frente a casa do meu pai no Sanharol. Não só vi, como ouvir  do velho Antônio Gonçalo Araripe historias e mais historias  que  enriquecem  a sua existência. 

O jovem escritor Antônio herdou  do pai e do avó não só a tropeirismo, herdou a honra, o caráter e  a excepcional  moral dos Gonçalo.

Parabéns amigo, você merece.

Receba o meu abraço.

Lula quer esperar num palanque o embarque para Curitiba - Por Augusto Nunes.

Os devotos de Lula hastearam a bandeira das diretas-já em obediência ao chefão que morre de medo de cadeia

Num Brasil convulsionado pela crise agravada pelas denúncias dos irmãos Batista, torna-se ainda mais pedagógico recordar as turbulências que esquentaram o fim do inverno de 1961, desencadeadas pela renúncia de Jânio Quadros na tarde de 25 de agosto. 

Se o Brasil fosse menos primitivo, teria substituído o presidente que acabara de renunciar pelo vice João Goulart, como determinava a Constituição. O respeito às regras democráticas bastaria para reduzir a fuga de Jânio a mais uma prova de que o eleitorado brasileiro frequentemente se apaixona por estadistas de galinheiro. 

A manobra política concebida por um populista doidão  só ganhou contornos dramáticos porque o veto dos três ministros militares à posse de Jango estimulou a imaginação cretina de deputados e senadores.

Em sete dias, Deus fez o mundo. Também em sete dias, o Congresso brasileiro contentou-se em fazer o Brasil parlamentarista, inaugurado em 2 de setembro de 1961. Deu no que deu. 

Meses depois, um plebiscito ressuscitou o presidencialismo e, em 1964, Jango foi deposto por golpistas convencidos de que no Brasil, como havia reiterado a aventura parlamentarista, a Constituição existe para ser violada. 

Passados mais de 50 anos daquele agosto, a agonia política de Michel Temer atesta que não cessaram os surtos de inventividade imbecil. A Constituição determina que, caso se consuma o afastamento de Temer, seu sucessor será escolhido pelo Congresso no prazo de 30 dias. Os netos dos golpistas de 61 preferem exigir aos berros a eleição direta do novo presidente.

Só falta o nome - Por Ricardo Noblat

Da noite da última quarta-feira para cá, políticos de todos os partidos, em Brasília ou fora de lá só têm feito uma única coisa: examinar o que pode uni-los para superar a crise que agora atende pelo nome de Michel Temer.

Os principais pontos para um grande acordo parecem a essa altura definitivamente assentados:

* Se a crise culminar com a saída de Temer, seu substituto será escolhido pelo Congresso como manda a Constituição. Diretas, já, só em 2018;

* O futuro governo se comprometerá com as propostas de reformas defendidas pelo atual que ainda respira por meio de aparelhos;

* A crise Temer não poderá se arrastar por muito mais tempo, onerando o país. O ideal seria que tivesse seu desfecho até o final da primeira semana de junho próximo;

* O Congresso não abre mão de eleger um novo presidente entre seus membros. O vice-presidente poderá vir de fora;

* Se a Justiça Eleitoral, em julgamento marcado para começar no dia 6 de junho, impugnasse a chapa Dilma-Temer, faria um grande favor a Temer e aliviaria o Congresso do peso de forçá-lo à renúncia.

Só falta um ponto para que o acordo seja dado por completo: o nome. O nome do eventual sucessor de Temer. Ou melhor: os nomes.

Podem ser dois ou três: um para presidente, outro para vice, e caso Rodrigo Maia (DEM-RJ) venha a ser o escolhido para completar o mandato de Temer, um nome para presidir a Câmara dos Deputados na vaga dele.

Se a oposição (PT, PC do B, PSOL, REDE e frações do PPS e do PSB) quiser participar do acordo, será bem-recebida. E parte dela, pelo menos, encontrará abrigo no novo governo. Do contrário, que fique onde está e que cumpra o seu papel.

Isso tudo quer dizer que há uma grande conspiração para derrubar Temer? Não. Apenas política se faz assim.

O objetivo final é a conquista ou manutenção do poder. Os partidos que hoje estão com Temer poderiam até preferir seguir com ele. Se impossível, que ele saia e eles fiquem.

Naturalmente, o acordo está sujeito a chuvas e trovoadas. E haverá muitas nos próximos dias. Os mais pessimistas dizem que o dilúvio sequer começou. Os otimistas...

Não há otimistas

Lembrando Monteiro Lobato (por Armando Lopes Rafael)


Fico a imaginar o que escreveria Monteiro Lobato – caso vivesse nos dias atuais – sobre a série de escândalos que vêm grassando nos três poderes da república brasileira, bem como sobre a corrupção e a decadência dos costumes, que se alastra por todas as camadas da nossa desnorteada população...

   Para quem não sabe, Monteiro Lobato foi um dos bons intelectuais brasileiros do século passado. Ele abraçou, na juventude, ideias marxistas; escrevia muito bem e era conhecido pela coragem de dizer o que pensava, sem preocupação de desagradar. Mas era um homem intelectualmente honesto! Foi também ardoroso defensor das ideias republicanas – antes, e nos primeiros dias pós-golpe militar de 15 de novembro de 1889 – mas quando viu os frutos advindos daquela "proclamação" da República, escreveu, em 1918, um artigo com o título de “Dom Pedro II era a luz do baile”.
   Permita-me compartilhar com o caro leitor a dois trechos do artigo citado:

   “O fato de existir na cúspide da sociedade um símbolo vivo e ativo da Honestidade, do Equilíbrio, da Moderação, da Honra e do Dever, bastava para inocular no país em formação o vírus das melhores virtudes cívicas. O juiz era honesto, se não por injunções da própria consciência, pela presença da Honestidade no trono. O político visava o bem público, se não por determinismo de virtudes pessoais, pela influência catalítica da virtude imperial. As minorias respiravam, a oposição possibilizava-se: o chefe permanente das oposições estava no trono. A justiça era um fato: havia no trono um juiz supremo e incorruptível. O peculatário, o defraudador, o político negocista, o juiz venal, o soldado covarde, o funcionário relapso, o mau cidadão enfim, e mau por força dos pendores congeniais, passava, muitas vezes, a vida inteira sem incidir num só deslize. A natureza o propelia ao crime, ao abuso, à extorsão, à violência, à iniquidade – mas sofreava as rédeas dos maus instintos a simples presença da Equidade e da Justiça no trono”.

    “Ignorávamos isso na monarquia. Foi preciso que viesse a república, e que alijasse do trono a Força Catalítica para patentear-se bem claro o curioso fenômeno. A mesma gente, o mesmo juiz, o mesmo político, o mesmo soldado, o mesmo funcionário até 15 de novembro (de 1889), bem intencionado, bravo e cumpridor dos deveres, percebendo, na ausência do imperial freio, a ordem de soltura, desaçamaram a alcateia dos maus instintos mantidos em quarentena. Daí o contraste dia a dia mais frisante entre a vida nacional sob Pedro II e a vida nacional sob qualquer das boas intenções quadrienais que se revezem na curul republicana”.

     Ah! Monteiro Lobato! O que escreveria você, se ainda fosse vivo, sobre os dias atuais desta decadente, caótica  república brasileira, no estágio terminal?

Coisas da República: Ameaças e agressões ontem no Senado Federal

Na Monarquia o Senado do Império era uma escola de estadistas; na República da Lava Jato o Senado virou uma casa de negócios e brigas de vandalismo
Fonte Agências de Notícias
Senado do Império: Homens de bem debatiam civilizadamente as crises
Senado da República: palavrões e brigas! Senadores se agridem, manifestantes protestam e sessão sobre reforma é suspensa

Senadores da base aliada e de oposição se envolveram em tumulto com os dedos uns contra os outros. Manifestantes que acompanhavam a reunião gritavam palavras de ordem dentro do plenário. Após intenso bate-boca e muito nervosismo, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), desistiu de retomar a reunião em que estava prevista a leitura do relatório sobre o projeto de lei da reforma trabalhista. Jereissati deu como lido o relatório e marcou a votação da reforma na comissão para a próxima terça-feira.

Antes, contudo, Jereissati tentou reabrir a reunião da comissão para a leitura do relatório após 50 minutos de interrupção, mas foi impedido pelos senadores de oposição. Exaltados, os senadores que se posicionavam contra a reforma puxaram os microfones do presidente – um dos aparelhos chegou a ficar avariado – e colocaram as mãos sobre a mesa, impedindo a continuidade dos trabalhos.

Queixa de agressões

Após a desistência de retomada dos trabalhos, os senadores da base aliada se queixaram de que houve tentativa de agressão por parte dos oposicionistas, que não aceitaram a derrota pelo voto. “Não podendo ganhar no voto, senadores e senadoras quiseram ganhar no braço, no grito”, disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). “Aqui só existe uma arma: a palavra. O que se viu foi a tentativa de impedir o funcionamento físico, por agressões físicas, por agressões verbais.”

Também no plenário, Tasso Jereissati fez ao presidente Eunício Oliveira um relato do que houve e disse que se sentiu fisicamente ameaçado e injuriado tanto por senadores quanto pelos manifestantes que estavam dentro da comissão.

“Não lamento por mim, lamento por esta Casa. E chamo Vossa Excelência [Eunício Oliveira] à responsabilidade, porque isso não pode acontecer, porque acaba-se não só o que eles querem acabar, que é o governo – o que é outra questão –, mas acaba-se o Senado; acaba-se o Parlamento; acaba-se o contraditório; acabam-se as discussões; acabam-se, inclusive, as votações, e os vencidos não aceitam o resultado”, afirmou.

Em resposta, o senador Humberto Costa (PT-PE) alegou que houve agressões de parte a parte e pediu uma reunião de lideranças para superar os problemas ocorridos na CAE. “Esta aqui é uma Casa, por excelência, política, e acho que tudo que aconteceu hoje, e posso falar aqui com autoridade, porque eu era um dos que estavam tentando serenar os ânimos, apesar de ter levado um empurrão de um senador da base do governo, que ficou apoplético lá. Então, houve agressões, de parte a parte, acho que este não é um bom caminho. Temos que superar este episódio”, afirmou.

Também em discurso, a senadora Gleise Hofffmann (PT-RS) disse que a oposição não vai aceitar a decisão de dar o relatório como lido. “Nós vamos resistir, para não ler o relatório, até porque o senador que está apresentando o relatório [Ricardo Ferraço] tinha dito no seu Facebook que não apresentaria o relatório, porque estávamos vivendo tempos anormais, de crise, com o que aconteceu com o presidente da República [Michel Temer] e também com um senador [Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado] desta Casa. Aí, depois muda de ideia, e vão para cima na força, para fazer a leitura de um relatório”, alegou.


FAMÍLIA IMPERIAL BRASILEIRA: ANTE A CRISE QUE ANGUSTIA A NAÇÃO, UM CHAMADO À COOPERAÇÃO EM BUSCA DE SOLUÇÕES PONDERADAS



Nos últimos dias o Brasil entrou numa das etapas mais agudas da crise que o assola gravemente. É uma profunda crise moral, de valores, ideológica, com dramáticos reflexos institucionais e até econômicos.

Não escapa a um observador atento da realidade que uma série de movimentações, propostas e artimanhas oportunistas tentam semear o clima de desconserto e de caos nesse cenário, alimentando soluções mágicas e imediatistas de salvadores da Pátria, bem ao estilo do republicanismo vigente.

As convulsões provocadas por políticos, altamente desmoralizados, distantes dos anseios e esperanças das faixas mais sadias de nossa população, tornam muito difícil um caminhar confiante do País rumo a um futuro de paz social, de prosperidade, de grandeza e de Fé, que a grande maioria almeja.

É alentador perceber que, uma vez mais, a perspicácia de nossa gente tem levado o País a desconfiar de tais movimentações e a permanecer distante das manobras com que os fautores do caos parecem querer envolvê-lo.

Neste momento crítico é compreensível e natural que muitos olhares se voltem para a Família Imperial, que, desde o golpe republicano de 1889, sem qualquer ressentimento pelo passado, tem mantido sua postura de serviço à Pátria, dentro da mais estrita legalidade, cônscia de seu alto papel social.

O momento, carregado de muitas incertezas, exige antes de tudo grande vigilância e argúcia, a fim de não permitir que comoções momentâneas conduzam a Nação para choques que só interessam aos que buscam semear a discórdia e retalhar o Brasil, inclusive em seu território.

Através de inimagináveis esquemas de corrupção, o Brasil tem sido vítima de um projeto de dominação socialista do Estado, de destruição e aviltamento das instituições, de adulteração completa dos mecanismos de representatividade do chamado regime democrático, e de financiamento do socialismo do século XXI por toda a América Latina. A instituição da família tem sido triturada, a economia sufocada, com um cerceamento da propriedade privada e da livre iniciativa e nossos valores cristãos espezinhados em todos os campos.

Contra todas as expectativas, e numa demonstração de sadia reação, milhões de brasileiros fizeram sentir, de Norte a Sul do Brasil, num clima de serenidade e de paz, que querem seu País de volta e que sua bandeira jamais será vermelha. Muitos, inclusive, proclamaram sua convicção de que um retorno às benéficas, equilibradas e moralizadas instituições da Monarquia seria o caminho de resgate da grandeza Pátria.

No presente momento, acentua-se o divórcio desse Brasil profundo que trabalha e vive em harmonia, com políticos que em acertos espúrios pretendem encaminhar o País para as vias do autoritarismo, da discórdia e miséria socialista, como bem podemos penalizados observar na nossa vizinha e irmã Venezuela.

Torna-se necessário, pois, encontrar soluções sábias que congreguem de modo consensual os diversos setores da sociedade. A Família Imperial, juntamente com a crescente corrente monárquica espalhada pelo Brasil, está disposta a cooperar na busca das soluções ponderadas que sejam uma saída para a crise que angustia aos brasileiros, na certeza de que não faltará ao Brasil, uma vez mais, a proteção de sua Padroeira, Nossa Senhora Aparecida, a quem, por ocasião da Independência, Dom Pedro I consagrou esta Nação.

São Paulo, 23 de maio de 2017
Dom Luiz de Orleans e Bragança
Chefe da Casa Imperial do Brasil

terça-feira, 23 de maio de 2017

Aliados cozinham Temer à procura do ‘Plano B’ - Por Josias de Souza.

O derretimento político de Michel Temer deflagrou em Brasília um enredo novo. Os aliados do Planalto passaram a tratar Temer como chefe de um governo que chegou ao fim com o presidente ainda no cargo. Nesta terça-feira os caciques governistas se esforçarão para reativar as votações no Congresso. Mas fazem questão de dissociar a iniciativa da estratégia concebida por Temer para passar a impressão de que ainda preside.

“Não devemos deixar o país degringolar em função de uma crise de governo”, disse Tasso Jereissati, presidente do PSDB. Estamos avaliando a situação do governo separadamente.” Agripino Maia, presidente do DEM, ecoou: “Os três poderes precisam funcionar. O Judiciário faz o seu papel. O Executivo precisa fazer o dele. A nós cabe colocar o Legislativo em funcionamento. Faremos isso em nome do interesse do país, que não pode ser paralisado pela crise.”

No momento, os governistas parecem menos preocupados com Temer e mais ansiosos por encontrar uma saída que os redima do fiasco de ter subido numa ponte com aparência de pinguela sem ter um plano de contingência. O Plano A era trocar Dilma Rousseff por Temer e aprovar no Congresso reformas que reacendessem as fornalhas da economia. Reativado o PIB, os apologistas do governo seriam os primeiros a se beneficiar eleitoralmente da volta do crescimento.

A delação da Odebrecht indicou que era ilusória a ideia de que Temer seria um presidente em condições de dirigir os rumos do país nesta ou naquela direção. Ficou claro que lhe faltava uma noção qualquer de ética. A delação da JBS teve para Temer o peso de uma lápide. Grampeado pelo delator Joesley Batista, o pseudo-presidente tornou-se personagem de uma história fantástica, passada num país à beira do imaginário. Uma história bem brasileira.

Aliados em geral —PSDB e DEM em particular— puseram-se a matutar: “O Plano B era, era, era…'' Perceberam que não havia um Plano B. Abraçado ao PMDB sem projetar uma saída de incêndio. Agora, improvisam um Plano B em cima do joelho. Consiste na repetição do Plano A, só que com outro cúmplice no papel de presidente. Falta-lhes consenso quanto ao nome ator substituto a ser escalado para salvar as aparências até a eleição de 2018. Por isso, cozinham Temer por mais algum tempo.

Ficou fácil identificar os apoiadores de Temer no Congresso. Eles estão nas rodinhas em que as conversas terminam sempre em especulação sobre os nomes dos hipotéticos substitutos de Temer.

As menções a Henrique Meirelles chegam acompanhadas do aviso de que o ministro da Fazenda já trabalhou para a J&F, holding que controla a JBS do delator Joesley Batista. Nelson Jobim? Virou banqueiro, sócio do BTG Pactual. Rodrigo Maia? É o ‘Botafogo’ das planilhas da Odebrecht. FHC? Não tem mais idade. Tasso Jereissati? Irrrc… Cármen Lúcia? Vade retro!

A esse ponto chegou o país. Temer, como um disco arranhado, repete incessantemente: “Não vou renunciar.” Na sua penúltima manifestação, veiculada nesta segunda-feira pela Folha, o suposto presidente acrescentou: “Se quiserem, me derrubem.” Seus aliados avaliam que talvez não seja necessário empurrar.

Os pajés da aldeia governista enxergam Temer como uma espécie de cocheiro de diligência que deixou as rédeas dos cavalos escaparem de suas mãos. Pode espatifar-se a qualquer momento. No dia 6 de junho, por exemplo, quando o Tribunal Superior Eleitoral retoma o julgamento sobre a cassação da chapa Dilma Rousseff—Michel Temer. Isso, evidentemente, se até lá não for encontrada no interior da diligência desgovernada a mala com R$ 500 mil que a JBS entregou a Rodrigo Rocha Loures, o ex-assessor que Temer credenciou como interlocutor junto a Joesley Batista, o ''falastrão''.

084 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Foto - Padre José Otávio de Andrade, no exercício de seu sacerdócio.

No inicio da década de 50 do século passado, Ana Vieira, casada com Antônio Pereira do sitio  Boa Vista, tentou suicídio ensopando as vestes com querosene e ateando fogo. Não foi a óbito de imediato. Padeceu de grande enfermidade durante dias até a morte, causando enorme sofrimento para ela, os familiares e amigos..  

Josefa de Sanharol retornando de uma visita solicitou do filho José André que fosse a cidade e combinasse com o padre Otávio a data de  ir  dar a comunhão. Meio de transporte lombo de animais.

Foto - José Raimundo de Morais, meu pai,  bisneto do Papai Raimundo.

Quando José André se encontrou com o Padre Otávio, de quem era grande amigo, o sacerdote conhecendo Ana Vieira, e, sabendo que se tratava de uma idosa  com idade superior a 75 anos, então se deu este  dialogo entre os dois:

Padre Otávio - Eu devia não ir, essas velhas duram demais e atentam contra a própria vida.

José André - Padre, não é problema de idade, semana passada  Antônio de Valentim  Rocha  se suicidou e tinha apenas 17 anos.

Padre Otávio - Por que era um ignorante, não sabia o valor que a vida tem para Deus.

José André - Padre, ninguém conhece os segredos da vida. O seu antecessor Padre José Gonçalves Ferreira suicidou-se, a historia religiosa  de nossa terra registra esse desagradável  acontecimento.

Padre Otávio - José André, pra você não tem jeito não, amanhã traga o animal que eu vou  a casa de Ana Vieira atender o pedido de Dona Josefa.

SUSPEITA DE FRAUDE NA CAMARA MUNICIPAL DO CRATO DEIXA PRESIDENTE FLORISVAL CORIOLANO NA MIRA DO MINISTÉRIO PÚBLICO - Por Fabio Lemos.


O presidente da Câmara Municipal do Crato Florisval Coriolano está novamente na mira do Ministério Público.

Promotores querem saber como estão sendo gastos 38 mil reais com a imprensa, pois as rádios da cidade não têm contratos com aquela casa até onde se sabe, e nem muito menos alguma agencia a representa. Se existe agência o gasto com a publicidade da casa está sendo feito de maneira irregular.
Há alguns dias atrás alguns repórteres reclamaram de os seus nomes não estarem constando em uma lista que estaria recebendo vantagens da Câmara Municipal.

Vale salientar que o valor pago é muito irrisório do que o mercado oferece aos profissionais da área.
O presidente Florisval Coriolano já perdeu seu mandato em outro processo, onde perdeu os seus direitos políticos, na época em que colocou a sua esposa Nagila Rolim em seu lugar nas eleições de 2012, ele conseguiu  eleger  NAGILA · PSD com 1089 votos.

Até hoje ninguém sabe qual foi à mágica utilizada pelo Presidente da Câmara Municipal do Crato Para voltar oficialmente ao cenário político, desta vez sem ter como escudo a sua esposa, já que na época em que cumpria suspensão política, ficava nos bastidores, fazendo os acordos políticos.

Será mais um escândalo envolvendo a política Cratense?

A verdade é que o Ministério Público que adotou a lei do Silêncio, não vai poupar ninguém que tenha culpa no cartório. E o povo há tempos que aguarda com muita ansiedade as providencias que a Justiça deva tomar para o bem de sua própria credibilidade.

Mulher de Suassuna diz que sítio foi comprado para uso de Lula - O Antagonista.


Na denúncia apresentada pelo MPF em Curitiba, há fartos elementos que corroboram a acusação de que Lula é o proprietário do sítio de Atibaia. Um deles é o depoimento de Claudia Bueri, mulher de Jonas Suassuna.

Ao MPF, ela disse que já sabia que "aquisição do sítio Santa Denise por Jonas Suassuna " era para utilização de Lula.

"Relatou que, apesar de Jonas Suassuna ter supostamente manifestado interesse em frequentar a propriedade, reconheceu que somente estiveram no local por duas oportunidades, em festas juninas organizadas pela família Lula. 

Acrescentou, ainda, que em uma das ocasiões pernoitou em um hotel na cidade de Atibaia".

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Assunto da maior gravidade -- por Alexandra Menezes Campos

Vocês estão conseguindo perceber a gravidade do que está acontecendo no Brasil?

Não me refiro aos vultuosos valores das propinas. Isso nós já estamos acostumados a ler e a ouvir todos os dias nos jornais. Nem a quantidade de políticos envolvidos...

O Brasil está à beira de um golpe de Estado, orquestrado pelo PT e toda a esquerda que apoia o Foro de São Paulo. E vejo que a maioria das pessoas não estão conseguindo enxergar isso!!

Vou resumir os fatos:

- Procuradoria Geral da República e STF (mais especificamente Edson Fachin, que foi indicado por Dilma) são os executores do golpe. Fecharam um acordo de delação premiada absurdo, em que os irmãos da JBS saíram totalmente ilesos, ainda mais ricos e deixaram para trás um Brasil mais pobre e politicamente em frangalhos.

- Plantaram uma informação falsa de Obstrução da Justiça por parte do Presidente da República. A Band teve acesso à transcrição do áudio, e já divulgou que a gravação foi editada, para que desse a entender que Michel Temer estava comprando o silêncio de Eduardo Cunha.

- Essa mesma gravação, totalmente ilegal, pois não tinha autorização judicial, agora está sendo defendida por Fachin como sendo uma prova legal de Obstrução da Justiça. Lembrando que a gravação de Lula e Dilma tinha autorização judicial, e foi invalidada pelo mesmo STF. Perceberam os métodos ocasionando consequências totalmente opostas?

- Em menos de uma hora após a divulgação da suposta gravação de Temer, já havia pedido de impeachment sendo protocolado por deputados aliados ao PT na Câmara dos Deputados. Hein?? Como é possível embasar e redigir tão rápido um pedido de impeachment?

- Ainda na mesma noite, a militância tomou as ruas para pedir Diretas Já!, contrariando por completo o que diz a Constituição. Por quê? É sabido que Lula ainda mantém um curral eleitoral, e que poderia ter chances de voltar pelo voto popular. Mas teria que ser agora, pois até as eleições de 2018, Lula já deverá estar condenado em Segunda Instância, impossibilitando por completo a sua retomada ao poder. No caso de eleições indiretas, como obriga a Constituição, Lula não teria chances, porque tornou-se um cadáver político, e não conseguiria votos suficientes dentro do Congresso Nacional - ainda mais em eleição aberta - há pouco mais de um ano do novo pleito. Quem seria louco de declarar apoio a Lula agora, e se queimar com o eleitorado no ano que vem??

- Já está agendada para terça-feira o início da votação de uma Proposta de Emenda Constitucional, que alteraria a eleição indireta para direta no terceiro ano de mandato Presidencial - exatamente o que ano em que estamos. Coincidência??? Não! Eles estão trabalhando rápido para conseguir, a todo custo, mudar a Constituição para forçar essa eleição direta, para aumentar as chances de Lula se tornar Presidente. Percebam a gravidade disso!

Eu só posso afirmar uma coisa: se Lula voltar, ele será o novo Hugo Chavez! Não sairá mais do poder. Existem muitos elementos que provam a necessidade que ele tem de retomar o poder para se livrar de todas as condenações que lhe pesam. O fato dele ter sido nomeado Ministro às pressas por Dilma é só uma de suas tentativas.

Como já disse anteriormente, Michel Temer não é flor que se cheire. Mas a saída dele agora, nesse exato momento, coloca em risco a democracia brasileira. Acho que ele deve ser investigado e punido na medida dos crimes que cometeu. Mas não pode ser penalizado pelo o que não fez. Isso torna-se um regime de exceção.

Pelo ritmo com que estão se articulando, o povo brasileiro tem pouco tempo para tomar ciência dos fatos, orquestrar uma estratégia e reagir. Se nada for feito, rapidamente, o Brasil será uma nova Venezuela. E isso não é um exagero!

Update 1: um perito pago pela Folha revelou que o audio vazado da conversa com Temer, tinha mais de 50 edições. Assim fica fácil incriminar qualquer pessoa, né?

Update 2: faz 2 semanas que o cérebro do PT (José Dirceu) foi solto. E, em tão pouco tempo, o país virou de cabeça para baixo. Seria mesmo coincidência?

Update 3: um país como o Brasil, ter eleições diretas com urnas eletrônicas e sem voto imprenso, nesse momento, seria realmente um processo legítimo, seguro e democrático?"

O que acham?

Por Alexandra Menezes Campos

STF só julgará inquérito sobre Temer após conclusão da perícia - Por Eduardo Gonçalves

Investigação apura se o presidente cometeu os crimes de corrupção passiva, obstrução da Justiça e organização criminosa

No despacho, Cármen atendeu ao pedido do ministro Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato na Corte, que no último sábado negou suspender de imediato a investigação e decidiu levar para o plenário o caso, “assim que concluída e juntada aos autos a perícia”.

Diante da gravidade do processo, Fachin pediu a Cármen Lúcia que o STF julgasse o pedido “na sessão mais imediata possível”. Por isso, havia a expectativa de que ele seria apreciado nesta quarta-feira, dia em que costuma ocorrer as reuniões do colegiado máxima. O julgamento, no entanto, deve acontecer só na próxima semana, uma vez que o aparelho que gravou a conversa se encontra no exterior e só deve ser entregue à Polícia Federal nesta terça-feira.

Lula se irrita com assessores por postagens envolvendo Moro na última quarta-feira.


Petistas estão com medo da JBS… Segundo o blog Painel, da Folha de São Paulo, o ex-presidente Lula teria discutido com a equipe que cuida de sua página no Facebook após descobrir que haviam postado fotos de Sérgio Moro ao lado de Aécio Neves e Michel Temer, logo após Lauro Jardim ter dado o furo de reportagem sobre a delação da JBS.

A intenção, no caso, era tentar reforçar a lorota de que Moro não é imparcial, mas a verdade é que as fotos foram tiradas em um evento público, e também é verdade que Moro é juiz de primeira instância, portanto não julga casos de políticos com foro privilegiado, como é o caso de um senador ou um presidente.

A incomodação de Lula, na realidade, é medo. Ele sabe que a JBS tem muito mais munição contra ele e seu partido do que tem contra seus rivais. Os irmãos Batista foram muito próximos dos governos Lula e Dilma, sua relação já era de conhecimento geral, e o caso deles é muito parecido com o de Eike.

Depois de demonstrar incômodo, Lula teria mandado seus assessores deletarem as postagens, mas o estrago já estava feito. 

Visite e conheça em Várzea-Alegre.


TABERNA DA PIZZA - FORNO A LENHA!

Importou-se  maquinas, equipamentos, conhecimentos e estudos da culinária. Tudo foi preparado com esmero, lhaneza no trato e muito respeito a você consumidor. Um produto da mais fina qualidade e especial paladar.

Lula, refém da mentira - *Carlos Alberto Di Franco, O Estado de S.Paulo.

Há que dar um basta às tentativas de inaugurar o maior bordel político da nossa História

O marketing político, azeitado com dinheiro roubado do povo, produziu uma fraude gigantesca: Lula da Silva. Não se trata de uma frase de efeito ou de uma reação emocional. É a conclusão inescapável da farta documentação produzida pela Operação Lava Jato.

Lula poderia ter sido uma bela história. Não foi. Definitivamente. Como lembrou editorial do Estado, Lula entra nessa história sórdida “na condição de poderoso, e não de fraco e oprimido perseguido pelos malvados inimigos do povo. Lula está com a polícia em seus calcanhares não porque é um nordestino que nasceu na pobreza e subiu na vida. Lula está nessa triste situação porque deixou que o poder lhe subisse à cabeça, deslumbrou-se com a veneração da massa, com o protagonismo político e com a vassalagem interessada de políticos medíocres, intelectuais ingênuos ou vaidosos e, principalmente, com a bajulação de homens de negócio gananciosos”. 

Seu depoimento ao juiz Sergio Moro foi a pá de cal na sua biografia. Acusado de ser o dono oculto do triplex no Guarujá, um presente da OAS pelos serviços prestados à empreiteira, Lula teve a oportunidade de se defender. Não conseguiu convencer nem uma inocente freira de clausura. Enrolou-se e acabou prisioneiro do cipoal das suas mentiras. 

A Moro disse que não sabia da reforma do apartamento e por isso mesmo não tratou da obra com Léo Pinheiro. Já em março de 2016, quando foi alvo de condução coercitiva, admitiu em depoimento à Polícia Federal ter tratado de um projeto para o apartamento. “Quando eu fui a primeira vez, disse ao Léo que o prédio era inadequado, porque um triplex de 215 metros é um triplex Minha Casa, Minha Vida, era pequeno. Eu falei: Léo, é inadequado para um velho como eu. O Léo falou: ‘Eu vou tentar um projeto pra cá’”, contou Lula ao depor. Naquela mesma ocasião deu a entender que dona Marisa visitara o apartamento para verificar se as recomendações feitas pelo casal haviam sido seguidas pela empreiteira.

Agora, ao tentar afastar-se de qualquer responsabilidade, aponta firme o dedo para sua mulher. Segundo Lula, Marisa foi quem se interessou pelo triplex, não ele. E se interessou para fazer um investimento. Ele nada sabia. Pobre dona Marisa. É de lascar, amigo leitor.

Mas a ignorância inocente de Lula é ampla, geral e irrestrita. Questionado pelo juiz Sergio Moro se em algum momento, como líder inconteste do PT, pediu ao partido que investigasse o envolvimento de companheiros no esquema de corrupção detalhado posteriormente pela delação de executivos das empreiteiras e da Petrobrás, Lula disse que em 2014, quando vieram à tona as denúncias da Lava Jato, ele era apenas um ex-presidente, comparável a um “vaso chinês”. Moro insistiu em que, mesmo na condição de ex-presidente, o depoente tinha evidente influência no partido, ao que Lula respondeu candidamente: “Eu não tenho nenhuma influência no PT”. 

A propósito das declarações do ex-diretor da Petrobrás Renato Duque, indicado pelo PT, segundo as quais Lula mandou que ele destruísse provas da existência de contas secretas no exterior abastecidas com dinheiro do petrolão, o ex-presidente teve de confirmar o encontro num hangar no Aeroporto de Congonhas. Mas, é claro, apresentou outra versão para os fatos. Disse que o ex-diretor da Petrobrás negou ter conta lá fora e, assim, encerrou o assunto. Se a intenção de Lula era apenas perguntar se Duque tinha conta no exterior, por que marcar um encontro top secret num hangar? No contexto, a suposta ordem de Lula para que Duque destruísse provas faz todo o sentido.

Mas as agruras de Lula não param por aí. O marqueteiro João Santana, por exemplo, disse que ele estava plenamente informado de que pagamentos por seus serviços na eleição de 2006, vencida pelo petista, foram feitos via caixa 2. O mesmo com Dilma Rousseff, para cujas campanhas (2010 e 2014) João Santana trabalhou.

Santana contou que toda negociação era feita por Palocci, mas o ex-ministro lhe dizia que nada podia ser feito sem “a palavra final do chefe”, o Lula. Magoado e ressentido com o abandono de Lula e premido pela força de denúncias potentes, Palocci está negociando acordo de delação premiada. Seu depoimento tira o sono do ex-presidente. Com razão. 

Lula está aprisionado no labirinto das suas mentiras e do seu cinismo. Briga contra os fatos. Mas a verdade está gritando na seriedade da democracia e no coração dos brasileiros. Seu deboche das instituições tem pegado muito mal. De fato, Lula nada explicou. Nada disse que ajudasse os brasileiros a entender por que recebeu milhões de reais de empresas condenadas por esquemas de corrupção na Petrobrás e de lobistas traficantes de medidas provisórias no seu governo. O mito está derretendo.

A sociedade precisa estar atenta. Vivemos um momento perigoso. Os assaltantes do dinheiro público e os estrategistas do projeto de perpetuação do poder, fortemente atingidos pela solidez das nossas instituições democráticas, não soltarão o osso com facilidade. Farão o diabo para não perder a boquinha. O País está radicalizado por causa da luta de classes tupiniquim do “nós contra eles”. Há riscos no horizonte. Mas precisamos acreditar no Brasil e na capacidade de recuperação da nossa economia. A sociedade amadureceu. O exercício da cidadania rompeu as amarras dos marqueteiros da mentira. A imprensa, o velho e bom jornalismo, está mostrando sua relevância para a sobrevivência da democracia e das liberdades.

Graças ao papel histórico da imprensa e à legítima pressão da sociedade, o Brasil não será o mesmo. Impõe-se, para isso, que a sociedade, sobretudo a juventude, idealista, alegre e tolerante, dê um basta às tentativas, claras e despudoradas, de inauguração do maior bordel político da nossa História.

Este artigo estava pronto quando explodiu o noticiário das gravações de Michel Temer e de Aécio Neves. O Brasil precisa ser refundado.

062 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.

O Jornal do Cariri. na sua pagina "Os grandes Nomes do cariri", homenageou Tomé dos Santos Cabral. Tão eminente vulto caririense, pois  a pesquisa oferecida sobre "Seu Tomé" pela Assembleia Legislativa do Ceará está perfeita.

Quando chegou no Pimenta, já estavam por lá Lino Zábulun, Pedro Teles, Alexandre Belchior e Pedro Praieira. 

Começou a erguer a primeira casa moderna, em alvenaria, do bairro, uma mansão para os conceitos da época; a casa do então gerente do Banco do Brasil, Tomé Cabral.

Aquele cidadão, apesar de sua posição de destaque, era simples e afável, pessoa que era citada por todos como exemplo para nossa formação. 

Era um verdadeiro consultor e orientador para quem o procurava. 

Esse milagrense, que além de bancário foi grande administrador, escritor e folclorista de renome, era cidadão cratense por título. Faleceu aos 80 anos em 1988, cercado pelo carinho dos seus familiares e a admiração dos seus concidadãos. 

Um pouco da história que lembramos - Por Antônio Morais


Aureliano Chaves de Mendonça.

Este cidadão mineiro era a medida padrão da decência, honradez e honestidade moral. Foi governador do Estado de Minas Gerais e seu ultimo cargo publico foi o de vice-presidente da Republica no governo João Batista de Figueiredo.

Algumas passagens históricas marcaram a vida de Antônio Aureliano Chaves de Mendonça: Com a viagem do presidente Figueiredo aos Estados Unidos para tratamento de saúde o Aureliano assumiu a Presidência da Republica. Logo nos primeiros dias no cargo é comunicado pelo Ministro Chefe da Casa Civil Leitão de Abreu que um avião havia sido preso no Rio de Janeiro carregado de muamba. Está correto respondeu para o ministro. Acontece que a muamba é do filho do Presidente Figueiredo, disse o Ministro. Prenda-o, respondeu Aureliano! Esta historia foi resolvida com a alta médica forçada e o retorno imediato do presidente Figueiredo ao Brasil, suspendendo o tratamento. Por conta deste fato o Ministro do Exercito General Sílvio Frota passou a nutri indiferença pelo Aureliano e numa solenidade do dia de Independência o ministro não prestou continência ao Vice - Presidente e foi preso por determinação deste. Depois o ministro se demitiu.

O fato mais importante de todos: o Aureliano foi indicado pela convenção nacional do PFL para candidato a presidente da Republica na eleição de 1988. Com Color de Melo disparado nas pesquisas, surgiu à possibilidade da candidatura Sílvio Santos, único nome, segundo as pesquisas de opinião, capaz de derrotar o Color. O presidente do PFL senador Jorge Bornhausen reuniu o diretório nacional que decidiu formar à chapa Sílvio Santos - Marcondes Gadelha, chegando a veicular no horário eleitoral. Acontece que para registrar essa candidatura haveria a necessidade de Aureliano renunciar.

Quando houve a comunicação ao Aureliano da decisão da cúpula do partido ele disse: Vocês deram esse encaminhamento sem me consultar, em razão disto eu não renuncio, serei candidato. Assim o fez mesmo sabendo que não tinha chances. É isto aí.


Nesta época os empresários eram  sérios, honrados,  dignos, probos e humildes.  Ficam portanto os exemplos do politica Aureliano Chaves e do empresário Antônio Ermírio.

Os batistas, incluindo o Eike não  teriam o direito de serem recebidos por Aureliano. Não restam dúvidas.

Joesley diz que Lula pediu ajuda para o MST

"Ele (Lula) me ligou esses dias, pediu pra mim [sic] atender os sem-terra. Eu digo: 'ô presidente' (risos)...", contou o dono da JBS em delação premiada
Fonte: Estado de Minas
São Paulo - Segundo delação do empresário da JBS Joesley Batista, ele disse ao deputado Rocha Loures (PMDB/PR) que a última vez que conversou pessoalmente com Lula foi no fim de 2016, mas contou que recentemente recebeu uma ligação do ex-presidente com um pedido de ajuda ao Movimento dos Sem-Terra (MST). “Ele me ligou esses dias, pediu pra mim [sic] atender os sem-terra. Eu digo: ‘ô presidente’ (risos)… ‘Joesley, eu tô aqui com o (João Pedro) Stédile, não sei o que ele precisa falar com você’… ‘Tá bom presidente, manda ele vir aqui. Eu atendo ele, tá bom?'”, relatou o empresário ao deputado.A conversa com Loures foi gravada pelo próprio Joesley, já no curso da delação premiada que ele fechou com a Procuradoria-Geral da República. O áudio tem uma hora e 14 minutos de duração e foi anexado aos autos da Operação Patmos, que mira o presidente Michel Temer, o senador Aécio Neves (PSDB) e o próprio Loures.

O encontro do delator Joesley com o parlamentar - afastado do mandato por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal -, ocorreu no dia 13 de março, apenas uma semana depois que o executivo da JBS gravou a conversa com Temer. Na ocasião, Joesley recebeu Loures em sua própria residência, no Jardim Europa, em São Paulo.

Aos procuradores da Lava-Jato, Joesley contou que abriu uma ‘conta corrente’ de US$ 80 milhões no exterior para atender ao ex-presidente. Ele disse que não tem amizade com o petista como as pessoas imaginam.

“Sobre o Lula, eu acho assim, primeiro, que eu não tenho amizade com ele igual o povo acha que eu tenho. Eu conheci o Lula tem dois anos atrás, fim de 2013”, contou Joesley ao deputado Loures.

Segundo ele, o parlamentar foi indicado por Temer como uma pessoa de sua ‘estrita confiança’ para ajudar o empresário em seus negócios. O deputado foi filmado pela Polícia Federal pegando uma mochila com R$ 500 mil em dinheiro vivo, em São Paulo.

Loures comenta com Joesley que tem ‘boa relação’ com Lula. “Sempre me dei bem com ele, sempre fui não-ideológico, mas prático. Agora, me parece que muito desse movimento (investigações da Lava-Jato) é para alcançá-lo, né Joesley, a ele e ao entorno”, disse o deputado. “Com certeza”, respondeu o empresário. No diálogo, ambos concordaram que ‘a única coisa que resta’ a Lula ‘é enfrentar’ a Lava-Jato.

Curiosamente, foi nesse período em que Joesley disse ter conhecido Lula pessoalmente que ganhou força o boato nas redes sociais de que um dos filhos do ex-presidente, Fabio Luis Lula da Silva, era sócio-oculto da Friboi, marca de frigorífico do grupo JBS. Ele e os irmãos que são sócios da empresa sempre trataram os rumores com ironia.

Ao Ministério Público Federal, Joesley disse que abriu duas ‘contas correntes’ de propina no exterior que seriam vinculadas a Lula e à ex-presidente Dilma Rousseff, para pagamento de campanhas eleitorais. O saldo em ambas chegou a US$ 150 milhões, segundo o delator. Esses recursos, afirmou o empresário, eram operados pelo ex-ministro Guido Mantega (Fazenda) nos governos Lula e Dilma.

Pátria amarga, Brasil! - Por Ricardo Noblat

Raramente os séculos começam e acabam de fato na data marcada. O século XX começou com a guerra de 1914 e terminou com o fim da União Soviética em 1991. Dá-se o mesmo com os governos.

O primeiro de Lula foi a continuação do governo Fernando Henrique por mais de um ano. O segundo de Dilma terminou antes da abertura do processo de impeachment. Na última quarta-feira, o de Temer entrou em colapso.

Presidentes caem quando perdem a autoridade política de mandar e de ser obedecido. Temer começou a perder a dele depois da revelação do que disse e ouviu do empresário Joesley Batista, dono do Grupo JBS, durante encontro clandestino no porão do Palácio do Jaburu, em Brasília.

Os dois eram amigos de muito tempo e haviam se reunido mais de 20 vezes, segundo Joesley.

A JBS foi a maior doadora da campanha de Temer para vice-presidente em 2014. Parte da doação – R$ 1 milhão – acabou entregue nas mãos de um assessor do candidato.

Ao receber Joesley no Jaburu, a primeira preocupação de Temer foi indagar se ficara registro da entrada dele ali. Joesley respondeu que não. O gravador escondido no bolso do empresário eternizou o resto da conversa.

Se Temer tivesse se limitado a ouvir Joesley em silêncio estaria enrascado do mesmo jeito. O grupo JBS fora alvo de cinco operações da Polícia Federal. Joesley corria o risco de ser preso a qualquer momento.

Temer ouviu Joesley confessar vários crimes – entre eles, o de que “segurava” dois juízes e subornara um procurador da República. E o que fez? Deu-lhe ordem de prisão? Despediu-se dele amavelmente.

A sorte de Temer depende da decisão a ser tomada nesta quarta-feira pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento de recurso que pede a suspensão do inquérito aberto contra ele.

Temer é o único presidente da República investigado até agora pelo STF, suspeito de crimes de corrupção, obstrução de Justiça e organização criminosa. Se o inquérito for suspenso, ele ganhará uma sobrevida. Do contrário... Hasta la vista, baby!

A política é como uma nuvem, etc e tal... O formato da nuvem no final da tarde de ontem em Brasília indicava que os principais partidos da base aliada do governo estão prontos para abandoná-lo se Temer seguir sendo investigado.

Não haverá distribuição de cargos e de dinheiro que os segure. No impeachment de Collor, sobrou dinheiro e faltou voto para barrá-lo. No de Dilma, também.

A oposição quer a renúncia de Temer e diretas, já, para que Lula possa disputá-las. A nuvem indica que o sucessor de Temer será escolhido pelo Congresso como manda a Constituição.

E que o escolhido não será Cármen Lúcia, presidente do STF, inimiga declarada da corrupção. E nem Henrique Meirelles, ministro da Fazenda, para evitar que ele sonhe em se reeleger. E nem o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) por problemas de saúde.

E Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara dos Deputados? A nuvem sugere que ele é o nome mais cotado para a vaga de Temer. Ocupará a vaga como presidente temporário. Depois poderá nela permanecer como presidente definitivo... Enquanto dure.

Até o PT e o PC do B votaram em Maia para presidente da Câmara. Ele foi citado na Lava Jato, é verdade. E esse é seu ponto fraco.

Está bem... Só falta combinar com Temer, que poderia preferir se arrastar como um morto-vivo no cargo pelos próximos meses. Mas como ele só quer o bem do país, não desejará ficar como o mal.

A lavanderia TSE e a destruição da democracia - Por Merval Pereira.


Resume a ruína:

"Com as delações da Odebrecht e agora da JBS, vemos como o caixa 1 nas campanhas eleitorais foi desmoralizado.  Todo mundo recebia por dentro, por fora, lavava o dinheiro no TSE. 

É incrível como os políticos subornados são tratados com desprezo pelos empresários que participavam do esquema de corrupção. 

Essa história toda é um atentado à democracia. As empresas que participaram desse esquema estão destruindo a democracia, em conluio com políticos."

domingo, 21 de maio de 2017

083 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Foto de Várzea-Alegre a partir do Sanharol, a cidade, a lua e ao fundo a majestosa Serra Negra.

Quem conhece Várzea-Alegre, conhece também a Serra Negra e a história da pedra que escorregou de sua cumeeira. Localizada próximo ao Sitio Mocotó, num ano de forte inverno uma enorme pedra se deslocou do alto indo parar no seu pé, deixando um rasgo que até nossos dias não encabelou. De longe se avista a abertura.

Depois de muita luta Fatico Fiúza convenceu "Pé Vei", ir trabalha no Riacho do Meio, propriedade de Leopoldo Cassundé, o conhecido Leó colhendo algodão.

A permanência que se pretendia ser de um mês durou apenas dois dias. Pé Vei estava de volta no Buenos Aires.

Fatico procurou saber as razões e motivos de tão repentino retorno.

Pé Vei afirmou categórico : A pedra de dez quilos de Leó é a que escorregou da Serra Negra, não há homem, por mais apanhador de algodão que seja, que consiga colher uma arroba de algodão na semana.

"Coisas desta República": JBS ajudou a eleger 16 dos 27 governadores de estados brasileiros

  Sem prisão ou tornozeleira e longe do país: os benefícios que os delatores da JBS ganharam -- Joesley Batista e a mulher, Ticiana Villas Boas (ex-apresentadora do Jornal da Band, ao lado de Ricardo Boechat), em foto de 2014 durante o baile da Amfar, em São Paulo (foto: AFP PHOTO / BRAZIL PHOTO PRESS / ADRIANA SPACA).

Brasília, 21 - Um dos documentos da delação dos executivos da JBS mostra que o grupo empresarial contribuiu para a eleição de 16 dos 27 governadores empossados em 2015. Em termos proporcionais, foram 60% dos vitoriosos nas eleições de 2014.

A lista dos governantes que o JBS considera seus aliados aparece em uma nota manuscrita entregue pelo executivo Ricardo Saud. No mesmo pacote de documentos há uma relação de candidatos financiados em 2014, com os respectivos valores recebidos.

O cruzamento das duas listas mostra que, dos governadores eleitos, o PSDB lidera o ranking de valores recebidos, com R$ 15 milhões. A seguir vêm PT (R$ 13,3 milhões), PSD (R$ 11,3 milhões) e PMDB (6,6 milhões). A eleição dos 16 governadores custou R$ 47,3 milhões à JBS.

Clínica São Raimundo - Cuidando da Saúde de Várzea-Alegre !


O Blog do Crato ( E agora o Blog do Sanharol ) tem o prazer de fazer a publicidade da Clínica São Raimundo, da cidade de Várzea Alegre - CE, que acredita no nosso trabalho como meio de buscar a integração regional. A Clínica São Raimundo é uma empresa conceituada. Comandada pelos renomados médico Dr. Menezes Filho e Fisioterapeuta Dra. Ana Micaely de Morais Meneses. Especializada em pediatria, ultrassonografia, fisioterapia geral e especializada ( RPG , neurológica e  uroginecológica) .

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Não era nada disso!’, diria Tancredo para Aécio - Por Josias de Souza.


A caminho da sexta cirurgia, aquela que o levaria à morte, privando-o de assumir a Presidência da República, Tancredo Neves disse para Aécio Neves: “Eu não merecia isso!”

Vivo, Tancredo poderia repetir o mesmo comentário para o neto, agora um senhor de 57 anos, enroscado em oito enredos penais. A velha raposa talvez emendasse uma segunda frase: “Não era nada disso!”

O barulhinho que se ouve ao fundo é o som de Tancredo se revirando no túmulo.

Ciro não engana mais ninguém - Por Mário Vitor Rodrigues.

“Lula passionaliza imediatamente o debate, radicaliza uma divisão entre brasileiros”, sapecou Ciro Gomes em entrevista concedida à DW Brasil, ainda no começo da última semana. Anteriormente, o próprio ex-governador do Ceará opinara que Luiz Inácio prestaria um desserviço ao Brasil e a si mesmo, caso insistisse em candidatar-se à Presidência.

Quanto ao primeiro argumento, de tão óbvio dispensa comentários, mas o segundo impõe uma interessante reflexão: afinal de contas, a que desserviços Ciro se refere? Aventar que o chefe daria um tiro no pé ao tentar um novo pleito, por exemplo, das duas uma, denota ignorância ou uma pretensa esperteza eleitoral.

Bem diferente do que o pedetista tenta insinuar, e analisando o cenário sob um ponto de vista absolutamente estratégico, Lula faz muito bem ao antecipar sua candidatura. Afundado que está em processos e provas irrefutáveis contra si, não lhe restou outra estratégia a não ser a de rebobinar o esfarrapado personagem do Padim Ciço. Mal ou bem, desta forma criou um fato, e parece ter animado o que restou da sua militância.

Desserviço ao País? Tampouco. Torna-se cada vez mais alvissareira, aliás, a hipótese de que saia candidato. Já condenado em primeira instância, indiciado em outros processos, sem falar nas delações que devem surgir até lá, apenas um milagre o salvaria da derrota nas urnas — convenhamos, o único desfecho capaz de aplacar sua martirização.

Trocando em miúdos, ao tentar parecer um sujeito razoável e não o descompensado emocional que todos já conhecem, Ciro está apenas falando como o eterno pré-candidato que é. Não por acaso, tenta agora ensaiar um discurso moderado, que seduza o eleitor avesso a extremismo.

Pois, na verdade, trata-se de um sujeito ainda mais perigoso do que o próprio Lula. Esse já tem lugar reservado na história como o maior gângster político que o Brasil concebeu, mas nunca deixou de lado o pragmatismo para alcançar seus objetivos. Ciro Gomes, bem ao contrário, desfia a verve típica dos ideólogos. Não por acaso, passou por onze partidos até encontrar-se no PDT, legenda de mentecaptos clássicos como Leonel Brizola e, mais recentemente, Dilma Rousseff.

Ciro, no fundo, tem um quê de Marina Silva: já foi ex-ministro de Lula, gosta de fazer barulho e não engana mais ninguém.

Trata-se de um sujeito ainda mais perigoso do que o próprio Lula. Esse já tem lugar reservado na história como o maior gângster político do País

sábado, 20 de maio de 2017

061 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.

Na década de 50 do século passado e inicio da quadra chuvosa, um jeep que vinha da "Nascente", trazendo para cidade um militar e duas prostitutas, deu o "prego" bem no meio do Rio das Piabas, Grangeiro.  

O militar foi atrás de socorro  e as duas mulheres ficaram esperando dentro do veiculo. Nisso, uma grande chuva formou-se no município de Barbalha  e veio margeando a serra  para o lado cratense, desabando nas encosta da Chapada  um verdadeiro temporal. 

Na cidade não choveu!  As pobres mulheres que estavam no veiculo foram surpreendidas  pela enxurrada e morreram. Este foi o primeiro grande acidente  com morte registrada naquele manancial.

Hoje ele está poluído e sem atrativo, mas já foi descrito pela escritora cratense Telma Brito, em um colorido poético, como o rio de sua adolescência. Na época ele merecia aquela circunstância feliz. Hoje encontra-se sujo, assoreado, mas ainda vivo e cobrando o que lhe roubaram. 


Em VEJA desta semana - 1

Até bispos sem bússola moral acertam de vez em quando
Cancelamento da farsa de manifestação política marcada para catedral em Curitiba mostra que a ficha cai mesmo para os pastores perdidos da Igreja
Por Vilma Gryzinski
Papa Francisco - Ele pelo menos sente o que fala: ao contrário dos filhos de Francisco, espirituais, claro, papa tem gana e sangue na veia (Alessandro Garofalo/Reuters)

Pai, por que nos abandonaste, perguntariam os que acreditam diante dos bispos desnorteados que conduzem seus rebanhos  para a perdição. Isso, obviamente, se os rebanhos dessem ouvidos ao constante vazamento de insensatez que jorra de tantos canos furados da cúpula da Igreja.

Os não crentes se espantam com a estupidez tão profundamente entranhada que a arquidiocese de Curitiba aceitou com indisfarçada alegria sediar “uma vigília inter-religiosa de oração pela democracia e pela vida ”.

E quando tão nobre iniciativa aconteceria? Surpresa, surpresa: no dia 9 de maio. Uma coincidência incrível, não? E precisa dizer quem seriam os participantes da rave vermelha na catedral?

“À época ainda não era conhecida a transferência da data do depoimento de Luiz Inacio Lula da Silva ao juiz Sergio Moro”, alegou hipocritamente a arquidiocese ao ter um vislumbre de lucidez e cancelar o interessante, bondoso e absolutamente neutro evento. Face à atmosfera “densa de potenciais confrontos”.

A cegueira deliberada não tem, infelizmente, nada de excepcional à luz da visão da maioria dos bispos locais e, em diferentes medidas, de além fronteiras. Expressa, confirmada e exemplificada na nota da Confederação Nacional de Bispos do Brasil em sua nota de quarta-feira passada sobre o Grave Momento Nacional.

BOIS SEM NOME

Com um atraso que, mais do que à preguiça intelectual de sempre, está intimamente associado à dolorosa perda da bússola moral, a organização menciona vagamente “agentes públicos e privados que ignoram a ética e abrem mão de princípios morais”.

Os tais agentes têm sido dia e noite expostos em nome e sobrenome. E de forma estonteantemente clara e simples pelo último depoimento do homem que sabia demais e colecionava quadros ruins acreditando que eram um bom jeito de lavar dinheiro por trás de uma passagem falsa.

Mas os senhores bispos não querem saber de dar nomes aos bois já tão extensivamente nomeados. Atribuem tudo a um vago “fisiologismo politico”. Não venham perguntam aos senhores bispos quem foram os tais agentes e, acima de todos, o chefe deles. Os sepulcros calados não abrem o bico.

Já entre os males em geral da sociedade, que precisam ser “superados”, claro, são incluídos “excessos no uso da força policial” e  “poder discricionário dos meios de comunicação social”.

Ninguém duvida de que ambos existam. Mas o que têm a dizer os nobres e bondosos bispos aos policiais que levam rojões na cara para impedir a destruição de bens públicos e particulares por corjas de incendiários?

Ou aos jornalistas dia e noite esculhambados no mundo virtual, cujas famílias muitas vezes são hostilizadas no mundo real, por revelarem nomes, sobrenomes e o incessante tsunami de roubalheira dos tais “agentes”?

EXAME DE INCONSCIÊNCIA

Nem uma palavra, só o silêncio dos que esqueceram os ensinamentos e a história de sua própria Igreja. O silêncio dos que não sabem mais dizer o que é certo e o que é errado, como eles mesmos acreditam ser sua missão. O silêncio dos covardes.

Como Marine Le Pen, os senhores bispos também acham que a “economia globalizada” está na origem dos problemas econômicos do país e que “tem sido um verdadeiro suplicio para a maioria da população brasileira”.

Qual a responsabilidade dos “agentes” nunca nomeados na porcaria feita por insanos apenas recentemente afastados do poder, tantas vezes incensados pelos senhores bispos, para agravar e quase destruir condições econômicas já intrinsicamente precárias?

Todo mundo já adivinhou a resposta. Os nobres e bondosos bispos devem pousar as brancas cabeças em paz no travesseiro depois de fazer seu exame de consciência, acreditando que estão defendendo os interesses do povo.

Também devem acreditar que têm o direito de confiar “o povo brasileiro ao coração de Nossa Senhora Aparecida”. Não desconfiam nem remotamente que o povo brasileiro, ou a parte que assim deseja, em geral, tem sua conexão própria com Nossa Senhora Aparecida, sem precisar de bispos no meio. Tão ligados?

DISNEY NO VATICANO

As condições que levaram a este descompasso religioso, espiritual, teológico e moral são conhecidas. O papa Francisco as simboliza, de muitas maneiras, mas com uma diferença importantíssima: insiste sempre na necessidade de que os homens da Igreja sejam mais comprometidos, engajados, envolvidos e até alegres no exercício da missão que escolheram.

Praticamente todos os dias, o papa acrescenta mais disparates à lista de Francisco. Um exemplo banal e recente: defendeu que mediadores internacionais inferiram para desativar a crise causada pelos testes de mísseis e bombas nucleares da Coreia do Norte.

Ao tecerem uma aliança de ocasião com a China e o Japão para forçar baby Kim a fechar a caixa dos brinquedinhos nucleares, os Estados Unidos estão fazendo exatamente isso – sustentados, claro, por uma força naval de fazer tremer potestades angelicais.

Ou o papa quer invocar o poder transformador do Espíritio Santo e trazer o ditadorzinho para morar num Castelo de Santo Ângelo transformados em Disney vaticana?

VAMPIROS EM CURITIBA

Francisco fala mais bobagens do que mil argentinos juntos assistindo um jogo de futebol contra o Brasil – mas, como estes, também diz verdades fortes  e até inconvenientes. E tem personalidade, gana, sangue nas veias. Não é um sepulcro caiado.

E tem coragem também. Durante sua recente viagem ao Egito, não aceitou carros blindados. Embora, claro, estivesse sob proteção pesada – era o que faltava o governo egípcio dar margem a que o papa fosse explodido durante seu turno.

Não falou uma palavra errada, embora não faltassem oportunidades. Também prestou uma solidariedade pungente aos coptas, que estão entre os cristãos mais antigos do mundo e, desde a invasão da religião dominante, enfrentam as seguintes escolhas: conversão, exclusão, exílio ou espada.

Seria esperar demais que os senhores bispos ouvissem mais seu próprio papa e menos os vampiros que baixam agora em Curitiba?  Segundo a religião que pregam, a  infinita misericórdia do Deus em que talvez acreditem dá chances a todos até o último minuto.

Por Vilma Gryzinski