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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Situação está feia para Globo nas redes sociais.

Alvo de várias hashtags negativas nos últimos meses, a Rede Globo segue sofrendo com intensas críticas nas redes sociais. 

A manhã desta quarta-feira (20) trouxe mais um exemplo de como a imagem da Rede Globo está danificada entre os usuários das redes sociais.

No momento de produção desta matéria, duas hashtags estão entre os assuntos mais comentados do Twitter brasileiro: A movimentação no microblog Twitter se deve aos novos capítulos do imbróglio envolvendo o presidente da República, Jair Bolsonaro, e a emissora fundada pelo falecido Roberto Marinho.

Em áudios vazados pela grande mídia, Bolsonaro criticou o então ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebiano, por causa de uma reunião agendada com o vice-presidente de Relações Institucionais do Grupo Globo, Paulo Tonet Camargo.

Em um trecho do áudio, como noticiou a RENOVA, Bolsonaro foi enfático: “Trazer o inimigo para dentro de casa é outra história. Pô, cê tem que ter essa visão, pelo amor de Deus, cara. 

Fica complicado a gente ter um relacionamento legal dessa forma porque cê tá trazendo o maior cara que me ferrou – antes, durante, agora e após a campanha – para dentro de casa.”

415 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Em frente a casa do Sanharol tinha outra casinha de taipa que foi ocupada por Felipe e Antônia de Silvestre. 

O casal tinha uma reca de filhos e uma delas de nome Rita era afilhada do José André. Um dia, Felipe adquiriu uma sanfona velha e decidiu aprender a tocar. 

Sentava-se na frente da casa e mandava brasa. Devido a proximidade das casas ninguém dormia com o fon-fon. Era fon quando abria e fon quando fechava a sanfona. E não saia desse tom ou seja do fon-fon.

Maurícia, irmã de Antônia veio passar umas ferias na casa da irmã. Antônia se ocupava com os afazeres na cozinha enquanto Maurícia ficava apreciando o tocadão do Felipe. 

Um dia, a sanfona silenciou, Antônia que já estava desconfiada, se aproximou como quem toma chegada pra matar passarinho e descobriu que a Maurícia estava de sócia do marido.

Foi o maior fuá, cabo de bassoura pra todo lado. Chamaram Zé André para apaziguar a guerra dos compadres. Zé André, muito prudente, ouviu pacientemente as partes e deu o seu parecer: Comadre Antônia, se afregele não, compadre.

Felipe sabendo que não seria um bom acordeonista resolveu trocar de instrumento e treinar um pouco com o reco-reco da tua irmã. 

Não houve jeito Maurícia teve que arribar do Sanharol na mesma noite.


AGONIA DOS ESTADUAIS - Por Wilton Bezerra, comentarista esportivo

No dia em que desaparecer o interesse em ver jogar Messi, Neymar, Salah e Cristiano Ronaldo, o futebol terá decretado o seu fim.

O que vale nesta indústria de entretenimento é o interesse, a atração.

Infelizmente, os campeonatos estaduais perderam interesse esportivo e econômico por negligência da CBF e federações.

Nunca se pensou num fundo financeiro em beneficio dos pequenos clubes, embora sobre dinheiro nos cofres da CBF.

Quando a televisão anunciou o desinteresse pelas competições estaduais, os dirigentes de federações se alvoroçaram.

Uma comissão de trabalho foi formada para tratar do assunto e nada foi resolvido.

Com isso, muitos clubes pequenos estão definhando. Escapam os bancados por empresários e agentes de jogadores.

Os grandes times tratam os estaduais como uma oportunidade para treinar e fazem uso de formações alternativas.
Quem vai pagar para assistir treinos?

No plano nacional, tem Copa do Nordeste (que precisa de uma repaginação), Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e as vistas e preocupações voltadas para Sulamericana e Libertadores, engolfando mais ainda os estaduais.
Chega-se a julgar a Libertadores como mais importante que o Campeonato Brasileiro.

Enquanto outras competições são robustecidas por prêmios maiores, os nossos estaduais empobrecem.
E não tem apego emocional que os salvem.

414 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Dr. Sávio no seu ultimo “Sexta de Textos” falou das debulhas de feijão ou de versos do seu Nem. Hoje eu trago as debulhas do Sanharol.

Josefa de Sanharol e Mundinha eram irmãs, Pedro André e Benedito eram irmãos. Os quatro eram primos legítimos. Pedro André era casado com Josefa, Benedito era viúvo e Mundinha, a poetisa, nunca quis se casar.

Reuniam-se na casa de Pedro e Josefa toda a gente da ribeira para a conhecida debulha de feijão. Faziam uma ruma de feijão na grande sala, colocavam um pão de arroz no meio para ser degustado com café donzelo como premio aos participantes no final do serviço. 

Pode-se falar que muitos casamentos foram a resultante dessas debulhas de feijão, bem como muitas decepções amorosas.

Prosa vai, prosa vem, Pedro André disse: Benedito você devia se casar com Mundinha. Benedito endoidou e não teve a paciência necessária de esperar a melhor hora de falar com Mundinha, se afoitou e foi logo, no meio daquela multidão, pedindo em alta voz a mão de Mundinha em casamento. 

Depois de ouvir a proposto do primo Mundinha respondeu em verso. A maior mala de todos os tempos.

Ei-la:

Não me caso com viúvo
Nem que a corda dê um nó
Pra depois não me dizer
Que a finada era melhor.



Conclusão - Por Antônio Morais.


Nos áudios Bolsonaro não chamou o STF de acovardado. Não combinou a posse de alguém  para fugir da justiça.  Não mandou papel assinado  para ludibriar a justiça.

Nada há que comprometa a ética e a moral. Segue em frente. 

Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

A questão chave - Por Alexandre Garcia.


A questão chave é a seguinte : Jair Bolsonaro cortou as verbas publicitárias e a mídia está agonizando como um moribundo em seus últimos dias de vida. 

E para piorar ainda mais, os grandes grupos de comunicação perderam o seu principal informante : Bebiano.

413 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Tenho lido muito nestes blogs do cariri sobre comidas típicas. Baião de Dois é a predileção de todos. No Sanharol, na década de 1980, numa semana santa a família toda reunida, filhos, noras, netos amigos, depois de um bom vinho e muitas historias de causos, minha mãe começou a preparar o almoço. Sábado de aleluia, todos enjoados de peixes. 

Um baião de dois com queijo, costela de porca torrada, carne de sol, carneiro assado e é claro piqui. A namorada do  meu segundo irmão, uma moça fina dos lados da Fortaleza, muito espilicute, cheia de riquifife, que só queria ser as pregas, se desmanchava em mimos com minha mãe, menos pela futuro sogra, e, mais para mostrar o quanto era prendada para o futuro esposo.

Quando minha mãe cortou os piquis que reacendeu aquele cheiro forte a moça se arrepiou toda, saiu engoiando casa a fora. Minha mãe imaginou: essa danada está é buchuda? 

Daí por diante não foi mais prus lados da cozinha. Na hora de servir o almoço, colocaram as panelas na mesa grande e cada um ia se servindo.  A ante piqui, fez o pratinho e por educação colocou o menor caroço de todos. 

Sentou-se numa janela e ficou aguardando o melhor momento de jogar o bicho fora. Olhava pru caroço de piqui e olhava pru povo. Determinada hora uma porca passava pelo terreiro e ela aproveitou a oportunidade. Jogou o caroço de piqui, e, a porca aparou no ar. Ninguém viu.

Aparentemente estava tudo resolvido. Mas que nada, minha mãe muito atenciosa, lhaneza no trato com todos, supervisionava os visitantes, e, passando por perto, deu uma cubada no prato da futura ex-nora e disse: Eu nem  botei piqui no teu prato. 

Foi na tigela apanhou três caroços de piqui dos maiores numa concha e colocou no prato da  danada. 
Daí por diante deixo a conclusão com vocês.


Tiroteio adiado - Por José Newmanne Pinto.



Humilhado e depois elogiado em vídeo por Bolsonaro, Bebianno foi descartado do Planalto por ter cometido imprudência de enfrentar o filho 02 do presidente e, por causa disso, se ter tornado desafeto dele

Bebbiano foi demitido após acordo que Bolsonaro não cumpriu. Terá ele munição para não cumprir a parte dele?

Criada pela humilhação imposta por Jair e Carlos Bolsonaro a Gustavo Bebianno, por eles chamado de “mentiroso” em rede social, a crise palaciana para, em teoria, afastar do presidente as consequências da denúncia de laranjas do PSL em Pernambuco foi, afinal, resolvida na segunda-feira 18 de fevereiro com a demissão do desafeto do apelidado pelo pai de 02. 

O chefe do governo gravou um vídeo chamando o demitido de “valoroso”, mas não cumpriu parte do acordo de paz selado com ele, que também previa sua divulgação em seu Twitter. Paira ainda, então, no ar sujo desta época do ano a insinuação feita pelo humilhado e elogiado de que pode sair atirando. 

Resta ver se terá munição e armas para cumprir.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Bolsonaro pede que equipe trate Bebianno como página virada.


O Palácio do Planalto orientou a equipe ministerial a não falar sobre Gustavo Bebianno publicamente e a tratar o ex-ministro como “página virada”.

A ordem de Jair Bolsonaro é que o foco de todo o governo neste momento seja a reforma previdenciária e o pacote anticrime.

Que tempos, que costumes - Por Antonio Morais


Lampião em Várzea-Alegre.
Todo matuto tem horror aos que em razão do oficio, são severos na aplicação das leis. Conta-se que um dos muitos fiscais do consumo que vivia a percorrer a terra e que, de posse de um mandato de segurança e um ordenado fabuloso, foi esbarrar em Várzea-Alegre. Um conterrâneo não podia transportar um saquinho de arroz num jumento que era taxado de contrabandista e intimado a recolher o imposto. A derramar o terror pelo sertão, andava também o rei do cangaço, o famigerado Lampião, o qual havia se hospedado em Juazeiro do Norte com honras de capitão da legalidade. Que tempos.

O nosso matuto, fazendo uma negociação clandestina, enforcava na algembrada de sua casa, uma garrafa que, vista de certa distancia, era um chamariz para os compradores da teimosa. Pois bem, atraído a um destes recantos da fraude e da sonegação do imposto, é que foi até ali um senhor desconhecido. Quem era? Pelos modos, o homem era grande, porque se apresentava altivo, arrogante e de sobrolho carregado. Trazia um bonito chapéu, lenço perfumado, e vários anéis nos dedos. Chega. E como galã de cinema se apeia. E com esses ares de grão-senhor vai logo entrando de bodega adentro. Não diz bom dia. Não dá confiança a ninguém. No interior da casa, porque se deparasse com duas garrafas de qualquer droga, as quais descansavam em cima de um balcão feito com vigor de pau darco, indaga com voz de autoridade: O senhor tem aguardente? Tenho Nhor sim, responde com voz soturna o pobre homem.

Ah! Ao falar em corda na casa de enforcado, um estranho frio invade a alma do bodegueiro. Todo o seu ser tremeu como se lhe tremesse a própria terra. E desmaiado, voz difícil, começa a defender-se: Meu amigo, tenha pena dos meus filhinhos, isso aqui que o Senhor está vendo não é bodega, eu só tenho, acredite, essas duas garrafas e esta cestinha de cigarros, porque a roça que botei na quebrada da Serra Negra a lagarta comeu. Não me multe, Senhor Fiscal.

O interlocutor estranho que já estava de boca aberta em sinal de grande pasmo desata uma bruta gargalhada. Depois, olhando o suplicante sem lhe desfitar os olhos, lhe diz: Quem o Senhor pensa que eu sou? Não rapaz, eu não sou fiscal. Eu sou Lampião.

Lampião!?

O homem ri fazendo uma ligeira contração nos músculos faciais. E voltando a vida, faz camaradagem com Lampião com quem conversa animadamente, graceja, bebe e fuma cigarro sem selo.

Lições que os tempos modernos oferecem: A democracia da monarquia espanhola


   O Rei Dom Felipe VI da Espanha em breve terá de empossar seu terceiro Primeiro Ministro desde a sua ascensão ao Trono, em 2014, pois o atual premiê, o impopular Pedro Sanchez, do Partido Socialista Operário Espanhol, perdeu apoio no Parlamento, após cerca de 45 mil pessoas tomarem as ruas de Madri, há uma semana, pedindo sua renúncia, aos brados de “Espanha unida!”, “Queremos votar!” e “Viva o Rei!”. Agora, foram convocadas eleições para o dia 28 de abril próximo.

     Essa é a segunda crise política que o atual Soberano espanhol enfrenta em seu reinado. Tendo ascendido ao Trono após a abdicação de seu pai, o Rei Dom Juan Carlos I da Espanha, Sua Majestade – que conta com a aprovação de 75% da população – encarou, de forma muito bem sucedida, a tentativa de golpe de Estado por parte das lideranças separatistas na região da Catalunha, mostrando ser um símbolo da garantia da continuidade, estabilidade e unidade nacionais, a exemplo de seu pai, que, em 1981, rechaçou uma tentativa de golpe militar.

      É essa a verdadeira democracia, a democracia coroada! Algo que vem fazendo imensa falta no Brasil desde o golpe de 1889, quando passamos a conhecer os sobressaltos e a instabilidade típicos do regime republicano. Somente após a restauração da Monarquia Constitucional o Brasil poderá alcançar a verdadeira grandeza à qual foi destina pela Divina Providência, pois teremos novamente um Imperador velando sobre o bom funcionamento das instituições e inibindo as más-tendências dos homens e mulheres públicos, enquanto a Família Imperial servirá como espelho e exemplo das melhores virtudes do povo brasileiro.

Foto: Sua Majestade o Rei da Espanha, Dom Felipe VI
Fonte: Face book Pró Monarquia

PF faz operação para investigar corrupção no Ministério do Turismo e no Sistema S - Por G1 PE e Camila Bonfim, TV Globo


A Polícia Federal desencadeou, nesta terça-feira (19), a Operação Fantoche, que investiga um esquema de corrupção envolvendo um grupo de empresas sob o controle de uma mesma família que vem executando contratos por meio de convênios com o Ministério do Turismo e entidades do Sistema S. Estima-se que o grupo já tenha recebido mais de R$ 400 milhões.

São cumpridos 10 mandados de prisão e outros 40 de busca e apreensão no Distrito Federal, Pernambuco, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul e Alagoas. Segundo a PF, são investigadas a prática de crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos.

No começo da manhã, a equipe da TV Globo registrou a saída de carros com equipes da PF da sede, no Cais do Apolo. Havia também um carro da Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Pernambuco (OAB-PE).

O sistema S inclui entidades como o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o Serviço Social do Comércio (Sesc), o Serviço Social da Indústria (Sesi) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (Senac).

A 4ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco ainda autorizou o sequestro e bloqueio de bens e valores dos investigados.

“Futrica de comadres” - Por O Antagonista.



José Nêumanne resumiu a “futrica de comadres” no Palácio do Planalto:

“Após terem protagonizado um episódio nada gratificante em que futrica de comadres impregnou a relação institucional que deve prevalecer na gestão republicana, o presidente Jair Bolsonaro e o secretário-geral da Presidência em vias de virar ex, Gustavo Bebbiano, fugiram pela tangente apelando para a figura retórica da metáfora vaga.

Bolsonaro, fiel ao estilo habitual, que o levou à vitória nas eleições e com o qual pretende governar, dirigiu-se a seus milhões de seguidores no Twitter garantindo que seu governo ‘está determinado a mudar os rumos do País’ e a ‘fazer diferente dos anteriores’. Bebbiano recorreu a texto lavrado em péssimo português por um pretenso escritor sobre a lealdade.”


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

412 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


As tricas e futricas nascem  nas campanhas politicas e se eternizam com o tempo. Em Várzea-Alegre na gestão de 1954 a 1958 o prefeito Hamilton Correia fez uma das  maiores  administrações. Digna de  distinção e louvor.  

Construiu varias obras na sede  do município e na zona rural.  Numa época que não existiam recursos estaduais e federais. A Ponte da Eugênia, a Cachoeira Dantas,  Escola  do Inharé, hoje Antão Leandro Bitu,  Escola Figueiredo Correia e  o prédio  da  prefeitura que ainda  hoje sedia o  puder executivo.

No sitio Sanharol  residiam dois senhores que se podia considerar os extremos em termos de partidarização : José de Ana, udenista e Antônio de Gonçalo Araripe, pessedista. 

Antônio de Gonçalo além de partidário era amigo pessoal do prefeito Hamilton Correia.  Certa feita Hamilton voltava de uma inspeção as obras da Cachoeira Dantas e próximo a residencia do Antônio de Gonçalo  a corrente  do motocicleta quebrou.  

Antônio de Gonçalo escalou os filhos João Totinha e Tota para empurrarem a moto. Na passagem pela casa de José de Ana via-se Hamilton montado no motocicleta e os dois jovens rapazes empurrando. Vendo aquela cena José de Ana  lascou : "Isso é que é dois cabras  aduladores".

Na volta, de passagem pelo mesmo lugar, José de Ana perguntou para os dois : O que vocês ganharam, o que  Hamilton deu a vocês?

Tota respondeu : Nada,  e, o João  Totinha acrescentou : ganhamos  o cheiro das "bufonas" de queijo  do prefeito.

Como  ainda tem gente  atrás de pelo menos o cheiro  das bufas do prefeito. Apesar do tempo nada mudou. Hoje em dia continua igual.


MORO É POP TAMBÉM EM SEU PRÓPRIO MINISTÉRIO - Cláudio Humberto.


O mais popular ministro do governo Bolsonaro, Sérgio Moro venceria fácil qualquer concurso de Mister Simpatia no próprio Ministério da Justiça, que chefia há menos de cinquenta dias. 

Habituados a ministros que mal os cumprimentava, os servidores agora têm um chefe que não se isola. Ao contrário, circula no prédio, procura visitar cada setor, apresenta-se, ouve e avisa que seu gabinete está aberto a todos.

Moro convive bem com a popularidade entre os colegas de trabalho. Amável e paciente, sempre topa fazer selfies, dar autógrafos etc.

Ele poderia almoçar no gabinete, como os antecessores, mas prefere o bandejão, que assim virou o restaurante mais concorrido da Esplanada.

AMOR COM AMOR SE PAGA - Por Edmilson Alves


Amor com amor se paga quando o coração é a raiz da vida.  É causa e causador da emoção quando o amor com amor se paga. A vida com a vida se propaga quando o amor com amor se paga e tudo floresce no jardim da vida dos amantes

O amor quando é pago com sentimentos nobres, a vida se propaga, quando o amor com amor se paga, perfumando com a brisa do amor os corações apaixonados. 

Quando o amor é a raiz de tudo crescem no jardim da vida, ramos, flores e frutos. Tanto nas árvores como nas almas humanas, todos nós recebemos o que damos... Retribuindo um amor bem verdadeiro, amor com amor se paga.

Quando o amor com amor se paga nos tornam melhores do que somos, pagando com a moeda que nós damos o sentimento acalma nossos danos.

Nutrindo nossa alma com amor, nossa alma acalma o abandono, com a certeza de que o amor que praticamos é igual aos topos das árvores que alcançam os céus, com raízes firmes e os ramos florescendo, flores, frutos e perfume que aromatizam o amor vivenciando.

Depois que a árvore do amor cresce e floresce o amor da relação apaixonante, amor com amor se paga, quando existe paixão na vida dos amantes.

Retribuindo com o coração a moeda da união, fortalece o sentimento do amor, quando amor com amor se paga.

O amor que com amor se paga nos tornam mais humanos, com o calor da brasa do amor, que com amor se paga e jamais se apaga!

O amor nos tornam capazes de superar desafios quando o amor, com amor se paga, em que na vida de amantes o existir é o eterno afagando, sem delírio e sem desilusão, com suave emoção quando amor com amor se paga. . 

Dizem os poetas que, em cada coração, há uma janela para outros afetos.  Pra que janelas se há uma porta em nosso coração! Há uma vidraça onde entra luz, brilha, cintila igual às estrelas do céu quando amor com amor se paga.  

A luz do amor nunca se apaga quando amor com amor se paga.

Quando amor com amor se paga não há preço é só retribuição.  Retribuição pra que os amantes jamais fiquem separados, nem isolados como dois corpos estéreos quando amor com amor se paga.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

411 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Dr.  José Sávio Pinheiro mostrou uma desenvoltura para contar causos bem superior a capacidade que possui  para fazer cordel. Entre as proezas contadas escolhi uma para  para o deleite dos leitores.

Ei-la:
Saindo de uma eleição onde gastou os últimos reais desponíveis o Dr. Sávio careceu de se esforçar muito para equilibrar as finanças. Seu consultório ficava num anexo da residência na cidade do Cedro - CE.

Um belo dia, depois do almoço, deitou um pouco para tirar um "deforete". Chegou ao consultório um destinto casal para fazer uma receita para a esposa. A atendente bate a porta, acorda o Dr. Sávio que se desloca para o consultório e começa a atender a paciente.

O que a senhora está sentindo? Uma "tontura" grande. Já faz muito tempo que a senhora sente? Não Doutor foi de ontem pra cá. Na sua família tem alguém que também sente estes sintomas? Não Doutor. E como é essa tontura? è assim como quando agente dá uma rodada no carrocel de cavalinhos.

Vendo que a paciente não tinha nada de grave e para não ter que devolver os 150 contas pagos pela receita o Dr. Sávio passou um remedinho, daqueles que nem faz mal nem bem.

Acompanhou o casal até a porta e depois que a mulher saiu o marido virou-se para o Dr. Sávio e perguntou: Dr. ela está bem mesmo? o Dr. Sávio respondeu: está, aparentemente ela não tem nenhum problema.

Então o marido esclareceu: Doutor é que ontem de madrugada eu cheguei em casa ela fez uma confusão danada, e, eu dei uma mãozada tão condenado no "peduvido" dela que ela só voltou a falar agora quando o senhor fez essas "preguntas".


FRACA COMO NUNCA, OPOSIÇÃO NÃO TEM NEM 100 VOTOS - Por Claudio Humberto.


As primeiras votações na Câmara dos Deputados evidenciaram não só o tamanho mais expressivo da bancada do governo Jair Bolsonaro, como todo recém-eleito, mas também o tamanho raquítico da oposição, que não teve a capacidade de reunir sequer 100 votos nas primeiras votações da Legislatura. 

Requerimento da oposição para salvar projeto do governo Lula retirando-o da pauta, por exemplo, teve só 5 votos.

Mesmo incluindo quem se disse “em obstrução”, quando não são contados para efeito de quórum, a oposição reuniu 99 deputados.

Lula: “Não reconheço a legitimidade dessa sentença” - Por O Antagonista.


Lula recebeu ontem a intimação de mais uma sentença política. Ele escreveu a resposta no documento: “Não reconheço a legitimidade dessa sentença”

O presidiário pode escrever o que quiser da cadeia que sua sentença não vai mudar.

410 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.



Essa foto foi tirada em 1960. Todos são alunos da Escola de Maria Pretinho, filha do saudoso Raimundo Pretinho do Sanharol e esposa de Pedro de Lourival Clementino.

Como dica existe alunos do Sanharol, Chico, Panelas, Serrote e Varzinha. Portanto, o desafio é saber quem são os personagens pertencentes ao Educandário Maria de Raimundo Pretinho.

Identificação :  Em pé por trás :  Vicente de Nenen Cesário, Edvar Fiúsa, Geralda de Raimundo Teté, Geralda de Antônio Gonçalo, Professora Maria, Os dois seguintes filhos de Expedito Beca, o ultimo é Geraldino.

Na frente : Chagas de João de Pedrinho, Tuíba Bitu, Antônio de Tota, João Bitu, Luiz Gonçalo,  Luiz Bitu,  Lula Teté, José Gonçalo e uma filha de Expedito Beca do  sitio Chico.


Davi quer varrer o MDB - Por o Antagonista.


Davi Alcolumbre, presidente do Senado, quer varrer os emedebistas que controlam as diretorias e coordenadorias da Casa.

O alvo, relata o Estadão, são servidores apadrinhados por Eunício Oliveira, José Sarney e, claro, Renan Calheiros.

O próprio Renan deverá perder o cargo de ouvidor do Senado.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

O filho de Miguel Arraes - por Armando Lopes Rafael (*)



   Conheci Luiz Cláudio Arraes de Alencar – tratado carinhosamente por Lula – quando da temporada que ele passou em Crato, creio que entre 1966-1967, depois que o pai dele – Miguel Arraes de Alencar – foi deposto do cargo de Governador de Pernambuco pelo Golpe Militar de 1964. Luiz Cláudio devia andar aí pelos 7/9 anos e sempre ia à redação do jornal “A Ação” (onde eu trabalhava), em companhia de dois irmãos, pouco mais velhos do que ele, e dos primos residentes em Crato.

   A imagem que tenho dele é a daquele tempo: um garotinho vivaz, inteligente, comunicativo e simpático. Lula era o caçula do primeiro casamento do pai. E por ser o caçula era ainda mais carinhosamente cuidado por sua dedicada avó paterna, dona Benigna, e por suas dedicadas tias Almina, Alda, Laís, Maria Alice e Anilda, todas irmãs do Dr. Miguel Arraes.

    A comunidade cratense tinha conhecimento, à distância, dos imensos transtornos sofridos pela família do político Miguel Arraes. Este foi deposto e preso (em Recife e Fernando Noronha) durante quatorze meses, depois de ter sido abruptamente arrancado do poder. Até que, certo dia, conseguiu ser solto por algumas horas – por meio de um habeas-corpus – e buscou asilo político na Embaixada da Argélia, no Rio de Janeiro. Enquanto isso seus nove filhos ficaram dispersos. Os quatro mais novos viveram uma temporada em Crato na casa da avó Benigna.

     No final de 1968 deixei o Crato para trabalhar no Banco do Nordeste, em Sertânia (PE). Nunca mais tive notícias de Luiz Cláudio. Mas como meu pai era amigo de dona Benigna e das suas filhas, ele me transmitia, vez por outra, notícias esparsas da família do Dr. Miguel Arraes de Alencar.

     Já aposentado voltei a residir em Crato. E, vez por outra visito dona Almina Arraes Pinheiro, uma senhora admirável em múltiplos aspectos. Ela sempre me recebe com a fidalguia, que caracteriza aquele admirável clã. Outro dia perguntei a dona Almina por Luiz Cláudio e, para minha surpresa, ela me informou que ele era médico e tinha escrito alguns livros. Emprestou-me dois livros da lavra de Luiz Cláudio: “Tempo - o de dentro e o de fora” e “Todo diálogo é possível”.

       Confesso que ao lê-los tive uma agradável surpresa. Escritos com emoção, esses livros de Luiz Cláudio Arraes transmitem o amor e a admiração de um filho por um pai. E isso externado através de lembranças, de frases e de momentos vivenciados entre ele e seu pai, Dr. Miguel. É um desses escritos que faz bem à alma, pois mesmos povoados de sofrimentos, nos levam a acreditar que ainda existe gratidão, solidariedade e idealismo na humanidade...

(*) Artigo escrito em 2009, há dez anos.

409 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Da minha infância, ficaram bem registradas as temporadas de chuvas, quando existiram. O ano em que nasci, 1959, foi um ano de seca grande, que judiou o sertão. Mamãe nasceu em 1932, outro ano de grande seca. Podia-se assim referenciar o tempo pelos anos das secas maiores, devastadoras: 1725, 1877, 1915, 1932, entre outras. Mas o registro das chuvas também marcou profundamente a memória de cada um. Porque no ano em que chovia abundante, aquele sertão mudava, ficava bonito, ficava farto, as pessoas também mudavam, mais alegres, mais confiantes no presente e no futuro próximo.

Nos dias de chuva, tomávamos banho, crianças e adultos, nos quintais de casa ou pelas calçadas, de biqueira em biqueira, aquele jorro de cristalina água caindo espalhafatoso, formando correntezas junto aos meios-fios, pelas ruas de pedras, carregando folhas, gravetos, lavando o tempo, limpando o mundo, refrescando a alma.

E quando chovia por dias seguidos, renasciam como se por milagre os riachos. De repente lá estavam: riacho do Machado, riacho do Meio, Mocotó, riacho do Feijão, e da Fortuna... Eles desapareciam nos verões quentes, de sol posto varando dias e meses, mas ressurgiam logo nas primeiras chuvaradas, de repente lá estavam, redivivos, alegres, valentes, caudalosos. Interessante como guardavam na memória o rumo e o prumo, mesmo após longo tempo de espera, as águas iam em frente farejando os seus leitos estreitos e os preenchendo, de forma que logo estavam de novo desenhados, revisitando suas margens, inundando as várzeas, levando promessas de boas colheitas de arroz.

De modo que logo também se enchiam os açudes. Tantos e tão bonitos, pequenos decerto em se trilhando o vasto mundo, pois bem, mas ouçam-se somente os seus nomes: Vacaria, Mameluco, Olho D’Água... Já por si não contêm a magia e o encanto?

Como as árvores, arbustos, matas, que de cinzas e desfolhadas, um sem fim de galhos secos e espinhos, esqueletos de uma natureza que se imaginava morta, de pronto se tornavam bonitas, verdes, frescas, viçosas... As flores? Bastava se olhar nos campos, as marias-brancas, as campânulas roxas, azuis, invadindo cercas, eitos, paus, estradas e brejos, numa boniteza que não tinha tamanho..

E assim avançavam as águas para depois das arredias ruas, retintando de alegria as pessoas, pelos riachos velozes, enfeitando de flores os campos, transbordando as lagoas. Lagoa de Dentro, Lagoa de Iputi, Lagoa de São Raimundo ...
Dr. José Bitu Moreno.



A religiosidade da Família Imperial Brasileira


Fonte:  Face book Pró Monarquia

   Ao tempo do Império, sempre que o Imperador Dom Pedro II ou sua filha e herdeira, a Princesa Imperial do Brasil, Dona Isabel de Bragança, visitavam uma cidade do vasto território pátrio, buscavam iniciar seu itinerário pela igreja local, onde assistiam à Santa Missa junto às autoridades e à população, demonstrando que o rei temporal deve sempre se curvar diante daquele que é o “Rei dos reis”.

    Com o golpe republicano de 15 de novembro de 1889, o “Brasil oficial” – inicialmente impregnado pelo laicismo fanático dos positivistas proclamadores da República, e, nos dias de hoje, pela ojeriza esquerdista à religião – deu as costas a Deus, mas nossa Família Imperial, assim como o “Brasil profundo”, o Brasil de verdade, jamais se esqueceu da fé e da tradição que herdamos de nossos maiores, aqueles que evangelizaram esta Terra de Santa Cruz.

     É, pois, uma preocupação constante, da parte de nossos Príncipes e Princesas, quando de suas viagens de representação por todo o País, saber onde poderão comungar na localidade em que estiverem. Essa inabalável firmeza de princípios – que lhes garante a admiração mesmo daqueles que não partilham da mesma fé – é parte fundamental do caráter do modelo ideal de Chefe de Estado, representado pela Família Imperial do Brasil.

    Afinal, o Imperador, sendo temente a Deus Nosso Senhor, está sempre atento ao seu povo, auxiliando-o a alcançar suas legítimas aspirações e regendo os destinos da Nação de acordo com as Leis de Deus. Daí resulta aquele que deve ser o nosso principal objetivo: uma sociedade brasileira autenticamente cristã e monárquica, respeitando-se sempre as legítimas diversidades do nosso povo.

Na foto abaixo: O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, o Príncipe Dom Antônio, a Princesa Dona Christine e o Príncipe Dom Rafael de Orleans e Bragança, durante a Santa Missa em Ação de Graças pelo 79º aniversário natalício de Sua Alteza Imperial e Real o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, celebrada na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no Rio de Janeiro, em junho de 2017.

Aviões do Ministério da Saúde são usados para tráfico, diz Mandetta - O Antagonista.


Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde, afirmou que aviões são pagos com recursos da pasta para fazer tráfico de drogas.

A suspeita, segundo o ministro, recai sobre contratos na área de saúde indígena.

“Aviões pagos com recursos do SUS, escrito na lataria ‘Ministério da Saúde, a serviço do governo federal’, com tráfico de drogas dentro. Porque o traficante ganhou a licitação e o SUS é uma excelente maneira de você fazer tráfico,” afirmou.

A declaração foi feita no dia 31 de janeiro em reunião do Conselho Nacional de Saúde, mas só começou a repercutir agora.

O ministro disse também que pediu que a Polícia Federal investigue o caso.

Mourão não é Jango - Por O Antagonista.



Merval Pereira comparou Jair Bolsonaro a Jânio Quadros:

“Bolsonaro precisa descer do palanque imediatamente. As sandálias de plástico que usava na foto oficial são da mesma origem das caspas que Jânio Quadros jogava sobre os ombros, para compor um personagem”.

Jânio Quadros renunciou sete meses depois de assumir o governo.

Mas o Brasil pode se tranquilizar porque o vice-presidente é Hamilton Mourão, e não Jango.

República de “filhotes” - Por José Newmanne Pinto.


Bolsonaro mandou Moro investigar laranjal do PSL em Pernambuco, sinal de que ilícitos serão punidos, mas se espera algo mais, ou seja, fim do fundo para financiamento de eleições e e da intromissão filial na gestão

Bebbiano, que mais uma vez não conseguiu falar ontem com Bolsonaro, será mantido no governo e Carlos não se intrometerá mais em assuntos da gestão. Jura? 

A noticia de que Moro mandou PF investigar o laranjal do partido do presidente é muito boa, porque nos dá esperança de que isso não vai ficar impune. Mas devemos atentar para um vício da velha politica no PSL: a manutenção do assalto do Fundão de financiamento de campanhas, e com indícios de corrupção. 

Com um acréscimo: o constrangimento da presença permanente do “vereador geral da República” em todos os compromissos oficiais de Bolsonaro. Gestão pública e família não podem se misturar, pois nosso sistema de governo é republicano, não de transmissão hereditária.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Quem ama realmente os pobres? – por Marcos Luiz Garcia (*)

A sopa do mosteiro franciscano — Ferdinand Georg Waldmüller (1793-1865). Österreichischen Galerie, Belvedere, Viena

Entramos em 2019, e se renovam as esperanças de dias melhores. O presidente Bolsonaro tomou posse reafirmando suas promessas de termos nosso Brasil de volta, deixando para trás a atmosfera de desordem e caos da era "comuno-petista" e "socialo-psdbista". Prometeu proteger as nossas tradições e a família, bem como a propriedade privada e a livre iniciativa. Isso significa estimular as forças empreendedoras da Nação, que já se aprontam para corresponder ao estímulo.

Essas perspectivas vêm causando profundo desagrado nos arraiais da esquerda, sobretudo no setor do clero e do laicato alinhados com a “Teologia da Libertação”, todo ele amplamente comprometido com a ideologia petista. Para esse tipo de gente, um governo que estimule a propriedade privada e a livre iniciativa pode até gerar riquezas, mas à custa do que para eles é o supremo mal: a desigualdade. Preferem o achatamento de todos na miséria a permitir que os ricos se diferenciem dos pobres. Afirmam que se trata de “opção preferencial pelos pobres”, quando na verdade propugnam pela “opção preferencial pela luta de classes”.

Afinal, quem são os verdadeiros amigos dos pobres? Seriam os que desejam vê-los perpetuamente achatados na miséria, desde que não haja desigualdade? Ou são os que procuram criar condições para eles trabalharem e se enriquecerem? Por que não aproveitar em favor dos pobres a força dos que sabem fazer fortuna? Se estes dispõem das condições para trabalhar e enriquecer, criam também condições para enriquecer os que dependem de empregos. Dessa forma, dentro de uma benéfica e harmoniosa desigualdade, o pobre deixa de ser pobre e pode elevar-se a uma condição de vida melhor. Mas isso não é tolerado pelos adeptos da “Teologia da Libertação”.

Que mal há numa situação de harmônica desigualdade, com enriquecimento justo, honesto e digno? Foi para proteger esse direito que Deus estabeleceu dois Mandamentos: “Não roubar” e “Não cobiçar as coisas alheias”. Lamentavelmente, eles são sistematicamente omitidos nas homilias de padres progressistas.

“Pobres sempre os tereis entre vós”, disse Nosso Senhor Jesus Cristo. E São Tomás de Aquino nos ensina que é dever do homem praticar a caridade. Mas para que ela se torne possível, é necessário que uns tenham bens, e outros tenham carência de bens. Se Deus permite pobres no mundo, também suscita os ricos que os ajudam, fomentando assim a caridade cristã.

Em nenhum lugar o Evangelho relata conduta igualitária de Nosso Senhor. Não há um só caso em que Ele tenha tirado um pobre da pobreza, nem rebaixado um rico da sua condição de riqueza. Ele curou, deu esmolas, mas não modificou o status econômico ou social de ninguém. Nem pregou a luta de classes.

Num regime igualitário, ninguém tolera que um possua mais do que outro. É um mundo inóspito em que predomina o pecado capital da inveja. O verdadeiro espírito do Evangelho cria a harmonia e o amor recíproco entre as classes. O da “Teologia da Libertação” fomenta o ódio entre ricos e pobres, prejudica uns sem resolver o problema dos outros.

(*) Marcos Luiz Garcia é jornalista.

Coronel Mario Leal e o vaqueiro - Por Antônio Morais


Ouvir esta história do meu parente e amigo José Gregório, estou passando à frente pelo mesmo preço recebido, nem mais, nem menos.

O Coronel Mario Leal convidou o colega deputado Chico Monte para um passeio na sua fazenda Canastra, em Jucás. Chegaram a fazenda por volta de 10.00h da noite e se acomodaram.

No outro dia cedinho arrearam dois animais e saíram para uma inspeção no campo. Vistoriaram inicialmente as mangas das pastagens e, em determinado local tinha uma carniça de um animal, já em adiantado estado de decomposição.

O Cel Mario desmontou do cavalo apanhou a pata do animal morto, amarrou nas correias da sela, montou novamente e seguiu sob os olhares curiosos do deputado Chico Monte.

Entraram nas mangas das plantações e num local que havia um banco de areia ele desmontou do cavalo, apanhou a pata do animal morto e forçou sobre o banco de areia deixando vários rastros. Jogou a pata fora num buraco bem escondida e seguiu com a vistoria.

Ao chegar em casa o vaqueiro perguntou: seu Mario está tudo direito? Ele respondeu está! Mas, na manga das lavouras tem um animal solto. Tem rastros de um animal naquele banco de areia do rio.

O vaqueiro foi conferir. Ao retornar disse: seu Mario o senhor tem razão. Existem mesmo rastros na areia do rio, mas eu estou invocado porque os rastros são de um cavalo velho que morreu na outra manga há mais de três meses.

A qualidade observadora do vaqueiro era fruto da disciplina do Coronel Mario Leal.

HIPOCRISIA ATACA O PSL, MAS IGNORA PT, DEM - Claudio Humberto.


Em meio ao falatório para transformar em escândalo de corrupção a transferência de R$400 mil a uma candidata do PSL não eleita em Pernambuco, setores hostis ao presidente Jair Bolsonaro, inclusive na mídia, fazem vista grossa para ‘figurões’ que torraram R$60 milhões dos fundos partidário e eleitoral, em 2018, e apesar da montanha de dinheiro público, fracassaram nas urnas. Casos dos petistas Lindbergh Farias (R$2,6 milhões do PT) e Dilma Rousseff (R$4,1 milhões).

Caso chocante de gasto do Fundo Eleitoral foi o de Lula, o presidiário: sem pôr o pé na rua, teve R$20 milhões do PT para sua “campanha”.

DEUS É MEU AMIGO - Por Edmilson Alves

Nunca deixei de acreditar na existência de Deus. Porém, silencioso, jamais concordei com a imagem austera que D´ele me transmitiram, a quem deveríamos temê-lo, como um juiz implacável, que nos vigia dia e noite, com dedo em riste, punindo os nossos erros e inibindo a liberdade de pensar com autonomia.

Ensinaram-me que a criatura vive numa couraça, sem liberdade de livre escolha, pra não pecar. Hesitante, jamais acatei esta forma de vê-Lo, mesmo quando criança, eu era.

Hoje eu pressinto um Deus transcendente, Senhor do Universo, preexistente a todas as existências! Onisciente, Participativo, Onissapiente!

Ele se encontra nas cristas mais elevadas das ondas gravitacionais do Infinito, Éter Cósmico, espargindo amor e paz aos homens de boa vontade.

Ao mesmo tempo, concebo também o Deus imanente, meu amigo, em forma de energia e consigo captá-lo, através das inúmeras revelações estimuladoras da percepção sensorial. É na energia do sol, na energia do luar que cobre a noite, na brisa aromatizada que se esparge nas manhãs, nas ondulações do mar, no fogo crepitante.

Incorpora-se também ao meu conhecimento, um Deus que forma todos os componentes da natureza, extasiando-nos com a energia de sua dádiva, denominada vida.

Ele se faz presente nas pequenas lições do cotidiano, através dos seus emissários visíveis e abstratos. O processo de mudança é permanente, tudo é movimento permitindo ao Homem, nascer, viver e evoluir.

O movimento contínuo do Universo é extasiante, mas, disciplinado.
Se o milagre diário provindo da Natureza for insuficiente para o incrédulo aceitar, nada mudará no Panteão Cósmico!

Esse é o Deus meu amigo que tudo fará para criatura evoluir visando completar a sua obra divina, ainda encabada!

Caririensidade (por Armando Lopes Rafael)


Projeto de Preservação do Soldadinho do Araripe

     Foi implantado,  na cidade de Crato,  o Projeto de Preservação do Soldadinho do Araripe. Está localizado na sede própria do Instituto Cultural do Cariri.  Além da sede foi delimitado uma área para funcionar como Centro de Visitação do Espaço do pássaro Soldadinho do Araripe.

     Através do apoio dos proprietários de terras, o projeto, em parceria com Área de Proteção Ambiental (APA), vem implantando o Cadastro Ambiental Rural. Atualmente, em 90 nascentes existem menos de 200 casais do pássaro. No total, são apenas 800 soldadinhos-do-araripe, que correm risco de extinção. Para evitar a consanguinidade, de acordo com estudos genéticos deste tipo de animal, são necessários 512 casais. Ainda em processo de preparação, o viveiro de mudas do projeto Soldadinho-do-Araripe vai funcionar produzindo espécies de plantas como a Rosa da Mata, Pimenta de Macaco e Candeeiro D´água que são adequadas ao habitat da ave. Entretanto, o plantio e a recuperação é demorada, devido aos fatores ambientais e também pela qualidade dos solos.

Soldadinho do Araripe: a ave símbolo da Caririensidade

   Esta espécie, cujo nome científico é Antilophia bokermanni, é um pássaro que só existe nas encostas da Chapada do Araripe. Trata-se da única ave endêmica do Ceará, ou seja, das mais de 460 espécies que encontramos no nosso Estado, o Soldadinho do Araripe é a única exclusiva do Ceará. Por isso, tornou-se o símbolo para a conservação da Floresta Nacional do Araripe–Flona.

   As riquezas e as diversidades naturais e culturais fazem do Cariri um oásis no centro da região Nordeste brasileira. A água que é armazenada – na temporada das chuvas –, em reservatórios subterrâneos na Chapada do Araripe, desce depois pelas encostas, formando algumas nascentes. E se transforma numa água límpida e cristalina, que se derrama entre a mata e o sopé da chapada, formando – parte inferior da encosta –  tapetes verdes de bela vegetação.  Em torno desses tapetes surgem pequenos regatos. Fica aí o habitat do Soldadinho do Araripe, uma ave ameaçada e extinção. O Soldadinho do Araripe tornou-se um ícone, uma imagem da caririensidade! E está sendo usado como apelo contra a devastação das florestas da nossa Chapada; contra o mau uso das águas das nascentes; em favor da defesa do meio ambiente.

Um exemplo de ensino de excelência: Colégio da Polícia Militar de Juazeiro do Norte


  Colégio Militar Coronel Hervano Macedo Júnior, localizado em Juazeiro do Norte

   Há 50 anos, Juazeiro do Norte só contava com três educandários de bom nível: Escola Normal Rural, Ginásio Salesiano e Ginásio Batista. Hoje tudo é diferente! A cidade cresceu também na área educacional de ensino médio. Dentre as boas escolas da Terra do Padre Cícero, o Colégio Militar de Juazeiro do Norte – criado pelo atual governador do Ceará, Camilo Santana, em 30 de dezembro de 2015, ganhou realce. Trata-se do segundo Colégio da Polícia Militar do Ceará, beneficiando, no Cariri, alunos do 8º ao 3º ano, do ensino fundamental e médio. Eles são distribuídos em 31 turmas, nos períodos da manhã e tarde. Em 29 de Junho, através do decreto nº 16.038, o colégio passou a se chamar Colégio Militar Coronel Hervano Macedo Júnior.

    São mais de 1.100 alunos, 55 professores, e cerca de 30 militares no quadro de profissionais da escola, que, além de um ensino eficiente, onde a prioridade é o respeito e a disciplina, dispõe de excelentes salas de aulas, laboratórios de Matemática, Informática, Biologia e Física, auditório biblioteca e ginásio esportivo.

     Apesar de críticas feitas por educadores seguidores das orientações emanadas pela “ordem global” no tocante à educação dos jovens,  a verdade é que a disciplina rígida das escolas de orientação militar; o bom desempenho em avaliações nacionais e o ambiente acadêmico com foco na formação completa do estudante, tornaram essas escolas verdadeiros exemplos de excelência em meio ao atual caos da educação pública brasileira.


Um fato histórico-religioso recente em Crato

    Era o dia 27 de janeiro de 2000. O Palácio Alexandre Arraes, sede da Prefeitura Municipal de Crato, estava lotado. Ante uma belíssima imagem de Nossa Senhora de Fátima, o então Prefeito, Moacir Soares de Siqueira, visivelmente emocionado, comandava a solenidade de consagração da cidade de Crato ao Imaculado Coração de Maria.

O texto da consagração

“Ó Virgem Senhora de Fátima, a cidade de Crato, prostrada aos vossos pés, crê e espera, deseja e implora a realização de vossa grande promessa: Por fim, o Imaculado Coração Triunfará!

      E nós, enquanto Prefeito deste povo fiel, em união com o Santo Padre o Papa João Paulo II, com o nosso Bispo Dom Newton Holanda Gurgel, e todo o clero, aclamamos desde já este triunfo, que fará raiar no mundo o Reinado de vosso Divino Filho, Cristo Jesus, nosso Redentor.

      E, ao mesmo tempo, suplicamos a graça de sermos instrumentos em vossas mãos para edificação deste Reinado, que só será verdadeiramente de Jesus, se for inteiramente vosso! Sois Vós, Senhora, a Estrela da Esperança e a Aurora do Terceiro Milênio. Foi por Vós que Nosso Senhor Jesus Cristo veio ao mundo, e será por Vós que ele reinará no mundo.

       E nós, vossos filhos de Crato queremos buscar em primeiro lugar este Reino, o Reino de Jesus em Vosso Imaculado Coração, bem certos de que todas as outras coisas nos serão dadas por acréscimo.

       Para selar oficialmente este propósito, nos Vos consagramos – tanto quanto nos outorga nossa autoridade de representante civil deste povo católico – nós consagramos ao vosso Sapiencial e Imaculado Coração nossa cidade, com todas as suas famílias e instituições.

       Aceitai, Senhora, esta consagração. Nós a depositamos em vosso Coração Imaculado, para assim nos consagrarmos mais santa e plenamente ao Sagrado Coração de Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Divino Filho. Assim seja.”

***   ***   ***

Ex-prefeito de Crato, Moacir Soares de Siqueira

    Assim, naquela singela iniciativa, o Prefeito Moacir Soares de Siqueira – com a legítima autoridade de que estava investido – ao consagrar o Crato a Nossa Senhora de Fátima, separou para Deus esta cidade e seus moradores, oficializando-os – no âmbito civil – como propriedade da Virgem Santíssima. Esta, certamente, cuidará ainda com mais carinho e desvelo maternal, tanto da cidade como do seu povo, que já lhe pertenciam por desígnios de Deus, e cuja pertença foi ratificada por suas autoridades civis constituídas...

O último Coronel - Por Antônio Morais

Li, outro dia, um relato mencionando o coronelismo de outrora, e lembrando de uma preciosidade atribuída ao austero Cel. Mario da Silva Leal, chefe político da antiga UDN na região centro sul do estado.

Deputado Estadual por duas legislaturas e que fez historia por sua destacada liderança das décadas de 40 e 50. Proprietário de um grande latifúndio com base territorial no município de São Mateus, hoje Jucás.

O comentário sustenta que se o Cel Mario oferecesse guarida a qualquer recomendado de amigo não tinha nem perigo da policia entrar nas Tabocas, onde morava. Os macacos voltavam da primeira cancela.

Em uma escola municipal do Poço do Mato, hoje Caipu, a professora perguntou ao aluno: Dilermando onde está o sujeito desta oração? Xavier matou Joaquim! Dilermando cravou a resposta no ato: Na fazendo do Cel Mario Leal fessôra.

O Coronel Mário Leal nasceu na Fazenda Castro, do Município de Cariús, na época pertencente a Jucás (São Mateus), antigo solar dos Leais que já apareceu nas crônicas dos primeiros tempos do Império e nas lutas de Pinto Madeira, guarnecendo a região do Alto Jaguaribe.

Ele era filho do abastado fazendeiro e prestigiado chefe político daquela zona, o Coronel Manoel da Silva Pereira da Costa Leal, o “Né do Canto”. Cel. Mário fez os primeiros estudos na própria casa paterna, na fazenda Canto, com o professor Francisco Bezerra que deixou fama de mestre-escola rigoroso e eficiente ensinando a diversas gerações.

Deputado Estadual em duas legislaturas, marcou presença e posição em todas as grandes decisões do Estado, principalmente nas campanhas eleitorais, sempre ao lado de Virgílio Távora, já que era mais moço do que Fernandes Távora e o irmão João Leal.

Foram seus contemporâneos nas diversas frentes políticas do interior do Ceará os lideres Teodomiro Sampaio, de Jardim; José Geraldo da Cruz, de Juazeiro do Norte; Argemiro Sampaio, de Barbalha; Raimundo Augusto, de Lavras da Mangabeira; Chico Martins, de Mombaça; Coronel Feitosa, de Cococi, Dr. Gouveia, de Iguatu e Chico Monte, de Sobral, Filemon Teles, do Crato.

Considerado o último coronel do Sertão, Mário Leal, faleceu na clinica Gêneses de Fortaleza, aos 93 anos, no dia 13 de outubro de 1990.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

408 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


O coronel Dirceu de Carvalho Pimpim, emprestava dinheiro a juros E comprava algodão na folha. Certa vez ele estava com o seu neto e secretário Antônio Ulísses, quando verificou no livro dos fiados, que algumas pessoas não estavam honrando o prazo. Mostrou para o neto e falou:
Antônio eu vou precisar tomar uma providência com esses fiados. Tenho que arranjar um cobrador para tentar resgatar essas contas.

O neto muito atencioso falou:
Papai Dirceu quer que eu arrume um?
Não por enquanto eu quero manter segredo, porque tenho que arranjar uma pessoa educada para não constranger meus fregueses.
Antônio Ulísses concordou, mas no mesmo dia descuidou-se e comentou o assunto na rua.
No dia seguinte quando o coronel chegou no escritório, Antônio de Irineu já estava a sua espera. Sem nem dá bom dia Antônio foi logo falando:
Coroné! Eu vim aqui falar cum o Sinhor, pruque sei qui o Sinhor vai pricisar dum cobrador.
E quem foi que lhe disse que eu vou precisar?
Antônio Ulísses piscou o olho para o candidato para que ele não falasse de onde ouviu a conversa. Antônio de Irineu mais confuso do que caligrafia de médico gaguejou:
Num foi ninguém qui disse não. É pruque eu sei qui o Sinhor impresta dinheiro e cuma a Rajalegue tem muito veaco, eu achei qui o Sinhor pudia pricisar.

E porque você acha que tem qualificação para ocupar o ofício de cobrador?
É pruque eu cunheço a discuipa de quem deve. Eu sou o vivente qui já foi mais cobrado dento de Rajalegue.

E todas as vezes que foi cobrado, você pagou suas contas?
Não Sinhor mais num dêxa de ter sido uma boa isperiença né?
Antônio. Preste atenção. Se experiência tivesse algum valor, o marchante Antônio Pagé era pra ser cirurgião.

Mundim do Vale.


PCC em casa nova - Por José Nêumanne Pinto.



Ao transferir Marcola e outros chefões do PCC para Distrito Federal, Rondônia e Rio Grande do Norte, governo federal reconhece poder da organização criminosa, ao contrário do que fizeram Alckmin e Moraes.

Papuda, em Brasília, e presídios federais em Rondônia e no Rio Grande do Norte foram destinos de Marcola e outros líderes da facção criminosa paulista. 

Portaria do governo federal permitindo uso das Forças Armadas para garantir segurança da transferência da cúpula da organização criminosa PCC de presídios paulistas para a Papuda, em Brasília, e outros presídios federais em Rondônia e no Rio Grande do Norte oficializa medida correta para por fim ao poder de seus chefões sobre asseclas nas ruas. 

E é  também o reconhecimento pelo Estado brasileiro do poder mortal dessa organização criminosa – postura valiosa porque até agora ela casou e batizou contando com a atitude estúpida do ex-governador paulista Geraldo Alckmin de, por não ter como combatê-la de forma eficaz, negou a força dela e atribuiu sua fama à divulgação de seus crimes pela mídia.