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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


domingo, 16 de junho de 2019

LEVY ENTREGA CARTA DE DEMISSÃO A GUEDES - Por O Antagonista.


Como O Antagonista antecipou, Joaquim Levy formalizou agora de manhã sua demissão do BNDES, após breve conversa com Paulo Guedes.

“Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas”, afirmou em carta entregue ao ministro da Economia.

“Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria. E, especialmente, agradeço aos inúmeros funcionários do BNDES, que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade.”


“São nulas as provas”, diz ex-ministro do STF sobre trocas de mensagens entre Deltan e Moro.

Em entrevista ao Globo, Carlos Velloso, ex-presidente do STF, disse que o vazamento de conversas entre Deltan Dallagnol e Sergio Moro deve ser “tratado com muita cautela”, já que as provas “são ilícitas”.

“Esse tema deve ser tratado com muita cautela, porque nasce de uma ilegalidade, que foi a invasão dos telefones por hackers. É um meio de comunicação em que prevalece a privacidade. 

Então há um caso surgido de provas ilícitas, algo que a Constituição não admite. A lei diz que são nulas as provas obtidas com ilicitude, e esta é a primeira questão que tem que ser posta em mesa para debate.”


Bolsonaro anuncia que Brasil foi aceito como aliado extra - Otan.

Em discurso durante uma celebração militar no Rio Grande do Sul, Jair Bolsonaro anunciou que os Estados Unidos aceitaram o Brasil como aliado extra-Otan.

“Com muito orgulho, anuncio que há pouco colhemos um dos frutos da nossa viagem aos Estados Unidos”, disse na noite de sábado.

“Possibilidade que permite interagirmos mais com o mercado de defesa.”
Ao se tornar um aliado extra-Otan, o Brasil poderá ter acesso a vantagens como assistência militar, transferência de tecnologia e participação em projetos de pesquisa e desenvolvimento de defesa.

Greve geral, uma ova! - José Newmanne Pinto.


O que se viu na sexta 14 de junho nas ruas e praças do Brasil não foi um movimento de trabalhadores contra a reforma da Previdência ou o que quer que fosse, mas uma farsa que faz parte do Festival de Mentiras que Assola o País, capitaneado pela esquerda, em especial o PT, que sofreu uma derrota massacrante nas urnas em outubro e tenta sabotar a vontade popular no voto para promover o fiasco dos vencedores e voltar a saquear os cofres da República. 

Deste festival também faz parte a forçação de barra nos noticiários da televisão, em especial a Globo, usando informações hackeadas criminosamente e distorcidas para comprometer agentes da lei responsáveis pelo combate ao crime organizado e à corrupção no Brasil, como denunciou em brilhante artigo à revista Crusoé do site O Antagonista o professor Modesto Carvalhosa

Crime do hacker contra Moro é grave.

Sílvio Meira, expert em tecnologia de informação, me disse que invasão dos celulares de Moro, Dallagnol e outras autoridades que combatem corrupção no Brasil foi planejada e executada por muita gente especializada, ao custo de muito dinheiro e dificilmente será desvendado e punido. Após divulgação dessas evidências, Bolsonaro defendeu seu ministro da Justiça e até o maior inimigo da Lava Jato, Gilmar Mendes, do STF, se tocou, assim como seu colega Marco Aurélio Mello, reconheceu a dificuldade de a cúpula da Justiça cancelar a condenação de Lula no caso do Triplex.  Só a verdade nos salvará.

137 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro. Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.

Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse:" - Amor, eu adoro torrada queimada..."Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse:" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou o melhor marido, empregado, ou cozinheiro! "O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.

Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem ou o mal colocando-as aos pés de Deus. Porque afinal, Ele é o único que poderá lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor."De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e amigos. Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua. As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse. Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez se sentir.

De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça (...)


     A maioria dos brasileiros conhece o texto acima, escrito por Rui Barbosa. Mas só conhece até a parte "ter vergonha de ser honesto". O restante do texto é taticamente omitido. Entenda o porquê.

    Rui Barbosa escreveu o texto em referência ao fracasso da república brasileira. Ele era monarquista, mas se rendeu ao golpe republicano. Depois que ele viu a imoralidade e a desonestidade aumentarem, se arrependeu, indo a Paris pedir desculpas ao Imperador exilado D. Pedro II, um ano antes da sua morte, quando disse: "Majestade, me perdoe, eu não sabia que a República era isso" 

     Em 1890, no ano após o golpe republicano, D. Pedro II disse sobre Rui Barbosa: "Nas trevas que caíram sobre o Brasil, a única luz que alumia, no fundo da nave, é o talento de Ruy Barbosa."

(Baseado em postagem do site Ceará Monárquico)
Postado por Armando Lopes Rafael

sábado, 15 de junho de 2019

São Nuno de Santa Maria, um grande santo de Portugal

Ele foi o fundador da Casa de Bragança

Monumento a São Nuno de Santa Martia, em frente ao Mosteiro da  Batalha, em Portugal

     Entre os diversos santos portugueses – canonizados pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana –  avulta como estrela de primeira grandeza, a figura gloriosa e venerável de São Nuno de Santa Maria, que em vida foi Dom Nuno Álvares Pereira, Condestável do Reino de Portugal e tronco da Dinastia dos Bragança, à qual pertenceu os dois Imperadores brasileiros (Pedro I e Pedro II) e da qual descende os membros da atual Família Imperial Brasileira.

     Como dizia seu epitáfio, foi "o famoso Nuno, o Condestável, fundador da Casa de Bragança, excelente general, beato monge, que durante a sua vida na terra tão ardentemente desejou o Reino dos Céus depois da morte, e mereceu a eterna companhia dos Santos". Dom Nuno Álvares Pereira  nasceu  em Paço do Bonjardim (ou Flor da Rosa, próximo à cidade de Crato de Portugal) em  24 de junho de 1360.

      Do seu casamento com Leonor de Alvim, o Condestável Dom Nuno Álvares Pereira teve três filhos, dois rapazes que morreram jovens, mas apenas uma filha chegou à idade adulta e teve descendência, Beatriz Pereira de Alvim, que se tornou mulher de D. Afonso, o 1.º Duque de Bragança, dando origem à Casa de Bragança, que viria a reinar em Portugal três séculos mais tarde.

      Após a morte da sua mulher, tornou-se carmelita (entrou na Ordem em 1423, no Convento do Carmo, que mandara construir como cumprimento de um voto). Toma o nome de Irmão Nuno de Santa Maria. Aí permanece até à morte, ocorrida em Lisboa, no dia 1º de Novembro de 1431 (dia de Todos-os-Santos), com 71 anos, rodeado pelo rei e os infantes.

        Foi canonizado pelo Papa Bento XVI em  26 de Abril de 2009.

Acima, gravura de  São Nuno de Santa Maria, o Condestável do Reino de Portugal.

(Postado por Armando Lopes Rafael)

PLANALTO QUER MORO ‘AGUENTANDO O TRANCO’ ATÉ O FIM - Por Claudio Humberto.


Ministros com gabinete no Palácio do Planalto afirmam que o governo está muito tranquilo em relação às consequências para o ministro Sérgio Moro (Justiça) da divulgação das mensagens roubadas de celulares ou do aplicativo Telegram. 

Afinal, as mensagens atribuídas ao então juiz e a força-tarefa da Lava Jato não passam de conversas entre mocinhos buscando a melhor forma de combater a corrupção e meter ladrões na cadeia. A torcida é que Moro “aguente o tranco” até o fim.

Ministros militares, também estreantes em política, reconhecem que é muito difícil ficar sujeito à “maquina de moer carne” chamada política.

Sérgio Moro sempre viveu discretamente até que suas decisões na Lava Jato o transformaram em celebridade do bem, herói nacional.

O temor é que Moro não queira mais para sua vida o turbilhão onde se meteu. Mas, fora da magistratura, não há melhor lugar para estar.

Ao concluir seu período como ministro da Justiça, Sérgio Moro pode, se quiser, virar ministro do Supremo ou advogado de tremendo sucesso.

136 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


 CENTENÁRIO DE PADRE VIEIRA - Por Dr. Sávio Pinheiro.

Radiante, deslumbrado, triunfante! Era assim que eu me sentia, em meados de 1983, como médico recém-formado e recém-chegado. Certa manhã, fui abordado por Seu Chiquinho de Louso, meu pai, que me fez um apelo determinado: – Preciso de você! Soube que o padre Vieira está em estado grave, na Casa de Saúde São Raimundo, em Fortaleza, e pede que não o deixem só, um só momento. Teme pela sua recuperação e implora um médico de sua família, sempre ao seu lado. E eu não posso faltar, nesse momento difícil, a um filho de meu padrinho Vicente Vieira.

Não era um pedido era uma ordem. E para mim, mais que um dever. Era orgulho para qualquer um ficar ao lado do grande escritor, poeta, político e irreverente padre Vieira. E principalmente naquela situação, em que a minha capacidade intelectual e médica poderia influir positivamente na sua recuperação.

Era um quadro assustador. A infecção generalizava-se. Os rins já não funcionavam. A hemodiálise era rotina. O clima era de pessimismo, porém a fé habitava sempre aquele espaço. Eu sentia nas pessoas que o procuravam para fazer-lhe uma visita, apesar de suspensa, que era uma despedida. Assinavam o livro e partiam comovidas.

A tarde declinava. O crepúsculo vespertino, sempre triste, aparecia. Chegara o grande momento. Fui convocado para ficar, naquela noite, com o padre Vieira. Era um apoio familiar. Um apoio de amizade, de respeito. A noite avançava, e com ela, o sofrimento e a esperança. A vigília era obrigatória. O estado doentio e a irritabilidade apenas confirmavam o seu sofrimento e ansiedade. Os segundos podiam ser contemplados.

Durante a madrugada, o paciente e o médico, já não disfarçavam mais o cansaço que lhes eram possuídos. Este, com cansaço físico, recente. Aquele, com enorme cansaço físico e psicológico, duradouros. O paciente silencioso e com o olhar fixo para o teto, pensava não sei o quê. O médico, tentando acomodar sua coluna numa cadeira de balanço, encostava suavemente os pés na borda do leito do enfermo, tentando decifrar o que poderia estar pensando aquele doente inerte. De repente, de forma brusca e inesperada padre Vieira repreende o seu parceiro de sofrimento.

Não movimente esta cama! Fique firme em seu lugar!

Sem conseguir entender o que pensava aquela mente obnubilada não soube conter o meu sentimento: se tivesse raiva ou pena por aquela atitude inesperada. Passados alguns minutos, que mais pareceram horas, finalmente volta à cena.

Chame a enfermeira, depressa! Remova o lençol, pois acho que mijei.

Quando a enfermeira de plantão entrou no quarto já encontrou o enfermo elevado no leito fazendo o maior carnaval. Nascia ali o início de sua recuperação e de uma nova esperança.

O Vieira mijara.

Algum tempo depois, já superada a euforia do momento, a profissional reaproxima-se do leito, com toda técnica e acurácia, para remover os panos molhados do doente, quando, mais uma vez, fomos surpreendidos pela irreverência.

Não tire os panos molhados de mim, pois pretendo dormir mijado!
Mas não pode ser! Tenho que trocar os lençóis e a sua roupa. É para sua saúde.
Vocês não entendem... passei toda a infância, lá na Lagoa, mijando na rede, e nunca me aconteceu nada!

Às cinco horas da manhã, pediu-me para lhe barbear, elevá-lo no leito e comprar os jornais.

Quando minha família e meus amigos chegarem quero que tenham a certeza, que estou curado!

FUGINDO DA PRISÃO - Por Wilton Bezerra.


Quando a Lava Jato começou a desratizar o Brasil, foi uma aflição para as ratazanas e ratões que empesteavam o maior país da América do Sul.
Foi inacreditável, e há quem julgue esse momento como mais importante que a Proclamação da República.
Nunca se viu na história desse país tantos empreiteiros, empresários e políticos de alta plumagem atrás das grades.
Em determinado momento, os políticos deixaram tudo mais de lado e só tinham uma preocupação: escapar de uma ordem de prisão.
Mas, nesse Brasil tão grande e de pouca vergonha, as coisas mudaram.
O negócio, agora, é escapar da cadeia.
A ordem ameaça mudar, drasticamente, com os ladrões virando os honestos da hora.
Alterando um pouco a letra de uma marchinha carnavalesca do passado, sucesso na voz de Emilinha Borba, vamos cantar assim:
“A água lava, lava, lava tudo. A água só não lava a pouca vergonha dessa gente.”
Trópicos, cada vez, mais tristes.

135 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


Belisário, acordou com uma ressaca daquelas e do lado da cama tinha um copo com água gelada e duas aspirinas. Olhou em volta e viu a roupa passada e pendurada. O quarto perfeitamente em ordem e um bilhete da mulher dizendo: Querido, deixei o seu café pronto na cozinha. Fui ao supermercado e ao colégio dos meninos.
Beijos!

Quando chegou na cozinha encontrou uma mesa farta, café com pão de arroz, ovo e queijo frito e tapioca com amendoim e presunto esperando.
Belisário, desconfiado que só esses bandidos quando ficam diante do juíza Gabriela Hardt perguntou para filha: O que aconteceu ontem?

Bem pai, o senhor chegou as três da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns moveis, urinou no guarda-roupa antes de chegar na cama, sem contar outras estripulias.
E por que está tudo arrumado? Café preparado, roupa passada e perfumada, aspirina para ressaca e um bilhete carinhoso de sua mãe?

Bem, é que a mamãe lhe arrastou até a cama e, quando ela estava tirando a sua calça o senhor disse:

Nãooo faaaaça issoooo nãooo, eu sou casado.


sexta-feira, 14 de junho de 2019

“CANALHICE TÍPICA DESSE SUJEITO”, DIZ HELENO SOBRE LULA DUVIDAR DE FACADA EM BOLSONARO.


Em café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto, o general Augusto Heleno, ministro do GSI, reagiu ao fato de Lula ter posto em dúvida a facada levada por Jair Bolsonaro durante a campanha.

“Na minha opinião, sempre tive essa opinião, ela é minha, não é do presidente, presidente da República desonesto tinha que tomar uma prisão perpétua. 

Isso é um deboche com a sociedade. Presidente da República desonesto destrói o conceito do país. É o cúmulo ele ainda aventar a hipótese de a facada ser uma mentira.”

134 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


A primeira agência do Banco do Brasil da região foi a do Crato. Na década de 60, do século passado o fiscal percorria as cidades circunvizinhas cadastrando os agricultores e aprovando um limite de crédito.
Poucos se "astreviam" a fazer o empréstimo. Os velhos daqueles tempos não eram aventureiros, muito pelo contrário eram prudentes e cautelosos.
Ladislau Camilo, um caboclo de Várzea-Alegre, morador no sitio Vacaria,  com "setentanos" nos costados, veio apanhar a parcela do seu empréstimo. Com a bufunfa no bolso encontrou o fiscal Antônio Luiz na porta do banco.

Perguntou, então : um lugar para tomar uma cerveja gelada. O fiscal respondeu : se você quer uma cerveja gelada é aí próximo no bar do Almir Carvalho ou do Dom João, mas, se você quer além da cerveja uma boa companhia siga por esta rua até a Praça Cristo Rei, atravesse a linha do trem e procure o "Cabaré da Glorinha".

Era o que o Ladislau queria, fez finca pé, saiu que o rabo era um rei. Lá, ficou doido sem saber quem escolher como companhia de tantas beldades em sua frente.
Uma assanhada se aproximou da mesa e vendo o volume no bolso tomou conta de Ladislau. No quarto, antes dos aprontamentos, vieram as perguntas : Como é que o senhor gosta? Assim, assado, desse jeito, desse outro, e, por fim "moagem".

Ladislau pensou um pouco, pensou novamente, e, decidiu : vamos essa moagem. A dona botou o velho de "papo pra riba", montou bem apoiada e a começou peleja.
Em pouco tempo a mulher fez um movimento brusco e Ladislau se cagou todo. A mulher deu o maior pinote e gritou abusada : viu o que você fez?

Ladislau como todo varzealegrense bem humorado respondeu : Doninha onde foi que a senhora já viu uma moagem sem bagaço?

Ladislau gastou a parcela nessa aventura, e, foi ao banco onde eu trabalhava tomar emprestado o dinheiro da passagem de volta pra Várzea-Alegre. 


Caririensidade


Cariri perde Mons. Ágio Augusto Moreira

 
     Ele viveu 101 anos, 4 meses e 7 dias. No último dia 12, Mons. Ágio tranquilamente – como sempre viveu – faleceu em Crato, cidade onde viveu desde que foi ordenado sacerdote há 75 anos. Nascido em Assaré, a 05 de fevereiro de 1918, Mons. Ágio era reconhecido como um sacerdote humilde, virtuoso e fiel em tudo que fazia. 

    Ele fez da música seu instrumento de evangelização. Seu corpo foi sepultado na Capela Nossa Senhora das Graças, no bairro Belmonte, uma igreja por ele construída.

     Mons. Ágio foi fundador da Sociedade Lírica do Belmonte–Solibel, da   Escola de Educação Artística Heitor Villas Lobo e da Orquestra Sinfônica Padre Davi Moreira, todas instaladas no Belmonte, em Crato. Escreveu mais de 20 livros.  Aos 100 anos, lançou o livro “Padre Cícero Romão Batista: O maior líder espiritual do Nordeste Brasileiro”, sua última obra. Foi professor de canto gregoriano, italiano, grego e francês no Seminário São José em Crato e ministrou outras disciplinas no Seminário São José, Colégio Estadual Wilson Gonçalves e Faculdade de Filosofia do Crato.

       A Vila da Música, primeiro equipamento estatal de cultura no interior, construído por iniciativa do governador Camilo Santana e inaugurado em março de 2017, representa a concretização e continuidade do trabalho iniciado pelo Mons. Ágio com a Solibel, 45 anos atrás.

Caririenses constroem pequenas chácaras na Chapada do Araripe

 Chácaras na Chapada do Araripe

    Virou modismo, mas pouca gente, residente na Região Metropolitana do Cariri, tem conhecimento do que vou relatar. A rodovia asfaltada que liga a cidade de Crato ao distrito de Santa Fé (a CE 561, com início logo após o Campus do IFCE-Crato – antigo Colégio Agrícola – e que se estende por quase 13 Kms) proporcionou o surgimento de centenas de chácaras, localizadas em plena Chapada do Araripe. Naquele trecho, no lugar dos antigos sítios, surgiram vários loteamentos. E, em meio à luxuriante floresta da chapada com o seu clima ameno, foram erguidas casas no meio dos terrenos. Os mais abastados constroem edificações mais vistosas. Mas, a maior parte delas são casas pequenas, propriedades de pessoas da classe média.  Grande é o número de juazeirenses (a maioria) e de cratenses, que agora desfrutam, nos fins-de-semana, do clima e vegetação da Chapada do Araripe.

     No sentido para Santa Fé, à esquerda da rodovia CE 561, logo após a entrada após o Campus do IFCE, e nas proximidades dos sítios Santo Antônio/Pulo de Gavião, surgiu uma pequena vila. Nela, nos fins de semana, já tem restaurantes e barzinhos funcionando. Também existe uma capelinha católica. Aliás, o mais bem-sucedido plantio de flores ornamentais do Cariri fica naquela região. Trata-se do Condomínio Sítio Santo Antônio, propriedade de uma empresa funerária de Juazeiro do Norte. Lá o cultivo de flores abastece velórios e enterros no Crajubar (conurbação Crato–Juazeiro– Barbalha). 
 Chácaras em plena Chapada do Araripe

Um caririense de valor: Prof. Álvaro Madeira

   Conheci-o já velhinho. Residia na Rua Nelson Alencar, onde era tratado com carinho e respeito pela esposa, filhos e netos. Era chamado de Doutor Álvaro pela população. Graduado em Farmácia no Rio de Janeiro, foi professor por vocação e opção – durante décadas – no Ginásio de Crato (depois denominado Colégio Diocesano), Colégio Santa Teresa de Jesus e Escola Técnica de Comércio. Álvaro Rodrigues Madeira nasceu no Rio de Janeiro, em 9 de julho de 1892 e faleceu em Crato, aos 77 anos de idade, em 21 de novembro de 1969. 

     Seu pai era o médico Marcos Madeira, responsável pelo exame na cavidade bucal da Beata Maria de Araújo, durante a primeira comissão nomeada pelo bispo Dom Joaquim para apurar o chamado “Milagre da Hóstia” ocorrido em Juazeiro do Norte.

      O Professor Álvaro Madeira era muito respeitado na comunidade cratense mercê sua postura de católico praticante e cidadão de bem, além de sua reconhecida bondade e simplicidade. Viveu sempre modestamente e nesse ambiente criou os seis filhos – frutos do seu casamento com a senhorita Lígia Carvalho Madeira: Maria Lígia, Maria Lúcia, Vicente de Paulo, Madre Elvira (pertencente à Congregação das Filhas de Santa Teresa, in memoriam), Almerinda e Francisco Alberto. Com exceção deste último – que é médico – os demais seguiram o pai no exercício do magistério. O Crato soube ser grato à memória do Professor Álvaro Rodrigues Madeira. No bairro São Miguel, uma rua – que começa na Pracinha do Detran e termina na Avenida Dom Francisco – tem o nome dele. Também existe uma escola de ensino infantil e fundamental denominada de Professor Álvaro Rodrigues Madeira, localizada no loteamento Franca Alencar, bairro Misericórdia, mantida pela Prefeitura Municipal de Crato.

Como foi o fim da antiga rivalidade entre Crato–Juazeiro do Norte?

 Prof. Otonite Cortez, ex-reitora da URCA

    A criação da Região Metropolitana do Cariri, a nova mentalidade dos jovens do Crajubar, os efeitos da globalização, dentre outros, sepultaram um fato existente até à década 80 do século passado: a rivalidade entre os habitantes de Juazeiro do Norte e Crato. Na sua monografia de Mestrado – “A construção da “cidade da cultura”: Crato (1889-1960) –, a ex-Reitora da URCA, Profa. Otonite Cortez abordou – de forma inteligente – a antiga rivalidade existente entre as cidades de Crato e Juazeiro do Norte. 

      Escreveu Otonite: “Chamava-nos igualmente atenção, a rivalidade com a cidade vizinha – Juazeiro do Norte – que transparecia nas falas cotidianas acerca dessa cidade” (...) “Essa rivalidade apresentou-se-nos, com maior nitidez, no processo de criação da Universidade Regional do Cariri–URCA, mormente na questão da definição da sua sede (reitoria). Naquele momento, percebíamos que os elementos, com os quais os representantes das duas cidades lutavam, eram de natureza absolutamente diferentes: os representantes do Crato, liderados pela Professora Sarah Cabral, José Newton Alves de Sousa, e outros, ancoravam a luta na demonstração da tradição de superioridade do Crato no campo educacional. Juazeiro demonstrava a sua força econômica e eleitoral. Apoiados no prestígio de Antônio Martins Filho – “o cratense fundador de universidades” – a URCA foi fundada, estabelecendo-se sua sede no Crato. Vencia a tradição”.

O tempo que as elites tinham força

 Crato na década 40 do século passado

     E continua Otonite: “Todavia, algumas questões permaneciam sem respostas convincentes. Quando tudo isso começou? Em que repousava a rivalidade com o Juazeiro? Por que o Crato, outrora considerada capital do Cariri, apesar de ter perdido a supremacia econômica e política na região, gozava de tanto prestígio quando se referia à cultura letrada e à civilidade? Onde residia a força de luta daquelas pessoas que tentavam manter esse prestígio do Crato? Que mecanismos eram usados, efetivamente, para isto?”

      Otonite foi encontrar a resposta no comportamento e atitudes das autodenominadas “boas famílias de Crato”. Estas se consideravam a “elite” da cidade. E, com etnocentrismo (nota do colunista: “etnocentrismo: visão de mundo própria da pessoa que considera a sua sociedade, sua nação, seu país ou grupo étnico superiores aos demais) olhavam com desdém o Juazeiro, que fora simples distrito de Crato, mas começava a trilhar novos caminhos, apesar da origem humilde e da simplicidade da maioria das novas famílias que para lá se transportaram. Escreveu Otonite: “Começamos a perceber que havia um discurso das elites cratenses no sentido de demonstrar o progresso e o pioneirismo da (sua) cidade. Percebíamos ainda que algumas palavras compareciam com muita frequência nos textos escritos sobre ao Crato e os cratenses: “adiantado”, “civilizado”, “culto”, “pioneiro”, “ordeiro”, “patriótico”, “herói/heroína”, “piedoso”, “liberal”, “espírito cívico”, etc.”.

A mudança inexorável dos novos tempos

 Crato na década 50 do século XX

      E conclui Otonite: “Todavia, algumas questões permaneciam sem respostas convincentes. Quando tudo isso começou? Em que repousava a rivalidade com o Juazeiro? Por que o Crato, outrora considerada capital do Cariri, apesar de ter perdido a supremacia econômica e política na região, gozava de tanto prestígio quando se referia à cultura letrada e à civilidade? Onde residia a força de luta daquelas pessoas que tentavam manter esse prestígio do Crato? Que mecanismos eram usados, efetivamente, para isto? (...) Aos poucos, fomos percebendo que a construção da “cidade da cultura” era o resultado das estratégias daquele grupo, cuja identidade residia nas partilhas sociais e culturais dos seus membros, no fato de frequentarem os mesmos espaços de sociabilidade, e, sobretudo, nos mesmos desideratos em relação à cidade”.

‘Se quiserem publicar tudo, publiquem. Não tem problema’ - Por Fausto Macedo.


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou ao Estado que não vai se afastar do cargo. Alvo de ataque cibernético e de vazamento de diálogos atribuídos a ele com procuradores da Lava Jato, no Telegram, Moro disse que o País está diante de “um crime em andamento”, promovido, conforme sua avaliação, por uma organização criminosa profissional. Moro afirmou que não há riscos de anulação do processo do triplex do Guarujá, que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O ex-juiz da Operação Lava Jato vê viés político-partidário na divulgação das mensagens tiradas de aplicativo do coordenador da força-tarefa em Curitiba, Deltan Dallagnol. Ele falou em “sensacionalismo” e disse que réus e investigados da Lava Jato teriam interesse no caso. 

O ministro não reconhece a autenticidade das mensagens e, na primeira entrevista após ter virado alvo dos hackers, desafiou a divulgação completa do material.

Ele afirmou ainda não ver ilicitude nos diálogos e disse que conversava “normalmente” também com advogados e delegados, inclusive por aplicativos. Em quase uma hora de conversa em seu gabinete em Brasília, Moro descartou impactos do caso para o governo Jair Bolsonaro e para o pacote anticrime, que defende no Congresso.

Operação Moro - Por Roberto Guzzo.


A operação Moro, lançada domingo, entrou em estado de coma 24 horas depois. Faleceu na terça. Foi enterrada no horário comercial da quarta. 

Sua missão era impossível: condenar Moro dizendo que ele faz de tudo para punir os bandidos. O povo não entende o que o homem fez de errado.

UMA COPA NA AMERICA - Por Wilton Bezerra.

Enquanto o futebol americano ficou marcando passo, os europeus se organizaram em ligas, atraíram investimentos e se tornaram uma máquina de fazer dinheiro da indústria do entretenimento.

A seguir, saíram mundo afora à cata dos melhores valores, dentro e fora de campo, organizando as maiores competições do planeta bola.

Com as suas seleções, os europeus não perdem uma copa do mundo desde 2012, contrariando a tese, segundo a qual, os seus clubes são os maiores por contarem com jogadores de todas as partes do mundo.

Espanha, Alemanha e França passaram a mão nos últimos títulos com autoridade de quem evoluiu em todos níveis, sem influencias externas.

E neste lado do mundo, onde está a America do Sul, o futebol vive recheado de promessas que cedo batem asas do continente, e repatriados perto do final de carreira.

Há muito tempo desempenhamos o papel de fornecedores de pé de obra.

A oportunidade para mostrar que o futebol sul americano ainda tem pujança está nas disputas da Copa America no nosso país.

Por nove vezes, a Copa do Mundo ficou nas mãos de Brasil, Argentina e Uruguai, territórios de gênios como Garrincha, Pelé, Maradona e tantos outros.

Para Tite, e vários jogadores já veteranos que foram convocados, a Copa America pode ser a garantia de continuidade ou o canto do cisne.

O viés de corrupção que tem nos acompanhado,  por obra e graça de CBF e Conmebol, precisa ser extirpado com o fim de uma cartolagem insalubre.

Como disse o mestre, Armando Nogueira: “O cartola peca por ação, omissão ou comissão”.

Bola em jogo.

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Sob o forte risco de cair no Supremo, a prisão após condenação na segunda instância está a salvo no relatório da Câmara do pacote anticrime - O Antagonista.


A redação proposta para o artigo 283 do Código de Processo Penal garante a execução da pena após condenação “exarada por órgão colegiado”. O atual entendimento do Supremo somente “permite” a prisão em segunda instância.
O texto proposto é mais taxativo e vai além, ao determinar a execução de penas de multa ou de prestação de serviços à comunidade após a segunda instância.
A aprovação do texto em lei deixaria sem objeto três ações a serem julgadas neste ano no STF que podem revogar a prisão em segunda instância.
A tendência hoje é que a Corte leve a execução da pena para a terceira instância, o STJ.

Bolsonaro sai em defesa de Moro e diz que houve “invasão criminosa” - O antagonista.


Jair Bolsonaro falou publicamente, pela primeira vez, nesta quinta-feira, sobre o vazamento de mensagens privadas entre Sergio Moro e procuradores da Lava Jato. O presidente saiu em defesa do ministro da Justiça e Segurança Pública.

“O que ele fez não tem preço. Ele realmente botou para fora, mostrou as vísceras do poder, a promiscuidade do poder no tocante à corrupção”, disse o presidente após um evento no Palácio do Planalto, registra a Folha.

Bolsonaro ainda afirmou que Moro “faz parte da história do Brasil” e criticou o vazamento das mensagens.
“Houve uma quebra criminosa, uma invasão criminosa, se é que o que está sendo vazado é verdadeiro ou não.”

MENSAGENS PODEM TER VAZADO DO GRUPO DO APP - Por Claudio Humberto.


Após o aplicativo Telegram descartar a ação de hacker no vazamento das conversas do então juiz Sérgio Moro com procuradores da Lava Jato, toma corpo entre arapongas de inteligência a suspeita de que as mensagens podem ter sido entregues para publicação por integrante do grupo do aplicativo do qual fazia parte o atual ministro da Justiça. 

O Telegram negou ter sido hackeado, mas isso não significa que os celulares do ministro e dos procuradores não tenham sido invadidos.

A teoria da conspiração de arapongas é que o vazamento da conversa objetivou gerar crise política para inviabilizar a reforma da Previdência.

Um bandido clonou o celular de repórter do Globo e até se passou por ele, trocando mensagens com um procurador.

133 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.

Discorrer sobre as figuras folclóricas do Crato e do Juazeiro, e não incluir Valdir Pereira, seria um erro imperdoável. Boêmio, na expressão da palavra. De raro assomo de espírito, sobretudo, quando estava com umas e outras na cabeça. 
Amigo sincero. Dissipador dos parcos recursos que possuía. Participava de todas as despesas, exceto quando não dispunha do mocó, cuja situação era logo por ele revelada. Podemos dizer: uma persona grata.


Popularizou-se em alguns casos de “xexeiro”, pessoa que não paga a mundana, após o coito. Numa noitada de um sábado, já ao amanhecer do domingo, Valdir Pereira, solicita da parceira uma cesta para ir ao mercado fazer compras, uma vez que “intencionava” permanecer o dia seguinte em companhia da amante. 
Logo que deixa o cabaré da Glorinha, joga a cesta fora, e vai embora. Na segunda feira a mundana foi à loja em que o Valdir trabalhava (Casas Pernambucanas), e o agrediu com palavras, chamando-o de xexeiro :
Minha senhora, respondeu o Valdir. Seu Teixeira, é aí na frente.
Eu estou chamando é de xexeiro!
Peixeira! Aqui, só vendemos tecidos.

Uma semana após o calote aplicado em uma rameira, Valdir retorna ao local do crime. Logo que entra é reconhecido pela vitima. Ao perceber que havia sido identificado adentrou-se pelo corredor, indo esconder-se em um dos quartos.
A mulher desconfiada do único quarto que se encontrava de porta fechada perguntou: Fulana, quem está aí com você é um vermelhinho do Juazeiro? 

Valdir, tirando do bolso uma nota de cinco mil reis, suplicou :
Diga que é o Negão do Crato.

Mesmo que digam que Moro fez algo ilegal, é difícil encontrar razão para anular julgamentos - Por Merval Pereira.


Merval Pereira opina que é muito difícil imaginar que ministros do STF como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, que são líderes de uma campanha contra fake news e intercepção ilegal de mensagens, vão aceitar uma prova ilegal para tomar alguma decisão. 

"Tenho a sensação de que dificilmente será acatada a tese de que os todos os julgamentos da primeira instância tem que ser anulados", avalia.

Solicitação teria como base conversas divulgadas pelo portal 'The Intercept Brasil' entre o ex-juiz da Lava-jato Sérgio Moro e o promotor Deltan Dallagnol sobre os rumos da investigação contra o ex-presidente. 

Para Merval Pereira, a repercussão será mais política do que jurídica.

132 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


Turma do Colégio Estadual, Crato 1969/1971 da qual  fiz parte - Não sei a razão mas, não estou na foto. Clique para ampliar.

Uma foto memorável. São poucos os registros daqueles tempos. Reconheço  a grande maioria dos que estão presente.  

Na parte da frente da esquerda para direita - Em pé com a saia de lista - Joalina Stuart Leite, sentadas na mesma direção : Amélia do Vale, Dione Ribeiro Parente, Fátima Arraes, Natércia com um riso largo, Doralice Epaminondas, Helenice Oliveira, as irmãs gêmeas Lia e Telma Alencar, Elmano Lobo atrapalhando a identificação dos demais. 

Em pé - da direita para esquerda - Lígia Andrade Alencar, Fátima Andrade Alencar, Leirton Leite, de óculos, Professora de Biologia Teresinha Pinheiro Teles, Mario Frota, Ismar, Almir Bernardo, Antônio Mendes e Antônio Primo Emídio com a mão na cabeça. 

Foto de Dezembro de 1971,  neste tempo boa parte  dos colegas já estava em Recife, João Pessoa, Natal e Fortaleza.

O tempo jogou cada um em direção diferente. Muitos não se encontraram mais. Porém, as lembranças e a saudade os unem na história.

Moro 2022 - Por José Newmanne Pinto.


Os inimigos do combate à corrupção só fingem que estão lutando para tirar Lula de sua sala de Estado maior em Curitiba. Lula livre é a farsa com que tentam esconder o próprio medo de serem presos. 

No entanto, no afã desesperado de prejudicar o ex-juiz Sérgio Moro e os procuradores da força-tarefa da Lava Jato, principalmente Deltan Dallagnol, o Centrão e a esquerda na prática os empurram para a única porta de saída que lhes resta. 

Na justiça propriamente dita não podem prejudicá-los, pois o material orgânico que têm às mãos para sujá-los é produto do crime de hackear seus celulares. 

No mundo hipócrita do fingimento da vida pública podem alijá-los pela construção de narrativas com aparência de verdades para atingir sua reputação. Mas terminam os empurrando para a única porta de saída que lhes restará se eles vencerem essas batalhas: o voto. 

Poderão até dificultar o acesso deles aos salões privados das togas e dos fraques, mas não impedirão que o amor do povo se transforme em votos nas urnas.

quarta-feira, 12 de junho de 2019


Flávio Dino bateu no peito e disse: Fui juiz federal por 12 anos e nunca: 

01 - Mandei no Ministério Publico. 
02 - Determinei que procuradora fosse fazer “treinamento”. 
03 - Opinei sobre ação penal antes de ser ajuizada. 
04 - Orientei procurador sobre como produzir provas. 
05 -  Mandei descumprir decisão de desembargador.


Ele também nunca:

01 - Prendeu um ex-presidente. 
02 - Desbaratou a maior quadrilha de todos os tempos, instalada no governo e no Congresso Nacional. 
03 - Desmontou o cartel da Petrobras, que reunia as maiores empreiteiras do Brasil. 
04 - Mandou para a cadeia as pessoas mais poderosas do país. 
05 - Recuperou dezenas de bilhões de reais para o Tesouro Nacional.

Flávio Dino tem razão: ele nunca foi e nunca será um Sérgio Moro.

131 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


Dr. Wilson Gonçalves foi prefeito do Crato de 1943 a 1945. Em reconhecimento a sua gestão o povo lhe concedeu os mandatos de Deputado Estadual, Deputado Federal, vice-governador do Estado, Senador da Republica, e, por fim Ministro do Supremo Tribunal Federal.

Suas principais obras em beneficio do Crato e região foram a fundação da Faculdade de Ciências Econômicas do Crato e do Colégio que leva o seu nome. Centenas de milhares de alunos de todo o nordeste por aqui passaram e se prepararam para a vida.


Crato, 18 de março de 1961 - imagem do momento em que o reitor da Universidade Estadual do Ceará, Antônio Martins Filho, tendo ao seu lado o vice-governador Wilson Gonçalves, assinava o ato de instalação oficial da Faculdade de Ciências Econômicas do Crato.

Que não se melindrem os demais  ex-prefeitos, mas, as obras edificadas  pelos três citados nas minhas postagem não foram passageiras.  Estão aí,  pra quem  quiser e desejar ver.

Tentativa de apagar as culpas de Lula é ridícula - Por Josias de Souza

A defesa de Lula já tentou de tudo para demonstrar a tese segundo a qual o presidiário petista não passa de vítima de uma orquestração urdida para transformar um ex-presidente honestíssimo num político corrupto. O problema é que tudo ainda não quis nada com Lula e seus defensores. De repente, vieram à luz as conversas de Sergio Moro com Deltan Dallagnol, extraídas criminosamente dos celulares de autoridades.  

Os advogados ficaram eufóricos. Foram encontrar o preso na cadeia. "A verdade fica doente, mas não morre", disse Lula aos doutores ao comentar as mensagens que revelaram a atmosfera de colaboração que unia seu algoz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Lula declarou-se surpreso com o grau de "promiscuidade" que marcava o relacionamento do seu julgador com o chefe dos acusadores da Lava Jato.

Moro e Dallagnol ultrapassaram, de fato, a fronteira que separa o relacionamento funcional do comportamento abusivo. Com isso, forneceram o óleo de peroba que leva Lula a restaurar sua face de madeira. O problema é que, por ora, não há nas manifestações do ex-juiz e do procurador material capaz de transformar culpados em inocentes. Para demonstrar a tese da orquestração, seria necessário invadir os celulares de muita gente…

…Os delegados federais, auditores da Receita, procuradores de Curitiba e de Brasília, juízes de primeiro grau, desembargadores do TRF-4 e ministros do STJ responsáveis pela condenação de Lula e pelos nove processos que ele protagoniza, seis dos quais já convertidos em ações penais. Com um histórico assim, a menos que a defesa comprove que o preso de Curitiba é um sósia que tenta enlamear a biografia do Lula original, qualquer tentativa de anular as culpas de um corrupto de terceira instância será apenas ridícula.

130 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.


Dr, Antônio de Alencar Araripe, foi prefeito do Crato de 1930 a 1935. Homem empreendedor, Deputado Federal por varias legislaturas. 

Foi fundador e presidente do Banco do Nordeste do Brasil S/A, criador do DNOCS - Departamento nacional de obras contra a seca, autor do projeto da construção do açude de Orós, era opositor do presidente JK, mas, na inauguração da barragem de Orós sendo visto pelo presidente foi convidado para ir ao palanque : E ouviu do presidente, Você é o responsável pela construção dessa obra, ninguém mais que você merece esse reconhecimento, disse o presidente da republica.

Trouxe para o Crato a Escola Técnica Federal, Colégio Agrícola, instituição de valor sem igual. Tudo isto e muito mais convergem para consagrar Antônio de Alencar Araripe como politico.

129 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.

Dr. Joaquim Fernandes Teles, Dr. Teles,  foi prefeito do Crato de 1925 a 1930. 

Sua avaliação e aprovação se deu com a eleição para Deputado Federal. Como representante do Crato e do Ceará no Congresso Nacional conseguiu recursos para a construção do Hospital São Francisco de Assis e Maternidade  do Crato. 

Naqueles velhos tempos o Crato se tornou o centro de referência em atendimentos na medicina do nordeste brasileiro. Fato inédito para nossa cidade. 

Todo  nordestino encontrava no Hospital São Francisco, que ainda hoje está aí, a possibilidade de recuperar a saúde e salvar a vida.

Até os dias atuais nenhuma outra  obra no segmento saúde superou o Hospital São Francisco e a Maternidade Dr. Teles, em Crato. 

PF extrai dados de celular de Moro para investigar hacking - O Antagonista.


Peritos da PF foram à sede do Ministério da Justiça hoje para extrair dados do celular de Sergio Moro.
Esse processo permite obter o histórico de ligações e da utilização dos aplicativos por Moro, com o objetivo de tentar rastrear a origem dos ataques ao aparelho do ministro.
A tentativa de invasão foi informada por Moro à PF na terça-feira passada.
Após suspeitar dos ataques, o ministro trocou de celular. Foi esse aparelho antigo que teve seus dados extraídos.
A investigação está sendo coordenada pela Diretoria de Inteligência da PF.

terça-feira, 11 de junho de 2019

“Não são esses hackers que irão derrubar Moro” - Por Eliane Cantanhêde.


“Cá para nós, nem chega a ser surpresa o trabalho e o esforço conjunto de Moro, procuradores, delegados e agentes da Receita Federal para chegar a um resultado espetacular: a maior e mais bem-sucedida operação de combate à corrupção de que se tem notícia”, diz Eliane Cantanhêde.

“E as idas de ministros do Supremo a palácios presidenciais, cervejadas de advogados com procurador-geral da República, visitas ‘de improviso’ de advogados de Lula ao ministro da Justiça? Sem falar na intensa troca de mensagens de todos com todos (…).

Não são esses hackers e as mensagens que saíram até agora que irão derrubar Sérgio Moro. Muito menos do pedestal na opinião pública.

Como bem disse Fernando Henrique Cardoso ontem, houve ‘comentários impróprios’, mas o resto é ‘tempestade em copo d’água’”.


SINDICALISTAS DO PT ‘ARMAM’ CONTRA O BRASIL NA OIT - Por Claudio Humberto.


Sindicalistas ligados ao PT articulam na Organização Internacional do Trabalho (OIT), a inclusão do Brasil em uma “lista negra” de países que não cumprem a “Convenção 98” aprovada na entidade há 70 anos, em 1949, e endossada na ditadura Vargas. 

As alegações são falsas e miram a modernização da lei trabalhista. Pede de volta o “direito de filiação sindical”, jamais suprimido, e “negociações coletivas”, ou seja, o direito de pelegos a manobras para burlar o fim do imposto obrigatório.

A inclusão na “lista negra” não implica em multas e sanções. Os EUA nunca estiveram na Convenção 98. E nem na “lista”.

Com R$3,5 bilhões anuais para ratear, criaram-se 17 mil sindicatos no Brasil, cerca de 90% dos existentes mundo. A reforma pôs fim à farra.

Lula, o sujeito oculto do grampo - Por José Newmanne Pinto.

A esquerda não se envergonha de atacar a Lava Jato fingindo que pretende soltar o petista e festejando a vingança contra o juiz e o promotor que foram os primeiros a processá-lo e condená-lo

Uma memória vívida que tenho de minha infância é a leitura ávida da revista O Cruzeiro, que meu pai carregava do Rio ou de São Paulo para o sertão, aonde transportava cargas em seu caminhão Jandaia, da Chevrolet, e em cujas bancas comprava revistas para nosso regalo. O caminhoneiro Anchieta Pinto gostava tanto do Amigo da Onça, do desenhista pernambucano Péricles, que colecionava a série semanal, charge por charge. Eu preferia a série desenhada por Carlos Estêvam e intitulada As Aparências Enganam. Com capricho de gênio, o autor elaborava uma cena terrível no escuro e no quadro seguinte a iluminava mostrando o panorama oposto. O que assustava, então, passava a encantar. Este episódio dos posts do aplicativo de mensagens telefônicas Telegram, protagonizado pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, e o coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, apresenta aparências e enganos que fazem lembrar a mesma ideia engenhosa do contraste trevas-luz.

O sonho da esquerda inconformada com as condenações de Luiz Inácio Lula da Silva, seu maior líder e único ídolo capaz de lhe garantir a volta ao poder para nele se regalar, é repetir o caso célebre da Operação Castelo de Areia, capitaneada pela empreiteira de obras públicas Camargo Corrêa. A história é conhecida, mas merece ser recontada em rápidas pancadas no teclado. A corrupção pública e notória, mas nunca processada nem punida, parecia dsmanchar sob uma onda de provas capaz de dissolver a fortificação que garantia a incolumidade das grandes construtoras atuantes no Brasil. 

Mas bastou uma chicana para o castelo ruir: no Superior Tribunal de Justiça (STJ) todo o processo foi arquivado porque um desses geniais advogados abonadíssimos descobriu que sua origem tinha sido uma denúncia anônima. Descrito o pecado original, tudo ruiu. O artífice da obra demoníaca foi um criminalista de talento e ambição enormes, Márcio Thomaz Bastos. Morto o gênio da chicana, a História se repetiu, mudando os corruptos, mas mantendo a corrupção. Com Bastos fora de cena, a Ação Penal 470 inaugurou a punição dos poderosos da política e dos nababos da empreita sob a denominação aparentemente burocrática de mensalão.

Carolina, a personagem da canção de Chico Buarque, ainda não tinha deixado seu plantão na janela, quando a punição se esvaiu por entre os dedos: o operador Marcos Valério até hoje purga pena, mas os mandantes políticos em geral foram indultados pela companheira Dilma e perdoados pelos amigões do Supremo Tribunal Federal (STF), à exceção do petista José Dirceu e do aliado Pedro Corrêa. Eles tinham delinquido cumprindo pena na Papuda, em Brasília. E só por isso não escaparam da punição.

O mago Bastos, que tinha sido ministro da Justiça no primeiro mandato presidencial de Lula, já não dava as cartas para os parceiros do PT no pôquer do poder quando surgiu em 2014 a Operação Lava Jato, sediada em Curitiba. Esta conseguiu o que nunca foi alcançado antes: agora mesmo o político mais poderoso e mais popular da atualidade, Luiz Inácio Lula da Silva, e o mais próspero empreiteiro, Marcelo Odebrecht, cumprem pena. Nenhum vive no inferno presidiário brasileiro – o primeiro ocupa uma sala da Polícia Federal (PF), em Curitiba, e o outro arrasta uma tornozeleira na mansão do Morumbi. Mas ambos cumprem pena quebrando a regra geral de antes destes tempos: a da prisão exclusiva para pobres, pretos e prostitutas.

Dissolver com jato d’água a operação mais popular da História passou a unir delinquentes e seus advogados de ternos de grife. A esquerda, que tinha assaltado em seu mandarinato todos os cofres públicos em sociedade com o Centrão, não descansa um minuto enquanto não se vingar do ex-juiz e dos procuradores de Curitiba, que se tornou capital do combate à corrupção no Brasil contemporâneo. Para garantir a impunidade a aliança pela roubalheira reuniu os 300 picaretas que Lula contou no Congresso num pronunciamento histórico. E passou a contar com a ajuda movida a propina da falsa oposição do ninho tucano. Neste momento essa armada sibilina reúne-se no Congresso Nacional, sob o comando solícito de Rodrigo Maia, na Câmara, e Davi Alcolumbre, no Senado, para transformar o pacote anticrime e de combate à corrupção do ex-juiz num novo castelo de areia. Não será talvez uma tarefa impossível e vem acompanhada de outras ações.

A bola da vez está com o gringo Glenn Greenwald, ganhador do Prêmio Pulitzer, o mais importante de literatura e jornalismo em seu país de origem, os Estados Unidos, dono de fama mundial por ter divulgado o vazamento do traidor dos segredos da maior potência política e militar do mundo, o escândalo dos WikiLeaks, Edward Snowden. Editor do jornal onlineThe Intercept Brasil, divulgou mensagens trocadas no aplicativo Telegram com o intuito fictício de soltar Lula, mas real de se vingar de Moro e Dallagnol. O primeiro petardo disparado domingo (9/6), à noite, alcançou seus objetivos, criando um grande rebuliço na caverna de Ali Babá em que se transformaram as cumbucas do Congresso Nacional, a virada para cima para receberem propinas e a emborcada para se esconderem da polícia. Mas ele mesmo não se fez de rogado e assegurou ao Uol que há ainda muito mais a revelar. Não é impossível. Talvez não seja possível, porém, comprovar que as mensagens divulgadas ou a serem divulgadas foram obtidas de forma legal, ou seja, com autorização da Justiça. Criminosas, como parecem ser, podem criar transtornos que prejudiquem a reputação do ex-juiz e do procurador, mas de nada servem para anular o julgamento de Lula. É uma espécie de Castelo de Areia, mas com sinal inverso, pois, assim sendo, de nada podem servir ao pretenso objetivo final.

O próprio pretenso beneficiário não ajuda. Dallagnol não pode ser responsabilizado pela condenação de Lula porque procurador não condena, denuncia. Moro não foi o único juiz a apená-lo. Como revelou o título de um editorial histórico do Estado, 8 a 0, a condenação do ex-sindicalista é obra coletiva, ou colegiada, no jurisdiquês vigente. Por isso, Fernando Henrique Cardoso, que tem sido um baluarte pela libertação do ex-agente Barba do xerife Tuma, já definiu com precisão a tentativa de envenenar a Lava Jato: “Uma tempestade em copo d’água”. O ministro do STF Marco Aurélio Mello, pródigo em proclamar a culpa alheia, limitou seu prognóstico a um enigmático “a ver”, versão da célebre sentença de um ministro da Justiça no regime militar, Armando Falcão: “O futuro a Deus pertence”. O pretenso beneficiário do WikiLeak tupiniquim é um turista do Código Penal: réu sete vezes, empatou com a seleção fracota de Tite esmagando o mísero futebol hondurenho, que levou um gol a menos ao ser comparado com o número da goleada de desembargadores e ministros que mantiveram sua prisão de farsa até o próximo julgamento do STF.

segunda-feira, 10 de junho de 2019

128 - O Crato de Antigamente - Por Antônio Morais.



Outro dia, eu fiz a postagem da foto acima. Nela estão os prefeitos do Crato desde o Coronel Belém em 1890 até o Ronaldo Gomes de Matos. Não tive a intensão de promover ou denigri qualquer deles. O meu desejo era único : Contribuir com a história política do Crato.

Um comentarista perguntou qual deles foi o mais ruim, foi o pior. Eu não tenho politico predileto, mas, na minha singeleza e humildade entendo que todos que fazem parte deste mosaico merecem o nosso respeito. A vontade da maioria do povo os colocou lá.   

Porém, me "astrevi" a citar os três nomes que entendo não tenham sido os piores e sim os melhores pelo reconhecimento que receberam do povo quando deixaram os mandatos. Dr.Joaquim Fernandes Teles, Dr. Antônio de Alencar Araripe e o Dr. Wilson Gonçalves. 

Esses três serão motivo de postagens sobre o que cada um deles representou para o Crato nos segmentos  mais importantes da sociedade econômica, política e humana. 

Pretendo mostrar um pouco do que cada um fez em prol da saúde e educação do Crato e da região.

“Provas ilegais não podem anular processos” - Por Merval Pereira.


“Os áudios das conversas dos procuradores e do ex-juiz Sérgio Moro foram conseguidos através de uma ação completamente ilegal e não servem de prova em lugar nenhum do mundo”, diz Merval Pereira.

“Muitos juristas estão dizendo que não há ilegalidade nas conversas, e sim imoralidade. No Brasil, juízes conversam com as partes e ministros dão opinião; dois ministros do STF já até deram opinião sobre o assunto.

É preciso esclarecer quem e como invadiu os telefones celulares, e até que ponto essa ilegalidade da obtenção das conversas contamina um processo, mas é difícil anular com base em provas ilegais.”

Visite e conheça em Várzea-Alegre.


TABERNA DA PIZZA - FORNO A LENHA!

Importou-se  maquinas, equipamentos, conhecimentos e estudos da culinária. Tudo foi preparado com esmero, lhaneza no trato e muito respeito a você consumidor. Um produto da mais fina qualidade e especial paladar.

A humanidade se alimenta de informações - Por Antônio Morais.


O pouco que conheço da história e memória, do passado de Várzea-Alegre, provem de conversas com pessoas mais velhas conhecedoras de informações e da leitura de livros editados por iniciativa  de pessoas ligadas ao estudo da genealogia e da verve do povo. 

Povo sem passado é povo sem futuro. O primeiro livro  editado por um  varzealegrense foi "O Passado no presente" da autoria  do senhor Pedro Gonçalves de Morais, o conhecido Pedro Tenente. "Editado em 1933, pela Editora Ramos e Pouchain - Fortaleza – Ceará”.

Depois vários autores editaram trabalhos os mais diversos. Até eu me "astrevi" escrever as historinhas do meu pai para distribuir com os afilhados dele, mesmo sabendo do crime de lesa literatura que  estava cometendo.

Por último tivemos a publicação de "O tropeirismo Nosso", obra do escritor, pesquisador e historiador Antônio Gonçalo de Sousa, foto.

Tropeirismo é um segmento que está esquecido, poucas pessoas conhecem atualmente, sua utilização está em desuso.

Meus cumprimentos ao meu amigo  e camarada Antônio Gonçalo de Sousa  por resgatar e não permitir que uma atividade dos tempos de antanho seja esquecida. 

Quando o tempo passar, o futuro chegar  recorreremos  ao seu livro como fonte de informações pra todo aquele  que precisar  conhecer a história.

Quem envergonha o Brasil é Lula - José Newmanne Pinto.


“Esse governo está destruindo o País, envergonhando o País”, disse Lula, em entrevista da cela de Estado-Maior no DPF de Curitiba, a DCM e Tucameia. 

Mentira. 

A verdade é que o Brasil em destroços foi destruído pela roubalheira e má gestão de seus dois governos e na gestão e meia de sua lambe-botas Dilma com complemento do ex-sócio Temer. 

Eles exportaram corrupção pelo mundo afora, promovendo o despudor além das fronteiras. E paralisando nossa economia com a permanência por cinco anos de depressão com 13,2 milhões de pobres desempregados e famintos.