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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


segunda-feira, 8 de abril de 2024

O meu último encontro com Raimundo Sabino - Por Antonio Morais.

O meu último encontro do Raimundo Sabino.

Quando menino, nas minhas passagens para as casas dos meu tios Inácio de José Venâncio, na Boa Vista e João de Dica, no São Vicente, en passava em frente a bodega do Raimundo Sabino. 

Cada vez que passava ali era um novo apelido. A ponto de tempos depois sempre que ia passar a frente da bodega aumentar o passo para não ser visto.

Raimundo Sabino tranferiu o seu comercio para o filho Jesus, apelidado Buzuga. 

Traferiu seu domicilio para a cidade de Senhor do Bomfim na Bahia.

Um dia, eu fui deixar uma filha na rodoviária do Crato para embarcá-la para Campina Grande, onde estudava.

De longe vi Raimundo Sabino sentado num banco da rodoviaria. Aproximei-me, cumprimentei e ele me disse que tinha perdido o onibus das seis horas para a Hahia e tinha que esperar o do outro dia no mesmo horário, 48 horas depois.

Levei o amigo para minha casa, foi meu hospede por uma noite e um dia.

Nesse dia botamos a conversa em dia. E no horário combinado fui deixar e embarcar na rodoviaria.

Um pequeno favor que me valeu muito pela admiração que eu tinha por aquele homem empreendedor que mereceu o aplauso e a admiração de todo varzeaalegrense.

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