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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


sábado, 5 de janeiro de 2019

365 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.

Raimundo Ferino, morador no sitio Forno Velho, na década de 60 do século passado, teve uma crise crônica de reumatismo. Como na época não existiam médicos procurava-se auxilio e cura com rezadeiras, benzedeiras e curandeiras. Seu Raimundo foi aconselhado por uma delas a tomar leite de veada da primeira cria.

Escalou os filhos Expedito e João para encontrar a veada e fazer a ordenha. Os irmãos foram para o açude de João do Sapo e quando as veadas apareceram para beber observaram qual delas poderia ser de primeira cria e saíram e perseguição.

Foram a riba, foram a baixo, os emboléus, e, enquanto um segurava a veada pelo rabo o outro desleitava em uma garrafa de coca-cola.

No final da labuta a garrafinha estava pra cima de meia. Seu Raimundo tomou em pequenas doses por cinco dias seguidos e nunca mais sentiu nenhum problema de reumatismo, sarou de vez.

Ele virava a muzenga,  um siri na lata quando alguém duvidava dessa história.


Um comentário:

  1. O Pai sarou com o leite e os filhos com a carreira. Nunca mais sentiram qualquer tipo de dores nas pernas.

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