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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


terça-feira, 18 de agosto de 2015

O VARZEALEGRENSE.


O varzealegrense não é, na verdade, como o japonês: feito na forma. Seu tipo étnico, no entanto, em nada difere do clássico padrão nordestino. 

Por que seria diferente, mesmo sendo, cabra da peste? Mais para nosso comum longilíneo homens 1.65 a 1.70 e mulheres de 1.56 a 1.60. Moreno claro, pelo sol e pelo clima que o queimam, com um percentual ínfimo de negros. Fisionomia serena e simpática, sem refletir dramas  ou amarguras. Olhos castanhos claros, dentes bem implantados, já agora, melhor cuidados. O cabelo é liso e castanho... pixaim é difícil encontrar, mesmo para remédio. Goza de boa saúde, o que lhe dá força e disposição nos trabalhos. 

Tem a mania de pensar que a agua do Machado lhe trás cardiopatias. Apesar disto, ou por isto, tem existência bem ampla, sendo comum viver até morrer.

Resumindo um informe que, talvez, a ninguém surpreenda. Ainda não produzimos, em Várzea-Alegre, bebês de proveta. Os métodos de confecção continuam os conhecidos e clássicos. O que, afinal de contas, não parece causar mal-estar ou desgosto entre os fabricantes.

JF

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