segunda-feira, 10 de janeiro de 2022

Se arrependimento matasse - Antônio Alves de Morais.

Fico aqui imaginando se arrependimento matasse, o que estariam pensando as dezenas de pessoas que fizeram parte do desgoverno corrupto do PT, Lula, Dilma e toda cambada de aliados.

Aqueles que fizeram delação, confessaram seus crimes, devolveram milhões e agora estão vendo a justiça inocentando os principais beneficiários da ladroagem.

O que passa na cabeça do Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobrás, Sergio Machado, presidente da transpetro e Antônio Palocci ministro da fazendo do Lula.

Citando esses três porque a soma dos valores devolvidos chega a uma média de 120 a 160 milhões da reais cada.

Como Sergio Machado se sente ao ter devolvido milhões e vê o STF inocentar a cupula do PMDB  Renan, Romero, Jader e Temer e a cambada toda a quem ele serviu?

E o Palocci que devolveu uma das maiores fortunas e vê o Lula  nadando  por aí a fora como inocente. Cada dia um minitro do STF libera um réu de seus crimes. 

domingo, 9 de janeiro de 2022

"Enfrentei bandidos perigosos, e a família Bolsonaro é irrelevante", diz Moro - Por o Antagonista.

O pré-candidato à Presidência foi questionado se teme o presidente e os filhos durante a campanha, que vivem atacando o ex-juiz.

O ex-juiz e pré-candidato Sergio Moro afirmou em uma entrevista à Rádio Arapuan FM, da Paraíba, que enfrentou muitos bandidos perigosos, e que a família Bolsonaro é irrelevante.

“Eu fui juiz por 22 anos, lidei com crime organizado. Tenho uma vida, me envolvi em situações de risco e cumpri meu dever. Não houve ministro da Justiça que combateu mais rigorosamente o crime organizado”, disse.

Moro lembrou dos atos do PCC.

“Aquele PCC, em atos terroristas em 2006, não aconteceu nada com eles, continuaram em São Paulo. A primeira coisa que fizemos foi transferir pra presídios federais. Aquilo que acontecia que no passado, de organizações aterrorizando ônibus, acabou. Se eu fiz tudo isso, vou ter medo de família de Bolsonaro? Para mim, essas pessoas são irrelevantes, totalmente irrelevantes”.

Nas redes sociais, Moro disse que já julgou bandidos perigosos, inclusive traficantes internacionais. “Se nunca tive medo de enfrentar criminosos, não serão ofensas ou ataques mentirosos que irão me assustar”.

sábado, 8 de janeiro de 2022

Bolsonaro e Lula, dois defuntos putrefatos - Antônio Alves de Morais.

Bolsonaro e Lula já estão em estado de putrefação, quem está abanando o fedor é a mídia vendida e os criminosos de colarinho branco que vivem da corrupção e ladroagem  que os dois patrocinam. 

Só existe uma maneira de desratizar o Brasil.

Moro Presidente.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

A realidade é Moro - Por Diogo Mainard.

 A fantasia da Terceira Via tem de acabar. É preciso encarar a realidade.

“O entorno político de Rodrigo Pacheco anda desanimado com sua candidatura à Presidência da República”, diz O Globo.

“A avaliação de deputados próximos ao presidente do Senado é de que o lançamento da candidatura de Sergio Moro ocupou o espaço que restava além da polarização, sobrando poucas chances para outros nomes”.

De fato, não há outro candidato possível para a Terceira Via: ou é Moro, ou é Moro.

Podem me acusar de ser sectário, podem me acusar de ser pouco imaginoso, mas não consigo vislumbrar um candidato capaz de enfrentar o pesadelo bolsonarista e o pesadelo lulista, exceto Moro.

Depois de terminar meu expediente em O Antagonista, vou escrever sobre isso para a Crusoé.  O sonha da Terceira Via tem de acabar imediatamente. É preciso acordar para a realidade – e a realidade é Moro. 

PAISAGEM CEARENSE NO FUTEBOL NORDESTINO - Por Wilton Bezerra comentarista generalista.

 


Até chegar ao Campeonato Brasileiro, em que serão os únicos representantes do futebol nordestino, Ceará e Fortaleza terão que enfrentar o sol de outras competições.

Estadual e Copa do Nordeste ,para "tomar chegada" e, aí, bem mais depois, Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores.

Embora atraente, pelo valor das competições, esse calendário não deixa de ser indecente, pelo desgaste à vista.

Saneados financeiramente, profissionalizados e com planejamento estratégico, alvinegros e tricolores criaram uma inteligência de times médios.

Os dois estão consolidados na elite. Assim como na vida, o futebol dá muitas voltas.

Não será com excesso de certezas que as posições alcançadas estarão mantidas.

No futebol de hoje, não há mais paciência para derrotas e comportamento irregular.

Virou um jogo de vida e morte, onde o sucesso tem que ser obtido a qualquer custo.

Além de manter os seus melhores valores de elenco, os times precisam cortar o excedente, como em uma poda de árvore.

Da prancheta para o campo, a palavra vai ficar com Tiago Nunes e Vojvoda. Esquemas com alternâncias táticas, base sólida na troca de passes e uma bem estruturada opção para contra-golpes, em certas ocasiões. Diversidade tática obrigatória.

O sistema de jogo só perde em importância para sua fiel aplicação, seja ele qual for.

De resto é se preparar emocionalmente para os períodos de trepidações de uma longa campanha.

"Sebo nas canelas" que a caminhada é longa.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2022

“Acho que o Moro precisa se unir a um grande partido” - Por o Despertador do Diogo.

 


Foi o que disse Marcos Cintra, ex-secretário da Receita Federal, em conversa com a Folha de S. Paulo.

“Só com o Podemos, por mais que a imagem dele seja muito boa do ponto de vista pessoal, ele tem ainda uma exposição fraca politicamente. Ele é visto pelo eleitor não como um candidato, mas como uma personalidade do mundo jurídico. Precisa transformar esse ativo em eleitoral, coisa que não fez ainda. Precisa de um partido grande, e o União poderia dar essa estrutura, mas não dá para perder muito tempo”.

Marcos Cintra, que foi demitido por Jair Bolsonaro, assim como Sergio Moro, é conselheiro de Luciano Bivar. Ele disse também:

“Estamos começando a nos colocar à disposição do Moro. Ele tem conversado bastante com o nosso presidente Bivar. E a ideia é nos aproximarmos. Ele já tem o grupo dele, comandado pelo Affonso Celso Pastore, então, ficamos de discutir”.

Ele está certo: para derrotar o bolsonarismo e o lulismo, Moro precisa urgentemente de gente capaz de fortalecer sua candidatura e, em seguida, governar. Não é uma questão de dinheiro ou de tempo de TV, e sim de discurso e estratégia.

VOCÊ MUDOU DEMAIS - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

O título da crônica nos remete à uma música dor de cotovelo. E tem a ver com o Juazeiro do Norte de hoje.

A Terra do Padre Cícero, movida por uma coisa chamada progresso, mudou demais.

Sua paisagem se transformou quase por completo, nos últimos 40 anos.

As ruas secundárias viraram corredores comerciais. Suas antigas e tradicionais lojas mudaram de donos e de nomes.

Na visita que faço à "Meca do Cariri", há momentos em que me sinto um estranho em minha cidade.

Juazeiro, vou lhe confessar, surpreendido, que quase não conheço mais suas esquinas.

“Você mudou demais”, como diz a canção.

A sensação é de flanar num lugar que já foi nosso.

Como digo ao amigo Renato Casimiro, "perdemos o controle" sobre "Capital da Fé".

Ao caminhar pela rua São Pedro, artéria principal do setor de comércio, admirado fico com sua movimentação, mas não vejo um rosto amigo.

Até parece que a população mudou completamente.

As pessoas amigas não estão mais onde deveriam estar. Os antigos pontos de encontro se foram. Sou aconselhado a encarar isso com naturalidade.

O que permanece inabalável é a fé religiosa e a vocação para o trabalho. Por isso mesmo, Juazeiro não para de crescer.

Trotsky, como ser humano pouco apreciável, acertou no alvo, quando mandou: "Na vida tudo muda, só o que permanece é a mudança".

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Corrupção o mesmo fenômeno - Por Josias de Sousa.

A familia Bolsonaro prosperou na vida pelo trabalho duro. Trabalho do contribuinte brasileiro ou seja o desvio de nacos do salário de servidores e o assalto de bilhões das arcas da Petrobrás corrupções do mesmo fenômeno.

Alguém já disse  que familia  é como variola,  agente tem quando criança  e fica marcado  pro resto da vida.

Na organização familiar dos bolsonaros  quem sai aos seus  não endireita.  O pai abriu  o caminho na politica e instituiu uma especie de filhocracia. Nesse regime particular os bolsonaros não se sentem pessoas publicas.

O pais é que lhes atrapalha a vida privada. O clã Bolsonaro luta para salvar o país, o Brasil não só piorou, mas as finanças  da familia presidencial não param de melhorar. 

É Razoável Crer? - Armando Lopes Rafael

 

 
Nesta tarde, Cristo do Calvário, venho pedir-te por minha carne doente mas, ao ver-te, meus olhos vão e vem de teu corpo com vergonha.
Como vou queixar-me de meus pés cansados quando os teus estão destroçados?
Como mostrar minhas mãos vazias, quando as tuas estão cheias de feridas?
Como explicar-te minha solidão, quando estás só, pregado no alto da cruz?
Como explicar-te que não tenho amor, quando vejo teu coração rasgado?
Agora já não me lembro de nada, fugiram de mim todas as minhas dores.
O ímpeto da súplica que eu trazia afoga-se em minha boca imóvel.
Só quero pedir-te, para não pedir nada, estar aqui junto à tua imagem morta e aprender que a dor é somente a chave santa de tua santa porta.
Amém 

Postagem original: Via Mariana Bueno Lopes / No Caminho de Compostela

Reflexões sobre o bicentenário da nossa independência -- 2

O regime republicano promoveu perseguições aos monarquistas

    No campo das leis, tão logo foi instalado o novo Governo Provisório republicano - decorrente do golpe militar de 15 de novembro de 1889 -  este promulgou o Decreto nº 85, criando um tribunal de exceção, para julgar – em corte marcial – sumariamente, qualquer pessoa que ousasse modificar a forma de governo recém imposta ao povo brasileiro. E nas sucessivas 5 (cinco) efêmeras constituições republicanas (promulgadas em de 1891, 1934, 1937, 1946 e 1967) sempre constou uma cláusula pétrea proibindo qualquer tentativa de modificar a forma de governo republicana. A única exceção foi a atual e vigente Constituição de 1988. Veio,com esta última Carta Magna,  o indulto para os monarquistas terem liberdade de expressarem suas ideias. Os monarquistas foram, assim, os “últimos anistiados políticos do Brasil”.

     Ademais, desde os primeiros tempos do novo regime, com mais intensidade no segundo governo, chefiado pelo Marechal Floriano Peixoto, as autoridades republicanas promoveram violenta repressão à ideologia monárquica. Essa perseguição chegou a custar a vida de muitos patriotas brasileiros. Dentre eles citamos com profundo respeito:  o Almirante Saldanha da Gama (morto em Campo Osório); o Marechal Barão de Batovi – herói da Guerra do Paraguai – fuzilado com seus companheiros monarquistas no Estado de Santa Catarina. 


Acima, memória da  Revolta da Armada, movimento de rebelião promovido por unidades da Marinha do Brasil contra os dois primeiros governos republicanos do Brasil (leia-se Marechais Deodoro e Floriano Peixoto), por estes terem adotados feições de uma ditadura militar.O líder do movimento, Almirante Saldanha da Gama foi assassinado, pela tropas republicanas, na batalha de Campo Osório, no Rio Grande do Sul.

       Acrescentem-se à lista os trucidamentos perpetrados contra o Barão do Serro Azul e seus aliados, no Paraná; o Coronel Gentil de Castro, assassinado, após longa prisão, no Rio de Janeiro.  Também foram trucidadas, em ocasiões diversas, dezenas de ex-escravos negros, entusiastas da Princesa Isabel, quando saíam às ruas dando vivas à Redentora. Citamos ainda o Genocídio de Canudos, promovido pelos fanáticos republicanos no sertão da Bahia. Nesta página negra da nossa história, uma população inteira de sertanejos, fixada no vilarejo de Belo Monte (onde vivia a trabalhar e rezar) foi dizimada, nas três expedições militares consecutivas, deslocadas do Rio de Janeiro para promover esse massacre.

Texto e postagem: Armando Lopes Rafael

domingo, 2 de janeiro de 2022

Bolsonaro prepara-se para a derrota - Por Diogo Mainardi.

 


“Os estrategistas de Jair Bolsonaro acham que a entrada de Sergio Moro no cenário presidencial tirou-lhe qualquer possibilidade de buscar o voto da ‘direita moderada’ no primeiro turno”, diz o Estadão.

Por esse motivo, o sociopata vai tentar garantir os votos da direita aloprada – uns 15% do total – e somar outros 10% de antipetistas.

É o plano perfeito para entregar o Palácio do Planalto a Lula, que sempre trabalhou para manter Jair Bolsonaro no páreo. A estratégia do sociopata, de fato, não é se reeleger, e sim conservar um cacife eleitoral capaz de tirá-lo da cadeia, assegurando-lhe alguma forma de imunidade.

SOBRE O CLUBE EMPRESA - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

O lado conservador, ainda existente no esporte, berra contra o clube-empresa.

"Futebol não é para dar lucro. Isto é uma aberração !" Este é o pensamento de uma das vertentes que não absorvem a ideia do futebol como negócio da indústria do entretenimento.

"Time de futebol não se destina a dar lucro e tem um único dono: a torcida". Essa visão, romântica ou não, ainda encontra muitos defensores.

Pensado apenas como negócio, com jogadores e clubes transformados em produtos,  imagina-se o futebol destruído na sua dimensão lúdica e simbólica.

Fato é que a compra do Cruzeiro por Ronaldo Fenômeno assanhou o ambiente esportivo.

Se tivermos uma febre de negócios com clubes, igual a que se registra com a contratação de técnicos estrangeiros, a coisa vai ferver.

Mesmo sendo uma panaceia de poucos receituaristas, já se tem times de tradição ensaiando uma aterrissagem na receita.

Como se trata de uma nova maneira de gestão, bate um ceticismo não desprezível.

No meu caso só desejo que não me tirem um campo, onze de cada lado e uma bola. 

sábado, 1 de janeiro de 2022

O Fracasso da República: No Bicentenário da nossa Independência -- a ser comemorado em 2022 -- algumas reflexões....

Marechal Deodoro da Fonseca, o "pai" da República brasileira

    


De 1822 a 1889 o Brasil foi uma nação respeitada no mundo. Em 15 de novembro de 1889, houve um golpe militar que impôs a República. Nascida através de um golpe, à revelia da vontade da população, a República simboliza os interesses de grupos e partidos, em detrimento do bem geral. Acompanhe, a partir de hoje,  dados e fatos sobre o regime republicano no Brasil.

A República em números 

Em pouco mais de 130 anos, a república acumula:


•    2 estados de sítio,
•    17 atos institucionais,
•    6 dissoluções do Congresso,
•    19 rebeliões,
•    2 renúncias presidenciais,
•    3 presidentes impedidos de tomar posse,
•    5 presidentes depostos,
•    7 Constituições diferentes,
•    2 longos períodos ditatoriais,
•    9 governos autoritários.

 Na Monarquia o Brasil era um país de Primeiro Mundo. Veja nossa posição hoje

Segundo este ranking, num total de 167 países, o Brasil está entre as piores posições em Capital Social (133º posição), Segurança (111ª) e Qualidade da Economia (102ª). Nos itens Educação, Saúde e Qualidade de Vida, que são frequentemente usadas como "prioridades" pelos políticos brasileiros, o Brasil ocupa 90ª, 58ª e 63ª posição, respectivamente. Nem mesmo para investidores e empresários o Brasil representa um local seguro, ficando na 98ª posição no ranking num total de 167 países avaliados.

Segundo o IPC, que é o principal indicador de corrupção no setor público do mundo, o Brasil, "em 2019, manteve-se no pior patamar da série histórica do Índice de Percepção da Corrupção, com apenas 35 pontos". Neste ranking, 0 significa que o país é percebido como altamente corrupto e 100 significa que o país é percebido como muito íntegro. Com 35 pontos, o Brasil ocupa a 106ª posição num total de 180 países e territórios avaliados.

 Fonte: Site Monarquia Já

Postagem de Armando Lopes Rafael