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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


segunda-feira, 28 de março de 2016

Vendilhões de opiniões - Por Antônio Morais


Carlos Lacerda desmascarou as mentiras do Getúlio Vargas.


Carlos Chagas contesta as mentiras atuais.

Quem leu ou lê os Carlos, o Lacerda em décadas passadas e o Chagas até os dias atuais, deve estranhar a grande maioria dos jornalistas brasileiros atuais.

Os exemplos são incontestes e estão as vistas. O Franklin Martins, comentarista  do Jornal Nacional da Rede Globa, batia muito no governo dos petralhas. Foi nomeado ministro, se converteu ao vermelho e se tornou o maior defensor das trapalhadas do governo. Mangabeira Unger, esse era um grande critico  do governo do Cara. Foi nomeado ministro  e em pouco tempo  se transformou no maior defensor  das cafajestadas do governo.

Em termos regionais, a situação  não é diferente. Certa feita estava no gabinete de uma importante prefeitura da região e adentrou  o proprietário de um regional de circulação semanal. Sem nenhuma cerimonia disse para o prefeito e quem mais quisesse ouvi: Nosso contrato venceu, agora eu posso  publicar o que eu quiser. O que já não tinha credibilidade  foi jogado ao lixo.

Pobre jornalismo. Pintou dinheiro, vendeu-se. O monopólio da noticia fica por conta do interessado, de quem tem puder financeiro. 

3 comentários:

  1. O jornalista e político Carlos Lacerda – depois de tantos anos da sua morte -- continua a despertar curiosidade e interesse!

    Dias atrás o site “Observatório da Imprensa” em artigo sobre Lacerda escreveu: “Chamava os adversários para debates públicos, em praça ou através do rádio ou da televisão, e poucos apareciam. Pelos episódios nos quais se envolveu, podemos afirmar que nunca houve um jornalista igual, apesar das contradições. Foi único pelas características diferenciadas.

    “Provocador por excelência, polemista por natureza, impulsivo por instinto, líder indiscutível, estrategista ímpar na política por saber avançar, recuar e atacar tornou-se, sem dúvida, o grande nome do jornalismo brasileiro de todos os tempos. O que o distinguia era a extrema audácia, a capacidade de criar conflitos e a disposição de olhar os fantasmas dos inimigos em qualquer lugar ou imaginar que em todo movimento político que fugia ao seu controle havia barganha, imoralidade e intolerância”.

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  2. Lacerda em vida era uma legenda.
    Morreu o homem e virou o mito.

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  3. O tempo é o principal testemunho. Observando-o podemos ver o mesmo veículos falando de uma autoridade politica sempre em proveito de outra e, de uma hora para outra, passar a fazer o contrario. Fato no minimo curioso.

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