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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quinta-feira, 31 de março de 2016

Raimundo Jucá de Brito, Mundoca Jucá - Por Antônio Morais

Foto - Hubert Bloc Boris, sua esposa Janine e o casal Jefferson Albuquerque numa reunião do Rotary  no Crato Tênis Clube.

Seu Hubert era o administrador-proprietário da Fazenda Serra Verde cujo território abrangia cinco municípios da região.

Vamos a historia do Mundoca, fiscal da referida fazenda.

Leia :

Quem viveu em Várzea-Alegre, nas décadas de 60 e 70 do século passado conheceu ou ouviu falar em Raimundo Jucá de Brito, o Mundoca Jucá, fiscal da Fazenda Serra Verde.

Com ele a volta era curta, não tinha quiri quiqui nem menino fazia munganga, escreveu num leu o pau comeu. Era deverasmente temido pra quelas bandas.

Um casal da Serra Verde escolheu Mundoca para padrinho do filho mais velho. Fez também uma promessa com São Francisco do Canindé para curar um "ventre caído", que, no primeiro corte levariam os cabelos do menino pra quela cidade.

O menino estava com 12 anos sem que os pais tivessem condições para fazer a viagem e levar os cabelos como "ex-votos". Por arte do diabo, Mundoca passou na casa dos compadres e vendo o cabelo do afilhado pela cintura, tirou a doze polegadas do quarto e cortou os cabelos pela raiz.

A mãe do menino, observando aquele sacrilégio reagiu assim:

Compadre Mundoca tem umas GAIATEZAS engraçadas.


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