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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


domingo, 21 de maio de 2017

083 - Preciosidades antigas de Várzea-Alegre - Por Antônio Morais.


Foto de Várzea-Alegre a partir do Sanharol, a cidade, a lua e ao fundo a majestosa Serra Negra.

Quem conhece Várzea-Alegre, conhece também a Serra Negra e a história da pedra que escorregou de sua cumeeira. Localizada próximo ao Sitio Mocotó, num ano de forte inverno uma enorme pedra se deslocou do alto indo parar no seu pé, deixando um rasgo que até nossos dias não encabelou. De longe se avista a abertura.

Depois de muita luta Fatico Fiúza convenceu "Pé Vei", ir trabalha no Riacho do Meio, propriedade de Leopoldo Cassundé, o conhecido Leó colhendo algodão.

A permanência que se pretendia ser de um mês durou apenas dois dias. Pé Vei estava de volta no Buenos Aires.

Fatico procurou saber as razões e motivos de tão repentino retorno.

Pé Vei afirmou categórico : A pedra de dez quilos de Leó é a que escorregou da Serra Negra, não há homem, por mais apanhador de algodão que seja, que consiga colher uma arroba de algodão na semana.

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