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"Ultrapassa-te a ti mesmo a cada dia, a cada instante. Não por vaidade, mas para corresponderes à obrigação sagrada de contribuir sempre mais e sempre melhor, para a construção do Mundo. Mais importante que escutar as palavras é adivinhar as angústias, sondar o mistério, escutar o silêncio. Feliz de quem entende que é preciso mudar muito para ser sempre o mesmo".

Dom Helder Câmara


quarta-feira, 24 de março de 2021

Lira: crise da Covid pode levar a remédios políticos amargos, alguns fatais - Por o Antagonista.


Em discurso na Câmara, Arthur Lira subiu o tom contra o governo e cobrou correção de rumos para debelar a crise sanitária da Covid. Sem falar a palavra impeachment, disse que “os remédios políticos no Parlamento são conhecidos e são todos amargos, alguns, fatais”.

A afirmação ocorre horas após uma reunião de Lira com Jair Bolsonaro e Luiz Fux para a criação de um comitê de crise da pandemia e no momento em que cresce a pressão pelo impeachment do presidente e pela abertura de uma CPI para investigar a atuação do governo.

“Estou apertando hoje um sinal amarelo para quem quiser enxergar: não vamos continuar aqui votando e seguindo um protocolo legislativo com o compromisso de não errar com o país se, fora daqui, erros primários, erros desnecessários, erros inúteis, erros que que são muito menores do que os acertos cometidos continuarem a serem praticados”, disse.

Afirmou ainda que “que o momento é grave” e que “tudo tem limite”.

Ele falou durante a votação de projeto que desconta do imposto de renda contratação de leitos privados para liberar vagas no SUS.

O momento é grave, a solidariedade é grande, mas tudo tem limite“, disse, numa referência indireta ao Executivo.

Um comentário:

  1. Quem diria. Bolsonaro iniciou o governo com apoio do povo e sem apoio político. Perdeu a popularidade e foi destruído pelos políticos.

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