domingo, 14 de junho de 2026

A SELEÇÃO FOI MAL ALÉM DA CONTA - Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Se a formação que foi a campo contra Marrocos já estava na cabeça de Ancelotti há bastante tempo, o treinador não raciocinou bem.

O Igor Thiago, com características de "caneleiro", como centroavante, foi uma má ideia.

Jogador de seleção brasileira tem que possuir um mínimo de intimidade com a bola. 

Raphinha, por dentro ou aberto pela direita, foi de uma nulidade constrangedora. Teria que ser o primeiro substituído. 

O Ibanez, o maior desastre. Desnorteado, pareceu um estreante na seleção.

Casemiro e Paquetá ... esquece. 

Vinícius Júnior salvou a seleção do abismo, é verdade.

Mas, depois do gol, exagerou nas jogadas individuais em prejuizo do passe, do jogo coletivo.

No esforço para consertar o time do vareio levado na primeira etapa, o treinador brasileiro mexeu em cinco posições. 

Isto é, as escolhas para a formação que começou jogando não derivaram de felizes conclusões.

Por pouco, apesar da boa qualidade da seleção do Marrocos, o time brasileiro não perde para ele mesmo.

Tinha que ter sido tão ruim assim? 

Arre!

2 comentários:

  1. Prezado Wilton Bezerra, na sua postagem anterior o nobre amigo citou um depoimento do Tostão : "É necessário que tenha coletivo, e. para ter coletivo precisa ter talento".

    No jogo de ontem não existiu coletivo nem se viu talento.

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  2. A maioria dos brasileiros joga as suas experanças no treinador. Mas é preciso lembrar que em 1958 não foi o Vicente Feola que gonhou os jogos e nem em 1962 foi Aimoré Moreira e assism nas demais.

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