O clima no futebol do Brasil anda pesadão. Pode ser apenas uma sensação de nossa parte (olha a Míriam Leitão aí).
Sinceramente, não lembro de um período em que torcedores estiveram tão furiosos e descontrolados com seus times, como agora.
Em alguns casos, nas campanhas que pedem a cabeça de treinadores, jogadores e dirigentes, a civilidade vai para o vinagre.
Vôte!

Essa é uma grande verdade. O que se pratica fora do campo segue para dentro das quatro linhas. Extrapola os limites da civilidade. No jogo do Santos com o Vasco o capitão do Vasco se negou a cumprimentar o Neyma. Quem é aquele perna de pau diante do que Neymar já foi.
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