quinta-feira, 22 de julho de 2021

Simone Tebet cobra 'reação imediata, clara e direta' a suposta ameaça de Braga Netto - Por O Antagonista

A senadora Simone Tebet (MDB-MS) criticou nesta quinta-feira (22) a suposta ameaça do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, sobre as eleições de 2022. Segundo o Estadão, o general condicionou a validade do pleito à implementação do voto impresso no Brasil.

Tebet cobrou uma reação imediata, clara e direta às constantes insinuações golpistas de integrantes do governo.

“Basta de relativizar o absolutamente intolerável: ora velada, ora expressa, ditas e depois desditas, as constantes ameaças às instituições, às eleições e à democracia, precisam de reação imediata, clara e direta. A constituição nos diz o que fazer. Não é poder, mas nosso dever.”

Depois da repercussão, Braga Netto negou que tenha feito a ameaça.

Família Callou, origem do nome, e ascendências - Por Fernando de Sá Barreto Callou.

Primeira parte.

Abrev. CC – Casado (a) Com.

O Nome da Família Callou, foi adotado por Antônio Pereira Pinto, nascido nas imediações das cidades de Missão Velha e Barbalha. Filho do Tenente- Gregório Pereira Pinto, Baiano de Inhambupe e de Ana Angélica de Jesus de Sá Barreto. Filha do Capitão-Francisco Magalhães Barreto e Sá (Fundador da cidade de Barbalha) e de Maria Polucena de Abreu Lima. Os dois originários da Bahia/Sergipe.

Antônio Pereira Pinto casou com Ana Izabel d`Olinda, Filha de João da Cunha Pereira e Francisca Vieira de Gusmão, proprietários da Fazenda Cruz. No médio Jaguaribe na localidade chamada Riacho do Sangue. Os Filhos de Antônio e Ana Izabel nasceram e foram criados na Fazenda Cruz. Hoje submersa pelas aguas do Açude Castanhão.

Não se sabe com segurança a razão, pela qual, levou Antônio Pereira Pinto, a acrescentar Callou ao seu nome de nascimento. O que se sabe com certeza. Foram suas ultimas palavras, anotadas por sua Filha Carlota a seu pedido. E que seus descendentes obedeceram, e continuam priorizando o nome Callou. Que se manteve por varias gerações num Clã fechado e homogêneo. Hoje já mais diluído.

Mas eis as últimas palavras proferidas, por Antônio Pereira Pinto Callou, á sua Filha Carlota:

Findou-se o Primeiro Callou.... Meu nome fica existindo para filhos, netos E Bisnetos e os mais que forem vindo.

Continua na próxima postagem.

quarta-feira, 21 de julho de 2021

O FUTURO É O “DAQUI A POUCO” - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Nas primeiras horas do dia, ainda com gosto de café na boca, uma vozinha me diz: “Vai escrever, Wilton. Batuque nas pretinhas do computador e revisite, no celular, os apontamentos feitos, quando traçavas uma inofensiva cervejinha. Escreve, até, sobre poesia que é ‘o jeito mais simples de dizer coisas complicadas’, segundo o poetinha”.

A vozinha continua: ”Vai, deixa de ser estranho. Fala de novas real idades. Olhos digitais estão em toda parte. Na falta de assunto, escreve sobre o tempo, que é a maior distância que há. Mas, não se deixe engabelar por essa história de “idade de ouro”, entre os 15 e 30 anos, como o melhor tempo de nossa vida. De ouro é o tempo, que nos foi dado para viver”.

E lá vou eu, nessa fadiga de viver, abordar tempo difíceis. Que tempos não o são?

Quantos de nós recordamos tempos que não gostaríamos de ter vivido, pelo desperdício de felicidade.

O tempo é arbitrário e nos traz contratempos. Entanto, não adianta fazer “beicinho” contra ele, em sua marcha inexorável.

Falamos do tempo o tempo todo, porque ele é que define o nosso tempo, aqui, na Terra, a não ser que existam seres humanos esquecidos pela morte.

Aliás, penso pedir recontagem do meu tempo de vida, pois os 73 anos que completarei em setembro, passaram mais ligeiro do que enterro de pobre.

Aconselhável para quem já ultrapassou a barreira dos 70 não fazer planos para o futuro. Não sacrificar o presente, pensando em construir um futuro abstrato.

A vida é breve, como a vida da flor, nada mais que a folhagem antes da foice.

O futuro é o “daqui a pouco”.

Padre Argemiro Rolim, um religioso virtuoso - Antônio Alves de Morais.

No inicio da década de 60 do século passado,  com os meus 9 anos, quanto tempo faz e quanta diferença de costumes, quanta inocência tínhamos nós naquela época distante.

Chegou a Várzea-Alegre um sacerdote recém ordenado de alma pura por dentro e sublime por fora. Trazia com ele um projetor, coisa nunca vista práquelas bandas.

No patamar da igreja de São Raimundo, às noitinhas, passava para os adolescentes filmes religiosos. Fui seduzido, e, ele se tornou meu maior ídolo. Voz pausada, semblante sereno e confiante, tratava a todos com a mesma distinção, lhaneza e cordialidade.

Terminadas as missões Padre Argemiro deixou nossa cidade e, a partir daí, foi vigário em diversas paróquias de nossas Dioceses, inclusive Parambu onde também foi o seu primeiro prefeito municipal.

Vinte e cinco anos depois eu estava gerente do Bicbanco, agência do Crato. Ele entrou na agência, com a mesma brandura impar e serena, batina surrada, semblante abatido, aparência triste e desanimada, barriga um pouco alta, o mesmo riso e a mesma brandura..

Se achegou a mim, nem imaginava o quanto eu era seu fã e falou: "Meu filho, eu estou precisando de uma quantia em dinheiro para ir a São Paulo fazer um tratamento de saúde, e, aqui estou para saber se você pode me adiantar um empréstimo. "Eu tenho a promessa de um padre da paróquia de Nuremburg 

na Alemanha, ele vai fazer uma campanha com os fiéis para arrecadar fundos com este fim", mas, eu não estou pudendo esperar.

Procurei saber o valor, e, revelada a importância era um montante razoável. Ele não tinha avalista. Autorizei o setor de cadastro liberar sem aval, era apenas um procedimento protocolar, a responsabilidade é minha, disse ao meu colega do setor.

60 dias depois, já na volta de São Paulo, Padre Argemiro Rolim entrou pela mesma porta, com a mesma humildade, batina surrada, o mesmo semblante triste, puro e sublime que tanto admirava, e, por fim a mesma bolsa, desta feita,  com volumosa doação dos alemães.

Resgatou o empréstimo e agradecido se retirou da agência.

Um ano mais tarde, 1986, recebi a noticia do falecimento do Padre Argemiro, o padre que tinha "um coração para amar a Deus". 

Clubes de Lions no Ceará VI - Antônio Alves de Morais.


Quando eu assumi a presidência do Lions Clube de Crato Centro pela terceira vez no inicio  da década de 90 do século passado as plenárias festivas se realizavam  nos clubes sociais da cidade. A maioria no Crato Tênis Clube.

Sugeri e a diretoria aprovou que fossem feitas nas casas dos companheiros. Cada  domadora trazia um prato, assim ficava bem mais barato e os alimentos vinham fresquinhos, com sabor caseiro e combinado pelas domadoras.

Um dia,  na casa  do companheiro de saudosa memória Albino Oliveira, quando todos já estavam presentes o mestre de cerimonia compôs a mesa, e, eu fiz a abertura solene, minha esposa Nair falou no meu ouvido - Morais, ninguém trouxe arroz.

Então chamei  Dalice Frutuoso, foto, irmã da Dolarice, domadora do Albino Oliveira e solicitei que  fizesse o arroz. 

Tive a ideia  de passar a palavra para um companheiro que gostava muito de fazer um discurso. O homem se levantou, deu de garra do microfone e de tantos "prumodes, nos entretanto, num há de que, desconcordes" Dalice me fez sinal que o arroz estava pronto.

Quando o jornalista Lindemberg de Aquino pediu o microfone de volta o companheiro disse - Oh homi, agora que eu ia começar.

O bom dessa história é que o presidente do Lions era de Várzea-Alegre, a dona da casa era de Várzea-Alegre que é a terra do arroz, justamente o que faltou. Mais um contraste. 

A sorte é que Dalice Frutuoso, também de Várzea-Alegre estava presente, e prestou o devido atendimento fazendo um arrozinho que só lá em nós tem igual. Terminada a  solenidade, Chico Pierre ao se despedir  me disse : Morais "Ruim Barbosa" foi sua salvação.

terça-feira, 20 de julho de 2021

Bolsonaro e os pelados na piscina - Por José Newmanne Pinto.

 


1 – Ao deixar o hospital particular de luxo, onde tirou folga de quatro dias, o presidente da republica blindou o ex-ministro da saúde Eduardo Pazuello, pilhado em vídeo negociando coronavac pelo triplo do preço, alegando que corrupção só se for pelado na piscina. 

2 – Na entrevista, definiu Brasilia como paraiso de lobistas, na melhor das hipóteses os “empresários” recebidos no gabinete do coronel Elcio Franco, ex-secretário-geral do ministerio da saude. 

3 – E ainda disparou dez mentiras cabeludas a respeito de temas variados, de suas canetadas à compra de vacinas

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Amor maiúsculo - Antônio Alves de Morais


Um Senhor bastante idoso procurou uma clinica para um curativo em sua mão ferida. Dizendo-se muito apressado porque estava atrasado para um compromisso. Enquanto tratava, o jovem médico quis saber o motivo de sua pressa e ele disse que precisava ir a um asilo de repouso para idosos tomar o café da manha com sua mulher que estava internada há bastante tempo. Sua mulher sofria do mal de Alzheimer em estagio bastante avançado.

Enquanto terminava o curativo, o médico perguntou-lhe: se ela não ficava assustada pelo fato dele está atrasado. Não, disse ele. Ela já não sabe quem eu sou, há quase oito anos ela nem me reconhece.

Intrigado o médico lhe pergunta: Mas se ela já nem sabe quem o senhor é, porque essa necessidade de estar com ela todas as manhãs? O velho sorriu, deu uma palmadinha na mão do médico e disse: É verdade... Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei muito bem quem ela é.

Enquanto o velhinho saia apressado o jovem médico sorria emocionado.

Clubes de Lions no Ceará III - Antônio Alves de Morais.


Casal amigo Rogério Alencar e Cristina indicado por mim e eleito por aclamação para me suceder no meu último mandato no Lions Clube de Crato Centro. Final da década de 80 do século passado. Fez uma grande gestão.

Na minha avaliação duas pessoas foram muito importante  para o Lions Clube de Crato Centro. José Leandro Correia, Gessi e Arlindo Matias da Silva.

Gessi fez a doação de um terreno no distrito do Muriti e outro na Fazenda Boqueirão pertencente ao seu pai João Leandro Correia. No Boqueirão o Lions construiu uma capela e um posto de saúde, no muriti foi construído a Escola Melvin Jones.

Arlindo Matias, foi presidente da escola por décadas. Concluída, a escola tinha 10 salas de aulas, um auditório, um refeitório, vários banheiros, uma secretaria, uma tesouraria, 1200 alunos matriculados nos três turnos.

Todos os professores eram conveniados com o estado. A única participação da prefeitura, pasmem, eram os dois vigias que se reversavam de 12 em 12 horas. 

O Lions custeava  o material escolar, de limpeza, de expediente, manutenção e outros custos.

Quando o Governo Federal passou a pagar a educação baseado no número de matrículas o prefeito  Raimundo Bezerra bateu o pé, o município não podia deixar de receber a verba de 1.200 alunos. Ameaçou  retirar os vigias e usar sua influência politica junto ao estado para que não fosse reeditado o convênio com a escola. 

O presidente do Lions reuniu a diretoria e como era amigo do prefeito formou uma maioria e entregou a escola ao município. Eu fui voto vencido, mas  sabia  que a partir de então o Lions Clube de Crato Centro desapareceria  da historia da escola.

Eu nunca concordei com as cotas cobradas dos companheiros, especialmente a internacional, mandar dinheiro para Os Estados Unidos da América não era recomendado. Todo vez que o tesoureiro apresentava os valores tinha sempre alguns que por uma razão qualquer não podiam pagar. 

Certa feita, a diretoria resolver excluir do clube os inadimplentes. Quando vi a lista observei que eram os mais aplicados e que os motivos do não pagamento era falta de condições financeiras. Mandei somar os valores e paguei. 

Em seguida disse - Agora podem excluir os companheiros, não quero que imaginem que deixaram o leonismo porque não podiam  pagar as cotas. Eu estou deixando o movimento. 

E sair da reunião para nunca mais voltar.

domingo, 18 de julho de 2021

A história se repete - Antônio Alves de Morais.

Os senadores Fernando Bezerra Coelho de Pernambuco e Marco Rogério de Rondônia estão fazendo na CPI em defesa do Bolsonaro o mesmo servicinho  que os seus conterrâneos senadores Ney Maranhão e Odacy Saores fizeram em defesa do Collor de Melo.

Collor caiu, e, os senadores nunca mais se elegeram a nada. O Odacy Soares de Rondonia ainda tentou eleger uma filha vereadora em Porto Velho e não conseguiu.

Incrivel como os exemplos  não são observados.

Conquista da democracia brasileira - Por Diogo Mainard.


Há um pessoalzinho torto que lamentou o encarceramento do Lula, apesar de reconhecer os seus crimes.
Eu sou o contrário : Eu festejo. E festejo todos os dias. Lula na cadeia representou a maior conquista da democracia brasileira.

sexta-feira, 16 de julho de 2021

'A corrupção andou a passos largos no Ministério da Saúde' - Por Merval Pereira.

 


Em balanço da CPI da Covid, Merval Pereira avalia os resultados da comissão até aqui. 

Segundo o comentarista, senadores avançaram sobre o aparelhamento promovido no Ministério da Saúde, expondo a farra de negociatas no órgão, incluindo tentativas de golpe na compra das vacinas Covaxin e AstraZeneca, investigadas nas sessões das últimas semanas. 

Há suspeitas de prevaricação do presidente Jair Bolsonaro. Em recesso parlamentar, a CPI retoma atividades no dia 3 de agosto.

SÓ FALTAVA O “SABER SOFRER” NO FUTEBOL - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

Rejeitar a bola, não propor o jogo, fechar os espaços entre as linhas de defesa, meio-campo e ataque. Aguardar, na sofreguidão, a oportunidade de chegar ao gol adversário.

Isso sempre foi característica de time pequeno.

Implico, mesmo, e discordo dessa história de “saber sofrer”no futebol brasileiro, ideia disseminada recentemente.

Quem foi que disse ter sido o mais popular esporte do Mundo fundado na dor e no sofrimento, em nosso país?

Conversa mole de quem ignora a alegria, o prazer de jogar e o gingado, que falam alto do nosso caráter.

O fundo musical do nosso futebol nunca nos fez sofrer com dor de cotovelo.

Pelo contrário. Não existe imagem mais bonita do que nossos estádios superfaturados, lotados, a cantar: “Que bonito é, as bandeiras tremulando, a torcida festejando, vendo a rede balançar”.

Sofrer jamais foi do nosso feitio.

Agora, querem jogar o futebol de tantos títulos pelo abismo, sem sequer se curvar para saber se ele morreu.

Vendem os artistas, impossibilitam o espetáculo e inventam fórmulas de jogo para segurar emprego de treinador, à base do “saber sofrer”, da covardia.

Distopia vendida como utopia.

Futebol brasileiro precisa readquirir o visgo, se livrar do charlatanismo “tático”, antes que seja tarde.

Time grande como o Corinthians, jogando como se pequeno fosse, é uma tragédia.

Foi o que se viu no confronto diante do Fortaleza.

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Faça a coisa certa sempre - Antônio Alves de Morais.

 


Não existe salvador da pátria, mas existem pessoas comprometidas com o bem comum.

Em Sergio Moro encontramos todas as qualidades de um grande estadista: Competência, ética e produtividade.

É por isso que Moro é a melhor opção para 2022.