quinta-feira, 10 de junho de 2021

Alguém é capaz de esquecer? - Por Antônio Morais.

As decisões do juiz federal Sergio Moro, que conduz a Operação Lava Jato em primeira instância em Curitiba e que condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT a nove anos e meio de prisão. 

Passam pelo crivo de três desembargadores federais do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, TRF4 em segunda instância, João Pedro Gebran, Leandro Paulsen e Victor Laus, foto, são mais duros que Moro ao revisarem penas da Lava Jato. 

São eles que vão decidir se ratificam ou não a condenação do petista.

quarta-feira, 9 de junho de 2021

Tristeza - Por Senador Alexandro Vieira.

Senador Alexandro  Vieira.

Dá tristeza ver um cidadão com mais de 30 anos de carreira na medicina se sujeitar a mentir desse jeito para se agarrar a um cargo de ministro.

Queiroga tenta assumir a negativa de nomeação da Dra Luana como opção sua. 

Ele mesmo apontou para o presidente  em declaração  anterior.

Ninguém precisa de você, Lula - Por o despertador do Diogo.

“O povo está cansado. Liga a televisão, tá lá o Bolsonaro mentindo. Vai ver o jornal, tá lá o filho dele inventando uma fake news. Não há uma única mensagem de paz". 

"É só ódio. Se for necessário pra tirar o Bolsonaro que eu seja candidato, não tenham dúvida que serei.”

Não, Lula, não é necessário. Qualquer um ganha de Jair Bolsonaro. Aliás, se seu adversário não for um ex-presidiário, condenado pelo maior esquema de propinas de todos os tempos, é ainda mais fácil.

terça-feira, 8 de junho de 2021

O mundo de Bolsonaro - Por o despertador do Diogo.

Jair Bolsonaro é o maior promotor de cloroquina do mundo. Ainda bem que o mundo do sociopata vai do Brasil ao Brasil. 

Ainda bem também que ele influencia apenas os imbecis que habitam em seu cercadinho aloprado.

Caso contrário, o mundo – o mundo de verdade –  teria dez vezes mais mortes, e nenhuma vacina.

“Uma campanha tem efeito quando o autor está fazendo o contrário?” - Por O Antagonista.

 No questionamento a Marcelo Queiroga, Tasso Jereissati disse que, se ele não fica indignado com as aglomerações promovidas por Jair Bolsonaro, “não é ministro da Saúde”.

“Uma campanha tem efeito quando o autor está fazendo o contrário? Não existe isso, ministro. É um boicote à sua campanha que está sendo feito. 

O maior provocador de aglomeração, que o senhor é contra, é o presidente da República, seu chefe. Gostaria que mostrasse indignação com isso”, afirmou.

“Não compete a mim julgar os atos o presidente da República”, respondeu Queiroga.

“Então, o senhor não é ministro da Saúde”, treplicou o senador.

segunda-feira, 7 de junho de 2021

A casa onde nasceu o Padre Cícero - por Armando Lopes Rafael

 

Palácio Episcopal Bom Pastor, onde hoje funciona a Cúria Diocesana

    Duas versões são defendidas, entre os historiadores regionais, no que diz respeito ao local onde teria nascido, na cidade do Crato, o Padre Cícero Romão Batista.

    A primeira versão -- defendida por Irineu Pinheiro -- diz que o famoso sacerdote veio ao mundo numa casa existente à Rua Miguel Limaverde. A casa pertencia ao coronel Pedro Pinheiro Bezerra de Menezes, e posteriormente fora desmembrada em duas residências. Ambas demolidas, quando do alargamento daquela rua, na fúria insana para destruir o que restava do patrimônio arquitetônico do Crato, e para dar lugar à passagem de veículos automotores.

      A outra versão, a que nos parece mais certa, defende que o Padre Cícero nasceu numa casinha, no terreno onde hoje se ergue o antigo Palácio Episcopal Bom Pastor, na atual Rua Dom Quintino, à época Rua das Flores (foto acima).

      Irineu Pinheiro defendia o imóvel da rua Miguel Limaverde, como o local do nascimento do Padre Cícero, baseado em depoimento de uma escrava da família do famoso sacerdote, conhecida como “Teresa do Padre”, mulher humilde e bastante estimada na cidade de Juazeiro do Norte, onde gozava a fama de uma pessoa virtuosa e de credibilidade.

       Entretanto, outro ilustre historiador, o Padre Antônio Gomes de Araújo, escreveu este depoimento, “Teresa do Padre, já começava a mergulhar no crepúsculo da própria memória, cuja desintegração começara”. Ou seja, a boa velhinha caminhando para os cem anos de idade, já não dominava mais a própria memória, deficiência física a que estamos sujeitos todos nós, os seres humanos, quando a velhice nos domina.

     A versão de que o Padre Cícero nasceu numa casinha simples, onde era, antigamente, o Palácio do Bispo,(Hoje lá funciona a Cúria Diocesana) tem diversos defensores. Segundo depoimento prestado pelo Cônego Climério Correia de Macedo ao Padre Antônio Gomes de Araújo, e incluído no livro “A Cidade de Frei Carlos”, este padre declarou: “Minha tia paterna, Missias Correia de Macedo, cortou o cordão umbilical do Padre Cícero numa casa que foi substituída pelo palácio de Dom Francisco" (referia-se ao antigo Palácio Episcopal construído por Dom Francisco de Assis Pires, segundo bispo da Diocese do Crato).

     E continua Padre Gomes no seu livro citado: “É corrente que, no chão em que se ergue aquele palácio, havia de fato uma casa, que foi cenário, por exemplo, da recepção do Padre Cícero quando este chegou do Seminário de Fortaleza, ordenado sacerdote, bem como das festas que envolveram a celebração de sua primeira missa. É certo que dita casa pertenceu ao major João Bispo Xavier Sobreira (...) Com sua morte a dita casa passou à viúva, dona Jovita Maria da Conceição. Seus herdeiros venderam a casa a esta diocese”.

      Assim, tudo está a indicar que o Padre Cícero veio ao mundo na casinha simples, entre fruteiras, localizada no terreno onde hoje se ergue o Palácio Episcopal. Deixamos nossa sugestão para que o Governo do Ceará e a Prefeitura do Crato providenciem a colocação de uma placa, assinalando o local onde nasceu um dos mais conhecidos sacerdotes católicos do Brasil, o ilustre filho do Crato, Padre Cícero Romão Batista. 

     É uma forma de preservar a memória histórica de Crato, tão ultrajada e descaracterizada por administradores insensíveis e de poucos conhecimentos culturais...

"O Exército amarelou" - Por Fernando Gabeira.

 “O Exército brasileiro amarelou diante da pressão de Jair Bolsonaro”.

“No futuro, saberemos se amarelou por covardia ou se aderiu conscientemente a um projeto autoritário.

Com a capitulação do Exército, é necessário começar desde já a organizar a resistência”.

Sua sugestão inicial é “proibir por leis que militares da ativa participem de governo”.

A trajetória do Bolsonaro - Antônio Alves de Morais.

 

A trajetória de Bolsonaro é parecida com a cloroquina. Já existia há muito tempo. 

Num momento de desespero foi tentada como colução. Logo se percebeu que era ineficaz e danoso.

Os mais sensatos trataram de abadonar e combater, mas alguns fanáticos ainda insistem.

domingo, 6 de junho de 2021

Quando o governo é pior e mais perigoso do que o vírus - Antônio Alves de Morais.

 


Salve Sergio Moro.

Se o povo protesta e marcha em meio a uma pandemia, é porque o seu governo é pior e mais ofensivo do que o vírus.

Entre Lula e Bolsonaro, eu escolho quem prendeu o primeiro e denunciou o segundo.

NÃO ME ENGANEM QUE EU NÃO GOSTO - Por Wilton Bezerra, comentarista generalista.

O futebol que os torcedores comentam e debatem após as partidas nunca é aquele que, de fato, aconteceu no estádio.

Claro, são emoções narradas com o coração e não com a memória.

Como se isso não bastasse, treinadores e jogadores nas tradicionais entrevistas de meio tempo e final de jogo, geralmente fazem leituras de um jogo que só eles viram.

Infelizmente temos observado que, ultimamente, grande parte da mídia esportiva tem contribuído com este simulacro no sentido, talvez, de manter o produto futebol em pé por cima de pau e pedras.

Dá para desconfiar de algo por trás disso.

Principalmente os comentaristas de resultados (olha eles aí), lançam mão de combos destinados a “pedalar” análises de atuação de treinadores e rendimento de jogadores.

Meus ouvidos estão treinados para eles.

São comentários de gaveta para os três resultados de um jogo, comparados a um receituário adredemente preparado para sintomas da doença, ou mesmo a um padrão de petição de advogados.

Um jogador que tenha tido uma razoável atuação diante de um fraco adversário, recebe fartos elogios sem que retribua com bom futebol o que lhe pagam.

No caso dos treinadores, há uma necessidade de criar, num passe de mágica, revolucionários da prancheta, gênios das “novas formas táticas”.

Diarreias verbais.

Não procurem me enganar que eu não gosto disso.

sábado, 5 de junho de 2021

Cuida-te Bolsonaro - Antônio Alves de Morais.

Para se manter  no cargo  precisou apenas da chave do cofre, de uns bilhões de reais para comprar a metade mais um dos senadores  e 280 deputados vendidos.

Para fundar  um partido não conseguiu 500 mil eleitores para filiar a nova agremiação. 

Imagine se vai ser possível ter a metade mais um dos milhões de votos válidos da eleição de outubro de 2022.

Na copa do sociopata já morreram seis Maracanãs lotados - O despertador do Diogo.

 

Jair Bolsonaro ataca até locutor de futebol. Ele disse, a propósito da Copa América:

“Qual o nome daquele cara que falou um montão de besteira aí? Luís Roberto. Deu tapa na cara, só faltou ele baixar as calças. Só faltou isso aí, mostrar o bumbum dele branquelo. Só faltou isso aí. Ele está contra por quê? Porque quem vai transmitir é o SBT.”

O sociopata, em sua copa particular, pode comemorar a morte de seis estádios do Maracanã lotados.

sexta-feira, 4 de junho de 2021

"Não se pode aceitar a subversão da ordem, da hierarquia e da disciplina" - Por Santos Cruz

 

Para ex-ministro, caso Pazuello é "ataque frontal" aos princípios militares e mostra que Jair Bolsonaro avança "mais um passo na erosão das instituições"

“Não se pode aceitar a subversão da ordem, da hierarquia e da disciplina”.

Em suas redes sociais, o ex-ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz afirmou ter sentido “vergonha” pela decisão do comandante do Exército de não punir Eduardo Pazuello e que o “conjunto dos fatos é uma desmoralização para todos nós”.

Para o general reformado, “houve um ataque frontal à disciplina e à hierarquia, princípios fundamentais à profissão militar”.

Santos Cruz diz que se trata de “mais um movimento coerente com a conduta do presidente da República e com seu projeto pessoal de poder”.

“A cada dia ele avança mais um passo na erosão das instituições. Falta de respeito pessoal, funcional e institucional.

Desrespeito ao Exército, ao povo e  ao Brasil. Frequentemente, com sua conduta pessoal, ele procura desrespeitar, desmoralizar pessoas e enfraquecer instituições. Não se pode aceitar a SUBVERSÃO da ordem, da hierarquia e da disciplina no Exército, instituição que construiu seu prestígio ao longo da história com trabalho e dedicação de muitos. Péssimo exemplo para todos.

Péssimo para o Brasil. À irresponsabilidade e à demagogia de dizer que esse é o “meu exército”, eu só posso dizer que o “seu exército” NÃO É O EXÉRCITO BRASILEIRO. Este é de todos os brasileiros. É da nação brasileira. A politização das Forças Armadas para interesses pessoais e de grupos precisa ser combatida. É um mal que precisa ser cortado pela raiz.

Independente de qualquer consideração, a UNIÃO de todos os militares com seus comandantes continua sendo a grande arma para não deixar a política partidária, a politicagem e o populismo entrarem nos quartéis.”