quinta-feira, 23 de junho de 2022

Aperreio - Por Dedé de Zeba


Na agência do Banco do Brasil em Crato :

Quase que nem subo a rampa, 
Prá cagar vinha vermelho, 
Me deparo com um aparelho. 
Todo cagado e sem tampa, 
 Foi o maior aperreio.
Minha testa já suava, 
Cagar fora, muito feio.
Cagar dentro, eu me cagava, 
Enquanto eu um dos dois.
Escolhia bem vexado, 
A força maior impôs: 
Estava todo cagado.

Um comentário:

  1. Dedé de Zeba, grande poeta do Crato.
    Pior aperreio não poderia haver mesmo.

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